Questões de Concurso Comentadas para fumarc

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Q726570 Marketing
É CORRETO afirmar que um dos fatores que proporciona motivação aos vendedores propõe que:
Alternativas
Q726569 Marketing
Analise as assertivas abaixo quanto ao tema de análise de volume de vendas, classificando-as como Falsas (F) ou Verdadeiras (V):
I- Uma análise de volume de vendas é um estudo cuidadoso dos registros de vendas de uma empresa. ( ) II- Uma análise de volume de vendas é um estudo detalhado do volume de vendas, em unidades vendidas. ( ) III- A análise dos custos de marketing é um método de se determinar o volume de vendas da empresa. ( ) IV- A análise dos custos de marketing é um estudo do volume de vendas em Reais. ( )
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q726568 Marketing
O executivo de vendas deve estar sempre envolvido com as funções básicas de administração, ou seja: planejamento, organização, direção e controle. Associe a primeira coluna, que trata das funções básicas do executivo de vendas, com a segunda coluna, que trata de atividades inerentes a cada função:
I – Planejamento                II – Organização            III – Direção                       IV – Controle                     
( ) estruturação da força de vendas  ( ) Cumprimento de metas, objetivos e estratégias ( ) quantificar o mercado de atuação ( ) comparar resultados operacionais da força de vendas 

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q726567 Marketing
Para um bom desenvolvimento de um plano de vendas em uma organização comercial, é importante avaliar a demanda primária potencial que é dada pela interação dos seguintes fatores, EXCETO:
Alternativas
Q726566 Noções de Informática
Analise as seguintes sintaxes e descrições sobre as funções disponíveis no Microsoft Excel, versão português do Office 2010:
I – SE (teste_lógico;valor_se_verdadeiro;valor_se_falso): Verifica se uma condição lógica foi satisfeita e retorna um valor se a condição for verdadeira e um outro valor se a condição for falsa. II – CONT.VALORES(valor1;valor2;...): Calcula o número de células que contém apenas números em um intervalo. III – ARRUMAR(texto): Remove os espaços de uma sequência de caracteres de texto, com exceção dos espaços simples entre as palavras.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q726565 Noções de Informática
O firewall no Microsoft Windows 7, versão português, ajuda a impedir que hackers ou programas maliciosos obtenham acesso ao computador pela Internet ou por uma rede. A opção de ativação ou desativação do “Firewall do Windows” pode ser encontrada no Painel de Controle dentro da categoria:
Alternativas
Q726564 Noções de Informática

Em relação às opções disponíveis na guia “Pasta” do Microsoft Outlook, versão português do Office 2010, correlacione as colunas a seguir:


Ícone da opção              

I.  Imagem associada para resolução da questão      

II. Imagem associada para resolução da questão         

III.Imagem associada para resolução da questão                  

IV.Imagem associada para resolução da questão              


Opção

( ) Marcar todas como lidas

( ) Mostrar em favoritos

( ) Nova pasta 

( ) Propriedades da pasta 


Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:

Alternativas
Q726562 Noções de Informática
Atalho de teclado do navegador Google Chrome, versão português 52.0 ou superior, que abre a página de downloads:
Alternativas
Q726561 Direito Administrativo
Sobre o exercício dos poderes da Administração Pública, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q726560 Direito Administrativo
O princípio da autotutela permite que a Administração Pública
Alternativas
Q726552 Legislação Federal
A natureza de autarquia especial conferida à Agência Nacional de Telecomunicações é caracterizada por:
Alternativas
Q726551 Legislação Federal
Acerca da Agência Nacional de Telecomunicações, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q726550 Legislação Federal
A organização e a exploração dos serviços de telecomunicações competem
Alternativas
Q726549 Inglês
Read the following text and choose the option which best completes the question, according to the text:

Think your world view is fixed? Learn another language and you’ll think differently

Bilinguals get all the advantages. Better job prospects, cognitive improvement, and even protection against dementia. Now new research shows that they can also view the world in different ways depending on the language they are operating in.

In the past fifteen years there has been an overwhelming amount of research on the bilingual mind, with the majority of the evidence pointing to the tangible advantages of using more than one language. Going back and forth between languages appears to be a kind of brain training, pushing your brain to be flexible.

Just as regular exercise gives your body some biological benefits, mentally controlling two or more languages gives your brain cognitive benefits. This mental flexibility pays big dividends especially later in life: the typical signs of cognitive ageing occur later in bilinguals – and the onset of age-related degenerative disorders such as dementia or Alzheimer’s are delayed in bilinguals by up to five years.

People self-report that they feel like a different person when using their different languages and that expressing certain emotions carries different emotional resonance depending on the language they are using.

