Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de porangatu - go

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Q3591025 Português
Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


Machado de Assis e a choradeira dos críticos

Danilo Venticinque


    Lançar versões simplificadas de clássicos da literatura é uma prática comum em qualquer país do mundo. A inexplicável polêmica sobre a adaptação de O alienista para leitores jovens confirmou uma verdade tão antiga quanto a obra de Machado de Assis: a crítica literária brasileira tem o péssimo hábito de só abrir a boca para reclamar.

     Há exceções, é claro. Mas acompanhei o empoeirado "debate" sobre a questão com tanta preguiça que, em vez de apontar os culpados e inocentes, prefiro jogar as carapuças para o alto. Azar de quem decidir vesti-las.

    Para quem não está por dentro da discussão (que inveja!), ofereço aqui uma versão resumida e simplificada dos fatos. Na semana passada, os críticos literários brasileiros despertaram de suas catacumbas ao ler a notícia de que a escritora Patrícia Secco lançaria versões adaptadas de O alienista, de Machado de Assis, e A pata da gazela, de José de Alencar. As duas obras serão distribuídas de graça pelo Instituto Brasil Leitor, com uma tiragem total de 600 mil exemplares. O objetivo é tornar clássicos da literatura brasileira mais acessíveis para quem não tem o hábito de ler.

    Num país em que metade da população não leu uma só página de um livro nos últimos três meses e a média de tempo dedicado à leitura por dia é seis minutos, qualquer iniciativa para divulgar a literatura deveria ser bem-vinda. Mesmo se a qualidade das adaptações de Patrícia se revelar duvidosa, é impossível que a distribuição de centenas de milhares de livros tenha algum impacto negativo.

  Como já era previsto, porém, a iniciativa provocou indignação. Surgiu um abaixo-assinado para impedir o lançamento da edição simplificada. Alguns disseram que ela deturparia a obra original. Outros, que a leitura das obras na versão adaptada tiraria dos leitores a oportunidade de enriquecer seu vocabulário. Houve até quem dissesse que as adaptações em si nem são uma ideia tão ruim, mas que Machado era intocável.

  Entre essas justificativas para a revolta, é difícil dizer qual é a mais fraca. Os defensores da "integridade" da obra parecem acreditar que o lançamento da versão adaptada teria algum efeito destrutivo sobre o original. O raciocínio é absurdo. Obras literárias inspiram paródias e adaptações desde sempre. Em vez de destruir a obra, cada nova versão ajuda a divulgá-la e aumentar seu alcance. Os livros de Machado de Assis não serão banidos das livrarias e da internet. Eles sempre estarão disponíveis para quem preferir lê-los no original. Não há motivo para histeria. Acreditar que as versões simplificadas de Machado de Assis emburrecerão a população é igualmente errôneo. Quem defende esse argumento parte do pressuposto de que vivemos num país de leitores ávidos de Machado de Assis que, por pura preguiça, trocarão a versão original pela adaptação e deixarão de enriquecer seu vocabulário. Nada mais distante da realidade. A grande maioria dos alunos foge da leitura obrigatória depois de esbarrar na primeira palavra difícil e recorre a resumos (ou à cola) para acertar a meia dúzia de questões dedicadas a Machado nas provas escolares. Muitos jamais dão outra chance aos clássicos da literatura. Uma versão simplificada poderia diminuir o choque e prepará-los para descobrir a obra original mais tarde, quando estiverem prontos.

   Por fim, não há nenhuma justificativa para a crença de que Machado de Assis é intocável e não deve ser adaptado. As livrarias estão cheias de adaptações de Shakespeare, Homero e outros clássicos indiscutíveis da literatura. Se eles podem ser adaptados, por que não Machado?

   O que mais me chama atenção no discurso de quem critica as adaptações de Machado de Assis é a falta de propostas. Se adaptar Machado de Assis é uma heresia, o que deve ser feito para incentivar a leitura no Brasil? A resposta de todos os defensores da integridade da literatura brasileira aparentemente é a mesma. Devemos obrigar estudantes a ler Machado de Assis na versão original e assistir, orgulhosos, ao surgimento de uma nova geração de leitores cultos e apaixonados pelos clássicos.

  Parece promissor. Mas é isso o que as nossas escolas já fazem há décadas. Não funciona. Aliás, Machado de Assis provavelmente detestaria saber que suas obras-primas são desperdiçadas em adolescentes que, em sua maioria, não têm paciência nem maturidade para entendê-las. 

   As versões originais de Machado de Assis sempre serão melhores do que qualquer adaptação. Disso, não há dúvida. O que os críticos puristas precisam entender é que a questão não é essa. Não existe uma disputa entre a versão original e a simplificada. A versão original já está disponível em inúmeros formatos para estudantes que, por diversos motivos, não passam das primeiras páginas. Para eles, a escolha é entre ler uma versão adaptada e simplesmente não ler. Uma adaptação, por mais rasteira que seja, pode ajudá-los a criar o hábito da leitura. É pouco. Mas é melhor do que nada.


Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/05/machado-de-assis-e-bchoradeira-dos-criticosb.html. Acesso em: 18 ago. 2023. 
No trecho, “As livrarias estão cheias de adaptações de Shakespeare, Homero e outros clássicos indiscutíveis da literatura. Se eles podem ser adaptados, por que não Machado?”, a palavra “Machado” corresponde a uma
Alternativas
Q3591024 Português
Leia o texto e, a seguir, responda à questão.


Machado de Assis e a choradeira dos críticos

Danilo Venticinque


    Lançar versões simplificadas de clássicos da literatura é uma prática comum em qualquer país do mundo. A inexplicável polêmica sobre a adaptação de O alienista para leitores jovens confirmou uma verdade tão antiga quanto a obra de Machado de Assis: a crítica literária brasileira tem o péssimo hábito de só abrir a boca para reclamar.

     Há exceções, é claro. Mas acompanhei o empoeirado "debate" sobre a questão com tanta preguiça que, em vez de apontar os culpados e inocentes, prefiro jogar as carapuças para o alto. Azar de quem decidir vesti-las.

    Para quem não está por dentro da discussão (que inveja!), ofereço aqui uma versão resumida e simplificada dos fatos. Na semana passada, os críticos literários brasileiros despertaram de suas catacumbas ao ler a notícia de que a escritora Patrícia Secco lançaria versões adaptadas de O alienista, de Machado de Assis, e A pata da gazela, de José de Alencar. As duas obras serão distribuídas de graça pelo Instituto Brasil Leitor, com uma tiragem total de 600 mil exemplares. O objetivo é tornar clássicos da literatura brasileira mais acessíveis para quem não tem o hábito de ler.

    Num país em que metade da população não leu uma só página de um livro nos últimos três meses e a média de tempo dedicado à leitura por dia é seis minutos, qualquer iniciativa para divulgar a literatura deveria ser bem-vinda. Mesmo se a qualidade das adaptações de Patrícia se revelar duvidosa, é impossível que a distribuição de centenas de milhares de livros tenha algum impacto negativo.

  Como já era previsto, porém, a iniciativa provocou indignação. Surgiu um abaixo-assinado para impedir o lançamento da edição simplificada. Alguns disseram que ela deturparia a obra original. Outros, que a leitura das obras na versão adaptada tiraria dos leitores a oportunidade de enriquecer seu vocabulário. Houve até quem dissesse que as adaptações em si nem são uma ideia tão ruim, mas que Machado era intocável.

  Entre essas justificativas para a revolta, é difícil dizer qual é a mais fraca. Os defensores da "integridade" da obra parecem acreditar que o lançamento da versão adaptada teria algum efeito destrutivo sobre o original. O raciocínio é absurdo. Obras literárias inspiram paródias e adaptações desde sempre. Em vez de destruir a obra, cada nova versão ajuda a divulgá-la e aumentar seu alcance. Os livros de Machado de Assis não serão banidos das livrarias e da internet. Eles sempre estarão disponíveis para quem preferir lê-los no original. Não há motivo para histeria. Acreditar que as versões simplificadas de Machado de Assis emburrecerão a população é igualmente errôneo. Quem defende esse argumento parte do pressuposto de que vivemos num país de leitores ávidos de Machado de Assis que, por pura preguiça, trocarão a versão original pela adaptação e deixarão de enriquecer seu vocabulário. Nada mais distante da realidade. A grande maioria dos alunos foge da leitura obrigatória depois de esbarrar na primeira palavra difícil e recorre a resumos (ou à cola) para acertar a meia dúzia de questões dedicadas a Machado nas provas escolares. Muitos jamais dão outra chance aos clássicos da literatura. Uma versão simplificada poderia diminuir o choque e prepará-los para descobrir a obra original mais tarde, quando estiverem prontos.

   Por fim, não há nenhuma justificativa para a crença de que Machado de Assis é intocável e não deve ser adaptado. As livrarias estão cheias de adaptações de Shakespeare, Homero e outros clássicos indiscutíveis da literatura. Se eles podem ser adaptados, por que não Machado?

   O que mais me chama atenção no discurso de quem critica as adaptações de Machado de Assis é a falta de propostas. Se adaptar Machado de Assis é uma heresia, o que deve ser feito para incentivar a leitura no Brasil? A resposta de todos os defensores da integridade da literatura brasileira aparentemente é a mesma. Devemos obrigar estudantes a ler Machado de Assis na versão original e assistir, orgulhosos, ao surgimento de uma nova geração de leitores cultos e apaixonados pelos clássicos.

