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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.
Texto 01
“Tô péssima, mas tô linda”: quando a aparência atropela a saúde mental
Karla Dunder
“Tô péssima, mas tô linda: quando a aparência atropela a saúde mental” foi o tema da palestra da psiquiatra e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Dra. Carmita Abdo, uma das palestrantes do 22.º Brain, Behavior and Emotions, congresso científico na área da Neurociência. A professora chamou a atenção para o impacto das redes sociais para a formação da autoimagem e da aceitação – ou não – da aparência.
No Brasil, 13% dos jovens de 12 a 17 anos relatam sofrer de depressão e 32% ansiedade. Para a professora, o número elevado pode estar associado ao uso das redes sociais. “A depressão está aumentando, particularmente entre as meninas. Pesquisadores sugerem que o aumento de doenças mentais está, pelo menos em parte, relacionado ao crescimento do uso de mídias sociais entre adolescentes e jovens adultos”, explica. “É uma preocupação também para os adultos jovens, já que 25% deles de 18 a 25 anos relatam ter algum tipo de doença mental.”
A imagem corporal é um problema maior para os jovens, afetando homens e mulheres, mas, principalmente, em mulheres na adolescência e jovens adultas (até nove em cada 10 afirmam que estão infelizes com seu corpo). Meninas que acessam as mídias sociais expressam maior desejo de mudar sua aparência, como rosto, cabelo e/ou pele, e fazer cirurgia estética para ter melhor aparência nas fotos (muitas vezes cirurgias invasivas e desnecessárias). O uso do Instagram tem sido apontado como fator de depressão, baixa autoestima, ansiedade com a aparência e insatisfação corporal entre as mulheres, principalmente quando expostas a imagens de beleza e fitness.
“Comparações com pessoas conhecidas podem aumentar os potenciais efeitos prejudiciais da mídia social sobre a imagem corporal de adolescentes, fornecendo imagens editadas (manipuladas) que retratam um padrão de beleza inatingível”, observa. “A comparação social com essas imagens idealizadas pode aumentar a diferença percebida entre sua aparência ideal e a real, resultando em insatisfação com o corpo.”
Estudo experimental com mulheres de 17 a 25 anos demonstrou humor mais negativo após apenas 10 minutos de navegação em sua conta do Facebook em comparação com aquelas que navegaram em um site de controle com aparências neutras. As participantes com alta tendência de comparação de aparências relataram maior desejo de mudar a aparência de seu rosto, cabelo ou pele, após passar um tempo no Facebook, em comparação com aquelas que navegaram no site de controle.
Pacientes com transtorno dismórfico corporal (TDC) têm preocupação extrema com defeitos físicos pessoais que não são percebidos pelos outros e podem levar a graves prejuízos na realização social e profissional. Está associado a várias comorbidades, principalmente a outros transtornos psiquiátricos: transtorno depressivo, transtorno de abuso de substâncias, fobia social, transtorno obsessivo-compulsivo e transtornos alimentares.
A professora orienta que os médicos discutam com os jovens e suas famílias os riscos conhecidos do uso de mídias sociais. “A comunicação com adolescentes é mais eficaz no contexto de uma aliança terapêutica aberta e sem julgamento, despertando confiança e oferecendo inclusão e autonomia. Incentivar os pais a se envolverem proativamente na limitação do uso de smartphones e mídias sociais por crianças e adolescentes pode ser útil (1 a 2 horas diárias é o limite)”.
Pacientes com sintomas sugestivos de TDC geralmente se apresentam em consultórios de cuidados primários ou clínicas especializadas, como dermatologia ou cirurgia plástica. É importante que esses profissionais reconheçam e encaminhem esses pacientes para avaliação especializada.
Disponível em: https://vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 5 jun. 2024. Adaptado.
De acordo com o texto, o “transtorno dismórfico” está relacionado à preocupação excessiva com
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão que a ele se refere.
Texto 01
“Tô péssima, mas tô linda”: quando a aparência atropela a saúde mental
Karla Dunder
“Tô péssima, mas tô linda: quando a aparência atropela a saúde mental” foi o tema da palestra da psiquiatra e professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Dra. Carmita Abdo, uma das palestrantes do 22.º Brain, Behavior and Emotions, congresso científico na área da Neurociência. A professora chamou a atenção para o impacto das redes sociais para a formação da autoimagem e da aceitação – ou não – da aparência.
