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Q4026479 Matemática
Para a pintura de uma faixa decorativa em uma parede, um funcionário usa uma sequência de cores que se repete a cada 5 metros. Na primeira etapa, ele pintou 3 metros, na segunda, 6 metros, e na terceira, 9 metros. Se essa progressão continuar de forma aritmética ate a decima etapa, qual será o comprimento total da faixa pintada após a conclusão desta décima etapa de trabalho? Considere a precisão das medidas informadas e a manutenção do padrão de crescimento. 
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Q4026478 Raciocínio Lógico
Um grupo de 4 servidores deve ser escolhido para representar um setor em um evento externo. Estão disponíveis 5 homens e 3 mulheres para a seleção. Se a regra determina que o grupo de representantes deve ser formado obrigatoriamente por 2 homens e 2 mulheres, de quantas formas distintas essa equipe de representação pode ser composta, considerando que a ordem de escolha dentro do grupo NÃO altera a sua formação final? 
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Q4026477 Matemática
No fechamento mensal de um setor, verificou-se que o gasto com energia elétrica subiu de R$ 800,00 para R$ 920,00. No mês seguinte, após medidas de economia, houve uma redução de 10% sobre o novo valor de R$ 920,00. Nesse contexto, qual foi a variação percentual total do gasto de energia em relação ao valor inicial de R$ 800,00 após essas duas etapas (aumento inicial e redução posterior)? Considere o valor final obtido após o desconto. 
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Q4026476 Matemática
Um terreno retangular destinado à construção de uma unidade de saúde possui um perímetro de 160 metros. Sabe-se que o comprimento desse terreno excede a sua largura em exatamente 20 metros. Para fins de cercamento e cálculo de área de construção, determine qual é a área total deste terreno, em metros quadrados, considerando que ele possui ângulos retos em todos os seus vértices e medidas precisas, e assinale a alternativa com a resposta CORRETA.
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Q4026475 Matemática
Um estoque de materiais possui caixas com pesos diferentes, Sabe-se que 3 caixas do tipo A e 2 caixas do tipo B pesam juntas 25 kg. Por outro lado,2 caixas do tipo A e 4 caixas do tipo B totalizam 30 kg. Para o planejamento do transporte manual desses materiais, um servidor precisa saber qual é o peso individual de uma caixa do tipo A. Com base nessas informações, qual é o valor encontrado? 
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Q4026474 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



No trecho estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos, a conjunção mas introduz, no contexto, urna ideia de ________ entre duas atitudes humanas contrastantes, razão pela qual exprime sentido de ________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas? 
Alternativas
Q4026473 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



No texto, a construção verbal contribui para a articulação entre relato, expectativa e reflexão, exigindo do leitor atenção não apenas ao tempo verbal empregado, mas também ao valor discursivo que ele assume em cada contexto. Nesse sentido, com base em trechos do texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, a forma verbal foi está no pretérito perfeito do indicativo e expressa, no contexto, uma ação pontual já concluída.
II. Em enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, a forma verbal aguardava está no pretérito imperfeito do indicativo e sugere uma ação em curso no passado, ao passo que saberia está no futuro do pretérito do indicativo.
III. Em Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas, a forma verbal pudesse está no pretérito imperfeito do subjuntivo, empregado em contexto de hipótese ou atenuação enunciativa.
IV. Em nem tudo precisa caber nas categorias que criamos, a forma verbal precisa está no presente do subjuntivo, exprimindo possibilidade incerta no momento da enunciação.
Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q4026472 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



A análise fonológica das palavras exige distinguir com precisão letras, fonemas e dígrafos, observando os sons efetivamente realizados na pronúncia. Considerando palavras do texto, pode-se afirmar que todas as palavras a seguir são compostas por 8 fonemas e 1 dígrafo, EXCETO:
Alternativas
Q4026471 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



No período Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado, a oração iniciada por Quando estabelece, em relação à oração principal, uma determinada circunstância. Assim, essa oração classifica-se como: 
Alternativas
Q4026470 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



A substituição vocabular em um texto exige atenção não apenas ao significado imediato das palavras, mas também aos efeitos de sentido que elas produzem em cada contexto oracional. Considerando passagens distintas do texto, analise as assertivas a seguir:
I. Em aluno após aluno ceifou meu pré-conceito, a substituição de ceifou por desfez preserva adequadamente o sentido construído no contexto.
II. Em Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, a substituição de transferência por mudança preserva o sentido fundamental do trecho.
III. Em a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos, a substituição de desmontar por reforçar mantem a coerência semântica da oração.
Das assertivas, pode-se afirmar que
Alternativas
Q4026469 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



Na organização sintática das orações, o sujeito pode apresentar-se de modo expresso ou implícito, exigindo do leitor atenção à desinência verbal e ao contexto em que o enunciado se insere. Assim, no trecho Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, o sujeito da forma verbal sublinhada classifica-se como: 
Alternativas
Q4026468 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



A respeito da construção de sentido do último parágrafo do texto, analise as assertivas:
I. Ao mencionar situações como um atendimento público que funciona e um comentário gentil na internet, o autor sugere que certos fatos parecem improváveis menos por sua natureza extraordinária do que pelas expectativas negativas que projetamos sobre eles.
II. Ao afirmar que o inesperado não é revolucionário, o cronista defende que as surpresas do cotidiano são irrelevantes, pois não alteram concretamente a maneira como interpretamos o mundo.
Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4026467 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



A acentuação gráfica de palavras obedece a regras específicas da norma-padrão. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4026466 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



No trecho em que o autor afirma que criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor, a crítica central do cronista dirige-se: 
Alternativas
Q4026465 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.



