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I. Um exemplo de política pública legitimada nessa lei é o estabelecimento de unidades básicas de saúde integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS) que sejam focadas no atendimento exclusivo à população negra.
PORQUE
II. O Estatuto prevê a implementação de medidas reparatórias e compensatórias para os negros pelas sequelas e consequências advindas do período da escravidão e das práticas institucionais e sociais que contribuíram para aprofundar as desigualdades raciais presentes na sociedade.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
( ) Ana Terra somente pode perder seu cargo por decisão judicial condenatória, sempre com garantia de seu direito de defesa.
( ) Ao longo de seu estágio probatório, Ana Terra poderia ter passado pelo processo de exoneração, conforme as normas que regulamentam o estágio, caso tivesse obtido três avaliações consecutivas totalmente insatisfatórias.
( ) Durante seu período do estágio probatório, foram avaliadas a aptidão e a capacidade de Ana Terra, levando-se em conta critérios como assiduidade, pontualidade, disciplina, eficiência, responsabilidade e relacionamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
“inclusive a metade de roupas que não vou usar”.
I. A oração “que não vou usar” é adjetiva e qualifica o substantivo “roupas”.
II. A forma do trecho, reescrito na voz passiva, sem alteração de seu sentido original, é: “inclusive a metade de roupas que não seriam usadas por mim”.
III. O advérbio “inclusive”, nesta situação de ocorrência, equivale, em sentido, a “também”.
Quais estão corretas?
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
“não segurarei as lágrimas quando ele disser que se apaixonou por outra”.
• Há apenas um pronome pessoal no trecho? • Todos os verbos estão flexionados no modo indicativo? • Há a ocorrência de um advérbio no trecho?
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, as respostas para as perguntas acima.
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a classificação correta do sujeito da forma verbal sublinhada no trecho a seguir:
“hoje se diz comissária de bordo” (l. 13-14).
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Na linha 05, a substituição da conjunção “Se” por “Caso” não alteraria o sentido da frase, mas seriam necessárias alterações em sua estrutura para manter a correção gramatical.
II. Na linha 10, a substituição da palavra “nunca” por “jamais” não causaria alteração de sentido, nem seria necessário modificar a estrutura da oração para manter a correção gramatical.
III. Na linha 19, a supressão da palavra “tão” não alteraria a ideia de intensidade expressa pelo adjetivo.
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
1. Na linha 04, o advérbio “ali” indica uma localização, referindo-se à “mala” (l .03).
2. Na linha 02, seria possível suprimir o pronome pessoal “eu” mantendo o período gramaticalmente correto, uma vez que a desinência da forma verbal “compro” indicaria o seu sujeito.
3. Na linha 17, o referente do pronome pessoal “ela” é o substantivo “história” (l. 16).
4. Na linha 29, a expressão “minha saída de cena” refere-se à “Minha aposentadoria” (l. 28).
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
A maioria das coisas com que me preocupei nunca aconteceram
Por Martha Medeiros

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/07/amaioria-das-coisas-com-que-me-preocupei-nunca-aconteceu – texto adaptado especialmente para esta prova).
Leia a charge a seguir e analise as seguintes asserções sobre ela e sua relação com o texto-base.

Fonte: PsiMenteCorpo (@psimentecorpo). Instagram, 16 jul. 2025.
I. Tanto a charge quanto o texto abordam a ansiedade como uma moléstia que afeta o corpo e a mente, trazendo prejuízos ao ser humano.
MAS
II. O texto apresenta apenas linguagem verbal para transmitir sua mensagem, ao passo que a charge emprega linguagem verbal e não verbal para tanto.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
I. A crítica à pretensão de neutralidade do pensamento filosófico moderno denuncia a constituição de uma razão normativa e excludente, historicamente comprometida com uma lógica de universalidade que obscurece sua inscrição em relações de poder e dominação.
II. A ênfase na experiência concreta e situada como fonte legítima de produção de conhecimento propõe uma ruptura com modelos epistêmicos fundados na abstração e na separação sujeitoobjeto, deslocando a centralidade da filosofia para o reconhecimento do corpo, da afetividade e das práticas cotidianas.
III. A reivindicação por igualdade formal e representatividade institucional tem sido amplamente defendida como estratégia final e suficiente pelas perspectivas feministas contemporâneas, que visam inserir os sujeitos historicamente oprimidos nos espaços de poder já consolidados, sem questionar suas estruturas.
