Questões de Concurso
Para itame
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Sou sua noite, sou seu quarto Se você quiser dormir Eu me despeço Eu em pedaços Como um silêncio ao contrário [...] Sou seu fado, sou seu bardo Se você quiser ouvir O seu eunuco, o seu soprano Um seu arauto Eu sou o sol da sua noite em claro, Um rádio Eu sou pelo avesso sua pele, O seu casaco Se você vai sair O seu asfalto Se você vai sair Eu chovo Sobre o seu cabelo pelo seu itinerário Sou eu o sou paradeiro Em uns versos que eu escrevo Depois rasgo E depois rasgo
Em “Embora a cannabis seja comumente associada à maconha...”, a oração deve ser classificada como:
Embora a cannabis seja comumente associada à maconha, seu uso medicinal tem sido reconhecido em diversos países para o tratamento de uma ampla gama de condições médicas, incluindo epilepsia refratária, dor crônica, Alzheimer, ansiedade, Parkinson, entre outras, totalizando 26 condições médicas listadas. [...].
Disponível em: https://midianinja.org/news/sus-em-sao-paulo-vai-comecar-distribuir-remedios-a-basede-maconha-para-pacientes/. Acesso em: 12 abr. 2024.
Assinale a alternativa em que os termos destacados têm a função sintática de objeto direto nos versos da canção a seguir:
O meu amor conhece cada gesto seu
Palavras que o seu olhar só diz pro meu
Se pra você a guerra está perdida
Olha, que eu mudo os meus sonhos
Pra ficar na sua vida
[...]
Ana Carolina
O texto a seguir apresenta a explicação do significado de um verbete de dicionário. Pode-se afirmar que ele é um exemplo de qual função da linguagem?
“limiar (s.m.) 1fig. começo: início, iniciação, princípio, prelúdio. 2 entrada: porta(l). 3 soleira: patamar, degrau, suportal.”
Não sabemos nos despedir
Guardamos a sensação de que não nos despedimos direito daqueles que amamos e que se foram. É como se não tivéssemos dito tudo, ou que precisávamos nos preparar melhor para o desenlace.
O abraço deveria ter sido mais apertado; as frases de efeito mais contundentes; o olhar mais banhado de lágrimas.
A impressão é que faltou um maior tempo, uma maior disposição, mas é natural se atrapalhar mesmo. Não estamos diante de um espelho, e sim de um rosto de verdade. Existe carência e incompetência em ambos os lados, no lado que fica morrendo de saudade e no lado que vai, morrendo de medo do desconhecido.
Amar é enfrentar a insuficiência no leito do hospital do parente ou do afeto. Significa a pior provação de nossa frágil condição: estabelecer um diálogo com sentido quando nada tem sentido.
A esperança nos faz engasgar. Como achar normal não mais enxergar aquela pessoa? Nenhum exercício mental é capaz de conter o tumulto do coração. O coração sai da boca, sai correndo do quarto para não sofrer, e o corpo permanece ali, na aparência, embasbacado, sentado na cadeira, não entendendo nada, não respeitando os limites e a mortalidade injusta de cada um.
Estamos tão assustados com a morte iminente que todo murmúrio parece ser insignificante. É uma impotência emocional difícil de se superar.
Como reduzir uma amizade em brevíssimos instantes? Como elaborar um epíteto?
E mais dói o fim quando, em vez de ampararmos quem está sofrendo, o doente é que nos consola dizendo para não nos entristecermos. Neste instante é que desabamos: com a surpreendente generosidade do nosso ente, mais preocupado conosco do que com ele.
Eu perdi a minha avó Elisa quando eu tinha sete anos. Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico. Nenhuma história dos pais me satisfazia. Eu só consegui entregar um desenho para ela. E ela me perguntou quem era ela na ilustração: eu apontei para a árvore, para a casa, para os pássaros, para o chão, para as nuvens, para o sol, menos para ela desenhada ao lado de minha mãe. Porque ela era tudo para mim. Estaria sempre dentro de tudo para mim.
Fabrício Carpinejar. Disponível em: https://www.fabriciocarpinejar.com.br/naosabemos-nos-despedir
Não sabemos nos despedir
Guardamos a sensação de que não nos despedimos direito daqueles que amamos e que se foram. É como se não tivéssemos dito tudo, ou que precisávamos nos preparar melhor para o desenlace.
O abraço deveria ter sido mais apertado; as frases de efeito mais contundentes; o olhar mais banhado de lágrimas.
A impressão é que faltou um maior tempo, uma maior disposição, mas é natural se atrapalhar mesmo. Não estamos diante de um espelho, e sim de um rosto de verdade. Existe carência e incompetência em ambos os lados, no lado que fica morrendo de saudade e no lado que vai, morrendo de medo do desconhecido.
Amar é enfrentar a insuficiência no leito do hospital do parente ou do afeto. Significa a pior provação de nossa frágil condição: estabelecer um diálogo com sentido quando nada tem sentido.
A esperança nos faz engasgar. Como achar normal não mais enxergar aquela pessoa? Nenhum exercício mental é capaz de conter o tumulto do coração. O coração sai da boca, sai correndo do quarto para não sofrer, e o corpo permanece ali, na aparência, embasbacado, sentado na cadeira, não entendendo nada, não respeitando os limites e a mortalidade injusta de cada um.
