Questões de Concurso
Comentadas para instituto unifil
Foram encontradas 6.099 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Rotação externa.
2. Posição anatômica.
3. Rotação medial.
4. Rotação típica com fratura no quadril.
5. EIAS.
( ) Eixo longo do pé esquerdo externamente rodado (no lado da fratura do quadril). Pé direito não afetado e membro em posição neutra. Trocânter menor em rotação externa (esquerda) do membro mais visível, área do colo encurtada.
( ) Eixos longos do pé e membros inferiores igualmente rodados lateralmente numa posição normal relaxada. Colos femorais grandemente encurtados. Trocânter menor visível no perfil internamente.
( ) Eixos longos do pé e membros inferiores rodados internamente 15º a 20º. Cabeças femorais e colos de perfil. Incidência AP verdadeira dos fêmures proximais. Trocânter menor não visível ou pouco visível em alguns pacientes.
( ) Eixos longos do pé vertical. Colos femorais parcialmente encurtados. Trocânter menor parcialmente visível.
( ) Espinha iliaca antero superior.
De acordo com a Lei Orgânica de Mandirituba, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) São poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e o Executivo.
( ) O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação dos projetos de sua iniciativa considerados de seu interesse, sem qualquer justificativa ou fundamentação para a solicitação.
( ) A sede do município é a cidade de Mandirituba, na Praça Bom Jesus nº 44, centro.
( ) É da competência administrativa comum do Município, da União e do Estado, observada a lei complementar federal, preservar as florestas, a fauna, a flora e mananciais.
( ) Ao Município, compete modificar e aprimorar a legislação federal e a estadual no for pertinente, visando adaptá-las à realidade local.
De acordo com o artigo 7º da Lei Orgânica de Mandirituba, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. Compete privativamente ao Município de Mandirituba:
I. instituir e arrecadar tributos de sua competência, aplicando suas rendas.
II. criar, organizar e suprimir distritos, observando a legislação estadual pertinente.
III. legislar sobre assuntos de interesse global.
IV. regulamentar o serviço de carros de aluguel, inclusive o uso de taxímetro.
V. adquirir bens, inclusive por meio de desapropriação.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o expresidente Jair Bolsonaro por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram a favor da condenação.
Apenas __________ divergiu, votando pela absolvição.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
A ________ garante a identidade de uma pessoa ou entidade no meio digital por meio de um certificado emitido por uma autoridade certificadora. A _________ é utilizada para assinar eletronicamente documentos, comprovando a autoria e impedindo alterações indevidas. Esse processo assegura a _________ e a _________ das informações que são pilares fundamentais da Segurança da Informação.
Considere as situações a seguir relacionadas à Segurança da Informação em uma empresa:
I. Durante a transmissão de dados entre dois setores parte das informações foi corrompida, resultando em registros de clientes alterados incorretamente no banco de dados.
II. Um colaborador acessou documentos restritos de outro departamento, mesmo não possuindo autorização para tal consulta. A partir das informações apresentadas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A situação I representa uma violação do princípio da integridade.
( ) A situação II caracteriza uma violação do princípio da confidencialidade.
( ) Em ambas as situações ocorreu também violação da integridade, pois os dados ficaram corrompidos.
( ) Nenhuma das situações apresentadas está relacionada ao princípio da autenticidade, que visa garantir que a informação é proveniente de uma fonte legítima.
O Microsoft 365 reúne aplicativos que permitem criar, editar e compartilhar documentos de diferentes formatos. Entre os mais conhecidos estão o Word, o Excel e o PowerPoint, cada um voltado a um tipo de tarefa. Nesse contexto, observe as colunas com os nomes dos aplicativos e algumas de suas características e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Microsoft Word.
2. Microsoft Excel.
3. Microsoft PowerPoint.
( ) Possui recursos como “Controle de Alterações” e criação automática de sumário, muito utilizado em trabalhos acadêmicos.
( ) Permite o uso de funções como PROCV, SOMASE e a criação de Tabelas Dinâmicas para análise de dados.
( ) Disponibiliza a guia “Transições” e a guia “Animações”, que permitem aplicar efeitos nas apresentações.
( ) Suporta a inserção de comentários em células, além de validação de dados para controle de entrada de informações.
( ) Possibilita inserir notas do apresentador, que ficam visíveis apenas para quem expõe a apresentação em modo de exibição.
As alturas dos jogadores de um time de vôlei são: 1,92m; 1,98m; 2,03m; 2,05m; 1,88m e 1,96m. Logo, a diferença entre a altura do maior jogador e a altura média do time é igual a
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
( ) O professor deve utilizar os jogos como forma de castigo ou recompensa, preenchendo o tempo ocioso dos alunos.
( ) A pouca informação sobre o recurso, o receio dos professores em utilizá-lo, a necessidade de formação continuada e o planejamento cuidadoso para que o jogo contribua para a aprendizagem e não seja apenas um passatempo.
( ) A prioridade é sempre o jogo mais complexo para desafiar o aluno, sem considerar seu nível de desenvolvimento.
( ) A implementação de jogos exige que o professor crie materiais sempre novos, sem possibilidade de adaptação ou busca de ideias.
( ) Não há desafios significativos, pois a BNCC já garante que todos os professores dominem a aplicação de jogos.