Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de bom jardim - pe

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Q3573336 Enfermagem
Em casos de sepse grave, a disfunção adrenal aguda pode representar um fator de descompensação clínica adicional, exigindo do enfermeiro conhecimento aprofundado dos mecanismos fisiopatológicos da resposta ao estresse. Diante de um paciente séptico com hipoglicemia, hiponatremia, hipercalemia e resposta ausente ao estímulo com ACTH, qual hipótese explica, de forma mais acurada, a fisiologia subjacente à insuficiência adrenal neste contexto?
Alternativas
Q3573335 Enfermagem
Diante de um paciente terminal que recusa expressamente a comunicação de seu estado clínico à família, registrando tal decisão por meio de diretivas antecipadas válidas, o enfermeiro enfrenta dilemas éticos ao conciliar o direito à confidencialidade com a pressão de familiares e da equipe. Considerando os princípios bioéticos da autonomia, beneficência, não maleficência e justiça, bem como o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, qual conduta melhor expressa a decisão profissional eticamente adequada nesse contexto?
Alternativas
Q3573334 Enfermagem
Em unidades de terapia intensiva hospitalar de alta complexidade, o enfermeiro pode assumir responsabilidades decisórias em momentos de ausência médica presencial, especialmente quando respaldado por protocolos clínicos previamente validados. À luz da Lei nº 7.498/1986, do Decreto nº 94.406/1987 e da Resolução COFEN nº 564/2017, qual proposição representa a atribuição legalmente respaldada do enfermeiro nesse contexto de atuação? 
Alternativas
Q3573333 Enfermagem
O processo de profissionalização da enfermagem brasileira entre as décadas de 1920 e 1940 inscreve-se em um contexto de medicalização institucional e de transição entre práticas tradicionais e um modelo tecnocientífico importado dos Estados Unidos, especialmente após a influência da Missão Rockefeller. À luz das análises de Maria Helena Machado e Ana Maria Rago, e considerando os dilemas ético-políticos da conformação profissional da enfermagem nesse período, qual proposição expressa com maior fidelidade historiográfica a natureza ambígua dessa transição?
Alternativas
Q3570608 Engenharia Ambiental e Sanitária
A relação entre meio ambiente e trânsito vem sendo amplamente discutida à luz dos impactos ambientais gerados pelo transporte rodoviário, incluindo emissões atmosféricas, poluição sonora e uso intensivo de combustíveis fósseis. A Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei nº 12.587/2012) e o Código de Trânsito Brasileiro, em sua versão atualizada, reforçam a necessidade de práticas sustentáveis na circulação de veículos automotores. Considerando esse contexto, assinale a alternativa que expressa uma medida tecnicamente adequada para a redução do impacto ambiental causado por veículos em centros urbanos.
Alternativas
Q3570605 Legislação de Trânsito
A sinalização viária constitui elemento central na engenharia de tráfego e na normatização da circulação, conforme disposto nos arts. 80 a 90 do Código de Trânsito Brasileiro, sendo regida pelo princípio da legalidade estrita, padronização nacional e hierarquia técnica entre os sinais. A Resolução CONTRAN nº 160/2004 estabelece a ordem de prevalência entre os diferentes tipos de sinalização, enquanto os Manuais Brasileiros de Sinalização Viária definem suas características operacionais e simbólicas. Com base nesse marco normativo e técnico, assinale a alternativa que apresenta interpretação compatível com a legalidade da sinalização viária:
Alternativas
Q3570601 Legislação de Trânsito
A sinalização viária, prevista nos arts. 80 a 90 do Código de Trânsito Brasileiro e regulamentada por resoluções do CONTRAN e pelos Manuais Brasileiros de Sinalização, constitui instrumento legal de organização da circulação, devendo respeitar os princípios da legalidade estrita, padronização nacional e hierarquia normativa. A atuação dos agentes, a validade dos sinais e os conflitos de sinalização devem ser interpretados com base em critérios técnicos definidos pela legislação vigente. Analise as assertivas:
I. Em situação de conflito entre diferentes tipos de sinalização, deve ser observada a hierarquia definida no art. 89 do CTB, na seguinte ordem: ordens do agente de trânsito, sinais luminosos, sinais sonoros, sinalização vertical e sinalização horizontal.
II. A instalação de sinalização que não esteja em conformidade com os padrões definidos pelo CONTRAN pode acarretar nulidade dos autos de infração dela decorrentes, além de responsabilização administrativa do gestor responsável.
III. Em hipóteses excepcionais, como emergências ou risco iminente à fluidez ou à segurança do tráfego, o agente de trânsito poderá ordenar conduta diversa da prevista na sinalização, devendo sua ordem prevalecer enquanto durar a situação excepcional.
 IV. A competência normativa para definição de modelos e significados da sinalização viária é concorrente entre os órgãos estaduais e municipais, sendo legítima a edição de sinais locais alternativos desde que autorizada por lei ordinária estadual.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3570600 Legislação de Trânsito
As normas de circulação e conduta veicular previstas nos arts. 26 a 92 do CTB consagram os princípios da segurança viária, da proteção à vida e da prevalência dos usuários vulneráveis, impondo ao condutor o dever de dirigir com atenção, cautela e respeito às normas, inclusive na ausência de sinalização específica. Com base na leitura técnico-jurídica dessas disposições, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3570599 Legislação de Trânsito
A obtenção, renovação e progressão de categorias da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) estão subordinadas a critérios normativos estabelecidos pelo Código de Trânsito Brasileiro e por resoluções do CONTRAN, os quais impõem exigências relativas à idade, tempo de habilitação prévia, prontuário do condutor e realização de exames específicos, como o toxicológico de larga janela de detecção. Em consonância com o art. 148-A do CTB e regulamentações complementares, assinale a alternativa que expressa corretamente os requisitos legais vigentes:
Alternativas
Q3570597 Português

