Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de caruaru - pe

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Q1244319 Noções de Informática
Constitui-se em políticas de criação de senhas fortes, ou seja, que NÃO podem ser facilmente inferidas com base nos dados cadastrais ou públicos de um dado usuário, para proteção do acesso à Internet, o uso
Alternativas
Q1244317 Legislação de Trânsito
Em relação às exigências de equipamentos de segurança, previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), analise as afirmativas abaixo:
I. Nenhum veículo poderá transitar com equipamento ou acessório proibido, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas previstas no CTB. II. Os veículos devem obrigatoriamente possuir dispositivo destinado ao controle de emissão de gases poluentes e de ruído. III. O encosto de cabeça é um item de segurança obrigatório apenas para os veículos automotores do tipo passeio.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244316 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece os equipamentos obrigatórios dos veículos, podendo outros serem estabelecidos pelo CONTRAN. Sobre os equipamentos obrigatórios previstos no CTB, analise as afirmativas abaixo:
I. Cinto de segurança, com exceção dos veículos destinados ao transporte de passageiros em percursos em que seja permitido viajar em pé. II. Os veículos de transporte e de condução escolar devem possuir equipamento registrador instantâneo inalterável de velocidade e tempo. III. Para as bicicletas, é obrigatório o uso de campainha, sinalização noturna dianteira, traseira, lateral e nos pedais e espelho retrovisor do lado esquerdo.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244315 Legislação de Trânsito
Os pedestres também são responsáveis pelo trânsito e devem adotar precauções para resguardar a sua segurança. Com base no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1244314 Legislação de Trânsito
Em relação aos pedestres e aos condutores de veículos não motorizados, sobre o que prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), analise as afirmativas abaixo:
I. É assegurada ao pedestre a utilização dos passeios ou passagens apropriadas das vias urbanas e dos acostamentos das vias rurais para circulação, podendo a autoridade competente permitir a utilização de parte da calçada para outros fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedestres. II. O ciclista desmontado empurrando a bicicleta equipara-se ao pedestre em direitos e deveres. III. Nas áreas urbanas, quando não houver passeios ou quando não for possível a utilização destes, a circulação de pedestres na pista de rolamento será feita pelos bordos da pista, em fila única, exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em que a segurança ficar comprometida, embora, nesse caso, a prioridade seja dos veículos.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244313 Legislação de Trânsito
Sobre o que deverá fazer todo condutor, ao perceber que outro que o segue tem o propósito de ultrapassá-lo, analise as afirmativas abaixo:
I. Se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha. II. Se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se naquela na qual está circulando, sem acelerar a marcha. III. Os veículos mais lentos, quando em fila, deverão manter uma distância entre si tal que não permita que veículos que os ultrapassem possam se intercalar na fila, desestimulando, assim, a ultrapassagem.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244311 Legislação de Trânsito
Compete aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição, fiscalizar o cumprimento da norma contida no Art. 95 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), aplicando as penalidades e arrecadando as multas nele previstas. Sobre o que prevê o Art. 95 do CTB, analise as afirmativas abaixo:
I. Obra ou evento que possa perturbar ou interromper a livre circulação de veículos e pedestres, ou colocar em risco sua segurança deverá ter permissão prévia do órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via para ser iniciada. II. A obrigação de sinalizar a interdição da via, decorrente de início de obra ou evento, é do órgão ou da entidade de trânsito que autorizou a sua realização. III. Salvo em casos de emergência, a autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via deverá avisar à comunidade por intermédio dos meios de comunicação social, com quarenta e oito horas de antecedência, qualquer interdição da via, indicando os caminhos alternativos a serem utilizados.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244310 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sobre as competências dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição, analise as afirmativas abaixo:
I. Aplicar as penalidades de advertência por escrito e multa, por infrações de circulação, estacionamento e parada, previstas no Código de Trânsito Brasileiro, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar. II. Implantar, manter e operar sistema de estacionamento rotativo pago nas vias públicas e privadas. III. Planejar e implantar medidas para redução da circulação de veículos e reorientação do tráfego, com o objetivo de diminuir a emissão global de poluentes.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244309 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), instituído pela Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, no seu Art. 21, traz as competências dos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios no âmbito de sua circunscrição. Sobre essas competências, analise as afirmativas abaixo:
I. Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas. II. Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário. III. Executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência por escrito e, ainda, as multas e medidas administrativas cabíveis, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar.
Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1244298 Português
Assim como discriminação, também se grafa com ç a palavra:
Alternativas
Q1244295 Português
[...] O amor, meu povo,
O amor é a própria cura,
Remédio pra qualquer mal Cura
o amado e quem ama
O diferente e o igual
Talvez seja essa a verdade
Que é pela anormalidade
Que todo amor é normal.

