Questões de Concurso
Para alternative concursos
Foram encontradas 631 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
“Chora orvalhos a grama,...” A figura de linguagem que atribui a seres inanimados características de seres humanos denomina-se:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Substituindo o vocábulo em destaque sem prejuízo de sentido ao texto, temos:
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Sobre o poema:
1. Segundo o eu lírico a morte representa para o escravo a possibilidade de libertação.
2. O eu lírico repreende o caminheiro por acreditar que o gesto de piedade não fará mais diferença para o escravo.
3. Ao morrer o escravo é recebido por Deus e pela natureza.
4. A “voz” lamentosa do eu lírico reforça o quão ditosa foi a vida do escravo.
A Cruz da Estrada
Castro Alves
Caminheiro que passas pela estrada,
Seguindo pelo rumo do sertão,
Quando vires a cruz abandonada,
Deixa-a em paz dormir na solidão.
Que vale o ramo do alecrim cheiroso
Que lhe atiras nos braços ao passar?
Vais espantar o bando buliçoso
Das borboletas, que lá vão pousar.
É de um escravo humilde sepultura,
Foi-lhe a vida o velar de insônia atroz.
Deixa-o dormir no leito de verdura,
Que o Senhor dentre as selvas lhe compôs.
Não precisa de ti. O gaturamo
Geme, por ele, à tarde, no sertão.
E a juriti, do taquaral no ramo,
Povoa, soluçando, a solidão.
Dentre os braços da cruz, a parasita,
Num abraço de flores se prendeu.
Chora orvalhos a grama, que palpita;
Lhe acende o vaga-lume o facho seu.
Quando, à noite, o silêncio habita as matas,
A sepultura fala a sós com Deus.
Prende-se a voz na boca das cascatas,
E as asas de ouro aos astros lá nos céus.
Caminheiro! do escravo desgraçado
o sono agora mesmo começou!
Não lhe toques no leito de noivado,
Há pouco a liberdade o despousou.
ALVES, Castro. Poesias completas. Rio de Janeiro:
Tecnoprint, 1985.
O poema acima servirá como base para responder a questão a seguir:
Acerca dos cuidados essenciais de higiene da criança, analise as assertivas e assinale V para Verdadeiro e F para Falso:
(__) Na troca de fraldas é importante lavar as mãos antes e depois, evitando a contaminação própria e entre os bebês.
(__) No momento do banho garanta o uso de toalhas e sabonetes individuais.
(__) Na hora do soninho mantenha os ambientes ventilados.
(__) Auxilie as crianças a escovar os dentes, orientando os movimentos.
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei n° 9.394/1996, art. 32, o ensino fundamental obrigatório:
I. Tem duração de 9 (nove) anos.
II. Gratuito nas escolas pública e privadas.
III. Inicia aos 6 (seis) anos de idade.
IV. Terá por objetivo a formação básica do cidadão.
I. Dor óssea.
II. Dores ao urinar.
III. Vontade de urinar com frequência.
IV. Presença de sangue na urina e/ou no sêmen.
I. Reunir-se-á a cada quatro anos.
II. Terá representação dos vários segmentos sociais.
III. Tem como objetivo avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes.
IV. É convocada pelo poder executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo conselho de saúde.
(__) Serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde.
(__) Ajuda, contribuições, doações e donativos.
(__) Alienações patrimoniais e rendimentos de capital.
(__) Taxas, multas, emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (Suas).
(__) Rendas eventuais, inclusive comerciais e industriais.
Identifique nas frases a seguir a classificação dos termos em destaque:
1. No nosso passeio deu tudo errado.
2. Jardel pegou o trem errado.
Respeitando a ordem em que aparecem, temos: