Questões de Concurso
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Coluna I
I. Acordo firmado entre Ministério da Educação, Ministério da Saúde, Ministério da Previdência e Assistência Social e a Organização Panamericana de Saúde, teve como objetivo a formação profissional de trabalhadores técnicos inseridos nos serviços de saúde, visando à qualificação e à habilitação, por via supletiva, com avaliação no processo de trabalhadores técnicos já inseridos ou em processo de admissão nos serviços de saúde (1981-1996). Consolidou a integração ensino-serviço como princípio da educação dos trabalhadores da saúde.
II. Acordo assinado entre Ministério da Educação, Ministério da Saúde e Organização Panamericana de Saúde, que representou uma das primeiras iniciativas governamentais de preparação de trabalhadores técnicos da saúde (1975-1978). Apoiou e financiou ações de treinamento em massa desses trabalhadores das secretarias estaduais de saúde e levou à criação dos Centros de Desenvolvimento de Recursos Humanos (CDRHU) em diversos estados. A integração ensino-serviço foi uma estratégia para viabilizar a formação.
III. Criado pelo Ministério da Saúde em 2000, seu objetivo principal foi a qualificação e profissionalização dos trabalhadores técnicos de enfermagem, com elevação de escolaridade para os auxiliares de enfermagem. Realizou-se em cofinanciamento entre governo brasileiro e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, cada parte responsável por 50%. Criado no contexto da reforma da educação profissional do governo de Fernando Henrique Cardoso, contribuiu para a implementação da Pedagogia das Competências na Educação Profissional em Saúde.
IV. Formalizado em 2009, já na vigência do Decreto n. 5.154/2004, foi uma iniciativa do Ministério da Saúde voltada à formação profissional de nível médio em saúde para diversas categorias profissionais. No caso da formação técnica de nível médio abrangeu radiologia, patologia clínica e citotécnico, hemoterapia, manutenção de equipamentos, saúde bucal, prótese dentária, vigilância em saúde e enfermagem, prevendo a articulação com o ensino médio.
V. Política de formação de trabalhadores da saúde implementada no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente com a criação da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Ampliou o princípio da integração ensino-serviço para a integração ensino-serviço-gestão-controle social, denominado como “quadrilátero da formação em saúde”.
VI. Criado pelo Ministério da Educação em 2011, teve como finalidade a ampliação da oferta de cursos de educação profissional e tecnológica, por meio de programas, projetos e ações de assistência técnica e financeira. Contou com outros órgãos e instituições de governo como demandantes da formação. Estudos demonstram que a maior oferta de cursos de educação profissional em saúde pela Rede Federal de Educação Profissional, Ciência e Tecnologia ocorreu na vigência desse programa.
VII. Iniciativa do MEC em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego, realizado no modelo de cofinanciamento com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, voltou-se para a implantação de um sistema de educação profissional no país. Esteve vinculado à política de separação dos ensinos médio e técnico determinado pelo Decreto nº 2.208/1997 e incentivou a expansão da educação profissional por meio de parcerias entre as três esferas administrativas dessas com o terceiro setor.
Coluna II
As denominações abaixo correspondem, aleatoriamente, aos Programas descritos.
A. Projeto Larga Escala.
B. Projeto de Profissionalização de Trabalhadores na Área de Enfermagem – PROFAE.
C. Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego – PRONATEC.
D. Programa de Preparação Estratégica de Pessoal da Saúde do Ministério da Saúde - PPREPS/MS.
E. Programa de Expansão da Educação Profissional – PROEP.
F. Política Nacional de Educação Permanente – PNEPS.
G. Programa de Formação de Profissionais de Nível Médio para a Saúde – PROFAPS.
É correto afirmar que contém a correta associação entre os programas e as respectivas denominações:
Coluna I
1. Grupo A 2. Grupo B 3. Grupo C 4. Grupo E
Coluna II
( ) Químicos ( ) Radioativos ( ) Potencialmente infectantes ( ) Perfurocortantes
A sequência correta, de cima para baixo, é:
I. São barreiras sanitárias: materiais utilizados na construção dos Biotérios (isolantes térmicos, impermeabilizantes), equipamentos para a filtração de ar, autoclaves, higiene pessoal da equipe de funcionários do setor e dos usuários de animais, pressão diferenciada entre ambientes, compostos químicos utilizados em desinfecção e esterilização.
II. Segundo a FELASA (Federation of European Laboratory Animal Science Associations), visando ao monitoramento sanitário recomenda-se serem testados na criação de primatas do velho mundo os agentes bacterianos Campylobacter sp. Leptospira interrogans Mycobacterium sp. Salmonella sp. Shigella sp. Yersinia sp. e Pseudomonas sp.
