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I. Na Educação Infantil, as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes, as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se;
II. A organização curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada em sete campos de experiências, no âmbito dos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento;
III. Os campos de experiências constituem um arranjo curricular que acolhe as situações e as experiências concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural;
IV. A definição e a denominação dos campos de experiências, não está relacionada com as DCNEI, LDB 9394/96, em relação aos conhecimentos fundamentais, a ser propiciados às crianças e associados às suas experiências. Logo cada instituição de ensino é autônoma para definir seus currículos e os conteúdos de ensino.
I. O desenvolvimento da incapacidade de aprender, tendo como meios complexos, sem o domínio da leitura, da escrita e do cálculo.
II. A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a formação profissional, visando o mercado de trabalho.
IV. O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
I. Na Fase pré-alfabética: a pessoa emprega predominantemente a estratégia de predição, usando de início pistas visuais, sem recorrer às relações entre letras e sons; lê palavras familiares por reconhecimento de cores e formas salientes em um rótulo, mas é incapaz de identificar diferenças nas letras; pode ainda conseguir escrever algumas palavras de memória.
II. Na Fase alfabética parcial: a pessoa faz analogias, utilizando pistas fonológicas; depois de aprender os sons das letras, ela começa a utilizá-los para ler e escrever palavras.
III. Na Fase alfabética completa: depois de conhecer todas as relações entre grafemas e fonemas e adquirir as habilidades de decodificação e de codificação, a pessoa passa a ler e a escrever palavras com autonomia.
IV. Na Fase alfabética consolidada: nesta fase de consolidação contínua ocorre o processamento de unidades cada vez menores, como sílabas e morfemas, o que permite a pessoa ler com menos velocidade, precisão e fluência, e escrever sem correção ortográfica.
Sobre as fases da leitura e da escrita de acordo com a (PNA, 2019) é correto afirmar:
I. À igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos;
II. À compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem aos mesmos grupos étnico-raciais, que possuem cultura e história semelhantes, igualmente valiosas e que em conjunto constroem, na nação brasileira, sua história;
III. Ao conhecimento e à valorização da história dos povos americanos e da cultura quilombola na construção histórica e cultural brasileira;
IV. À superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros, os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no geral, pertencem, são comumente tratados;
V. À desconstrução, por meio de questionamentos e análises críticas, objetivando eliminar conceitos, ideias, comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento, pelo mito da democracia racial, que tanto mal fazem a negros e brancos.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
I. Estudo da história da África e dos africanos;
II. Luta dos negros e dos povos indígenas no contexto internacional;
III. A cultura negra e indígena brasileira;
IV. O negro e o índio na formação da sociedade nacional;
V. Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados somente nas disciplinas de História.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão CORRETAS:
De acordo com Montoan (2004), problemas conceituais, desrespeito a preceitos constitucionais, interpretações tendenciosas de nossa legislação educacional e preconceitos distorcem o sentido da inclusão escolar, reduzindo-a unicamente à inserção de alunos com deficiência no ensino regular. Nesta perspectiva, assinale a alternativa que apresenta um dos princípios da educação inclusiva:
( ) Um dos pressupostos do método é a ideia de que ninguém educa ninguém e ninguém se educa sozinho;
( ) A educação, deve ser um ato individual, imposta;
( ) Educar é uma tarefa de trocas entre pessoas;
( ) É resultado do despejo de quem supõe possuir todo o saber;
( ) A autoeducação é um diálogo à distância.
“[...] cada pessoa (criança ou adulto) aprende de forma ativa, a partir do contexto em que se encontra, do que lhe é significativo, relevante e próximo ao nível de competências que possui. [...] Em sentido amplo, toda aprendizagem é ativa em algum grau, porque exige do aprendiz e do docente, formas diferentes de movimentação interna e externa, de motivação, seleção, interpretação, comparação, avaliação, aplicação.”
(MORAN, J. Metodologias Ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico prática. Porto Alegre: Penso, 2018, p.3)
