Questões de Concurso
Para ameosc
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I. O direito de preempção confere ao Poder Público municipal preferência para aquisição de imóvel urbano objeto de alienação onerosa entre particulares, devendo as áreas de incidência serem delimitadas em lei municipal baseada no plano diretor.
II. O prazo de vigência do direito de preempção fixado em lei municipal não poderá ser superior a dez anos, sendo vedada a renovação.
III. Uma vez notificado pelo proprietário sobre a intenção de alienar o imóvel, o Município terá o prazo máximo de sessenta dias para manifestar por escrito seu interesse na compra.
Está correto o que se afirma em:
(__) A Vida Útil de Projeto (VUP) é o período estimado de tempo para o qual um sistema é projetado a fim de atender aos requisitos de desempenho, contanto que seja cumprido o programa de manutenção.
(__) A norma estabelece um valor mínimo de VUP de 60 anos para sistemas estruturais, como fundações, pilares e vigas.
(__) Sistemas de vedações verticais internas, como paredes de gesso acartonado, devem possuir uma VUP mínima de 40 anos.
(__) A VUP de um sistema não pode ser afetada pelas condições de uso e exposição, sendo uma característica intrínseca dos materiais especificados em projeto.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I. Para a Zona Bioclimática 8, uma das principais estratégias bioclimáticas recomendadas é a ventilação cruzada permanente.
II. Recomenda-se o uso de vedações externas e coberturas com alta capacidade térmica, a fim de retardar a entrada de calor durante o dia e liberá-lo para o ambiente interno durante a noite.
III. A norma sugere que as aberturas para ventilação sejam de tamanho médio a grande e que se utilize sombreamento para todas as aberturas, principalmente nas orientações Norte, Leste e Oeste.
Está correto o que se afirma em:
(__) O proprietário da gleba a ser loteada deve ceder ao Município, sem ônus, uma percentagem de no mínimo 35% da área total, destinada ao sistema de circulação, equipamentos urbanos e comunitários e espaços livres de uso público.
(__) Dentro da área cedida ao município, a porcentagem mínima destinada a áreas verdes e espaços livres de uso público é de 8% da área a lotear.
(__) As vias de circulação de um novo loteamento que constituírem prolongamento de outras já existentes não poderão ter largura inferior à da via que se prolonga, mesmo que sua categoria funcional seja inferior.
(__) Os lotes de esquina em novos loteamentos deverão ter suas áreas mínimas acrescidas em 10% em relação ao mínimo exigido para a zona em que se localizam.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I. O RRT deve ser efetuado pelo profissional habilitado antes do início da atividade técnica, mesmo que não haja contrato escrito para a prestação dos serviços.
II. A baixa do RRT de execução de obra pode ser requerida pelo arquiteto e urbanista a qualquer momento, e sua efetivação desobriga o profissional de qualquer responsabilidade técnica por fatos ocorridos após a data da baixa.
III. É considerada infração ético-disciplinar a prática de registrar um RRT para uma atividade que o arquiteto e urbanista não tenha efetivamente realizado, caracterizando o que é conhecido como "acobertamento profissional".
Está correto o que se afirma em:
I. O Diário de Obras serve como um registro cronológico oficial para documentar fatos como início e término de etapas, condições climáticas, presença de mão de obra e equipamentos, e ordens de serviço.
II. O fiscal do contrato deve utilizar o Diário de Obras para registrar determinações, solicitações de providências e comunicações formais à contratada, possuindo valor jurídico como prova documental.
III. É vedado o registro de acidentes de trabalho ou de problemas de segurança no Diário de Obras, pois tais ocorrências devem ser tratadas exclusivamente em relatórios específicos de segurança do trabalho.
Está correto o que se afirma em:
(__) As folhas da série "A", como A0, A1, A2, A3 e A4, devem ser dobradas até as dimensões do formato A4 para facilitar o arquivamento.
(__) Em uma folha de desenho, a margem do lado esquerdo deve ter 25 mm, enquanto as demais margens (direita, superior e inferior) devem ter 10 mm.
(__) A legenda, que contém as informações do projeto, deve ser posicionada no canto superior direito da folha de desenho.
(__) As marcas de centro devem ser indicadas por traços finos, que ultrapassam as linhas de limite do formato em aproximadamente 5 mm.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
O ChatGPT está nos deixando burros?
Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.
A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.
Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?
À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.
A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.
A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.
A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.
O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.
É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O ChatGPT está nos deixando burros?
Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.
A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.
Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?
À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.
A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.
A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.
A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.
O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.
É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.
De acordo com as regras de uso do acento indicativo de crase, é correto afirmar que ocorre:
O ChatGPT está nos deixando burros?
Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.
A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.
Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?
À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.
A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.
A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.
A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.
O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.
É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.
De acordo com a análise morfológica, é correto afirmar que o número de substantivos presentes na frase é: