Questões de Concurso
Para prefeitura de londrina - pr
Foram encontradas 108 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Leia o texto.
CESTA BÁSICA FICA 3,96% MAIS CARA EM JULHO EM LONDRINA, APONTA PESQUISA
Pesquisa analisou os preços de 13 itens vendidos em 11 supermercados da cidade. Batata, banana e tomate foram os produtos com maior aumento de preços.
A cesta básica vendida em Londrina, no norte do Paraná, ficou 3,96% mais cara quando comparada com junho. Pesquisa realizada por alunos e professores da UTFPR e UEL analisou os preços de 13 produtos considerados essenciais em onze supermercados da cidade.
Para um adulto, a cesta básica custou R$500,64. Com os itens mais baratos dos supermercados avaliados, a cesta custou R$ 450,42. Em caso de compra com produtos mais caros, o valor salta para R$ 533,60. Para uma família de quatro pessoas, o levantamento apontou que a cesta básica custou R$ 1.501,93.
O quilo da batata, da banana e do tomate foram os itens mais caros em julho. O aumento foi de 43%, 32,1% e 23,7%, respectivamente. O feijão, a farinha e o litro de leite tiveram a maior redução de preços. Esses itens ficaram 4,9%, 4,6% e 2,6% mais baratos.
A carne é o produto que tem maior peso na cesta, em média, o quilo foi vendido a R$ 36,54. Em junho, o quilo foi vendido por, em média, R$ 36,93.
A pesquisa também comparou o valor da cesta básica com o tempo que é necessário de trabalho para pagar pelos alimentos. O levantamento apontou que o trabalhador que recebe o salário mínimo nacional precisa trabalhar 100 horas, ou 45,4% da jornada, para poder comprar a cesta básica. Já quem recebe o salário mínimo paranaense, são necessárias 75,1horas de trabalho ou 34,1% do total da jornada.
Por G1 PR 31/07/2021 14h11. Atualizado há 2 semanas Disponível em: https://g1.globo.com/pr/nortenoroeste/noticia/2021/07/31/cesta-basica-fica396percent-mais-cara-em-julho-em-londrina-apontapesquisa.ghtml. Acesso em: 17/08/2021
A partir da leitura do texto, julgue o item:
Leia o texto.
CESTA BÁSICA FICA 3,96% MAIS CARA EM JULHO EM LONDRINA, APONTA PESQUISA
Pesquisa analisou os preços de 13 itens vendidos em 11 supermercados da cidade. Batata, banana e tomate foram os produtos com maior aumento de preços.
A cesta básica vendida em Londrina, no norte do Paraná, ficou 3,96% mais cara quando comparada com junho. Pesquisa realizada por alunos e professores da UTFPR e UEL analisou os preços de 13 produtos considerados essenciais em onze supermercados da cidade.
Para um adulto, a cesta básica custou R$500,64. Com os itens mais baratos dos supermercados avaliados, a cesta custou R$ 450,42. Em caso de compra com produtos mais caros, o valor salta para R$ 533,60. Para uma família de quatro pessoas, o levantamento apontou que a cesta básica custou R$ 1.501,93.
O quilo da batata, da banana e do tomate foram os itens mais caros em julho. O aumento foi de 43%, 32,1% e 23,7%, respectivamente. O feijão, a farinha e o litro de leite tiveram a maior redução de preços. Esses itens ficaram 4,9%, 4,6% e 2,6% mais baratos.
A carne é o produto que tem maior peso na cesta, em média, o quilo foi vendido a R$ 36,54. Em junho, o quilo foi vendido por, em média, R$ 36,93.
A pesquisa também comparou o valor da cesta básica com o tempo que é necessário de trabalho para pagar pelos alimentos. O levantamento apontou que o trabalhador que recebe o salário mínimo nacional precisa trabalhar 100 horas, ou 45,4% da jornada, para poder comprar a cesta básica. Já quem recebe o salário mínimo paranaense, são necessárias 75,1horas de trabalho ou 34,1% do total da jornada.