Leia o texto a seguir:


S.O.S. Português


Por que os pronomes oblíquos têm esse nome e quais as regras para utilizá-los?


As expressões “pronome oblíquo” e “pronome reto” são oriundas do latim (casus obliquus e casus rectus). Elas eram usadas para classificar as palavras de acordo com a função sintática. Quando estavam como sujeito, pertenciam ao caso reto. Se exerciam outra função (exceto a de vocativo), eram relacionadas ao caso oblíquo, pois um dos sentidos da palavra oblíquo é “não é direito ou reto”. Os pronomes pessoais da língua portuguesa seguem o mesmo padrão: os que desempenham a função de sujeito (eu, tu, ele, nós, vós e eles) são os pessoais do caso reto; e os que normalmente têm a função de complementos verbais (me, mim, comigo, te, ti, contigo, o, os, a, as, lhe, lhes, se, si, consigo, nos, conosco, vos e convosco) são os do caso oblíquo.


NOVA ESCOLA. Coluna “Na dúvida”, dez. 2008, p. 20.) Quando estudamos os pronomes, conhecemos um procedimento como colocação pronominal. A estrutura que está de acordo com as regras apresentadas no texto é:



Alternativas
Q3570596 Português
Marque a alternativa incorreta quanto ao emprego da vírgula, de acordo com as normas gramaticais.
Alternativas
Q3570595 Português
Identifique o tipo de discurso predominante nos trechos a seguir:
I. Capitu segredou-me que a escrava desconfiara, e ia talvez contar às outras. Novamente me intimou que ficasse, e retirouse; eu deixei-me estar parado, pregado, agarrado ao chão. (Dom Casmurro, Machado de Assis)
II. Flávia estava cansada e logo se deitou. Ela precisava trabalhar em poucas horas. Acordei desesperada. Já era para estar no trabalho. As poucas horas passaram e nem percebi.
Alternativas
Q3570594 Português
Leia as proposições e depois assinale a alternativa correta:
I. De acordo com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, a palavra governo deve ser escrita com a letra inicial minúscula.
II. A palavra Estado, de acordo com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, deve ser escrita com a inicial maiúscula.
III. De acordo com o novo acordo ortográfico da língua portuguesa, é opcional que a palavra Constituição seja escrita com letra maiúscula.
Alternativas
Q3570593 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho seguinte:
Proibido para menores de 50 anos. Nos últimos meses, em meio ___ debate sobre as reformas da Previdência, um ponto acabou despertando a atenção. Afinal, existem empregos para quem tem mais de 50 anos? Pendurar as chuteiras nem sempre é fácil. ___ vezes, pode significar uma quebra tão grande na rotina que afeta até mesmo o emocional. Foi ___ partir de uma experiência familiar, nesta linha que o paulistano Mórris Litvak criou a startup MaturiJobs. Trata-se de uma agência virtual de empregos, especializada em profissionais com mais de 50 anos.
Revista Isto é Dinheiro. Mercado de Trabalho. Maio/2017. p. 6.
Alternativas
Q3570592 Português
Complete as lacunas a seguir com os homônimos corretos:
I - O carro ficou no ________.
II - O ________ será hoje no teatro municipal.
III - Ele estava querendo me ________ porque eu estava cinco minutos atrasado.
IV - Precisei _____ o produto.
Alternativas
Q3570591 Português