  Parece promissor. Mas é isso o que as nossas escolas já fazem há décadas. Não funciona. Aliás, Machado de Assis provavelmente detestaria saber que suas obras-primas são desperdiçadas em adolescentes que, em sua maioria, não têm paciência nem maturidade para entendê-las. 

   As versões originais de Machado de Assis sempre serão melhores do que qualquer adaptação. Disso, não há dúvida. O que os críticos puristas precisam entender é que a questão não é essa. Não existe uma disputa entre a versão original e a simplificada. A versão original já está disponível em inúmeros formatos para estudantes que, por diversos motivos, não passam das primeiras páginas. Para eles, a escolha é entre ler uma versão adaptada e simplesmente não ler. Uma adaptação, por mais rasteira que seja, pode ajudá-los a criar o hábito da leitura. É pouco. Mas é melhor do que nada.


Disponível em: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/daniloventicinque/noticia/2014/05/machado-de-assis-e-bchoradeira-dos-criticosb.html. Acesso em: 18 ago. 2023. 
Este texto pode ser caracterizado como
Alternativas
Q3591014 História
A obrigatoriedade da vacinação contra a varíola no Rio de Janeiro do século XX, causou uma enorme mobilização populacional e foi palco para uma das maiores revoltas urbanas, a chamada Revolta da Vacina. Assinale a alternativa que melhor contemple o contexto sociopolítico presenciado nesse momento: 
Alternativas
Q3591013 História
Durante a história da Igreja Católica como uma instituição, o Primeiro Concilio de Niceia (325 d.C) foi um dos momentos mais importantes para a sua constituição como uma emergente potência influenciadora no Ocidente. Sobre esse acontecimento, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3591012 História
“Uma das razões é sem dúvida o caráter periférico da área atingida pela revolta em relação a sociedade nacional. [...] No sul do Maranhão e em grande parte do Piauí, foi uma revolta de fazendeiros de gado liberais. No vale do rio Itapecuru e na região conhecida como Maranhão Oriental, pelo contrário, foi acima de tudo uma revolta de escravos e camponeses. ”

(ASSUNÇÃO, Matthias Röhrig, História Oral, 1, 1998, p. 67-89)

O texto acima faz referência a qual revolta ocorrida durante o Período Regencial do Brasil?
Alternativas
Q3591010 Pedagogia
“O exercício do “fazer história”, de indagar, é marcado, inicialmente, pela constituição de um sujeito. [...]. Por fim, parte-se para o mundo, sempre em movimento e transformação. Em meio a inúmeras combinações dessas variáveis – do Eu, do Outro e do Nós –, inseridas em tempos e espaços específicos, indivíduos produzem saberes que os tornam mais aptos para enfrentar situações marcadas pelo conflito ou pela conciliação. ”

Sobre o trecho acima, retirado da terceira versão da BNCC publicada em 2017, é evidente seu compromisso quanto a/ao:
Alternativas
Q3591009 História
“A Grã-Bretanha forneceu o modelo paras as ferrovias e fábricas, o explosivo econômico que rompeu com as estruturas socioeconômicas tradicionais do mundo não europeu; mas foi a França que fez suas revoluções e a elas deu suas ideias, a ponto de bandeiras tricolores de um tipo ou de outro terem-se tornado o emblema de praticamente todas as nações emergentes [...].”

(HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções. 9.ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.)

A partir da leitura do trecho exposto anteriormente, é CORRETO afirmar que:  
Alternativas
Q3591008 Filosofia
“O estado de natureza era [...] uma situação real e historicamente determinada pela qual passara, ainda que em épocas diversas, a maior parte da humanidade [...]. Esse estado de natureza diferia do estado de guerra [...], baseado na insegurança e na violência, por ser um estado de relativa paz, concórdia e harmonia. Nesse estado pacífico os homens já eram dotados de razão e desfrutavam da propriedade que [...] designava simultaneamente a vida, a liberdade e os bens como direitos naturais do ser humano. ”

(WEFFORT, Francisco. (Org.). Os Clássicos da Política. São Paulo: Ática, 2006, v. 1.)