Não é estranho ser negro
O estranho é ser racista
Não é estranho ser pobre
O estranho é ser elitista.
O índio não é estranho
Estranho é o desmatamento.
Estranho é ser rico em grana
E pobre em sentimento.

Não é estranho ser gay
Estranho é ser homofóbico
Nem meu sotaque é estranho
Estranho é ser xenofóbico
Meu corpo não é estranho
Estranha é a escravidão
Que aprisiona seus olhos
Na grade de um padrão.

Minha fé não é estranha
Estranha é a acusação
Que acusa inclusive
Quem não tem religião.
O mundo sim é estranho
Com tanta diversidade
Ainda não aprendeu
A viver em igualdade.

Entender que nós estamos
Percorrendo a mesma estrada
Pretos, brancos, coloridos
Em uma só caminhada
Não carece divisão por raça,
Religião, nem por sotaque: Oxente!
Seja homem ou mulher
Você só é o que é
Por também ser diferente. [...]

Excerto do cordel para a diversidade, de Bráulio Bessa. Disponível em: https://demonstre.com/10-poesias-sobre-diversidade. Acesso em: 29/10/18. 
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase foi CORRETAMENTE empregado.
Alternativas
Q1244294 Português
[...] O amor, meu povo,
O amor é a própria cura,
Remédio pra qualquer mal Cura
o amado e quem ama
O diferente e o igual
Talvez seja essa a verdade
Que é pela anormalidade
Que todo amor é normal.

Não é estranho ser negro
O estranho é ser racista
Não é estranho ser pobre
O estranho é ser elitista.
O índio não é estranho
Estranho é o desmatamento.
Estranho é ser rico em grana
E pobre em sentimento.

Não é estranho ser gay
Estranho é ser homofóbico
Nem meu sotaque é estranho
Estranho é ser xenofóbico
Meu corpo não é estranho
Estranha é a escravidão
Que aprisiona seus olhos
Na grade de um padrão.

Minha fé não é estranha
Estranha é a acusação
Que acusa inclusive
Quem não tem religião.
O mundo sim é estranho
Com tanta diversidade
Ainda não aprendeu
A viver em igualdade.

Entender que nós estamos
Percorrendo a mesma estrada
Pretos, brancos, coloridos
Em uma só caminhada
Não carece divisão por raça,
Religião, nem por sotaque: Oxente!
Seja homem ou mulher
Você só é o que é
Por também ser diferente. [...]

Excerto do cordel para a diversidade, de Bráulio Bessa. Disponível em: https://demonstre.com/10-poesias-sobre-diversidade. Acesso em: 29/10/18. 
Na estrofe final, lemos: “Não carece divisão por raça / Religião, nem por sotaque: Oxente!”. O sentido original desse verso está mantido em:
Alternativas
Q1244293 Português
[...] O amor, meu povo,
O amor é a própria cura,
Remédio pra qualquer mal Cura
o amado e quem ama
O diferente e o igual
Talvez seja essa a verdade
Que é pela anormalidade
Que todo amor é normal.

Não é estranho ser negro
O estranho é ser racista
Não é estranho ser pobre
O estranho é ser elitista.
O índio não é estranho
Estranho é o desmatamento.
Estranho é ser rico em grana
E pobre em sentimento.

Não é estranho ser gay
Estranho é ser homofóbico
Nem meu sotaque é estranho
Estranho é ser xenofóbico
Meu corpo não é estranho
Estranha é a escravidão
Que aprisiona seus olhos
Na grade de um padrão.

Minha fé não é estranha
Estranha é a acusação
Que acusa inclusive
Quem não tem religião.
O mundo sim é estranho
Com tanta diversidade
Ainda não aprendeu
A viver em igualdade.

Entender que nós estamos
Percorrendo a mesma estrada
Pretos, brancos, coloridos
Em uma só caminhada
Não carece divisão por raça,
Religião, nem por sotaque: Oxente!
Seja homem ou mulher
Você só é o que é
Por também ser diferente. [...]

Excerto do cordel para a diversidade, de Bráulio Bessa. Disponível em: https://demonstre.com/10-poesias-sobre-diversidade. Acesso em: 29/10/18. 
Segundo o eu-lírico, “o mundo sim é estranho”, porque
Alternativas
Q1244292 Português
[...] O amor, meu povo,
O amor é a própria cura,
Remédio pra qualquer mal Cura
o amado e quem ama
O diferente e o igual
Talvez seja essa a verdade
Que é pela anormalidade
Que todo amor é normal.

Não é estranho ser negro
O estranho é ser racista
Não é estranho ser pobre
O estranho é ser elitista.
O índio não é estranho
Estranho é o desmatamento.
Estranho é ser rico em grana
E pobre em sentimento.

Não é estranho ser gay
Estranho é ser homofóbico
Nem meu sotaque é estranho
Estranho é ser xenofóbico
Meu corpo não é estranho
Estranha é a escravidão
Que aprisiona seus olhos
Na grade de um padrão.

Minha fé não é estranha
Estranha é a acusação
Que acusa inclusive
Quem não tem religião.
O mundo sim é estranho
Com tanta diversidade
Ainda não aprendeu
A viver em igualdade.

Entender que nós estamos
Percorrendo a mesma estrada
Pretos, brancos, coloridos
Em uma só caminhada
Não carece divisão por raça,
Religião, nem por sotaque: Oxente!
Seja homem ou mulher
Você só é o que é
Por também ser diferente. [...]

Excerto do cordel para a diversidade, de Bráulio Bessa. Disponível em: https://demonstre.com/10-poesias-sobre-diversidade. Acesso em: 29/10/18. 
No Texto, o eu-lírico se coloca numa posição
Alternativas
Q1244291 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Assinale a alternativa em que as palavras ou expressões destacadas estão CORRETAMENTE grafadas.
Alternativas
Q1244290 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Considerando as normas de concordância (verbal e nominal), analise os enunciados abaixo.
1. No início da colonização brasileira, haviam mais índios no país do que portugueses. 2. Na nossa cultura, deve ser considerado as três etnias: negros, índios e brancos. 3. Ainda hoje, no Brasil, veem-se facilmente traços culturais dos índios e dos negros. 4. Na verdade, um enorme percentual de brasileiros se considera miscigenado.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q1244289 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Assinale a alternativa em que as formas verbais estão CORRETAMENTE flexionadas.
Alternativas
Q1244288 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Observe o seguinte trecho do 3º parágrafo: o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’”.
O trecho manteria o mesmo sentido e a coerência se a expressão coesiva destacada fosse substituída por
Alternativas
Q1244287 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Releia: “Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira” (5º parágrafo).
O segmento destacado estabelece com o que vem em seguida uma relação semântica 
Alternativas
Q1244286 Português
     (1) Podemos começar pensando na seguinte questão: O que caracteriza a cultura brasileira? Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e africanos.
     (2) A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi, necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato, também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus interesses.
     (3) Ao retomarmos a ideia de cultura, podemos afirmar que, apesar desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a diversidade da cultura brasileira, no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que poderiam compor o que alguns autores chamam de ‘caráter nacional’.
     (4) A culinária africana misturou-se à indígena e à europeia; os valores do catolicismo europeu fundiram-se às religiões e aos símbolos africanos, configurando o chamado sincretismo religioso; as linguagens e vocabulários afros e indígenas somaram-se ao idioma oficial da coroa portuguesa, ampliando as formas possíveis para denominarmos as coisas do dia a dia; o gosto pela dança, assim como um forte erotismo e apelo sexual juntaram-se ao pudor de um conservadorismo europeu. Assim, do vatapá ao chimarrão, do frevo à moda de viola caipira, da forte religiosidade ao carnaval e ao samba, tudo isso, a seu modo, compõe aquilo que conhecemos como cultura brasileira. Ela seria resultado de um Brasil-cadinho (aqui se fazendo referência àquele recipiente, geralmente de porcelana, utilizado em laboratório para fundir substâncias), no qual as características das três “raças” teriam se fundido e criado algo novo: o brasileiro. [...]
     (5) Ainda hoje há quem acredite que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores diferentes. Contudo, não são poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, defendendo a existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da diversidade, do convívio harmônico e da tolerância entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até no ambiente de trabalho.
     (6) Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, têm os brasileiros um forte preconceito de classe social. Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no presente para além das versões oficiais da história.
Disponível em: http://www.clic101.com.br/ver/133/O-Brasil-da-diversidade-e-ao-mesmo-tempo-o-pais-da-desigualdade. Acesso em: 29/10/18. Adaptado. 
Assinale a alternativa na qual os termos destacados são equivalentes do ponto de vista semântico, no contexto em que se inserem.
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: E
144: B
145: C
146: C
147: D
148: C
149: E
150: E
151: D
152: C
153: E
154: C
155: B
156: D
157: A
158: C
159: A
160: D