III. De acordo com o status sanitário, animais convencionais são aqueles que possuem microbiota associada conhecida.
Das afirmativas acima:
I. Ventilação mecânica, sem recirculação do ar para outras áreas.
II. Paredes, portas, tetos e pisos lisos, impermeáveis e resistentes à desinfecção.
III. Torneira com acionamento sem uso das mãos.
As afirmativas I, II e III são, respectivamente:
I. Os alojamentos dos ambientes de criação ou de manutenção deverão ser compostos por recintos complexos e estimulantes.
II. A área de eutanásia deverá ser separada das demais áreas.
III. Deverá ter barreiras contra contaminantes ou pragas na área interna da instalação.
Das afirmativas acima:
I. O setor de quarentena possui dois objetivos básicos: avaliar a sanidade dos animais recém-chegados e proporcionar a recuperação, auxiliando no processo de aclimatação ao novo ambiente. No caso de biotérios destinados à criação de primatas, a construção da quarentena deve ser próxima às outras áreas da criação. Isso facilita o manejo, diminuindo a possibilidade de fugas e estresse, quando os novos animais precisarem ser introduzidos à colônia. Também permite que eles possam interagir de forma acústica, visual e olfativa com os indivíduos das colônias, facilitando o processo de aclimatação ao novo ambiente.
II. Áreas de higienização, desinfecção e esterilização devem ser isolada e afastada dos recintos, para evitar distúrbios a eles. Isso se justifica por fatores como ruídos, aumento de umidade e calor provocado pelos equipamentos destinados a este fim (autoclaves, máquinas de lavar, secadoras). A ventilação nessas áreas deve ser a menor possível, para evitar levar os odores dos produtos químicos aos recintos dos animais. Os tanques para a higienização e desinfecção dos materiais de uso no manejo devem ser dimensionados de acordo com a necessidade do biotério, mas o ideal é que haja separação entre ambientes “sujo” e “limpo”. Manter a temperatura e a umidade elevadas também ajudam no processo de desinfecção dos utensílios.
III. As áreas destinadas a estocagem de alimentos (rações, frutas e legumes), equipamentos e utensílios de cozinha deverão ser cuidadosamente planejados. Os ambientes devem ser arejados, a fim de minimizar a proliferação de microrganismos e evitar contaminações. Refrigeradores ou câmaras frigoríficas devem estar disponíveis para o armazenamento de hortifrutigranjeiros.
IV. De acordo com a classificação microbiológica da colônia, a higienização corporal de todos os trabalhadores é obrigatória na entrada e na saída. Nesse caso a paramentação dos trabalhadores deve ser de uso exclusivo e obrigatória nas áreas técnicas. Tais medidas visam não carrear possíveis contaminantes entre áreas e indivíduos.
Das afirmativas acima estão corretas apenas:
I. Em transportes curtos o uso de cama (maravalha) é dispensado.
II. A mistura de espécies diferentes durante o transporte é desaconselhada, pois pode gerar situações de estresse, conflitos territoriais e até mesmo agressões entre os animais.
III. O uso de caixas específicas para transporte é recomendado apenas o transporte aéreo.
IV. O espaço mínimo recomendado para os roedores, não precisa ser respeitado durante o transporte, pois não irá interferir no seu bem-estar.
Sobre as afirmativas acima, é correto afirmar que:
I. O bem-estar dos animais de laboratório, apesar de ser uma preocupação ética, não interfere na reprodutibilidade dos experimentos, uma vez que essa é determinada exclusivamente por fatores técnicos.
II. A negligência no cuidado dos animais e a falta de conhecimento dos pesquisadores sobre o comportamento da espécie que estão utilizando, podem afetar negativamente o bem-estar e isso possui impacto direto na reprodutibilidade dos experimentos.
III. Estratégias que visam aprimorar o bem-estar dos animais de laboratório podem contribuir para a reprodutibilidade dos experimentos, uma vez que minimizam fatores de estresse e promovem condições mais estáveis.
IV. A reprodutibilidade dos experimentos é exclusivamente dependente da habilidade técnica do pesquisador, sendo o bem-estar dos animais uma consideração importante, mas não determinante, na condução de estudos científicos
I. A desinfecção de superfícies em biotérios deve ser realizada regularmente, utilizando agentes químicos adequados, para minimizar o risco de contaminação microbiológica.
II. O controle de pragas, como insetos, é fundamental e é a medida mais eficaz e eficiente para evitar a transmissão de patógenos nos biotérios.
III. A desinfecção de ar é uma medida menos relevante em biotérios, uma vez que todos os sistemas de ventilação e exaustão das caixas já proporcionam ambientes controlados.
É correto afirmar que: