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As superfícies apresentam um risco baixo de transmissão direta de infecções, porém, podem favorecer a contaminação cruzada secundária. Isso ocorre quando profissionais de saúde, instrumentos ou produtos entram em contato com essas superfícies contaminadas e, subsequentemente, transmitem microrganismos a pacientes ou a outras superfícies. Com base neste texto avalie as afirmações com relação aos fatores que podem contribuir para contaminação do ambiente de trabalho.
I. A manutenção de superfícies úmidas/molhadas, empoeiradas ou com matéria orgânica favorecem a contaminação cruzada.
PORQUE
II. A presença de sujidade, especialmente de matéria orgânica de origem humana, pode atuar como substrato para a proliferação de microrganismos ou facilitar a presença de vetores, que podem transportar passivamente esses agentes.
Acerca dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
O atendente ao público do hospital, criou a planilha e o gráfico a seguir, utilizando o Microsoft Excel. Visualize e compreenda as informações e com base nelas, escolha a opção CORRETA, que representa os dados.

A seguir há uma lista de controle, para um atendimento, em um determinado departamento. Esta foi criada pelo editor de textos, o Microsoft Word. O atendente, utiliza um recurso, para “riscar” as pessoas já atendidas. Qual é o nome desse recurso?

Escolha a opção CORRETA, que possui apenas dicas úteis, para prevenir, e impedir que um computador “pegue um vírus”.
Definição de vírus de computador: “Em termos mais técnicos, um vírus de computador é um tipo de programa ou código malicioso criado para alterar a forma como um computador funciona.
Desenvolvido para se propagar de um computador para outro”.
(fonte: https://br.norton.com/blog/malware).
A imagem que segue, é de parte de uma planilha do Microsoft Excel, que organiza os dados em células (retângulos). Cada célula é identificada por colunas (uso de letras) e linhas (uso de números). Portanto, qual é a identificação da célula destacada?

A lista numerada, que consta na imagem a seguir, foi criada através do editor de textos, o Microsoft Word. Existe um passo a passo CORRETO, que automatiza, facilita a sua criação, qual é esse processo?

A imagem a seguir mostra um recurso do Microsoft Word, que permite organizar o texto em itens, de forma hierárquica. Há um tópico principal com subtópicos. Qual é o nome CORRETO desse recurso?

Considere o texto que segue para responder à questão.
Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajuda a superar o medo
No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.
O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.
Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça.
O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.
Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.
"Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente", escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. "No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.”
https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-identificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-a-superar-o-medo
Considere o texto que segue para responder à questão.
Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajuda a superar o medo
No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.
O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.
Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça.
O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.
Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.
"Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente", escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. "No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.”
https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-identificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-a-superar-o-medo
Considere o texto que segue para responder à questão.
Cientistas identificam mecanismo do cérebro que pode nos ajuda a superar o medo
No futuro, descobertas como essa podem ajudar a desenvolver tratamentos para fobias, ansiedade e estresse pós-traumático. Entenda.
O coração acelera. Os músculos contraem. Você começa a sentir arrepios e a necessidade de respirar cada vez mais rápido. Não tem jeito: o medo se instaurou.
Tudo isso é cortesia, sobretudo, da adrenalina e do cortisol, hormônios liberados em doses cavalares ao menor sinal de ameaça.
O medo é uma reação de sobrevivência que nos acompanha desde os primórdios. Quando nossos antepassados neandertais precisavam escapar de algum animal, era necessário que tivessem energia suficiente para se salvarem. No momento em que o pavor é sentido, o sangue, cheio de glicose, flui do coração para os membros para que seja possível lutar – ou fugir.
Apesar do benefício evolutivo, muitos medos acabam atrapalhando nosso dia a dia atualmente (a não ser que fugir de grandes felinos faça parte da sua rotina). Por exemplo, para quem vive no meio da cidade de São Paulo, medo de grandes estrondos impossibilita uma vida normal.
"Os humanos nascem com reações instintivas de medo, como respostas a ruídos altos ou objetos que se aproximam rapidamente", escreve Sara Mederos, pesquisadora associada do Hofer Lab. "No entanto, podemos anular essas respostas instintivas por meio da experiência – como crianças aprendendo a gostar de fogos de artifício em vez de temer seus estrondos altos.”
https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-identificam-mecanismo-do-cerebro-que-pode-nos-ajuda-a-superar-o-medo