No Brasil, 13% dos jovens de 12 a 17 anos relatam sofrer de depressão e 32% ansiedade. Para a professora, o número elevado pode estar associado ao uso das redes sociais. “A depressão está aumentando, particularmente entre as meninas. Pesquisadores sugerem que o aumento de doenças mentais está, pelo menos em parte, relacionado ao crescimento do uso de mídias sociais entre adolescentes e jovens adultos”, explica. “É uma preocupação também para os adultos jovens, já que 25% deles de 18 a 25 anos relatam ter algum tipo de doença mental.”
A imagem corporal é um problema maior para os jovens, afetando homens e mulheres, mas, principalmente, em mulheres na adolescência e jovens adultas (até nove em cada 10 afirmam que estão infelizes com seu corpo). Meninas que acessam as mídias sociais expressam maior desejo de mudar sua aparência, como rosto, cabelo e/ou pele, e fazer cirurgia estética para ter melhor aparência nas fotos (muitas vezes cirurgias invasivas e desnecessárias). O uso do Instagram tem sido apontado como fator de depressão, baixa autoestima, ansiedade com a aparência e insatisfação corporal entre as mulheres, principalmente quando expostas a imagens de beleza e fitness.
“Comparações com pessoas conhecidas podem aumentar os potenciais efeitos prejudiciais da mídia social sobre a imagem corporal de adolescentes, fornecendo imagens editadas (manipuladas) que retratam um padrão de beleza inatingível”, observa. “A comparação social com essas imagens idealizadas pode aumentar a diferença percebida entre sua aparência ideal e a real, resultando em insatisfação com o corpo.”
Estudo experimental com mulheres de 17 a 25 anos demonstrou humor mais negativo após apenas 10 minutos de navegação em sua conta do Facebook em comparação com aquelas que navegaram em um site de controle com aparências neutras. As participantes com alta tendência de comparação de aparências relataram maior desejo de mudar a aparência de seu rosto, cabelo ou pele, após passar um tempo no Facebook, em comparação com aquelas que navegaram no site de controle.
Pacientes com transtorno dismórfico corporal (TDC) têm preocupação extrema com defeitos físicos pessoais que não são percebidos pelos outros e podem levar a graves prejuízos na realização social e profissional. Está associado a várias comorbidades, principalmente a outros transtornos psiquiátricos: transtorno depressivo, transtorno de abuso de substâncias, fobia social, transtorno obsessivo-compulsivo e transtornos alimentares.
A professora orienta que os médicos discutam com os jovens e suas famílias os riscos conhecidos do uso de mídias sociais. “A comunicação com adolescentes é mais eficaz no contexto de uma aliança terapêutica aberta e sem julgamento, despertando confiança e oferecendo inclusão e autonomia. Incentivar os pais a se envolverem proativamente na limitação do uso de smartphones e mídias sociais por crianças e adolescentes pode ser útil (1 a 2 horas diárias é o limite)”.
Pacientes com sintomas sugestivos de TDC geralmente se apresentam em consultórios de cuidados primários ou clínicas especializadas, como dermatologia ou cirurgia plástica. É importante que esses profissionais reconheçam e encaminhem esses pacientes para avaliação especializada.
Disponível em: https://vidasimples.co/saude-e-bem-estar/. Acesso em: 5 jun. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto.
I- 45% dos jovens brasileiros entre 12 e 17 anos têm problemas de saúde mental.
II- 25% dos adultos jovens declaram ter algum tipo de problema com a saúde mental.
III- As doenças mentais nos adolescentes e jovens adultos brasileiros têm aumentado.
IV- A preocupação com a aparência do corpo afeta principalmente as mulheres jovens.
V- O uso das redes sociais prejudica a saúde mental de adolescentes e jovens adultos.
Estão CORRETAS as afirmativas
Não se considera crime contra a Administração Pública:
No Brasil, conforme previsto na Constituição Federal de 1988, é condição de elegibilidade, dentre outras:
A respeito do processo legislativo na Câmara de Vereadores de Mirabela (MG), está CORRETO afirmar:
No que se refere à obrigação tributária, é CORRETO afirmar:
No que se refere às normas de Processo Civil vigente, marque a alternativa CORRETA:
Os atos administrativos editados a pedido do particular, que têm por intenção viabilizar o exercício de determinada atividade e/ou a utilização de bens públicos, e que, para a sua concessão, a vontade da Administração é coincidente com a pretensão do particular, inserindo-se na referida categoria licenças, permissões, autorizações e admissões, denominam-se
O vereador que descumprir os diversos decorrentes do mandato, ou praticar ato que afeta dignidade da investidura, está sujeito a processo e à penalidade previstos no Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Mirabela (MG). Tal vereador está sujeito às seguintes penalidades, por quebra de decoro parlamentar, conforme o Regime Interno:
I- Censura verbal ou escrita.