Leia o texto a seguir:


De domingo

— Outrossim?

— O quê?

— O que o quê?

— O que você disse.

— Outrossim?

— É.

— O que que tem?

— Nada. Só achei engraçado.

— Não vejo a graça.

— Você vai concordar que não é uma palavra de todos os dias.

— Ah, não é. Aliás, eu só uso domingo.

— Se bem que parece uma palavra de segunda-feira.

— Não. Palavra de segunda-feira é "óbice".

— “Ônus". 

— “Ônus” também. “Desiderato”. “Resquício”.

— “Resquício” é de domingo.

— Não, não. Segunda. No máximo terça.

— Mas “outrossim”, francamente…

— Qual o problema?

— Retira o “outrossim”.

— Não retiro. É uma ótima palavra. Aliás, é uma palavra difícil de usar. Não é qualquer um que usa “outrossim”.

(VERÍSSIMO. L.F. Porto Alegre: LP&M, 1996)



Quanto ao texto acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3570590 Literatura

Leia o poema a seguir:


As Sem-razões do Amor

Eu te amo porque te amo.

Não precisas ser amante,

e nem sempre sabes sê-lo.

Eu te amo porque te amo.

Amor é estado de graça

e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,

é semeado no vento,

na cachoeira, no eclipse.

Amor foge a dicionários

e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo

bastante ou demais a mim.

Porque amor não se troca,

não se conjuga nem se ama.

Porque amor é amor a nada,

feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,

e da morte vencedor,

por mais que o matem (e matam)

a cada instante de amor.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Corpo. Rio de Janeiro: Record, 2002.)

Nesse poema, é possível identificar:


I - A presença de rimas nos versos 18 e 19.


II - A partir de uma análise acerca do título, nota-se que há um jogo de palavras entre “sem” e “cem” que se relaciona com o significado do restante do poema. Além disso, pode ser vista uma dicotomia existente: mesmo que alguém tente explicar o amor, é impossível enumerá-lo.


III - O eu-lírico expressando a sua perspetiva acerca do amor.


Após analisar as alternativas, indique a opção correta:

Alternativas
Q3570589 Português

Leia o texto a seguir de “Música ao longe”, escrito por Érico Veríssimo:


HORA DA SESTA.


Um grande silêncio no casarão.

Faz sol, depois de uma semana de dias sombrios e úmidos.

Clarissa abre um livro para ler. Mas o silêncio é tão

grande que, inquieta, ela torna a pôr o volume na

prateleira, ergue-se e vai até a janela, para ver um

pouco de vida.

Na frente da farmácia está um homem metido num

grosso sobretudo cor de chumbo. Um cachorro magro

atravessa a rua. A mulher do coletor aparece à janela.

Um rapaz de pés descalços entra na Panificadora.

Clarissa olha para o céu, que é dum azul tímido e

desbotado, olha para as sombras fracas sobre a rua e

depois se volta para dentro do quarto.

Aqui faz frio. Lá no fundo do espelho está uma Clarissa

indecisa, parada, braços caídos, esperando. Mas

esperando quê?

