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Para unioeste
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I- Intermediar as relações do hospital com as autoridades sanitárias.
II- Sugere-se também que o farmacêutico dimensione o consumo de antibióticos por meio do cálculo do porcentual de pacientes que utilizaram essas drogas e da frequência relativa do emprego de cada princípio ativo.
III- Pelos programas de farmácia clínica, o farmacêutico pode também participar da elaboração de protocolos clínicos para a profilaxia antibiótica.
Analisando a afirmação abaixo assinale a alternativa correta sobre o tipo de sistema de distribuição descrito abaixo:
“A farmácia recebe a prescrição médica, farmácia separa os materiais e medicamentos por paciente e leito (para um período de 24 horas), sela os medicamentos e dá baixa no estoque dos medicamentos separados; o farmacêutico confere a prescrição e a separação dos itens, antes de encaminhá-los ao setor”
No que respeita ao gestor federal, são identificados quatro papéis básicos, quais sejam:
A Portaria nº 3.088/2011, que instituiu a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), regulamentou o funcionamento dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), inclusive, definindo-os por ordem crescente de porte/complexidade e abrangência populacional, os quais são diferentes em relação ao tamanho do equipamento e a demanda específica que acolhem.
Com base no conhecimento dessa portaria, marque a alternativa que NÃO condiz com uma modalidade de CAPS existente.
No que concerne a Legislação Básica em Saúde Pública, Normas e Portarias atuais do Sistema Único de Saúde (SUS), temos a Lei nº 12.653, de 28 de maio de 2012.
A que se refere essa lei?
Marque a alternativa CORRETA.
Com base no enunciado a seguir, marque a alternativa CORRETA.
A obra intitulada “Psicologia de Família: teoria, avaliação e intervenções” (2012), organizada por Makilim Nunes Baptista e Maycoln L. M. Teodoro condensa vários artigos. Em um desses artigos, intitulado “Família e escola: promoção da saúde e prevenção ao abuso de drogas”, os autores Fonseca e Boruchovitch (2012, p. 118) apontam que “os pais desempenham um papel fundamental na aquisição de valores morais e pessoais, apoiando‑se em suas experiências pessoais, no amor por seus filhos e em seus princípios para levar adiante a orientação dos mais jovens (Gennaro, 1987). O professor, devido à sua formação pedagógica, psicológica, social e cultural, tem um papel construtivo, ajudando os estudantes a desenvolverem seus recursos intelectuais, afetivos e morais, a aprender a ser e a conviver. Tanto quanto os pais, o professor é o educador que está em condições de ajudar o aluno a exercitar sua cidadania diante de questões sociais, tais como a fármaco dependência. Escola e família são espaços privilegiados no debate sobre psicotrópicos, assumindo uma posição fundamental a respeito de uma educação que possa estar voltada para a prevenção do consumo de drogas. Prevenir é intervir para evitar que se estabeleça uma relação nociva entre crianças, adolescentes e jovens com as substâncias psicoativas”
Nessa perspectiva, a prevenção tem de ser concebida como:
Segundo Zanelli, Borges-Andrade e Bastos (2014, p. 306) qualquer que seja o fenômeno, o tema ou o problema escolhido, não pode ser abordado cientificamente ou passar por intervenções em contextos específicos se forem levados em conta apenas os fatores individuais implicados, como nos primeiros modelos de intervenção confiados aos psicólogos. Níveis elevados de estresse, por exemplo, não podem ser explicados apenas por características de personalidade, desconsiderando padrões de relações entre chefia e trabalhador, estruturas de poder, cargas de trabalho, organização do processo produtivo, pressupostos culturais e políticas macroeconômicas que fragilizam o trabalho e geram insegurança. As repercussões de condições de trabalho sobre a afetividade, sob uma perspectiva do adoecimento e do sofrimento imputados ao trabalhador, estão também organizadas em revisões da literatura que tratam de dois temas de interesse e pesquisa sobre saúde mental no trabalho: estresse ocupacional e burnout (Malasch; Shaufeli; Luter, 2001). Presume-se que estresse ocupacional seja resultante de um complexo conjunto de fenômenos, e não consequência de apenas um único fator externo que age sobre o trabalhador.