Estamos tão assustados com a morte iminente que todo murmúrio parece ser insignificante. É uma impotência emocional difícil de se superar.
Como reduzir uma amizade em brevíssimos instantes? Como elaborar um epíteto?
E mais dói o fim quando, em vez de ampararmos quem está sofrendo, o doente é que nos consola dizendo para não nos entristecermos. Neste instante é que desabamos: com a surpreendente generosidade do nosso ente, mais preocupado conosco do que com ele.
Eu perdi a minha avó Elisa quando eu tinha sete anos. Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico. Nenhuma história dos pais me satisfazia. Eu só consegui entregar um desenho para ela. E ela me perguntou quem era ela na ilustração: eu apontei para a árvore, para a casa, para os pássaros, para o chão, para as nuvens, para o sol, menos para ela desenhada ao lado de minha mãe. Porque ela era tudo para mim. Estaria sempre dentro de tudo para mim.
Fabrício Carpinejar. Disponível em: https://www.fabriciocarpinejar.com.br/naosabemos-nos-despedir
Não sabemos nos despedir
Guardamos a sensação de que não nos despedimos direito daqueles que amamos e que se foram. É como se não tivéssemos dito tudo, ou que precisávamos nos preparar melhor para o desenlace.
O abraço deveria ter sido mais apertado; as frases de efeito mais contundentes; o olhar mais banhado de lágrimas.
A impressão é que faltou um maior tempo, uma maior disposição, mas é natural se atrapalhar mesmo. Não estamos diante de um espelho, e sim de um rosto de verdade. Existe carência e incompetência em ambos os lados, no lado que fica morrendo de saudade e no lado que vai, morrendo de medo do desconhecido.
Amar é enfrentar a insuficiência no leito do hospital do parente ou do afeto. Significa a pior provação de nossa frágil condição: estabelecer um diálogo com sentido quando nada tem sentido.
A esperança nos faz engasgar. Como achar normal não mais enxergar aquela pessoa? Nenhum exercício mental é capaz de conter o tumulto do coração. O coração sai da boca, sai correndo do quarto para não sofrer, e o corpo permanece ali, na aparência, embasbacado, sentado na cadeira, não entendendo nada, não respeitando os limites e a mortalidade injusta de cada um.
Estamos tão assustados com a morte iminente que todo murmúrio parece ser insignificante. É uma impotência emocional difícil de se superar.
Como reduzir uma amizade em brevíssimos instantes? Como elaborar um epíteto?
E mais dói o fim quando, em vez de ampararmos quem está sofrendo, o doente é que nos consola dizendo para não nos entristecermos. Neste instante é que desabamos: com a surpreendente generosidade do nosso ente, mais preocupado conosco do que com ele.
Eu perdi a minha avó Elisa quando eu tinha sete anos. Muito cedo para uma criança formular o desaparecimento físico. Nenhuma história dos pais me satisfazia. Eu só consegui entregar um desenho para ela. E ela me perguntou quem era ela na ilustração: eu apontei para a árvore, para a casa, para os pássaros, para o chão, para as nuvens, para o sol, menos para ela desenhada ao lado de minha mãe. Porque ela era tudo para mim. Estaria sempre dentro de tudo para mim.
Fabrício Carpinejar. Disponível em: https://www.fabriciocarpinejar.com.br/naosabemos-nos-despedir
Uma Constituição é o documento fundamental que estabelece os princípios, direitos, deveres e estrutura de um país. Sua importância é inegável, pois serve como um guardião dos direitos individuais, garantindo a igualdade perante a lei, a liberdade de expressão, a proteção da propriedade e outros aspectos fundamentais da vida em sociedade.
Acerca desse assunto, assinale a alternativa que contemple a Constituição vigente no Brasil:
“Chovia muito. A estrada que leva ao sítio estava toda enlameada. Nesse ambiente de pau, pedra, água e lama, o compositor criou uma de suas mais célebres obras – Águas de Março. No folheto que acompanhou o disco com a primeira gravação da música, naquele mesmo ano, Tom Jobim revelou que havia se inspirado no poema O Caçador de Esmeraldas, de Olavo Bilac.”
Fonte:https://jornal.usp.br/cultura/tom-jobim-compos-aguas-de-marco-inspirado-no-poeta-olavo-bilac/
Uma composição clássica da Música Popular Brasileira, regravada em mais de três idiomas, "Águas de Março" (1972) tornou-se imortalizada pelas vozes de Tom Jobim em parceria com
Qual aplicativo é mais adequado para criar e formatar documentos de texto, como cartas e relatórios, no sistema operacional Windows?
De acordo com o Estatuto dos Servidores de Montividiu, não será avaliado no estágio probatório:
Nos termos do § 2º, do artigo 22 da Lei Orgânica de Montividiu, a remuneração do prefeito não poderá ser inferior a
Com base na Lei Orgânica de Montividiu, é correto afirmar:
Segundo a Lei Orgânica, são condições de elegibilidade para o mandado de vereador, exceto: