Questões de Concurso Para ápice consultoria

Foram encontradas 3.226 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3825935 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


Mágoas - Augusto dos Anjos


Quando nasci num mês de tantas flores


Todas murcharam, tristes, langorosas


Tristes fanaram redolentes rosas


Morreram todas, todas sem olores



Mais tarde da existência nos verdores


Da infância nunca tive as venturosas


Alegrias que passam bonançosas,



Oh! Minha infância nunca teve flores!


Volvendo à quadra azul da mocidade


Minha alma levo aflita à eternidade



Quando a morte matar meus dissabores.


Cansado de chorar pelas estradas,


Exausto de pisar mágoas pisadas,


Hoje eu carrego a cruz das minhas dores!



Fonte: ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível

em: <https://www.lusopoemas.net/modules/news03/article.php?storyid= 1448 © LusoPoemas>.

Considerando o contexto em que ocorrem, identifique a alternativa que apresenta palavras que pertençam à mesma classe gramatical. 
Alternativas
Q3825934 Português

Leia o poema abaixo e responda a questão.


Mágoas - Augusto dos Anjos


Quando nasci num mês de tantas flores


Todas murcharam, tristes, langorosas


Tristes fanaram redolentes rosas


Morreram todas, todas sem olores



Mais tarde da existência nos verdores


Da infância nunca tive as venturosas


Alegrias que passam bonançosas,



Oh! Minha infância nunca teve flores!


Volvendo à quadra azul da mocidade


Minha alma levo aflita à eternidade



Quando a morte matar meus dissabores.


Cansado de chorar pelas estradas,


Exausto de pisar mágoas pisadas,


Hoje eu carrego a cruz das minhas dores!



Fonte: ANJOS, Augusto. Mágoas. Eu e outras poesias. Disponível

em: <https://www.lusopoemas.net/modules/news03/article.php?storyid= 1448 © LusoPoemas>.

Na terceira e quarta estrofes, o poeta: 
Alternativas
Q3825933 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “é que o Enem é uma data muito especial, quero acordar bem cedo para me atrasar calmamente para a prova!”, considerando o contexto em que ocorre, a expressão “é que”, no início do período, constitui:
Alternativas
Q3825932 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “é que o Enem é uma data muito especial, quero acordar bem cedo para me atrasar calmamente para a prova!”, considerando o contexto em que ocorre, os vocábulos “muito”, “especial” e “calmamente”, do ponto de vista morfológico, classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3825931 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “...inclusive já coloquei o celular para despertar às 6 horas da manhã!”, o acento grave foi utilizado corretamente, segundo a gramática normativa. Assinale a alternativa em que o acento grave foi utilizado incorretamente:
Alternativas
Q3825930 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Em “Parabéns, Júnior, você nunca acordou nesse horário.”, sobre o vocábulo “Júnior”, no contexto em que se encontra, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3825929 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Analise o trecho “...inclusive já coloquei o celular para despertar às 6 horas da manhã!” e assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação do verbo “coloquei” quanto ao tempo e ao modo verbal:
Alternativas
Q3825928 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

Analise o trecho “Estou preparado para o Enem” e identifique a alternativa que apresenta a classificação correta do sujeito dessa oração:
Alternativas
Q3825927 Português

Leia a charge abaixo e responda a questão.




Fonte: https://blogdoaftm.com.br/charge-enem/.

A charge faz uma crítica:
Alternativas
Q3825926 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.”, o acento grave foi utilizado:
Alternativas
Q3825925 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.”, a vírgula foi usada para:
Alternativas
Q3825924 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Sobre o uso da vírgula, analise os itens abaixo.

I. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do verbo, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
II. Em “A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.”, a vírgula foi utilizada para marcar a elipse do complemento verbal, essa vírgula também é chamada de vírgula vicária.
III. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi utilizada para separar um adjunto adverbial deslocado.
IV. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um objeto direto pleonástico.
V. Em “À noite, o sono chega ansioso”, a vírgula foi empregada para isolar um vocativo.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825923 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada adverbial presente no seguinte período: “Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo.”:
Alternativas
Q3825922 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
O verbo “chamar” apresenta diferentes valores e empregos, admitindo mais de uma regência, ou seja, dependendo do contexto em que se encontra, sua transitividade pode variar. Diante dessa análise, observe o verbo destacado em negrito no trecho abaixo:
“Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem mais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.”

Diante disso, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3825921 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise o trecho abaixo, no tocante à sílaba tônica das palavras “invisível”, “longo” e “presença”.

    Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.
    E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.
Após análise, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3825920 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Considerando o contexto em que aparece no seguinte trecho: “A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.”, o vocábulo destacado em negrito classifica-se morfologicamente como:
Alternativas
Q3825919 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Em “Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance.”, os termos destacados em negrito são, do ponto de vista morfológico, respectivamente:
Alternativas
Q3825918 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
Analise as palavras retiradas do texto e assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, um dígrafo vocálico, um dígrafo consonantal e um ditongo decrescente nasal.
Alternativas
Q3825917 Português
Leia o texto abaixo e responda a questao.


Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?


Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes. E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio


Genesson Honorato


          Estamos cansados. Isso já não é novidade. Mas talvez a verdadeira novidade seja essa: estamos cansados demais para perceber o quanto estamos cansados.

          Byung-Chul Han escreveu que vivemos em uma sociedade que trocou o dever pela performance. Não somos mais cobrados por fora, mas por dentro. Não obedecemos a um sistema, somos o próprio sistema.

          Nos cobramos para produzir mais, sentir menos e melhorar o tempo todo. A produtividade virou virtude. A exaustão, uma medalha invisível.

        Acordamos já devendo energia. Trabalhamos com o corpo presente e a cabeça ausente. Nos intervalos, descansamos com a tela na mão. À noite, o sono chega ansioso, cheio de notificações.

         E, no dia seguinte... tudo de novo.

       Vivemos como se isso fosse normal. Como se o esgotamento fosse uma espécie de taxa de participação da vida adulta. Uma parte do jogo.

         Mas e se não for bem assim?

       Outro dia, em um intervalo entre dois compromissos, sentei em um café. Sem celular, sem fone, sem nada. Só eu e o tempo – ou pelo menos era essa a intenção. Foram exatos dois minutos até que o desconforto batesse. A mente acelerada, a mão inquieta, o impulso automático de abrir alguma coisa, ler qualquer coisa, produzir algo.

        “Talvez a grande inovação agora seja parar, respirar e reaprender o tempo.”

      Descansar, ali, parecia uma tarefa mais difícil do que eu imaginava. É como se o corpo tivesse desaprendido a parar, repousar. Como se a pausa tivesse virado uma fórmula inalcançável.


        Fazer nada parece ter virado um crime inafiançável. Byung-Chul Han chama isso de autoexploração. Quando a cobrança não vem Pmais de fora, mas de dentro. Você é seu próprio gestor. Seu próprio relógio. Seu próprio chicote.

       Estamos sempre em modo desempenho. Mesmo no descanso, tentamos ser eficientes: “vou aproveitar para ouvir um podcast”, “vou ler algo útil”, “vou dar uma olhada rápida no e- mail”.

       E, assim, vamos nos desconectando do que é essencial: o tédio, o vazio, o silêncio. Coisas que não produzem resultado imediato, mas que sustentam tudo o que importa no longo prazo: atenção, presença, criatividade, saúde.

      Estamos tão cansados que já nem percebemos que estamos nos exaurindo. No fundo, talvez a pergunta não seja mais “como descansar”, mas sim como reaprender a existir sem estar produzindo o tempo inteiro.

      Talvez a grande inovação agora não seja acelerar ainda mais. Seja parar, respirar e reaprender o tempo. Quem sabe, perceber, mesmo que aos poucos, que o descanso não é o oposto de trabalho, é o que torna o trabalho possível.

       Até a próxima.


Fonte: https://fastcompanybrasil.com/coluna/sociedade-do-cansacoestamos-cansados-demais-para-perceber/
A partir da leitura do texto, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3825916 Engenharia Ambiental e Sanitária
“O Brasil produz mais de 77 milhões de toneladas de lixo por ano. Desse total, cerca de 40% são destinados de forma ambientalmente inadequada, sendo direcionados principalmente aos lixões, distribuídos pelos municípios brasileiros, segundo estudo produzido pela Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema). Do total de lixo produzido no país, por volta de 72 milhões de toneladas são coletadas nas portas das casas. Para se ter dimensão, vale ilustrar que esse montante seria capaz de forrar cerca de 3,4 mil campos de futebol do Maracanã ou uma área de 20 Aterros do Flamengo, no Rio de Janeiro, afirma Luis Sergio Akira Kaimoto, consultor do Banco Mundial e docente da Escola Superior da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo).”

Disponível em: https://www.abrema.org.br/2024/08/29/com-3-mil- lixoes-ativosbrasil-ainda-tem-dificuldades-no-descarte-adequado-do- lixo-2/. Acesso em 27/10/2025.

Sobre os lixões, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
321: B
322: D
323: E
324: A
325: C
326: D
327: B
328: E
329: A
330: B
331: D
332: C
333: B
334: A
335: D
336: E
337: D
338: B
339: C
340: E