Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de uberlândia - mg
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Leia o trecho a seguir.
Teatro Grande Otelo é tombado como patrimônio
histórico e cultural de Uberlândia
Decreto de tombamento foi publicado no Diário Oficial do Município desta segunda-feira (1º). Início das obras de revitalização ainda segue sem data definida.
Disponível em: <https://g1.globo.com/mg/triangulo-mineiro/
noticia/2019/04/01/teatro-grande-otelo-e-tombado-como
patrimonio-historico-e-cultural-de-uberlandia.ghtml>.
Acesso em: 18 jul. 2019.
O teatro Grande Otelo, importante edifício de Uberlândia,
recebeu esse nome em 1993, devido ao
A fotografia está morrendo?
De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado “The Death of Photography: are camera phones destroying an artform?” (Em português: “A morte da fotografia: as câmeras de celular estão destruindo uma forma de arte?”) publicado no The Guardian por Stuart Jeffries em 13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples: estaria a massificação da fotografia destruindo a arte? Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.
O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos, fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o fotógrafo isso se deve justamente pela massificação. Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi flagrante do autorretrato em que participou o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi demonstrado que o atual comportamento que nos leva a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o fato de não vivermos intensamente o momento, levando a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quanto mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade de se lembrar dele você tem.
É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte: “As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam fotografias da Mona Lisa, em vez de olhar para ela. Acho que o iPhone está levando as pessoas para longe de suas experiências.” O argumento do fotógrafo também passa pela história do surgimento da fotografia, na qual os pintores perderam o filão de retratos de família para os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise. Antigamente era necessário enviar um profissional para uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de interatividade.
Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma visão um pouco diferente. Para ele, a massificação da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento. Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de fotos, mas ninguém está olhando para elas”.
E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm em detrimento das de médio formato. Segundo Nick, “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam. A máquina com que você cria sua arte é irrelevante.”
O artigo é muito mais denso e merece uma leitura detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém. Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de comunicação que pode ser utilizada como arte. Esta utilização é que se encontra em baixa ultimamente e é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas. Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão da arte, não está morrendo. Ela continua existindo no mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um pouco mais escondida por conta da massificação, mas ela está lá, vivendo bem.
Disponível em: <https://meiobit.com/274065/fotografia-esta
morrendo/>. Acesso em: 31 jul. 2019 (Adaptação)
Analise os trechos a seguir.
I. “Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem.”
II. “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam.”
III. “Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo.”
Há desvio da norma-padrão no que diz respeito à concordância verbal no(s) trecho(s)
Conforme Decreto nº 12.819 de 10 de maio de 2011, que regulamenta o Fundo Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, a gestão desse fundo caberá à Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento, tendo como objetivo promover o desenvolvimento de programas de abastecimento e segurança alimentar e nutricional em atendimento à população do município de Uberlândia.
É(são) atribuição(ões) do gestor do Fundo de Segurança Alimentar e Nutricional:
Conforme Lei nº 10.702, de 10 de março de 2011, em que se disciplina a instituição de feiras livres no município de Uberlândia, e considerando as competências inerentes ao fiscal de abastecimento, assinale com V as afirmativas verdadeiras e F as falsas.
( ) Esse fiscal deve verificar a presença ou falta dos permissionários em cada feira livre.
( ) Esse fiscal deve orientar, intimar e autuar o permissionário que estiver em desacordo com as normas preconizadas.
( ) Esse fiscal deve cumprir as normas instituídas e os critérios estabelecidos pelo estatuto da feira livre.
( ) Esse fiscal deve verificar as condições gerais do bairro em que está inserida a feira livre.
Assinale a sequência correta.
O sistema de transporte de cargas implica na capacidade de movimentação na própria economia nacional. A maior parte da movimentação de carga é manipulada por cinco modos básicos de transportes, sendo eles: ferrovia, rodovia, hidrovia, dutos e aerovias. A escolha do modal de transporte tem sua importância conforme o tempo.
Considerando esse contexto, analise as seguintes afirmativas e a relação proposta entre elas.
I. A importância relativa de cada modo de transporte e as alterações ocorridas nas participações relativas são parcialmente explicadas pela carga transportada e pela vantagem inerente ao modo,
PORQUE
II. o serviço de transporte deve ser escolhido, dentre outros critérios, pela performance do usuário, que deve ditar a escolha do modal.
A respeito dessas afirmativas, assinale a alternativa correta.
Considerando que a armazenagem e o manuseio de mercadorias são elementos essenciais nas atividades logísticas e que, geralmente, ocorrem em localidades fixadas, tendo seus custos intimamente ligados à escolha desses locais, analise os itens a seguir.
I. Redução de custos de transporte e produção.
II. Coordenação de suprimento e demanda.
III. Incremento do centro de distribuição.
IV. Necessidades de produção.
Apresentam razões para uma organização utilizar um espaço físico para a armazenagem:
Segundo Ballou (1998), a “logística empresarial trata de todas atividades de movimentação e armazenagem, que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição da matéria prima até o ponto de consumo final [...]”.
Considerando esse contexto, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando as atividades primárias da logística às afirmações realizadas a respeito delas.
COLUNA I
1. Transporte
2. Manutenção de estoques
3. Processamento de pedidos
COLUNA II
( ) Necessário(a) para providenciar produção e a não entrega instantânea ao cliente.
( ) Absorve, em média, de um a dois terços dos custos logísticos.
( ) Elemento crítico em termos do tempo necessário para levar bens e serviços aos clientes.
Assinale a sequência correta.