II- Impedimento temporário do exercício do mandato não excedente a 60 (sessenta) dias.
III- Advertência verbal ou escrita.
IV- Perda de mandato.
V- Impedimento temporário do exercício do mandato não excedente a 30 (trinta) dias.
Está CORRETO apenas o que se afirma em
INSTRUÇÃO: Leia o trecho a seguir para responder à questão.

Sobre a temática da Responsabilidade Civil, segundo o Código Civil Brasileiro, é CORRETO afirmar que:

Fonte: https://www.tjdft.jus.br/. Acesso em: 20 jun. 2024.
Trata-se dos defeitos dos negócios jurídicos, que se classificam em vícios do consentimento – aquele em que a vontade não é expressada de maneira absolutamente livre – e vícios sociais – em que a vontade manifestada não tem, na realidade, a intenção pura e de boa-fé que enuncia.
GAGLIANO, Paulo Stolze; PAMPLONA, Rodolfo Filho. Manual de direito civil: volume único. 5 ed. São Paulo: Saraiva Educação, 2021.
Assinale a alternativa que apresenta a qual vício do negócio jurídico a figura e o fragmento de texto se referem.
A tensão entre Rússia e Ucrânia tem motivações históricas e políticas, desde que a invasão russa da Ucrânia começou, há dois anos, a Rússia lançou centenas de ataques aéreos. Os países estão situados em uma zona conflituosa da Europa. Antes de qualquer negociação diplomática, a Ucrânia deve ceder os territórios, cuja anexação é reivindicada pela Rússia – declarou o Kremlin. Sobre este conflito, assinale a alternativa CORRETA.
A cultura brasileira é o resultado da miscigenação de diversos grupos étnicos que participaram da formação da população. A diversidade cultural predominante no Brasil é consequência também da grande extensão territorial e das características geradas em cada região do país. Tendo como base essa temática, associe a segunda coluna de acordo com a primeira.
1 - Cultura brasileira
2 - Cultura indígena
3 - Cultura africana
( ) O vocabulário, com termos como pindorama, anhanguera, ibirapitanga, itamaracá entre outros, é um exemplo das suas contribuições.
( ) A alimentação, como vatapá, acarajé, acaçá, cocada, pé de moleque, e as danças, como maracatus e aspectos do bumba-meu-boi, são exemplos das suas contribuições.
( ) A integração de elementos das culturas indígena, do português colonizador, do negro africano e de diversos imigrantes a constitui.
Assinale a alternativa que apresenta a associação CORRETA, considerando a segunda coluna de cima para baixo.
Para a fabricação de todos os produtos consumidos, é necessário recorrer a uma grande variedade de recursos naturais usados na composição dos produtos, por exemplo o alumínio e o ferro, entretanto os recursos naturais não têm uma capacidade de reposição tão rápida quando extraídos. Na tentativa de tentar refletir sobre essa delicada equação, surge a perspectiva da sustentabilidade. Qual das afirmativas a seguir está de acordo com o Desenvolvimento Sustentável?
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento da reportagem a seguir para responder a esta questão.
As enchentes no Rio Grande do Sul são decorrentes das fortes chuvas que começaram a atingir o estado no dia 29 de abril. Foi decretado estado de calamidade para que o envio de recursos para assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e serviços essenciais seja facilitado.
Disponível em: https://www.terra.com.br/. Acesso em: 6 maio 2024.
A hipótese a se formular para explicar o fenômeno a que o texto se refere é:
Com a chegada dos portugueses no Brasil, houve quase um desaparecimento dos povos indígenas que viviam nas terras chamada de Minas Gerais. Quando escravizados, muitas vezes, morriam por não suportarem o cativeiro, e os que escapavam fugiam para o interior, longe de áreas ocupadas por portugueses. Analise as afirmativas a seguir sobre esse conflito e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) O povo Maxakali, agricultores de origem, habita o vale do Mucuri em Minas Gerais, nos municípios de Bertópolis e Santa Helena de Minas, preserva a sua língua, religião e cultura, mas luta pela recuperação ambiental das suas terras.
( ) O povo Kaxixó vive em Martinhos de Campos, Baixo São Francisco, e reivindica o reconhecimento oficial de sua identidade étnica, após a regularização de suas terras, e fazem parte do movimento indígena.