Por G1 PR 31/07/2021 14h11. Atualizado há 2 semanas Disponível em: https://g1.globo.com/pr/nortenoroeste/noticia/2021/07/31/cesta-basica-fica396percent-mais-cara-em-julho-em-londrina-apontapesquisa.ghtml. Acesso em: 17/08/2021
A partir da leitura do texto, julgue o item:
Leia o texto.
CESTA BÁSICA FICA 3,96% MAIS CARA EM JULHO EM LONDRINA, APONTA PESQUISA
Pesquisa analisou os preços de 13 itens vendidos em 11 supermercados da cidade. Batata, banana e tomate foram os produtos com maior aumento de preços.
A cesta básica vendida em Londrina, no norte do Paraná, ficou 3,96% mais cara quando comparada com junho. Pesquisa realizada por alunos e professores da UTFPR e UEL analisou os preços de 13 produtos considerados essenciais em onze supermercados da cidade.
Para um adulto, a cesta básica custou R$500,64. Com os itens mais baratos dos supermercados avaliados, a cesta custou R$ 450,42. Em caso de compra com produtos mais caros, o valor salta para R$ 533,60. Para uma família de quatro pessoas, o levantamento apontou que a cesta básica custou R$ 1.501,93.
O quilo da batata, da banana e do tomate foram os itens mais caros em julho. O aumento foi de 43%, 32,1% e 23,7%, respectivamente. O feijão, a farinha e o litro de leite tiveram a maior redução de preços. Esses itens ficaram 4,9%, 4,6% e 2,6% mais baratos.
A carne é o produto que tem maior peso na cesta, em média, o quilo foi vendido a R$ 36,54. Em junho, o quilo foi vendido por, em média, R$ 36,93.
A pesquisa também comparou o valor da cesta básica com o tempo que é necessário de trabalho para pagar pelos alimentos. O levantamento apontou que o trabalhador que recebe o salário mínimo nacional precisa trabalhar 100 horas, ou 45,4% da jornada, para poder comprar a cesta básica. Já quem recebe o salário mínimo paranaense, são necessárias 75,1horas de trabalho ou 34,1% do total da jornada.
Por G1 PR 31/07/2021 14h11. Atualizado há 2 semanas Disponível em: https://g1.globo.com/pr/nortenoroeste/noticia/2021/07/31/cesta-basica-fica396percent-mais-cara-em-julho-em-londrina-apontapesquisa.ghtml. Acesso em: 17/08/2021
A partir da leitura do texto, julgue o item:
Leia o texto.
CESTA BÁSICA FICA 3,96% MAIS CARA EM JULHO EM LONDRINA, APONTA PESQUISA
Pesquisa analisou os preços de 13 itens vendidos em 11 supermercados da cidade. Batata, banana e tomate foram os produtos com maior aumento de preços.
A cesta básica vendida em Londrina, no norte do Paraná, ficou 3,96% mais cara quando comparada com junho. Pesquisa realizada por alunos e professores da UTFPR e UEL analisou os preços de 13 produtos considerados essenciais em onze supermercados da cidade.
Para um adulto, a cesta básica custou R$500,64. Com os itens mais baratos dos supermercados avaliados, a cesta custou R$ 450,42. Em caso de compra com produtos mais caros, o valor salta para R$ 533,60. Para uma família de quatro pessoas, o levantamento apontou que a cesta básica custou R$ 1.501,93.
O quilo da batata, da banana e do tomate foram os itens mais caros em julho. O aumento foi de 43%, 32,1% e 23,7%, respectivamente. O feijão, a farinha e o litro de leite tiveram a maior redução de preços. Esses itens ficaram 4,9%, 4,6% e 2,6% mais baratos.
A carne é o produto que tem maior peso na cesta, em média, o quilo foi vendido a R$ 36,54. Em junho, o quilo foi vendido por, em média, R$ 36,93.
