O agente que segundo a FELASA é considerado de baixa preval...
Gabarito comentado
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Alternativa correta: E - K ou vírus da pneumonite do camundongo.
1. Tema central da questão
Esta questão aborda a biossegurança no monitoramento de agentes infecciosos em biotérios, com base nas recomendações da FELASA (Federação Europeia de Associações de Ciência de Animais de Laboratório). Saber identificar os agentes de baixa prevalência e o protocolo de monitoramento é fundamental para garantir a saúde animal e a qualidade dos experimentos científicos.
2. Resumo teórico
A FELASA categoriza agentes infecciosos com base em sua frequência e potencial de causar surtos. Agentes de baixa prevalência são menos comuns nos biotérios sob condições controladas, permitindo um intervalo de monitoramento mais amplo. A identificação correta desses agentes ajuda a otimizar recursos e garantir o bem-estar animal.
Fonte: FELASA Recommendations for the health monitoring of rodent and rabbit colonies in breeding and experimental units (2014).
3. Justificativa da alternativa correta
O vírus K ou vírus da pneumonite do camundongo é considerado pela FELASA como um agente de baixa prevalência. Por esse motivo, o protocolo recomenda que o monitoramento desse vírus seja realizado com um intervalo maior, pois a chance de ocorrência é menor e não há necessidade de vigilância tão frequente como para agentes de maior risco.
4. Análise das alternativas incorretas
- A - Vírus da coriomeningite linfocítica (LCM): Tem relevância zoonótica e potencial de causar surtos sérios, recomendando vigilância mais frequente.
- B - Ectromelia (varíola murina): Altamente contagioso e letal entre camundongos; exige monitoramento rigoroso.
- C - Encefalomielite de Theiler: Agente de maior preocupação para biotérios devido à sua disseminação, necessitando intervalos reduzidos de monitoramento.
- D - Vírus Sendai: Muito transmissível entre roedores, recomendando vigilância constante e intervalos curtos.
5. Estratégias de interpretação
Observe palavras-chave como “baixa prevalência” e “intervalo de monitoramento estendido”. Elimine alternativas que mencionam agentes de alto risco epidemiológico ou com histórico de surtos frequentes. Fique atento a agentes conhecidos pela gravidade ou transmissibilidade, pois geralmente não são classificados como baixa prevalência.
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