Questões de Concurso
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As alturas dos jogadores de um time de vôlei são: 1,92m; 1,98m; 2,03m; 2,05m; 1,88m e 1,96m. Logo, a diferença entre a altura do maior jogador e a altura média do time é igual a
Quantos anagramas distintos podem ser formados com as letras da palavra MANDIRITUBA?
Uma senha de 6 algarismos foi formada a partir dos elementos a15 e a16 de uma progressão aritmética que tem como primeiro termo 23 e razão 18. Então, a senha é formada por
Sabendo que log 2 = 0,30 e log 3 = 0,47, temos log 48 igual a igual a
Uma função é dada por f(x) = 3x-5 . A diferença f(10) - f(5) é igual a
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
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A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
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A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
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Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
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Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
( ) O professor deve utilizar os jogos como forma de castigo ou recompensa, preenchendo o tempo ocioso dos alunos.
( ) A pouca informação sobre o recurso, o receio dos professores em utilizá-lo, a necessidade de formação continuada e o planejamento cuidadoso para que o jogo contribua para a aprendizagem e não seja apenas um passatempo.
( ) A prioridade é sempre o jogo mais complexo para desafiar o aluno, sem considerar seu nível de desenvolvimento.
( ) A implementação de jogos exige que o professor crie materiais sempre novos, sem possibilidade de adaptação ou busca de ideias.
( ) Não há desafios significativos, pois a BNCC já garante que todos os professores dominem a aplicação de jogos.
I. Existe uma única forma “mais correta” de falar o português, que deve ser ensinada e priorizada na escola.
II. A forma “mais correta” é aquela utilizada pelos falantes de uma determinada região, como o Nordeste ou o Sudeste.
III. Não existe uma forma “mais correta”, mas sim a forma mais adequada de se expressar de acordo com a situação social, histórica e cultural a qual o indivíduo está inserido.
IV. A língua escrita é sempre a forma mais correta, enquanto a oralidade apresenta variações que devem ser corrigidas.
V. A correção linguística é determinada pelo uso de gírias e expressões informais, independentemente do contexto.