IV. A noção de sujeito do conhecimento é tensionada pelas abordagens feministas contemporâneas, que rejeitam concepções unitárias, abstratas e despolitizadas da subjetividade, propondo em seu lugar formas múltiplas, relacionais e instáveis de constituição do eu.
V. As contribuições feministas contemporâneas à filosofia sustentam que a descolonização epistêmica e o reconhecimento dos saberes subalternizados são processos periféricos diante das demandas centrais por paridade entre os sexos no campo jurídico e educacional.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. Gaston Bachelard. 2. Gilbert Simondon. 3. Martin Heidegger.
Coluna 2
( ) A técnica deve ser compreendida como modo de revelação do ser que, na modernidade, assume a forma do Enquadramento (Gestell), reduzindo o real à condição de recurso disponível (Bestand).
( ) O conhecimento científico não se constitui por uma observação passiva dos fenômenos, mas por sua produção ativa por meio de procedimentos técnico-racionais, em um processo chamado de fenomenotécnica.
( ) O objeto técnico é entendido como resultado de um processo de concretização que acompanha a individuação do ser, exigindo uma análise de sua gênese e de sua evolução interna.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
§23. Quantas espécies de frases existem? Afirmação, pergunta e comando, talvez? — Há inúmeras de tais espécies: inúmeras espécies diferentes de emprego daquilo que chamamos de “signo”, “palavras”, “frases”. E essa pluralidade não é nada fixa, um dado para sempre; mas novos tipos de linguagem, novos jogos de linguagem, como poderíamos dizer, nascem e outros envelhecem e são esquecidos. (Uma imagem aproximada disso podem nos dar as modificações da matemática) [...]. O termo “jogo de linguagem” deve aqui salientar que o falar da linguagem é uma parte de uma atividade ou de uma forma de vida. Imagine a multiplicidade de jogos de linguagem por meio destes exemplos e outros: Comandar, e agir segundo comandos; Descrever um objeto conforme aparência ou conforme medidas; Produzir um objeto segundo uma descrição (desenho); Relatar um acontecimento; Conjecturar sobre o acontecimento; Expor uma hipótese e prová-la; Apresentar os resultados de um experimento por meio de tabelas e diagramas; Inventar uma história, ler; Representar teatro; Cantar uma cantiga de roda; Resolver enigmas; Fazer uma anedota, contar; Resolver um exemplo de cálculo aplicado; Traduzir de uma língua para outra; Pedir, agradecer, maldizer, saudar, orar.
É interessante comparar a multiplicidade das ferramentas da linguagem e seus modos de emprego, a multiplicidade das espécies de palavras e frases com aquilo que os lógicos disseram sobre a estrutura da linguagem (e também o autor do Tractatus Logico-Philosophicus)(Wittgenstein, 1979).
Com base no texto acima e nos conhecimentos sobre a transição filosófica de Wittgenstein do “Tractatus Logico-Philosophicus” para as “Investigações Filosóficas”, analise as assertivas e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A ideia de jogos de linguagem substitui a concepção de linguagem como representação lógica do mundo, afirmando a pluralidade dos usos linguísticos como parte integrante das formas de vida humanas.
( ) O conceito de linguagem nas “Investigações Filosóficas” continua subordinado ao ideal de uma estrutura formal universal, sendo os jogos de linguagem instâncias derivadas dessa estrutura lógica.
( ) A crítica ao essencialismo na segunda fase de Wittgenstein implica a rejeição da busca por definições unívocas dos termos filosóficos, valorizando em seu lugar a descrição dos modos de uso nas práticas concretas.
( ) Ao abandonar a busca por fundamentos últimos da linguagem, Wittgenstein estabelece uma nova metafísica da linguagem baseada em jogos ontológicos fixos, que garantem o sentido como produto de uma gramática transcendental.
( ) A noção de que “o significado de uma palavra é seu uso na linguagem” representa uma ruptura com a tentativa anterior de fixar o sentido por meio da correspondência lógica entre proposições e estados de coisas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Para Freire, o ensino deve ser compreendido como ato político e dialógico, sendo a formação ética do sujeito inseparável de sua práxis transformadora do mundo.
II. Kohan afirma que a filosofia, ao ser institucionalizada como disciplina curricular, perde necessariamente seu caráter formativo e crítico, devendo ser excluída da escola para manter sua autenticidade.
III. Ambos os autores concebem o ensino da filosofia como um espaço de desestabilização das certezas e abertura à experiência, recusando a concepção de ensino como transmissão de conteúdos fixos.