A citação disposta anteriormente está em concordância com qual pensador iluminista?
Alternativas
Q3591000 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Segundo o Regimento Jurídico dos Servidores de Porangatu o “aproveitamento” é
Alternativas
Q3590997 Geografia
“[...] consiste em uma série de melhorias físicas ou materiais e mudanças imateriais – econômicas, sociais e culturais – que correm em alguns centros urbanos antigos, os quais experimentam uma apreciável elevação de seu status.” (BATALLER, 2012, p. 10)
O texto refere-se ao conceito de
Alternativas
Q3590996 Geografia
O crescimento no uso de agrotóxicos observado não foi acompanhado pelo aumento na área cultivada ou pelo crescimento da população brasileira na mesma proporção (ALMEIDA, 2017). Os elevados usos de insumos químicos utilizados pelo agronegócio brasileiro têm desencadeado impactos nas diversas formações savânicas dos cerrados, nesse contexto deve-se a
Alternativas
Q3590995 Geografia
Em Ruanda, no ano de 1994, evidenciou-se conflitos de grandes proporções entre as etnias tútsi e hutu, resultando ondas massivas de assassinatos. Tal genocídio teve a participação direta de policiais, do exército e de parte da população guiada por discursos extremistas e de intolerância social. Tal contexto não foi impedido por nenhuma das potências mundiais contemporâneas, devido
Alternativas
Q3590994 Geografia
A cidade de Cochabamba situa-se no centro da Bolívia, em um vale a leste da Cordilheira dos Andes, conhecido como vale central de Cochabamba. Neste contexto geográfico, no início do século XXI, foram deflagrados diversos conflitos, motivada pela
Alternativas
Q3590993 História e Geografia de Estados e Municípios
O ciclo de exploração aurífera no território goiano-tocantinense, entre meados do XVIII e XIX, deixaram importantes legados para a formação territorial e no desenvolvimento nos traçados de redes urbanas. Entre as cidades que contribuíram neste processo histórico estão:
Alternativas
Q3590992 Geografia
Desde seu processo de implementação e consolidação o Brexit ainda estão postos desafios cotidianos. No que diz respeito às relações interpessoais no contexto socioespacial do Brexit estão fortemente marcadas pelo
Alternativas
Q3590991 Geografia
Compreende-se que os sistemas conceituais que fundam as noções das temáticas ambientais podem cristalizar-se de acordo com interesses de determinadas classes dominantes ou mesmo colocá-los diante de um entendimento aberto, novo e transformador. (BARBOSA, 2015, p. 18).
O texto chama a atenção sobre os aspectos da dinâmica socioambiental atual, excetuando-se: 
Alternativas
Q3590990 Geografia
De fato, o espaço não é uma simples tela de fundo inerte e neutro. [...] cada combinação de formas espaciais e de técnicas correspondentes constitui o atributo produtivo de um espaço, sua virtualidade e sua limitação. A função da forma espacial depende da redistribuição – a cada momento histórico sobre o espaço total (SANTOS, 2005, p. 31).
O autor do texto, a partir de seu contato com Jean Tricart, sistematizou um importante conceito geográfico de análise da paisagem, pautando-se na ideia de:
Alternativas
Q3590688 Biologia
Analise as seguintes afirmações e escolha as definições que as completariam corretamente:

I - Entre as abelhas, a ______________ estabelece relação intra-específica harmônica, havendo cooperação entre os tipos anatômicos de indivíduos: a rainha, as operárias e os zangões, com diferenças genéticas entre si (háplóide e diplóide), influenciando na divisão de trabalho entre estes organismos.
II – É uma relação ecológica comum em ambientes em que recursos ambientais são escassos, portanto, no ____________ ocorre também uma espécie de disputa. Um exemplo são as raízes de algumas espécies de plantas que dificultam a germinação de outras. As primeiras se beneficiam na obtenção de recursos necessários para a sua sobrevivência. 
Alternativas
Q3590685 Biologia
Paulinho estudava ciências para teste na escola e resolveu ir beber água na cozinha. Assustou-se quando a mãe colocou o arroz na panela quente e viu uma espécie de fumaça branca saindo pelo ar. Na mesa havia um pedaço de pão escurecido pelo tempo e a mãe pediu pra ele não comer o pão que ia ser jogado fora e alertou pra comer a maçã, mas antes deveria lavar as mãos pra evitar que não pegasse verme.

Nessa cena cotidiana podem-se inferir importantes conceitos no ensino de ciências. De acordo com ela, respectivamente, estão relacionados a:
Alternativas
Q3590684 Geologia
"Durante os estudos sobre a dinâmica do relevo terrestre, aprendemos que a camada superficial da Terra está continuamente passando por transformações, causadas por alguns elementos, como os ventos e a água, que são chamados de agentes exógenos do relevo. Assim, aprendemos que esses elementos atuam em processos de intemperismo e erosão sobre as formações rochosas e os solos que compõem a morfologia terrestre." Analise a frase e encontre a opção que se refere a ela nos itens que seguem:
“As composições litológicas locais, especialmente da rocha-mãe de uma localidade que sofre desintegração, interferem diretamente na atuação desse processo. Há rochas extremamente resistentes em relação aos três grandes tipos de desintegração.”

(https://brasilescola.uol.com.br/intemperismo-erosao.htm)
Alternativas
Respostas
81: A
82: B
83: B
84: D
85: A
86: C
87: B
88: D
89: C
90: D
91: C
92: B
93: D
94: A
95: C
96: C
97: B
98: D
99: C
100: A