( ) O povo Krenak reside em Resplendor, Vale do Rio Doce, e as suas terras foram reconhecidas na justiça em 1997, quando novamente ocupa o seu território tradicional e reafirma a sua cultura.
( ) A cidade com maior número de indígenas em Minas Gerais é São João das Missões, onde foram contabilizados 10.398 indígenas, o que representa quase 80% da população dessa cidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
INSTRUÇÃO: Leia o fragmento do texto “História da máquina que faz o mundo rodar, de Antônio Ferreira da Cruz”, para responder a esta questão:
“Morava na Paraíba
Lá nos confins do agreste
Um homem de pouca idade
Que tinha saber por peste
A ponto até de querer
Vencer o plano celeste.
[...]
Vendo que era impossível
Ao céu poder subir
Ficou com a pretensão
De tudo o mais descobrir
Começou andar no mundo
E até a ladrões perseguir.
[...]
No sonho ele fez a conta
Da soma que precisava,
Meteu-se a tirar dinheiro,
Até nas feiras andava,
Toda espécie de esmoler,
Na dita máquina jogava...
[...]
Quando um diz: ele não faz,
Já outro fica zangado
Dizendo: assim como Cristo
Morreu e foi ressuscitado
Ele também faz a máquina
E meu dinheiro é lucrado.
[...]
Depois que ele subiu
Ficou o povo olhando,
Cantando Serena Estrela,
E o tempo foi se passando,
Ainda hoje não voltou,
Mas, o povo está esperando...
[...]
Agora peço desculpas
Da minha publicidade,
Que a máquina mova o mundo
Não creio que seja verdade,
Afinal para o futuro,
Se verá a realidade!...”
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/literatura/literaturacordel.htm. Acesso em: 10 jun. 2024. Adaptado.
Sobre a literatura e a cultura do cordel, é possível afirmar:
Com a renúncia do presidente Collor, o vice-presidente Itamar Franco assumiu o governo do Brasil num mandato de transição, até a eleição presidencial de 1994. Era um momento em que a inflação estava em 30% ao mês, empobrecendo os salários dos trabalhadores. Para combater a inflação, a equipe econômica colocou em vigor o Plano Real. Sobre esse programa econômico, marque a alternativa CORRETA.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.
Texto 01
Com gostinho de infância
Mariana Chagas
Quais eram suas brincadeiras preferidas quando criança? Parece até bobagem, mas o que gostávamos de fazer diz muito sobre quem somos hoje. É que a infância é o momento de maior desenvolvimento neurológico da vida. Todas as interações com outras pessoas e com o ambiente durante essa fase são essenciais para moldar as principais estruturas de quem essa pessoa vai se tornar. E, por isso, as brincadeiras e as atividades educacionais são de tamanha importância.
Esses passatempos servem para estimular os sentimentos intrínsecos da infância: a curiosidade, o encantamento, a diversão. São essas emoções que deixam a criança tão interessada pela vida e fascinada com coisas que parecem simples, mas, para elas, são um universo realmente novo.
Conforme crescemos, é comum que esses sentimentos diminuam. A autora Kasey Tross trouxe um questionamento importante em seu texto “Subindo o escorregador”. Ela aponta que muitas crianças tentam subir pelo escorregador dos parquinhos, sendo que estes foram feitos apenas para descer. Seja por curiosidade, ou apenas para testar a própria capacidade, elas continuam mesmo após cair e levar bronca dos adultos. Então ela questiona por que perdemos essa curiosidade tão determinante depois que viramos adultos.
É importante tentar resgatar, preservar e manter essas emoções atreladas a nossa infância, mesmo durante a vida adulta.
Quem explica isso é Patrícia Stankowich, psicanalista com ênfase nas temáticas sobre infância, adolescência e inclusão.
“Essa pode ser uma forma de manter a espontaneidade e alegria no viver, apesar dos percalços e dos imprevistos que a vida nos traz”, argumenta.
De acordo com a psicanalista, os sentimentos característicos da infância, como o encantamento, a curiosidade e a criatividade, são fundamentais no nosso dia a dia porque estão associados aos aspectos fundamentais do desenvolvimento emocional e cognitivo.
“Manter o encantamento, a curiosidade e a criatividade podem trazer benefícios, como um melhor bem-estar emocional”, elucida a profissional. “O encantamento, por exemplo, nos conecta com a capacidade de nos maravilharmos com as pequenas coisas da vida, promovendo uma sensação de alegria e de admiração”, relata.