When judging risk, bilinguals also tend to make more rational, economic decisions in a second language. In contrast to one’s first language, it tends to lack the deep-seated, misleading affective biases that unduly influence how risks and benefits are perceived. So the language you speak in really can affect the way you think.

(From: https://goo.gl/GYgpfY. Access: 09/23/2016)
The word so in “So the language you speak in really can affect the way you think.” (paragraph 5) conveys the idea of
Alternativas
Q726548 Inglês
Read the following text and choose the option which best completes the question, according to the text:

Think your world view is fixed? Learn another language and you’ll think differently

Bilinguals get all the advantages. Better job prospects, cognitive improvement, and even protection against dementia. Now new research shows that they can also view the world in different ways depending on the language they are operating in.

In the past fifteen years there has been an overwhelming amount of research on the bilingual mind, with the majority of the evidence pointing to the tangible advantages of using more than one language. Going back and forth between languages appears to be a kind of brain training, pushing your brain to be flexible.

Just as regular exercise gives your body some biological benefits, mentally controlling two or more languages gives your brain cognitive benefits. This mental flexibility pays big dividends especially later in life: the typical signs of cognitive ageing occur later in bilinguals – and the onset of age-related degenerative disorders such as dementia or Alzheimer’s are delayed in bilinguals by up to five years.

People self-report that they feel like a different person when using their different languages and that expressing certain emotions carries different emotional resonance depending on the language they are using.

When judging risk, bilinguals also tend to make more rational, economic decisions in a second language. In contrast to one’s first language, it tends to lack the deep-seated, misleading affective biases that unduly influence how risks and benefits are perceived. So the language you speak in really can affect the way you think.

(From: https://goo.gl/GYgpfY. Access: 09/23/2016)
Studies have shown that bilingualism
Alternativas
Q726547 Inglês
Read the following text and choose the option which best completes the question, according to the text:

Think your world view is fixed? Learn another language and you’ll think differently

Bilinguals get all the advantages. Better job prospects, cognitive improvement, and even protection against dementia. Now new research shows that they can also view the world in different ways depending on the language they are operating in.

In the past fifteen years there has been an overwhelming amount of research on the bilingual mind, with the majority of the evidence pointing to the tangible advantages of using more than one language. Going back and forth between languages appears to be a kind of brain training, pushing your brain to be flexible.

Just as regular exercise gives your body some biological benefits, mentally controlling two or more languages gives your brain cognitive benefits. This mental flexibility pays big dividends especially later in life: the typical signs of cognitive ageing occur later in bilinguals – and the onset of age-related degenerative disorders such as dementia or Alzheimer’s are delayed in bilinguals by up to five years.

People self-report that they feel like a different person when using their different languages and that expressing certain emotions carries different emotional resonance depending on the language they are using.

When judging risk, bilinguals also tend to make more rational, economic decisions in a second language. In contrast to one’s first language, it tends to lack the deep-seated, misleading affective biases that unduly influence how risks and benefits are perceived. So the language you speak in really can affect the way you think.

(From: https://goo.gl/GYgpfY. Access: 09/23/2016)
The use of the adjective overwhelming (paragraph 2) indicates that the amount of research on the bilingual mind
Alternativas
Q726546 Inglês
Read the following text and choose the option which best completes the question, according to the text:

Think your world view is fixed? Learn another language and you’ll think differently

Bilinguals get all the advantages. Better job prospects, cognitive improvement, and even protection against dementia. Now new research shows that they can also view the world in different ways depending on the language they are operating in.

In the past fifteen years there has been an overwhelming amount of research on the bilingual mind, with the majority of the evidence pointing to the tangible advantages of using more than one language. Going back and forth between languages appears to be a kind of brain training, pushing your brain to be flexible.

Just as regular exercise gives your body some biological benefits, mentally controlling two or more languages gives your brain cognitive benefits. This mental flexibility pays big dividends especially later in life: the typical signs of cognitive ageing occur later in bilinguals – and the onset of age-related degenerative disorders such as dementia or Alzheimer’s are delayed in bilinguals by up to five years.

People self-report that they feel like a different person when using their different languages and that expressing certain emotions carries different emotional resonance depending on the language they are using.

When judging risk, bilinguals also tend to make more rational, economic decisions in a second language. In contrast to one’s first language, it tends to lack the deep-seated, misleading affective biases that unduly influence how risks and benefits are perceived. So the language you speak in really can affect the way you think.

(From: https://goo.gl/GYgpfY. Access: 09/23/2016)
The modal verb can in “they can also view the world…” (paragraph 1) conveys the idea of
Alternativas
Q726545 Inglês
Read the following text and choose the option which best completes the question, according to the text:

Think your world view is fixed? Learn another language and you’ll think differently

Bilinguals get all the advantages. Better job prospects, cognitive improvement, and even protection against dementia. Now new research shows that they can also view the world in different ways depending on the language they are operating in.

In the past fifteen years there has been an overwhelming amount of research on the bilingual mind, with the majority of the evidence pointing to the tangible advantages of using more than one language. Going back and forth between languages appears to be a kind of brain training, pushing your brain to be flexible.

Just as regular exercise gives your body some biological benefits, mentally controlling two or more languages gives your brain cognitive benefits. This mental flexibility pays big dividends especially later in life: the typical signs of cognitive ageing occur later in bilinguals – and the onset of age-related degenerative disorders such as dementia or Alzheimer’s are delayed in bilinguals by up to five years.

People self-report that they feel like a different person when using their different languages and that expressing certain emotions carries different emotional resonance depending on the language they are using.

When judging risk, bilinguals also tend to make more rational, economic decisions in a second language. In contrast to one’s first language, it tends to lack the deep-seated, misleading affective biases that unduly influence how risks and benefits are perceived. So the language you speak in really can affect the way you think.

(From: https://goo.gl/GYgpfY. Access: 09/23/2016)
The fact of being bilingual
Alternativas
Q726542 Português
Variabilidade na invariabilidade

    Uma pergunta que se poderia fazer é a seguinte: se discursos de natureza muito diferente utilizam-se dos mesmos elementos semânticos, como, por exemplo, liberdade, felicidade, justiça, de que maneira se pode distingui-los?
    É preciso estabelecer uma diferença entre um nível profundo e um nível de superfície. Por exemplo, numa história de fadas, o príncipe necessita sempre de um objeto mágico para vencer seu oponente e ficar com a princesa. Numa história, é um anel mágico; noutra, é uma espada mágica e assim por diante. Os elementos semânticos que aparecem na superfície (um objeto mágico determinado) são variações que concretizam um elemento semântico invariante, mais abstrato e mais profundo, o poder-vencer.
    A liberdade pode ser concretizada, por exemplo, como "evasão espacial" (ida para uma ilha no Pacífico Sul, ida para um lugar perdido na floresta amazônica) ou como ''evasão temporal" (volta à infância). O discurso de muitos poetas românticos concretiza assim a liberdade. No entanto, a liberdade poderia ainda aparecer na superfície como “direito à diferença, à singularidade" (observe-se o discurso de certas minorias) ou como "não-exploração", que poderia ser a forma de um partido operário entender a liberdade
    Analisando, cuidadosamente, a maneira como um elemento semântico da estrutura profunda se concretiza, não vamos confundir dois ou três discursos distintos só porque todos eles falam em liberdade. É importante verificar em cada um deles o que é que "liberdade" significa, isto é, como é que ela é concretizada.
    Cada um dos níveis não tem apenas uma semântica, tem também uma sintaxe própria. Não interessa, porém, neste trabalho, expor todos os elementos da sintaxe do nível profundo e do nível superficial, pois estamos fazendo todas essas distinções com a finalidade de precisar o nível em que a linguagem sofre determinações sociais.
    Podemos agora determinar com maior precisão o componente da linguagem em que percebemos com toda a nitidez a determinação ideológica. Dissemos anteriormente que era a semântica discursiva que mostrava, com clareza, uma maneira de ver o mundo de uma dada sociedade numa determinada época. Isso, a nosso ver, está correto, pois não é indistinto falar da "liberdade" ou da "ordem", da "riqueza" ou do "amor ao próximo". No entanto, estudar as coerções ideológicas só com os elementos da estrutura profunda pode, como já mostramos, falsear a análise. É no nível superficial, isto é, na concretização dos elementos semânticos da estrutura profunda, que se revelam, com plenitude, as determinações ideológicas. Os discursos que consideram a liberdade como "direito à diferença" ou como "não-exploração da força de trabalho'' pertencem a universos ideológicos distintos .
    Além disso, dois discursos podem trabalhar com os mesmos elementos semânticos e revelar duas visões de mundo completamente diferentes, porque o falante pode dar valores distintos aos elementos semânticos que utiliza. Alguns são considerados eufóricos, isto é, são valorizados positivamente; outros, disfóricos, ou seja, são valorizados negativamente. O conto A gata borralheira e o romance Justine, do Marquês de Sade, colocam em jogo praticamente as mesmas oposições semânticas: submissão, humildade, amor ao próximo, bondade vs. prepotência, orgulho, maldade, cinismo. No primeiro dos textos, são eufóricas as virtudes da submissão e da humildade, que são recompensadas, e disfóricos o orgulho e a prepotência, que são castigados. No segundo texto, eufóricos são os elementos valorizados negativamente no primeiro texto e disfóricos, os valorizados positivamente.

FIORIN, José Luiz. Linguagem e Ideologia. São Paulo: Ática, 2007.
Não interessa, porém, neste trabalho, expor todos os elementos da sintaxe do nível profundo e do nível superficial, pois estamos fazendo todas essas distinções com a finalidade de precisar o nível em que a linguagem sofre determinações sodais.
O pronome dêitico neste, no enunciado anterior, tem a mesma função em:
Alternativas
Q726541 Português
Variabilidade na invariabilidade

    Uma pergunta que se poderia fazer é a seguinte: se discursos de natureza muito diferente utilizam-se dos mesmos elementos semânticos, como, por exemplo, liberdade, felicidade, justiça, de que maneira se pode distingui-los?
    É preciso estabelecer uma diferença entre um nível profundo e um nível de superfície. Por exemplo, numa história de fadas, o príncipe necessita sempre de um objeto mágico para vencer seu oponente e ficar com a princesa. Numa história, é um anel mágico; noutra, é uma espada mágica e assim por diante. Os elementos semânticos que aparecem na superfície (um objeto mágico determinado) são variações que concretizam um elemento semântico invariante, mais abstrato e mais profundo, o poder-vencer.
    A liberdade pode ser concretizada, por exemplo, como "evasão espacial" (ida para uma ilha no Pacífico Sul, ida para um lugar perdido na floresta amazônica) ou como ''evasão temporal" (volta à infância). O discurso de muitos poetas românticos concretiza assim a liberdade. No entanto, a liberdade poderia ainda aparecer na superfície como “direito à diferença, à singularidade" (observe-se o discurso de certas minorias) ou como "não-exploração", que poderia ser a forma de um partido operário entender a liberdade
    Analisando, cuidadosamente, a maneira como um elemento semântico da estrutura profunda se concretiza, não vamos confundir dois ou três discursos distintos só porque todos eles falam em liberdade. É importante verificar em cada um deles o que é que "liberdade" significa, isto é, como é que ela é concretizada.
    Cada um dos níveis não tem apenas uma semântica, tem também uma sintaxe própria. Não interessa, porém, neste trabalho, expor todos os elementos da sintaxe do nível profundo e do nível superficial, pois estamos fazendo todas essas distinções com a finalidade de precisar o nível em que a linguagem sofre determinações sociais.
    Podemos agora determinar com maior precisão o componente da linguagem em que percebemos com toda a nitidez a determinação ideológica. Dissemos anteriormente que era a semântica discursiva que mostrava, com clareza, uma maneira de ver o mundo de uma dada sociedade numa determinada época. Isso, a nosso ver, está correto, pois não é indistinto falar da "liberdade" ou da "ordem", da "riqueza" ou do "amor ao próximo". No entanto, estudar as coerções ideológicas só com os elementos da estrutura profunda pode, como já mostramos, falsear a análise. É no nível superficial, isto é, na concretização dos elementos semânticos da estrutura profunda, que se revelam, com plenitude, as determinações ideológicas. Os discursos que consideram a liberdade como "direito à diferença" ou como "não-exploração da força de trabalho'' pertencem a universos ideológicos distintos .
    Além disso, dois discursos podem trabalhar com os mesmos elementos semânticos e revelar duas visões de mundo completamente diferentes, porque o falante pode dar valores distintos aos elementos semânticos que utiliza. Alguns são considerados eufóricos, isto é, são valorizados positivamente; outros, disfóricos, ou seja, são valorizados negativamente. O conto A gata borralheira e o romance Justine, do Marquês de Sade, colocam em jogo praticamente as mesmas oposições semânticas: submissão, humildade, amor ao próximo, bondade vs. prepotência, orgulho, maldade, cinismo. No primeiro dos textos, são eufóricas as virtudes da submissão e da humildade, que são recompensadas, e disfóricos o orgulho e a prepotência, que são castigados. No segundo texto, eufóricos são os elementos valorizados negativamente no primeiro texto e disfóricos, os valorizados positivamente.

FIORIN, José Luiz. Linguagem e Ideologia. São Paulo: Ática, 2007.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
6481: D
6482: D
6483: A
6484: B
6485: C
6486: D
6487: B
6488: B
6489: B
6490: D
6491: B
6492: C
6493: A
6494: B
6495: D
6496: A
6497: D
6498: C
6499: C
6500: C