O estresse ocupacional pode ser entendido como?
Marque a alternativa CORRETA.
Com base no enunciado a seguir, marque a alternativa CORRETA.
Segundo Zanelli, Borges-Andrade e Bastos (2014, p. 559), no Brasil, até os anos de 1980, a formação em Psicologia Organizacional e do Trabalho (POT) foi largamente influenciada pela obra de um autor norteamericano, Joseph Tiffin, publicada em primeira edição no ano de 1942: Industrial Psychology. A partir de 1958, Ernest J. McCormick passou a compartilhar a autoria na revisão do texto. Com base em tal revisão, o livro foi traduzido e utilizado, de forma ampla e duradoura, nos cursos de psicologia brasileiros, a partir do fim da década de 1960. Tal fato revela o descompasso entre os avanços do campo no exterior e o modelo predominante de atuação aqui no Brasil. O movimento de crítica ampla ao modelo de atuação profissional do psicólogo no Brasil, intenso nos anos de 1970 e 1980, teve importante reflexos na área da POT. O psicólogo organizacional (ainda atuando nos moldes do psicólogo industrial) foi um dos alvos mais criticados, senão o modelo mais criticado de atuação profissional da psicologia, sob o estigma de descomprometimento com as demandas sociais. Em 1984, foi lançada uma coletânea de textos organizada por Silvia Lane e Wanderley Codo, Psicologia social: o homem em movimento, que incluiu um capítulo intitulado “O papel do psicólogo na organização industrial (notas sobre o lobo mau em Psicologia)”, de autoria de Wanderley Codo. Esse texto, em particular, teve um importante impacto, ao apontar que a psicologia produzida e a prática profissional, mesmo dos psicólogos organizacionais, desconsideravam a categoria trabalho. Para Codo, de um lado, havia muitos psicólogos que atuavam no mundo do trabalho sem qualquer perspectiva crítica e, de outro lado, muitos psicólogos críticos sem qualquer inserção nas questões práticas postas por esse domínio. A repercussão desse trabalho foi muito grande, pois, ao mesmo tempo:
Outro ponto, trazido por Canal (2011), que merece destaque e que contribui para atuação limitada da Psicologia na área de RP é:
Marque a alternativa CORRETA.
Os transtornos alimentares clínicos como a anorexia nervosa, a bulimia nervosa e a compulsão alimentar são causas de morbidade física e psicossocial considerável entre meninas adolescentes e mulheres adultas jovens, sendo muito menos comum entre homens. Geralmente, têm início na adolescência e podem desenvolver um curso crônico. Seu efeito é difuso, porque prejudicam o funcionamento psicológico, físico e social. Uma vez estabelecidos, são difíceis de tratar e impõe um fardo significativo aos serviços de saúde A estrutura do DSM-5 para classificar e diagnosticar transtornos alimentares reconhece três transtornos específicos: anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno de compulsão alimentar. Além disso, existem duas categorias residuais chamadas outro transtorno alimentar especificado e transtorno alimentar não especificado, respectivamente (American Psychiatric Association, 2013).
Em essência, três características precisam estar presentes para formar um diagnóstico de Anorexia Nervosa:
Marque a alternativa que NÃO condiz com uma das três características.
O Conselho Federal de Psicologia, no uso de suas atribuições legais e regimentais, que lhe são conferidas pela Lei nº 5.766/1971, através da Resolução CFP nº 010/2005, aprovou o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Segundo a Resolução CFP nº 010/2005, um Código de Ética profissional, ao estabelecer padrões esperados quanto às práticas referendadas pela respectiva categoria profissional e pela sociedade, procura fomentar a auto-reflexão exigida de cada indivíduo acerca da sua práxis, de modo a responsabilizá-lo, pessoal e coletivamente, por ações e suas consequências no exercício profissional.
Marque a alternativa que CONDIZ com a missão primordial de um código de ética profissional.