I. Aprendizagem por aula invertida
II. Aprendizagem baseada em problemas.
III. Aprendizagem baseada em projetos
IV. Aprendizagem por vídeo-aulas
V. Aprendizagem por jogos
São consideradas metodologias ativas:
Excerto 1 “O professor não pode confundir objetos com objetivos. [...] O interesse do aluno não deve ser atraído pelo objeto material em si. [...] Um bom jogo [...] representa uma variedade de exercício que apresenta motivação por si mesmo.” e “que o aluno possa jogar e perceber a relação entre essa atividade e as noções básicas do conteúdo que estuda”. (SELBACH, S. Matemática e didática.2 ed. Petrópolis, Rj: Vozes, 2015. p.103)
Excerto 2 “Não se aprende, por exemplo, História, Geografia e Ciências para se guardar esses saberes, mas principalmente para deles fazer um instrumento para se viver melhor. [...] (SELBACH, S. Matemática e didática.2 ed. Petrópolis, Rj: Vozes, 2015. p.114)
Excerto 3 “Existe um ponto inicial, um ônibus com quatro passageiros. Vai sair desse ponto e parar em outros quatro, onde descerão e subirão passageiros e eu direi quantos. Chegando ao quarto ponto, vou escolher alguns alunos que deverão me dizer quantos passageiros ficaram no ônibus. Vamos lá: No primeiro ponto subiram três e desceram dois, no segundo ponto subiram dois e não desceu nenhum, no terceiro ponto desceram dois e subiram três passageiros e, finalmente, no quarto ponto subiram dois e desceram três passageiros Quantos ficaram no ônibus”. (SELBACH, S. Matemática e didática.2 ed. Petrópolis, Rj: Vozes, 2015. p.107)
Aprofundando estudos, Sophia percebeu:
I. Pensar a tecnologia na condição de possibilitadora de aprendizagem significa compreender que esta não se apresenta como elemento inovador para resolver os problemas educacionais, mas que a sua existência ajuda a legitimar uma aprendizagem que mais se aproxima dos processos de construção do conhecimento.
II. Os smartphones não se limitam a aparelhos de telefone portáteis com a função de receber ou enviar mensagens de texto, vídeos, músicas, imagens etc., mas são aparatos multifuncionais que possibilitam distintas experiências culturais, temporais, espaciais, éticas e valorativas nas mais diversas esferas da vida cotidiana.
III. Para além dessas aplicações mais vinculadas diretamente com a rotina escolar, os jogos digitais podem se constituir em promissores espaços de aprendizagem que resgatam o lúdico para o ato de aprender, o protagonismo dos alunos e professores, a estimulação de habilidades cognitivas, bem como a construção de narrativas transmidiáticas, ampliando o nível de letramento dos alunos alfabético e digital.
IV. Em uma rápida pesquisa no Google com palavras-chave como aplicativos gamificados, games e educação e tantas outras combinando educação com games e aplicativos o resultado direciona para uma diversidade de sites com sugestões de games e aplicativos gamificados que podem ser utilizados nos processos de ensino-aprendizagem, em especial nos processos de aprendizagem móvel. Nessa busca também são encontradas plataformas que possibilitam que professores e alunos possam não apenas consumir games e aplicativos já produzidos, mas também se tornarem produtores desses artefatos – mesmo sem conhecimentos prévios sobre programação.
V. Para alunos com TDAH, utilizar recursos pedagógicos audiovisuais que despertem o interesse, minimizem distrações externas para manutenção do foco, com atividades menores, desafiadoras, alcançáveis e com feedback imediato, auxiliam na manutenção do interesse, da motivação e do empenho na realização do processo pedagógico.
Acerca dos argumentos elencados por Sophia:
I. A relação plena entre trabalho e educação, peculiar no contexto de desenvolvimento do jovem brasileiro, perpassa pelo entendimento crítico de fatores psicológicos, culturais, históricos, sociais e políticos.
II. A escola, além de ser espaço onde a força de trabalho é forjada, torna-se cenário de socialização, de afirmação de identidade.
III. A legislação brasileira prevê a oferta de educação regular de jovens e adultos, porém, não garante aos que forem trabalhadores condições de acesso e permanência na escola, de acordo com suas necessidades e disponibilidades.
IV. As novas gerações precisam ser preparadas com conhecimentos e habilidades cognitivas que levem o jovem a entender e interpretar valores e informações transmitidas no seu cotidiano, em suas práticas e relações sociais, em suas relações com o mundo, o que o habilitará a agir de forma ativa e crítica na vida social e política.
Estão corretos os itens:
I. ( ) de formação inicial e continuada ou qualificação profissional;
II. ( ) de forma subsequente, destinados a quem já tenha concluído o ensino médio;
III. ( ) de educação profissional técnica de nível médio;
IV. ( ) de educação profissional tecnológica de graduação e pós-graduação.
Marque a resposta correta:
I. Uma força de atuação consciente pela qual os membros de uma unidade social reconhecem e assumem seu poder de exercer influência na determinação da dinâmica dessa unidade, de sua cultura e de seus resultados.
II. Assumir uma dimensão política de construção de bases de poder pela autoria que constitui o autêntico sentido de autoridade, a qual, por sua vez, é qualificada pela participação.
III. Pela mobilização efetiva dos esforços individuais para a superação de atitudes de acomodação, de alienação, de marginalidade e reversão desses aspectos pela eliminação de comportamentos individualistas, pela construção do espírito de equipe, visando a efetivação de objetivos sociais e institucionais que são adequadamente entendidos e assumidos por todos.
IV. Processos formais de verbalização em que são apresentados para discussão questões a partir de decisões e ideias já formadas, no qual se tem o direito de voz e opinião sem esforço, pelo aprofundamento da compreensão sobre as questões tratadas e pela construção de compromissos coletivos em torno delas.
Está correto o que se afirma em: