Questões de Concurso Comentadas para fundação cetap

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Q3845817 Pedagogia
O termo hierofania, em linhas gerais, pode ser compreendido:  
Alternativas
Q3845816 Pedagogia
As religiões, espiritualidades e outras visões de mundo, como as seculares, têm se ampliado cada vez mais ao longo dessas últimas décadas, devido ao amparo legal em documentos e tratados internacionais, firmados entre vários Estados, nações e países democráticos que se comprometem em garantir a liberdade de crença e culto religiosos e filosofias de vida, sendo isso reafirmado em suas respectivas Constituições e em outros documentos nacionais.

Nesse contexto, analise as seguintes afirmativas:

I - A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi promulgada em 1948, pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.  

II -  A Constituição Federal de 1988, em seu Art. 5° estabeleceu a laicidade do Estado brasileiro.

III -  O Ensino Religioso laico está assegurado nos espaços escolares públicos como um componente curricular da área das Ciências Humanas e não mais como uma área de conhecimento, de acordo com o Parecer CNE/CP n° 8/2019.

IV - As visões seculares de mundo compreendem a concepções não religiosas ou filosofias de vida, de acordo com Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Estão corretas as assertivas: 
Alternativas
Q3845814 Pedagogia
A Ciência da Religião é uma disciplina autônoma que se fundamenta em dois pilares inalienáveis, que a tornam científica e diferente de outras áreas como a Teologia e a Filosofia. Esses pilares são:
Alternativas
Q3845813 Pedagogia
As religiões de matriz africana no Pará, ao longo da história, passaram por várias ocorrências policiais, mesmo diante da laicidade do Estado brasileiro, estabelecida desde 1891, a violência contra essas religiões continuou vigente durante os séculos XIX e XX. Uma das referências veiculadas nos jornais e nessas ocorrências, as identificavam como "batuques”, devido ao uso de instrumentos de percussão. Estudos mostram que a Pajelança e o Batuque já eram praticados no estado desde o período Colonial. O Batuque, enquanto religião de matriz africana sincrética cultuava em seu panteão:
Alternativas
Q3845812 Pedagogia
A Ciência da Religião possui como objeto primário a religião. A definição de religião reconhecida por cientistas da religião e aplicada ao seu trabalho profissional destaca:  
Alternativas
Q3845811 Pedagogia
O Ensino Religioso no Brasil deixou de adotar os referenciais religiosos e normativos seu desenvolvimento, expressos nos modelos de ensino no confessional e interconfessional nas escolas públicas a partir da: 
Alternativas
Q3845810 Pedagogia

"Tributária da religião, de cuja seiva se alimentou por largo tempo, a cultura, só mais tarde e, especialmente e, especialmente, no século XIX, se desprendeu da igreja, sem deixar de ser cristã no seu espírito e nas suas manifestações, para se ligar à vida profissional e às instituições prepostas à preparação para as profissões liberais. Assim, a princípio, de iniciativa eclesiástica ou conteúdo religioso, crescida à sombra de conventos, seminários e colégios de padres e, em seguida, de caráter utilitário, fomentada nas escolas superiores de preparação profissional, a cultura não pode ser compreendida nem explicada, na sua evolução, se nos esquivarmos a começar por expor as atividades religiosas e profissionais a que se ligou, e, sobretudo, as da religião católica que, com suas crenças, sua moral e seus ritos, embalou o berço e selou o túmulo de gerações sucessivas" (AZEVEDO, F. A cultura brasileira. [...], 2010, p. 265-266)


O trecho apresentado destaca a forte influência de uma religião na cultura, neste caso, a cultura brasileira. Nesse contexto, a religião em destaque no trecho deixou como legado para o povo brasileiro:  

Alternativas
Q3845809 Pedagogia
"Nascida já no século XIX com Chantepie de la Saussaye (1891), a partir do objetivo de estudar as religiões "em sua essência e manifestação”, a fenomenologia da religião cresceu no século XX como uma abordagem comparativista e classificatória baseada nos princípios hermenêuticos e de método compreensivo de Dilthey descritos anteriormente. Rapidamente ganhou força, e, entre as décadas de 1920 e 1980, aproximadamente, acabou se tornando a abordagem mais conhecida e expoente da Ciência da Religião. Seus nomes mais conhecidos foram N. Séderblom, W. Kristensen, R. Otto, J. Wach, G. van der Leeuw, F. Heiler, G. Mensching, M. Eliade e J. Kitagawa. Foi marcada por uma visão implícita de que havia uma "unidade” ou mesma ‘essência” entre todos os fenômenos religiosos, bem como que era fundamental a empatia dos cientistas das religiões para com as religiões que pesquisam” (COSTA, M. O. Ciência da religião aplicada como terceiro ramo da Religionswissenschatft... [...], 2019, p. 27).
Considerando o trecho transcrito, a "fenomenologia da religião” se tornou a abordagem mais presente na Ciência da Religião no século passado, para a qual o objeto seria o "fenômeno religioso". Entretanto, a concepção de fenômeno religioso comum a essa abordagem é identificada atualmente na área como:  
Alternativas
Q3845808 Pedagogia
A formação inicial de professores de Ensino Religioso no Brasil, segundo suas diretrizes curriculares nacionais deve ser: 
Alternativas
Q3845799 Português
"Fux libera que beneficiários do Bolsa Família voltem para as bets. Decisão foi do ministro do STF Luiz Fux, nesta sexta-feira (19)."(Fonte: Dol.com). Leia as afirmações seguintes relacionadas ao assunto da reportagem do comando da questão e marque a alternativa correta:
I - O ministro atendeu ao pedido liminar da Associação  Nacional de Jogos e Loterias e determinou o desbloqueio de contas ativas e a reativação das contas que foram encerradas após a publicação da norma, que proibiu o cadastro de beneficiários do Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC) nas plataformas.
Il- O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, com a decisão, parte da norma do Ministério da Fazenda que impede o cadastro de beneficiários de programas sociais em sites de apostas eletrônicas, conhecidas como bets.
III- O pedido liminar da Associação nacional de Jogos e Loterias foi deferido integralmente, determinando a liberação para novos cadastros ou aberturas de novas contas para beneficiários de programas sociais em sites de apostas eletrônicas.  
Alternativas
Q3845788 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.



Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, da conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso. 


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas. 


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso. 


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor. 


Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera. 


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.  


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E as vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair. 


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...  


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você? 


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.  


Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também. 


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.  


(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.) 

Entre as características da pessoa que recebe a mensagem não consta: 
Alternativas
Q3845786 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.



Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, da conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso. 


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas. 


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso. 


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor. 


Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera. 


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.  


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E as vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair. 


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...  


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você? 


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que esta cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não da pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.  


Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também. 


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.  


(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.) 

Identifique o fragmento que contém Ironia.
Alternativas
Q3829501 Matemática

O menor número inteiro que seguir do 1° grau é: 


q_48 matem.png (413×50)

Alternativas
Q3829500 Matemática Financeira
Um investidor aplicou o valor de R$ 2.000,00 em uma aplicação financeira com rendimento anual de x%, sob o regime de juros compostos. Considerando que não houve aportes adicionais, após 20 anos o valor total acumulado passou a ser R$ 64.000,00
Considere 100,07525 = y e log2 = 0,301, o valor x é dado por:
Alternativas
Q3829486 Pedagogia
A Metodologia do Ensino de Matemática contemporânea enfatiza que o desenvolvimento do raciocínio matemático exige a articulação entre representações algébricas, gráficas e conceituais. Considere o desafio de ensinar a classificação e a resolução de Sistemas Lineares e Sistemas de Inequação Linear. Os — alunos frequentemente dominam as técnicas de cálculo (como o uso de matrizes e determinantes), mas demonstram dificuldade em interpretar o significado geométrico das soluções.
Qual estratégia pedagógica, baseada na integração curricular, é mais eficaz para que o aluno atribua significado à solução de um Sistema de Inequação Linear e compreenda a diferença entre as soluções de um sistema de equações e um sistema de inequações?
Alternativas
Q3829483 Legislação dos Municípios do Estado do Pará

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Utilize a Lei Orgânica do Município de Viseu para resolver as questões.

(Prefeitura Municipal de Viseu)

O que poderá acontecer com o servidor publico que for proprietário, controlador ou diretor de empresa que mantenha contrato com pessoas jurídicas de direito publico?  
Alternativas
Q3829465 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

A analise dos termos no contexto textual não sustenta a afirmação em: 
Alternativas
Q3829464 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

"E se for, faz parte também.". Analisa corretamente a intenção do autor:  
Alternativas
Q3828370 Pedagogia

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) estabelece algumas normas com incumbências atribuídas aos estabelecimentos de ensino, entre as quais se destacam:



I – articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola;


II – promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas;


III – notificar ao Conselho Tutelar do município as ocorrências e os dados relativos a casos de violência que envolvam seus alunos, especialmente automutilações, tentativas de suicídio e suicídios consumados.



Após a leitura das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q3828369 Inglês

texto seguinte servirá de base para responder à questão.


CNN Health Exhausted? The reason may be how you're using technology

Analysis by Kara Alaimo

Oct 7, 2025


Kara Alaimo is a professor of communication at Fairleigh Dickinson University. Her book "Over the Influence: Why Social Media Is Toxic for Women and Girls — And How We Can Take It Back" was published in 2024 by Alcove Press.


You may think you're exhausted because, like me, you have too many things on your plate. But there's another reason, according to a new book.


Case in point: While | was writing this piece, | responded to dozens of emails from colleagues and students, got a huge medical bill, replied to a text about a home repair, and learned that my older daughter needs to wear white to school next Monday while the younger one is supposed to wear the colors of fall.


This relentless barrage of interruptions and switching between thoughts and technology platforms is leaving us utterly exhausted, says Paul Leonardi, department chair and Duca Family Professor of Technology Management | at the University of California, Santa Barbara.


He explains how this happens in his new book, "Digital Exhaustion: Simple Rules for Reclaiming Your Life."


| spoke to Leonardi about what's making us all so tired | and what we can do about it.


CNN: You say one reason we're so exhausted is that we keep switching between platforms. How does that make us exhausted?


Paul Leonardi: Every tool we use requires some amount of cognitive focus. We have to learn the tool we're enmeshed in. When we switch, we have to disengage | and reengage in another area of focus, and we also have to switch how we're using that tool. Our brains do not do a good job of switching that quickly. The main issue is that we haven't evolved to make the switches as quickly as we do today. It leaves us feeling exhausted.


CNN: You found that we often don't realize we're getting exhausted from all this digital switching. Why?


Leonardi: It comes back to the way our bodies have evolved over time. We have good sensory feedback to show us when we're physically tired. Otherwise, we could collapse, and that's dangerous. So, our body knows to send signals to our brain to say stop. But we didn't evolve to sit in an office in front of a computer, so our brain doesn't know to tell itself it's tired. We can just keep taxing ourselves, but that residue builds up over time. Then we feel like we've been hit by a semitruck


CNN: What can we do to address that exhaustion?


Leonardi: Think about reducing the kinds of switches we make throughout the day.


In the book | talk about three kinds of switches. Switching between modalities is switching across tools. Think about the different videoconferencing platforms you use. You might use Zoom and then switch to Microsoft Teams. They seem like they're roughly the same. But how many times have you been in a meeting and thought, "I need to share my screen. How do | do that on this platform?" And those little changes are enough to really wear us out when they accumulate over time


The second type is what | call switches between domains, and that's when we're working on one task, get interrupted and then switch to a different task. The unplugging and then re-plugging into the other task take quite a bit of effort. It's a tremendous tax that we pay.


The third type is switching between different areas of life. How many times in your day are you getting a quick text from your kid's school? Or the plumber calls to tell you they're going to be late and wants to talk about the problem in your house. Those switches across really big domains are even more exhausting because they pull us completely out of our thought process in one area, and then we have to get back.


CNN: You say social media is the most exhausting type of platform to use. Why?


Leonardi: | talk about three forces that exhaust us. One is attention. On social media we're constantly switching between things because apps are pushing us different notifications. First somebody liked something, and then there's an ad. The second force of exhaustion is making inferences. We get a snippet of data, and it's not quite enough to tell us the whole picture. So, we have to fill in the blanks, and that takes effort. On social media we're constantly different apps and making inferences. We see somebody is on a trip, and we're like, they must have a lot of money. And they're having the time of their life. We're filling in the blanks.


The last is emotion. When our emotions get piqued, whether for good or for bad, that's also exhausting. On social media we do social comparisons, so we get jealous that somebody else is doing something we wish we were doing. Or we get annoyed that we see a bunch of friends hanging out and we're not part of the group.


Social media is so exhausting because it maximizes all three of these forces.


CNN: You say it's especially hard for people who work from home to avoid this kind of exhaustion. Why is that? Leonardi: One of the big reasons remote workers experience exhaustion even more than people in the office — or it feels more acute — is that it's very difficult to create separation between work and home. They're constantly trying to manage that boundary, and that's so exhausting.


They also are more dependent on tools for everything, so they don't get a break. If you're in the office and you have an in-person meeting, you don't have to switch onto your Zoom platform. You actually get a break for a little bit when you're talking to somebody in the hallway. You don't get that on these tools.


You're also managing your presence when you're working from home. You need to make sure people know you're available because it matters for people's perception of your work performance. So, you're putting on a sort of act that's also exhausting


CNN: You recommend turning off the video of ourselves in meetings. Why?


Leonardi: | think it's a good idea sometimes. We tend to fixate on ourselves, and doing that creates a feeling of self-consciousness. It also creates more effort for us to manage our presentation to others.


Imagine if you were talking to friends, or you're in a meeting, and you have a mirror in front of your face the entire time. You're like, oh my gosh, how do | look right now? There are bags under my eyes, and | can't believe | made that stupid facial expression. We don't do that in regular life.


These extra little activities accumulate to wear us out over time.


Communicating in person instead of texting, when possible, can reduce digital exhaustion and create richer relationships.


CNN: What's your best advice for parents who are exhausted from keeping up with endless group chats about car pools and soccer games?


Leonardi: | never intended to write about that in my book, but it came up so often in the interviews | did.


One strategy | heard that was quite effective was calculating whether a car pool is actually worth the time you're putting into coordinating it. If you add up all the time you're spending texting with other people, sometimes it adds up to the same amount of time it would take to just drive your kid yourself.


Another strategy people used was reducing those communications by trying to coordinate in person. When they see each other at the soccer game, they have a long conversation about the plan for the next week. A lot of folks find they're developing richer relationships because that discussion about the car pool is just the entrée to a deeper conversation. Those are much more fulfiling relationships than the transactions taking place via text


CNN

Analise a palavra exhaustion, presente no texto. Ela é formada por meio de:  
Alternativas
Respostas
61: C
62: A
63: C
64: D
65: C
66: A
67: D
68: D
69: A
70: B
71: C
72: A
73: A
74: D
75: B
76: D
77: D
78: D
79: C
80: D