Clarissa recorda. Foi no verão. Todos no casarão

dormiam. As moscas dançavam no ar, zumbindo. Fazia

um solão terrível, amarelo e quente. No seu quarto,

Clarissa não sabia que fazer. De repente pensou numa

travessura. Mamãe guardava no sótão as suas latas de

doce, os seus bolinhos e os seus pães que deviam

durar toda a semana. Era proibido entrar lá. Quem

entrava, dos pequenos, corria o risco de levar

palmadas no lugar de costume.

Mas o silêncio da sesta estava cheio de convites

traiçoeiros. Clarissa ficou pensando.

Lembrou-se de que a chave da porta da cozinha servia

no quartinho do sótão.

Foi buscá-la na ponta dos pés. Encontrou-a no lugar.

Subiu as escadas devagarinho. Os degraus rangiam e

a cada rangido ela levava um sustinho que a fazia

estremecer.

Clarissa subia, com a grande chave na mão.

Ninguém… Silêncio…

Diante da porta do sótão, parou, com o coração aos

pulos. Experimentou a chave. A princípio não entrava

bem na fechadura. Depois entrou. Com muita cautela,

abriu a porta e se viu no meio duma escuridão

perfumada, duma escuridão fresca que cheirava a

doces, bolinhos e pão.

Comeu muito. Desceu cheia de medo. No outro dia D.

Clemência descobriu a violação, e Clarissa levou meia

dúzia de palmadas.

Agora ela recorda… E de repente se faz uma grande

claridade, ela tem a grande ideia. “A chave da cozinha

serve na porta do quarto do sótão.” O quarto de Vasco

fica no sótão…

Vasco está no escritório… Todos dormem… Oh!

E se ela fosse buscar a chave da cozinha e subisse,

entrasse no quarto de Vasco e descobrisse o grande

mistério?

Não. Não sou mais criança. Não. Não fica direito uma

moça entrar no quarto dum rapaz.

Mas ele não está lá… que mal faz? Mesmo que

estivesse, é teu primo. Sim, não sejas medrosa.

Vamos. Não. Não vou. Podem ver. Que é que vão

pensar? Subo a escada, alguém me vê, pergunta:

“Aonde vais, Clarissa?” Ora, vou até o quartinho das

malas. Pronto. Ninguém pode desconfiar. Vou. Não,

não vou. Vou, sim!

(Porto Alegre: Globo, 1981. pp. 132-133) 

No final do texto acima, lê-se o seguinte trecho: “Subo a escada, alguém me vê, pergunta: “Aonde vais, Clarissa?” Ora, vou até o quartinho das malas. Pronto. Ninguém pode desconfiar. Vou. Não, não vou. Vou, sim!”. Considerando-o, analise as seguintes afirmações e em seguida assinale a alternativa correta:
I - O termo “aonde” pode ser substituído por “onde” sem que haja alteração de sentido.
II - De acordo com a norma padrão da língua portuguesa, a vírgula depois de “vais” pode ser retirada sem que haja alteração de sentido.
III - Todos os verbos do trecho acima estão na primeira pessoa do singular.
Alternativas
Q3570588 Português
Identifique qual das alternativas a seguir possui um erro quanto ao acento grave (`):
Alternativas
Q3570137 Psicologia
O processo diagnóstico na psicopedagogia, conforme delineado por Jorge Visca (1991) e Alicia Fernández (1991), deve ser concebido como um movimento compreensivo, relacional e não patologizante, no qual se investigam os vínculos afetivo cognitivos estabelecidos pelo sujeito com o conhecimento, a escola e a própria história de vida. Tal abordagem demanda escuta qualificada, sensibilidade epistemológica e postura investigativa capaz de apreender significados e subjetividades. Nesse sentido, assinale a alternativa que melhor expressa os pressupostos dessa concepção diagnóstica:
Alternativas
Respostas
21: B
22: C
23: E
24: D
25: C
26: B
27: A
28: D
29: E
30: A
31: E
32: C
33: A
34: C
35: E
36: A
37: D
38: E
39: D
40: A