A pesquisa também comparou o valor da cesta básica com o tempo que é necessário de trabalho para pagar pelos alimentos. O levantamento apontou que o trabalhador que recebe o salário mínimo nacional precisa trabalhar 100 horas, ou 45,4% da jornada, para poder comprar a cesta básica. Já quem recebe o salário mínimo paranaense, são necessárias 75,1horas de trabalho ou 34,1% do total da jornada.
Por G1 PR 31/07/2021 14h11. Atualizado há 2 semanas Disponível em: https://g1.globo.com/pr/nortenoroeste/noticia/2021/07/31/cesta-basica-fica396percent-mais-cara-em-julho-em-londrina-apontapesquisa.ghtml. Acesso em: 17/08/2021
A partir da leitura do texto, julgue o item:
Leia o texto.
CESTA BÁSICA FICA 3,96% MAIS CARA EM JULHO EM LONDRINA, APONTA PESQUISA
Pesquisa analisou os preços de 13 itens vendidos em 11 supermercados da cidade. Batata, banana e tomate foram os produtos com maior aumento de preços.
A cesta básica vendida em Londrina, no norte do Paraná, ficou 3,96% mais cara quando comparada com junho. Pesquisa realizada por alunos e professores da UTFPR e UEL analisou os preços de 13 produtos considerados essenciais em onze supermercados da cidade.
Para um adulto, a cesta básica custou R$500,64. Com os itens mais baratos dos supermercados avaliados, a cesta custou R$ 450,42. Em caso de compra com produtos mais caros, o valor salta para R$ 533,60. Para uma família de quatro pessoas, o levantamento apontou que a cesta básica custou R$ 1.501,93.
O quilo da batata, da banana e do tomate foram os itens mais caros em julho. O aumento foi de 43%, 32,1% e 23,7%, respectivamente. O feijão, a farinha e o litro de leite tiveram a maior redução de preços. Esses itens ficaram 4,9%, 4,6% e 2,6% mais baratos.
A carne é o produto que tem maior peso na cesta, em média, o quilo foi vendido a R$ 36,54. Em junho, o quilo foi vendido por, em média, R$ 36,93.
A pesquisa também comparou o valor da cesta básica com o tempo que é necessário de trabalho para pagar pelos alimentos. O levantamento apontou que o trabalhador que recebe o salário mínimo nacional precisa trabalhar 100 horas, ou 45,4% da jornada, para poder comprar a cesta básica. Já quem recebe o salário mínimo paranaense, são necessárias 75,1horas de trabalho ou 34,1% do total da jornada.
Por G1 PR 31/07/2021 14h11. Atualizado há 2 semanas Disponível em: https://g1.globo.com/pr/nortenoroeste/noticia/2021/07/31/cesta-basica-fica396percent-mais-cara-em-julho-em-londrina-apontapesquisa.ghtml. Acesso em: 17/08/2021
A partir da leitura do texto, julgue o item:
Leia o texto, a seguir, para interpretar à questão:
Existem três tipos de vozes do verbo na Língua Portuguesa: na voz ativa, o sujeito pratica a ação do verbo (ex: José leu o livro). Na voz passiva, o sujeito sofre a ação do verbo (ex: o carro foi dirigido por Carlos). Na voz reflexiva, o sujeito pratica e sofre a ação do verbo (ex: ele feriu-se). A partir desta premissa, analise o texto com o pensamento de Carlos Drumond de Andrade para julgar o item a seguir:

Fonte: https://www.instagram.com/linguaportuguesa_/ acesso em agosto de 2021.
Leia o texto, a seguir, para interpretar à questão:
Existem três tipos de vozes do verbo na Língua Portuguesa: na voz ativa, o sujeito pratica a ação do verbo (ex: José leu o livro). Na voz passiva, o sujeito sofre a ação do verbo (ex: o carro foi dirigido por Carlos). Na voz reflexiva, o sujeito pratica e sofre a ação do verbo (ex: ele feriu-se). A partir desta premissa, analise o texto com o pensamento de Carlos Drumond de Andrade para julgar o item a seguir:

Fonte: https://www.instagram.com/linguaportuguesa_/ acesso em agosto de 2021.
Leia o texto a seguir, para responder a questão.
O RATINHO, O GALO E O GANSO
(Monteiro Lobato)
Certa manhã um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tanta coisa bonita de que falavam seus amigos. Admirou a luz do sol, o verdor das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou entrando no quintal de uma casa da roça.
- Sim senhor! É interessante isto!
Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria.
Em seguida, notou no terreiro um certo animal de belo pelo que dormia sossegado ao sol. Aproximou-se dele e farejou-o, sem receio nenhum. Nisto, aparece um galo, que bate as asas e canta. O ratinho, por um triz, não morreu de susto.
Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca. Lá, contou à mamãe as aventuras do passeio.
- Observei muita coisa interessante — disse ele. — Mas, nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro. Um de pelo macio e ar bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir, impedindo-me de cumprimentá-lo. O outro... ai, que me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bico pontudo, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu asas, barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho que quase caí de costas. Fugi. Fugi com tantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato, que tamanha destruição faz no nosso povo.
A mamãe rata assustou-se e disse:
- Como te enganas, meu filho! O bicho de pelo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista rubra, filhinho, é o galo, uma ave que nunca nos fez mal. As aparências enganam. Aproveita, pois, a lição e fica sabendo que: Quem vê cara, não vê coração.
(Fonte: Coletânea de textos Ler e Escrever, página 137. 3ª edição. São Paulo, 2010)
A partir do texto, julgue o item.
Leia o texto a seguir, para responder a questão.
O RATINHO, O GALO E O GANSO
(Monteiro Lobato)
Certa manhã um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tanta coisa bonita de que falavam seus amigos. Admirou a luz do sol, o verdor das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou entrando no quintal de uma casa da roça.
- Sim senhor! É interessante isto!
Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria.
Em seguida, notou no terreiro um certo animal de belo pelo que dormia sossegado ao sol. Aproximou-se dele e farejou-o, sem receio nenhum. Nisto, aparece um galo, que bate as asas e canta. O ratinho, por um triz, não morreu de susto.
Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca. Lá, contou à mamãe as aventuras do passeio.
- Observei muita coisa interessante — disse ele. — Mas, nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro. Um de pelo macio e ar bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir, impedindo-me de cumprimentá-lo. O outro... ai, que me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bico pontudo, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu asas, barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho que quase caí de costas. Fugi. Fugi com tantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato, que tamanha destruição faz no nosso povo.
A mamãe rata assustou-se e disse:
- Como te enganas, meu filho! O bicho de pelo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista rubra, filhinho, é o galo, uma ave que nunca nos fez mal. As aparências enganam. Aproveita, pois, a lição e fica sabendo que: Quem vê cara, não vê coração.
(Fonte: Coletânea de textos Ler e Escrever, página 137. 3ª edição. São Paulo, 2010)
A partir do texto, julgue o item.
Leia o texto a seguir, para responder a questão.
O RATINHO, O GALO E O GANSO
(Monteiro Lobato)
Certa manhã um ratinho saiu do buraco pela primeira vez. Queria conhecer o mundo e travar relações com tanta coisa bonita de que falavam seus amigos. Admirou a luz do sol, o verdor das árvores, a correnteza dos ribeirões, a habitação dos homens. E acabou entrando no quintal de uma casa da roça.
- Sim senhor! É interessante isto!
Examinou tudo minuciosamente, farejou a tulha de milho e a estrebaria.
Em seguida, notou no terreiro um certo animal de belo pelo que dormia sossegado ao sol. Aproximou-se dele e farejou-o, sem receio nenhum. Nisto, aparece um galo, que bate as asas e canta. O ratinho, por um triz, não morreu de susto.
Arrepiou-se todo e disparou como um raio para a toca. Lá, contou à mamãe as aventuras do passeio.
- Observei muita coisa interessante — disse ele. — Mas, nada me impressionou tanto como dois animais que vi no terreiro. Um de pelo macio e ar bondoso, seduziu-me logo. Devia ser um desses bons amigos da nossa gente, e lamentei que estivesse a dormir, impedindo-me de cumprimentá-lo. O outro... ai, que me bate o coração! O outro era um bicho feroz, de penas amarelas, bico pontudo, crista vermelha e aspecto ameaçador. Bateu asas, barulhentamente, abriu o bico e soltou um có-ri-có-có tamanho que quase caí de costas. Fugi. Fugi com tantas pernas tinha, percebendo que devia ser o famoso gato, que tamanha destruição faz no nosso povo.
A mamãe rata assustou-se e disse:
- Como te enganas, meu filho! O bicho de pelo macio e ar bondoso é que é o terrível gato. O outro, barulhento e espaventado, de olhar feroz e crista rubra, filhinho, é o galo, uma ave que nunca nos fez mal. As aparências enganam. Aproveita, pois, a lição e fica sabendo que: Quem vê cara, não vê coração.
(Fonte: Coletânea de textos Ler e Escrever, página 137. 3ª edição. São Paulo, 2010)
A partir do texto, julgue o item.
Leia o texto, a seguir, para julgar à questão 60:
No contexto da pandemia COVID-19, torna-se iminente a reorganização do trabalho pedagógico, e, para isso, optamos pela adoção das aulas remotas, as quais necessitam ser planejadas com base em orientações claras, coerentes e de acordo com as Diretrizes Curriculares Municipais, que coadunam para a efetivação de um trabalho pedagógico de qualidade. Para isso, a Secretaria Municipal de Educação de Londrina organizou o Plano de Estudos Dirigidos (PED), uma proposta de estudos remotos, que necessita da parceria com as famílias para a realização de atividades escolares em casa. Essa proposta metodológica será viabilizada por meio do uso dos livros didáticos, materiais impressos, atividades que devem ser realizadas no caderno e ainda, com o suporte de ferramentas digitais (computador ou celular) para o acesso às aulas remotas que contemplam os conteúdos curriculares em processo de consolidação pelos alunos. (Fonte: Guia de Orientações sobre o Plano de Estudos Dirigidos (PED-PML/SME, páginas 5 e 6).
Disponível em:
http://repositorio.londrina.pr.gov.br/index.php/menueducacao/educacao-e-a-covid-19/legislacao-17/32258- professores-orientacoes-ped/file, acesso em agosto de 2021.
Quanto à complexidade das atividades propostas no
PED: a Secretaria Municipal de Educação orienta que o
ensino remoto não deve contemplar conteúdos novos,
especialmente de Português e Matemática. Quanto ao
tempo de estudo remoto: a Secretaria Municipal de
Educação orienta que a dinâmica das aulas
desenvolvidas no contexto escolar, antes da pandemia,
deve ser seguida no planejamento do PED para o ensino
e o estudo remoto, como distanciamento social e que o
encaminhamento de vídeos e áudios às famílias constitui
uma rica possibilidade de estreitamento de vínculos
sociais e de afeto em um tempo em que é preciso “ver as
coisas diferente”.
Leia o texto, a seguir, para julgar à questão :
O componente Língua Portuguesa da BNCC dialoga com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando atualizá-los em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC). Assume-se aqui a perspectiva enunciativo-discursiva de linguagem, já assumida em outros documentos, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), para os quais a linguagem é “uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história” (fonte: MECBRASIL, 1998, p. 20).
Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI _EF_110518_versaofinal_site.pdf, Acesso em agosto de 2021.
Considerando esse conjunto de princípios e
pressupostos, os eixos de integração considerados na
BNCC de Língua Portuguesa são aqueles já consagrados
nos documentos curriculares da área, correspondentes às
práticas de linguagem: oralidade, leitura/escuta, produção
(escrita e multissemiótica) e análise linguística/semiótica
(que envolve conhecimentos linguísticos – sobre o
sistema de escrita, o sistema da língua e a norma-padrão
–, textuais, discursivos e sobre os modos de organização
e os elementos de outras semioses).