Roteiros rasgados


    Formatura de terceiro ano do ensino médio e um ótimo laboratório antropológico musical. Foi o que pensei ao ver meu primo se formando no ano passado, quando honrei meu lugar de tiozão e sentei para assistir as entradas de cada aluno embaladas por músicas que eu jamais tinha ouvido - ou pelo menos era isso que eu imaginava. Mas não foi bem isso que aconteceu.


    Fui pego de surpresa quando começou a tocar Legião Urbana. Pensei ser um caso isolado, afinal, estamos falando de adolescentes de 17 anos e é totalmente compreensível que alguns tenham herdado o gosto musical dos pais. Mas logo veio uma não tão conhecida assim do ABBA, seguida por um clássico do Engenheiros do Hawaii. E nem entro no mérito de dizer que as playlists de ontem eram melhores. A surpresa mesmo veio da subversão do que era esperado: enquanto eu aguardava o funk que eu mal saberia identificar, aluno após aluno ceifou meu pré-conceito. Quando Elis Regina tomou conta daquele teatro, percebi que talvez eu estivesse menos atualizado sobre os jovens do que eles sobre o passado.


    Coisa parecida aconteceu dias atrás, quando respirei fundo e separei todo tipo de papelada possível antes de ligar para a empresa de gás e para a operadora de internet objetivando seus respectivos cancelamentos. A gente já sabe, a gente já está acostumado: o contratar e fácil, o rescindir e um teste de paciência. Preparei-me psicologicamente para a transferência de setor em setor, para a oferta insistente de descontos imperdíveis e para aquela frase clássica que sempre começa com "mas o senhor tem certeza?". Porém, poucos minutos ou alguns simples cliques depois, tudo estava suspenso. Sem drama. Sem resistência. A facilidade pareceu um soco que chega de surpresa quando você está esperando um cafuné. Ou vice-versa.


    Talvez eu pudesse dizer que nos acostumamos com as coisas de um jeito que não deveríamos ter nos acostumado. Decoramos situações com a expectativa que nos cabe, enfiando cada uma delas em espaços limitados onde o inesperado nem mesmo foi cogitado. Criamos atalhos mentais para economizar energia e, de quebra, economizamos também a chance de sermos surpreendidos para melhor. E é exatamente quando isso acontece que ficamos desconcertados - não pela música oitentista ser melhor que um funk atual, por exemplo, e sim porque estamos sempre prontos para confirmar o que já acreditamos mas raramente para sermos desmentidos.


    Seja um atendimento público que funciona, um grupo de WhatsApp que não vira caos, um comentário gentil na internet ou um adolescente que segura a porta enquanto você atravessa carregado de certezas. a vida sabe quando desmontar nossos pequenos rótulos. No fim, quem sabe o mundo não esteja tão empenhado em confirmar nossos preconceitos quanto nos estamos em cultivá-los. As vezes, o inesperado não e revolucionário. E apenas o lembrete silencioso de que nem tudo precisa caber nas categorias que criamos para nos sentirmos no controle.


Autor. Pedro Guerra Kuman - GZH (adaptado)



Ao relatar a experiência na formatura e, em seguida, a facilidade inesperada para cancelar serviços, o cronista articula episódios distintos para sustentar uma reflexão mais ampla. Nesse contexto, a relação entre essas cenas serve, principalmente, para evidenciar que:
Alternativas
Q4026159 Administração Pública

A qualidade no atendimento ao público envolve conceitos essenciais para a avaliação do serviço prestado pelo Estado. Acerca desse tema, analise as assertivas a seguir:


I. A eficiência está relacionada à utilização racional e adequada de recursos financeiros, humanos e materiais.


II. A eficácia é focada na entrega do resultado pretendido e no cumprimento das metas organizacionais.


III. A efetividade avalia o impacto real e a satisfação do cidadão com a solução dada a sua demanda.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4026158 Administração de Recursos Materiais
Na gestão de estoques, o método __________ baseia-se na lógica de que o material com a data de entrada mais antiga deve ser distribuído primeiro, evitando o envelhecimento. Já a valorização pelo método do  __________ atribui o custo com base nas médias ponderadas a cada nova entrada.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4026157 Administração Pública
A gestão por processos moderniza, otimiza o fluxo de trabalho e agrega valor público aos serviços oferecidos pelas instituições estatais. Acerca disso, analise as assertivas a seguir:
I. Os processos finalísticos são aqueles que caracterizam diretamente as atividades-fim e entregam valor aos usuários externos.
II. O mapeamento do tipo "AS IS" descreve como o processo deverá ser estruturado e remodelado em um cenário futuro ideal.
III. A cadeia de valor organiza de forma holística e transversal os macroprocessos de negócios desenvolvidos por uma instituição.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4026156 Direito Administrativo
A Lei no 14.133/2021 regula os processos licitatórios e contratos no âmbito da Administração Pública, estabelecendo princípios e modalidades. Com base nisso, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4026155 Direito Administrativo
O Sistema de Registro de Preços (SRP) é um procedimento utilizado para racionalizar a atividade de compras governamentais. Considerando isso, analise as assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:
(   ) O SRP deve ser preferencialmente adotado quando houver a necessidade de contratações rotineiras e frequentes.
(   ) O órgão gerenciador é o responsável pela condução de todas as fases do processo licitatório e pelo registro formal dos preços.
(   ) A Ata de Registro de Preços possui validade máxima e improrrogável de cinco anos, garantindo longo prazo de fornecimento de mercado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Respostas
3501: C
3502: D
3503: B
3504: C
3505: A
3506: A
3507: C
3508: D
3509: B
3510: C
3511: C
3512: B
3513: D
3514: A
3515: C
3516: C
3517: A
3518: C
3519: D
3520: C