Também é importante o estímulo à criatividade. A pesquisadora explica que ela é útil não só para a resolução de problemas, mas também para a inovação e para o desenvolvimento pessoal. Quem diria que a infância poderia nos ajudar a encontrar soluções originais na vida adulta?
Já a curiosidade nos impulsiona a buscar conhecimento e explorar novas experiências. “Ela pode levar a um contínuo desenvolvimento pessoal intelectual, essencial para o crescimento durante toda a vida”, complementa a psicanalista.
Mesmo na vida adulta, existem brincadeiras e atividades que podem ser realizadas, sozinho ou acompanhado, para manter o encantamento pela vida e cultivar o mundo de forma mais positiva. [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/emocoes/com-gostinho-de-infancia. Acesso em: 4 jun. 2024. Adaptado.
No trecho “Mesmo na vida adulta, existem brincadeiras e atividades que podem ser realizadas, sozinho ou acompanhado, para manter o encantamento pela vida e cultivar o mundo de forma mais positiva.”, se no lugar do verbo “existir” fosse usado o verbo “haver”, a forma CORRETA seria
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.
Texto 01
Com gostinho de infância
Mariana Chagas
Quais eram suas brincadeiras preferidas quando criança? Parece até bobagem, mas o que gostávamos de fazer diz muito sobre quem somos hoje. É que a infância é o momento de maior desenvolvimento neurológico da vida. Todas as interações com outras pessoas e com o ambiente durante essa fase são essenciais para moldar as principais estruturas de quem essa pessoa vai se tornar. E, por isso, as brincadeiras e as atividades educacionais são de tamanha importância.
Esses passatempos servem para estimular os sentimentos intrínsecos da infância: a curiosidade, o encantamento, a diversão. São essas emoções que deixam a criança tão interessada pela vida e fascinada com coisas que parecem simples, mas, para elas, são um universo realmente novo.
Conforme crescemos, é comum que esses sentimentos diminuam. A autora Kasey Tross trouxe um questionamento importante em seu texto “Subindo o escorregador”. Ela aponta que muitas crianças tentam subir pelo escorregador dos parquinhos, sendo que estes foram feitos apenas para descer. Seja por curiosidade, ou apenas para testar a própria capacidade, elas continuam mesmo após cair e levar bronca dos adultos. Então ela questiona por que perdemos essa curiosidade tão determinante depois que viramos adultos.
É importante tentar resgatar, preservar e manter essas emoções atreladas a nossa infância, mesmo durante a vida adulta.
Quem explica isso é Patrícia Stankowich, psicanalista com ênfase nas temáticas sobre infância, adolescência e inclusão.
“Essa pode ser uma forma de manter a espontaneidade e alegria no viver, apesar dos percalços e dos imprevistos que a vida nos traz”, argumenta.
De acordo com a psicanalista, os sentimentos característicos da infância, como o encantamento, a curiosidade e a criatividade, são fundamentais no nosso dia a dia porque estão associados aos aspectos fundamentais do desenvolvimento emocional e cognitivo.
“Manter o encantamento, a curiosidade e a criatividade podem trazer benefícios, como um melhor bem-estar emocional”, elucida a profissional. “O encantamento, por exemplo, nos conecta com a capacidade de nos maravilharmos com as pequenas coisas da vida, promovendo uma sensação de alegria e de admiração”, relata.
Também é importante o estímulo à criatividade. A pesquisadora explica que ela é útil não só para a resolução de problemas, mas também para a inovação e para o desenvolvimento pessoal. Quem diria que a infância poderia nos ajudar a encontrar soluções originais na vida adulta?
Já a curiosidade nos impulsiona a buscar conhecimento e explorar novas experiências. “Ela pode levar a um contínuo desenvolvimento pessoal intelectual, essencial para o crescimento durante toda a vida”, complementa a psicanalista.
Mesmo na vida adulta, existem brincadeiras e atividades que podem ser realizadas, sozinho ou acompanhado, para manter o encantamento pela vida e cultivar o mundo de forma mais positiva. [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/emocoes/com-gostinho-de-infancia. Acesso em: 4 jun. 2024. Adaptado.
Em “Quem explica isso é Patrícia Stankowich, psicanalista com ênfase nas temáticas sobre infância, adolescência e inclusão.”, o trecho “psicanalista com ênfase nas temáticas sobre infância, adolescência e inclusão” foi separado por vírgula por se tratar de um(a)