Questões de Concurso
Para instituto unifil
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1. Grau l.
2. Grau ll.
3 Grau lll.
4. Grau IV.
5. Grau V.
( ) Solavancos em alta velocidade (manipulação) feitos no final da amplitude de movimento disponível.
( ) Movimentos de pequena amplitude feitos no final da amplitude de movimento disponível.
( ) Movimentos de amplitude maior feitos além da amplitude de movimento disponível.
( ) Movimentos de pequena amplitude realizados no início da amplitude de movimento disponível.
( ) Movimentos de amplitude maior feitos no final da amplitude de movimento disponível.
1. TENS normal.
2. Burst TENS.
3. TENS modulada.
( ) Os parâmetros dessa TENS, são um meio de evitar os aspectos negativos de cada um dos modos de tratamento.
( ) Os impulsos são igualmente espaçados um do outro. Essa TENS é dividida em três subcategorias: TENS convencional, TENS de baixa frequência e TENS breve-intensa.
( ) A estimulação na qual os impulsos são gerados em trens de pulsos.
l. Unguento de Lidocaína a 5% (Xilocaína) para condições crônicas onde o alívio imediato da dor é a meta primária.
ll. Creme ou unguento de Hidrocortisona a 1%, onde a for resultado de inflamação.
lll. Creme ou unguento de salicilato a 5%, onde for necessário um agente combinado analgésicoanti-inflamatório.
lV. Unguento de Iodo/salicilato a 1% - 4% (Iodex com metil salicilato), onde um agente esclerolítico possa favorecer os efeitos antiinflamatórios do salicilato.
( ) A dor devido a lesões no SNC é quadrática: o local da lesão determina a localização e caráter dos sintomas, que podem variar de parestesia até dor. O início é variável, indo de imediatamente após a agressão até muito tempo depois, e muitas vezes a dor é o primeiro indicador de uma lesão no SNC.
( ) A dor talâmica é um exemplo clássico de dor central. Embora a dor talâmica seja geralmente concentrada nos membros contralaterais, qualquer região do lado contralateral do corpo pode ser afetada e a dor é frequentemente migratória.
( ) A dor devido a lesões no SNA é topográfica. As fibras simpáticas e parassimpáticas percorrem as paredes dos vasos sanguíneos, e como os vasos principais servem a quadrantes do corpo, a dor autonômica é alastrada através da distribuição dos vasos envolvidos.
( ) A dor proveniente da periferia resulta de irritação nociceptiva dos nociceptores. Seu caráter depende da fonte de irritação.
1. Registro médico.
2. Observações da enfermagem.
3. Dados do cliente e família.
( ) Após receber um encaminhamento para tratar um cliente com traumatismo craniano, o terapeuta geralmente lê o registro médico. São observadas informações demográficas, história médica e social passada, diagnósticos, história presente, intervenções médicas (incluindo cirurgias e medicamentos), curso de recuperação, e relatos de outras disciplinas.
( ) Antes de examinar um cliente, é geralmente útil solicitar impressões da enfermeira de assistência primária, especialmente se o cliente está em uma unidade de terapia intensiva. Mesmo um terapeuta experiente, pode sentir-se ansioso ao abordar um cliente criticamente lesado.
( ) Preparado com as informações de base, o terapeuta está pronto para examinar com segurança o cliente. Nesse ponto o exame precisa ser individualizado. A ordem, ênfase e adaptações do exame baseiam-se nos diagnósticos, na condição do cliente e no tempo do terapeuta. O cliente pode ser incapaz de tolerar todo o exame em uma sessão.
( ) A mulher deita em decúbito lateral com os joelhos flexionados.
( ) Ela levanta a cabeça e ombros até o pescoço se afasta cerca de 20 cm do solo, o queixo deve estar próximo ao peito e os braços alongados para frente.
( ) O terapeuta deve checar a presença de abaulamento na área abdominal central, que é evidente quando os músculos se juntam.
( ) O número de dedos que o terapeuta conseguir colocar verticalmente dentro da lacuna na altura do umbigo, 5 cm acima e 5 cm abaixo, define a quantidade de separação entre os músculos retos do abdome estirados.
l. Ligamentos abdominopélvicos.
ll. Ligamentos sacroilíaco.
lll. Ligamentos sacroisquiáticos.
lV. Ligamentos sacrococcígeos.
V. Ligamentos púbicos.
I. Fiscalizar, monitorar e empregar penalidades nos casos de empreendimentos com potencial poluidor e contaminante do meio ambiente, a despeito das autorizações dadas por órgãos regulamentadores.
II. Identificar, prevenir e compensar alterações ambientais prejudiciais produzidas por empreendimentos ou ações com significativo impacto ambiental.
III. Minimizar, mitigar ou compensar os impactos causados, ou até mesmo evitá-los quando o Estudo de Impacto Ambiental e as manifestações públicas demonstrarem que a ocorrência de impactos são ambientalmente inaceitáveis.
I. Mitigar a intensidade de material utilizado nos bens e serviços.
II. Reduzir a dispersão de qualquer tipo de material tóxico.
III. Investir na obsolescência programada dos produtos.
IV. Maximizar o uso sustentável dos recursos naturais.
I. A promoção do desenvolvimento sustentável.
II. A necessidade de controle e participação social.
III. O fortalecimento do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA).
IV. O financiamento privado nas ações de fiscalização e monitoramento ambiental.
I. Os mecanismos de feedback.
II. Os processos de produção.
III. Os produtos.
IV. Os serviços.
I. O ciclo do fósforo é similar ao nitrogênio, estando disponível na atmosfera, sendo fixado por bactérias fixadoras de fósforo altamente eficientes a partir de relações simbióticas com plantas.
II. O nitrogênio é reposto no solo principalmente pela sua fixação, processo no qual o N2 é reduzido a amônio, estando assim disponível para sua incorporação em aminoácidos e outros compostos orgânicos nitrogenados.
III. O intemperismo das rochas e dos minerais fornece os componentes orgânicos aos solos, disponibilizando-os nutrientes às plantas por meio da fixação de nitrogênio.
IV. A perda de nitrogênio do solo por lixiviação pode levar a eutrofização ou acúmulo de altas concentrações de nitrogênio na água, podendo resultar em crescimento maciço de algas e plantas floríferas.
I. Licença Prévia (LP).
II. Licença de Instalação (LI).
III Licença de Operação (LO).
IV. Licença de Construção (LC).
I. A legislação ambiental vigente.
II. As especificações do órgão ambiental competente, o qual analisará o PRAD.
III. O menor custo possível para o empreendedor.
IV. O desejo do proprietário do terreno.