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I. O relevo brasileiro, predominantemente constituído de planaltos cristalinos e bacias sedimentares, sofre pouca influência de processos exógenos, mantendo-se inalterado5.
II. A diversidade climática abrange desde o equatorial úmido até áreas semiáridas, refletindo a extensão latitudinal e as dinâmicas atmosféricas.
III. As bacias hidrográficas exibem regimes de escoamento distintos, mas a concentração de rios temporários é restrita à Amazônia.
IV. Os biomas nacionais (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) apresentam ecossistemas singulares, embora sujeitos a pressões antrópicas que comprometem sua conservação.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I. O processo de urbanização acelerada, sobretudo a partir de 1950, concentrou os serviços e as indústrias em áreas metropolitanas, ampliando os contrastes socioespaciais.
II. A formação de regiões metropolitanas não implicou migrações internas massivas, pois a população rural permaneceu majoritária.
III. As cidades médias se fortalecem como polos regionais, atraindo investimentos e reduzindo a primazia das metrópoles tradicionais em alguns casos.
IV. O surgimento de favelas é fenômeno exclusivamente do eixo Rio-São Paulo, inexistindo em outras regiões brasileiras.
Estão CORRETAS as afirmativas:
I. A concentração fabril em países desenvolvidos decorre apenas de vantagens naturais, não estando vinculada às políticas estatais ou às redes de infraestrutura.
II. O surgimento de tecnopolos revela a importância dos serviços avançados e da inovação científica, que podem redefinir hierarquias urbanas.
III. A descentralização industrial, em certos contextos, visa a redução de custos de produção e busca de incentivos fiscais, provocando novos eixos de desenvolvimento regional.
IV. As megacorporações industriais agem de forma homogênea em todo o planeta, estabelecendo modelos produtivos idênticos independentemente de questões locais.
Estão CORRETAS as alternativas:
Em um laboratório de botânica da universidade Rural, os pesquisadores estavam estudando o crescimento de uma planta leguminosa, e registraram o crescimento diariamente, durante um período de oito dias.
1º dia... 2 cm; 2º dia... 3 cm; 3º dia... 5 cm;
4º dia... 7 cm; 5º dia... 7 cm; 6º dia... 10 cm;
7º dia... 14 cm; 8º dia... 20 cm.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
O sentido da vida (Luiz Fernando Emediato)
O sentido da vida é nascer, crescer, envelhecer e morrer, deixando sob a terra este antigo corpo constituído da solitária e silenciosa matéria de que foram feitas as estrelas e seus filhos, e os filhos de seus filhos.
Sim, é este o sentido da vida, ou não.
O sentido da vida é descobrir alegre ou amargamente a consciência das coisas, da alegria e da dor, da tristeza e do tédio, e então alegrar-se ou entristecer-se.
Sim, é este o sentido da vida, ou não.
Será porventura o sentido da vida caminhar juntos sobre a mesma velha e generosa e solitária terra, dividir angústias e dor, enredar-se no cipoal das palavras?
Sim, o sentido da vida é este, ou não.
Será o sentido da vida buscar luz nas sombras ou sombras na luz, consumir dias e noites a trilhar o áspero caminho imperfeito, buscar o caminho torto, a estrada estreita e, no fim da estrada, apenas neblina, mistério?
Sim, o sentido da vida é bem este, ou não.
Será, meu Deus, o sentido da vida acreditar em Deus, ou alguma coisa superior à capacidade de entender, cair de joelhos e em prantos pedir caridade ou outro vago sentimento qualquer, e nada ouvir em resposta, ou, sim, ouvir uma voz silenciosa, e, então, chorar, dormir, sonhar?
Sim, o sentido da vida é bem este – ou não.
Será o sentido da vida crer na dourada utopia, descobrir então a insustentável fragilidade dos seres, o poder, a miséria?
Sim, é bem este, ou não, o sentido da vida.?
Estará o sentido da vida em sonhar o sonho impossível, alcançar a estrela inatingível, vencer o inimigo imbatível, tocar a realidade intangível, e encontrar nada mais que pesadelo, o nada, a fantasia, as miragens?
Sim, é bem este o sentido da vida, ou não.
Será o sentido da vida entregar-se apaixonadamente às ideias de grande extensão, consumirse como o fogo e ver apagar-se a chama? Será, criaturas, o sentido da vida consumir o sangue das veias, esgotar a serenidade, despentear os cabelos, perseguir a ilusão?
Sim, é bem este o sentido da vida, ou não.
Mas, se há perguntas demais e respostas de menos, sempre haverá a busca, a esperança, a vida, a luz no fim da escuridão.
Porque é isto – buscar – o sentido da vida.
(Texto adaptado – O Estado de S. Paulo)