IV. A metáfora do pharmakon, em Kohan, expressa a ambivalência da filosofia como força de cura e de veneno, propondo que o ensino filosófico seja também uma experiência de inquietação e desconcerto.
V. Freire e Kohan compartilham a defesa de um ensino filosófico tecnicista, centrado em competências objetivas e mensuráveis, como forma de democratizar o acesso à filosofia.
Quais estão corretas?
“Os manuais de História da Filosofia, em sua maioria, concordam quando se trata de fazer o registro do ‘nascimento’ do pensamento filosófico. A hipótese mais aceita é da certidão grega. O modo menos polêmico gira em torno de um ‘cadastro’ feito por volta do século VI a.C. na Grécia antiga, com a patente de primeiro filósofo conferida a Tales de Mileto. E, ainda que existam algumas divergências entre historiadores da Filosofia, esta não deixaria de ser grega, porque se não for de Tales de Mileto, o posto de primeiro filósofo seria de Sócrates ou de Platão. A pergunta que quero compartilhar é simples: é possível falar da Filosofia fora de um desenho geopolítico europeu? Pois bem, é importante interrogar a validade da assertiva ‘a Filosofia é ocidental’. Eu advogo que o eurocentrismo e colonialidade são elementos-chave para o entendimento da ideia de que a Filosofia é uma ‘versão’ do pensamento humano, exclusivamente europeia. A defesa de que os europeus e o seu projeto civilizatório seriam necessariamente superiores aos de outros povos numa escala hierárquica que, invariavelmente, localiza a África e sua diáspora na parte mais baixa está presente nos textos de muitos filósofos ocidentais” (Nogueira, 2015).
Com base no trecho acima e nos debates presentes na obra sobre o afroperspectivismo e a diáspora na filosofia brasileira e africana, analise as assertivas a seguir:
I. A crítica ao eurocentrismo filosófico busca desconstruir a ideia de que a Filosofia só pode ter nascido na Grécia Antiga, reivindicando uma pluralidade geopolítica e epistêmica.
II. A proposta afroperspectivista defende uma filosofia centrada nos valores ocidentais, para garantir a universalidade dos conceitos filosóficos clássicos.
III. A Filosofia Africana e Afrodiaspórica busca visibilizar os saberes ancestrais que foram marginalizados pelo epistemicídio promovido pela colonialidade do saber.
IV. A oralidade (ou oralitura), enquanto forma legítima de transmissão do conhecimento, é desvalorizada por critérios ocidentais que privilegiam a escrita como única forma de registro válido.
V. O afroperspectivismo propõe um campo policêntrico de produção filosófica, que reconhece a contribuição africana não apenas como objeto de estudo, mas como produtora de teorias filosóficas.
Quais estão corretas?
1. O pós-modernismo é interpretado como a face cultural de um regime de acumulação marcado pela flexibilidade produtiva, fragmentação do consumo, obsolescência acelerada e deslocamento dos centros de decisão econômica.
2. A cultura contemporânea passa a privilegiar a repetição de estilos e a combinação superficial de signos, suprimindo o aprofundamento histórico e a crítica social em favor de uma lógica de mercado voltada ao consumo de imagens.
3. A pluralidade estética, a diversidade de linguagens e a quebra de hierarquias culturais são vistas, nessa abordagem, como fenômenos genuinamente emancipatórios e desvinculados das dinâmicas do capital.
4. A substituição da temporalidade narrativa por uma simultaneidade espacial e fragmentada reflete não apenas uma mudança de gosto artístico, mas uma reorganização da experiência social sob a lógica da circulação rápida de mercadorias e signos.
5. A estetização da vida cotidiana, a mercantilização da diferença e a dissolução das fronteiras entre arte e publicidade integram um processo de neutralização política das formas culturais.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Para Michel Foucault, o poder não é uma entidade unitária, nem um bem a ser possuído, mas uma relação histórica, contingente e ____________, que se exerce entre sujeitos e se manifesta em práticas, discursos e instituições. Ao invés de se localizar exclusivamente no ____________, o poder circula em múltiplos pontos do corpo social, configurando uma rede dinâmica de ações sobre ações. Por isso, não pode ser reduzido apenas à função de repressão: ele é também ____________, pois produz saberes, verdades e subjetividades. A análise do poder, nesse sentido, exige a consideração de suas condições de emergência, seus instrumentos, seus campos de aplicação e os efeitos que produz em uma dada ____________ ao deslocar o foco da soberania para os dispositivos disciplinares e biopolíticos.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.