Leia o texto, a seguir, para julgar à questão :
O componente Língua Portuguesa da BNCC dialoga com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando atualizá-los em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC). Assume-se aqui a perspectiva enunciativo-discursiva de linguagem, já assumida em outros documentos, como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), para os quais a linguagem é “uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história” (fonte: MECBRASIL, 1998, p. 20).
Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI _EF_110518_versaofinal_site.pdf, Acesso em agosto de 2021.
Tal proposta assume a centralidade do texto como
unidade de trabalho e as perspectivas enunciativo-discursivas na abordagem, de forma a sempre relacionar
os textos a seus contextos de produção e o
desenvolvimento de habilidades ao uso significativo da
linguagem em atividades de leitura, escuta e produção de
textos em várias mídias e semioses.
A Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). O capítulo IV, do Direito à Educação, Art 27: Parágrafo único. É dever do Estado, __________, da comunidade escolar e da sociedade assegurar educação de qualidade à pessoa com deficiência, colocando-a a salvo de toda forma de violência, negligência e discriminação. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1f5A9Or7JOXCbQ_XaVQ0 Wxx8UmlaXGNk0/view?usp=sharing. Acesso em: 17/08/2021
A partir da leitura do texto, a expressão que completa lacuna adequadamente é: da família.
Leia o texto. A partir da leitura, julgue o item :
De acordo com a BNCC: “No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os componentes curriculares tematizam diversas práticas, considerando especialmente aquelas relativas às culturas infantis tradicionais e contemporâneas. Nesse conjunto de práticas, nos dois primeiros anos desse segmento, o processo de alfabetização deve ser o foco da ação pedagógica. Afinal, aprender a ler e escrever oferece aos estudantes algo novo e surpreendente: amplia suas possibilidades de construir conhecimentos nos diferentes componentes, por sua inserção na cultura letrada, e de participar com maior autonomia e protagonismo na vida social.” (BRASIL, 2017, p.63)
MEC-BRASIL (2017). Base Nacional Comum Curricular - Educação Infantil e Ensino Fundamental 1. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ Acesso em: 16/08/2021.
A partir da leitura do trecho da BNCC: é possível
concluir que nos três primeiros anos do Ensino
Fundamental, o processo de alfabetização deve ser o foco
da ação pedagógica.
Em acordo com a Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, julgue o item :
O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino
a distância utilizado como complementação da
aprendizagem ou em situações emergenciais.
Com base na Deliberação nº 01/2020 - Conselho Municipal de Educação de Londrina (CMEL), julgue o item :
As atividades e estudos escolares não presenciais
deverão ter como ponto de partida os objetivos previstos
nos Parâmetros Curriculares Nacionais.
Com base na Deliberação nº 01/2020 - Conselho Municipal de Educação de Londrina (CMEL), julgue o item :
Os estudos escolares não presenciais consistem em
orientações às famílias na execução de atividades, por
meio de propostas que indiquem o objetivo, a metodologia
e o registro das aprendizagens, planejadas pelos
professores, mediadas por um adulto e realizadas pelos
estudantes da Pré-Escola, do Ensino Fundamental – anos
iniciais e suas modalidades.
O conhecimento sobre o trabalho que é proposto pela instituição e sobre o desempenho das crianças, deve ser apresentado às famílias em um documento específico.
A Resolução nº 5, de 17 de dezembro de 2009 que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, prevê a criação de procedimentos que permitem acompanhar o trabalho pedagógico e avaliar o desenvolvimento das crianças. A respeito disso, julgue o item :
Mesmo que não há retenção na Educação Infantil,
devem ser criados procedimentos que garantam a
observação crítica e criativa das atividades, das
brincadeiras e interações das crianças no cotidiano.