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Q3874421 Pedagogia
No debate crítico sobre avaliação escolar, Jussara Hoffmann propõe o chamado “jogo do contrário”, como estratégia teórica para desestabilizar práticas avaliativas tradicionais. À luz dessa concepção, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3874420 Pedagogia
A abordagem das culturas africanas e afro-brasileiras no contexto escolar exige uma ruptura epistemológica com práticas meramente comemorativas ou folclorizantes. Considerando esse pressuposto, assinale a alternativa que expressa uma compreensão teórico-pedagógica compatível com a proposta educacional em voga.
Alternativas
Q3874419 Sistemas Operacionais
Um usuário do sistema operacional Windows 10, ao pressionar simultaneamente as teclas CTRL + ALT + DELETE enquanto se encontra na área de trabalho, o usuário provoca qual ação no sistema? 
Alternativas
Q3874418 Noções de Informática
Quais dos aplicativos abaixo são navegadores de internet? 
Alternativas
Q3874404 Português
A METONÍMIA é uma figura de linguagem que consiste na substituição de um termo por outro, havendo entre eles uma relação de proximidade ou contiguidade. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo claro dessa figura, especificamente na relação autor pela obra:
Alternativas
Q3874403 Português
Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Q3874402 Português
Assinale a opção em que o uso do acento indicativo de crase é OBRIGATÓRIO, considerando a norma culta:
Alternativas
Q3874401 Português
No que se refere às regras de acentuação vigentes na Língua Portuguesa, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I. As palavras HISTÓRIA, MAGISTÉRIO e RELATÓRIO recebem acento por serem classificadas como paroxítonas terminadas em ditongo crescente.
II. O vocábulo MÚSICA é acentuado seguindo a mesma regra que justifica o acento em DIDÁTICA.
III. De acordo com o Acordo Ortográfico vigente, palavras como IDÉIA e PLATÉIA permanecem acentuadas devido ao ditongo aberto em posição paroxítona.
Alternativas
Q3874400 Português

Texto para a questão.

 

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

 

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Qual das alternativas abaixo melhor expressa a tese central defendida pelo autor ao longo do texto? 
Alternativas
Q3874399 Pedagogia

Texto para a questão.

 

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

 

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Analise as seguintes afirmações sobre a "pedagogia da resiliência" mencionada no texto:
I. Ela é uma responsabilidade exclusiva dos professores de áreas ligadas às Ciências da Natureza.
II. Envolve a formação de uma consciência sobre a interdependência entre seres humanos e o meio ambiente.
III. Transcende o conteúdo programático, alcançando a gestão do cuidado e o suporte emocional.
Está(ão) correta(s) apenas: 
Alternativas
Q3874398 Português

Texto para a questão.

 

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

 

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

O autor utiliza a expressão "competência polifônica" para caracterizar o exercício do magistério na atualidade. Pela análise do último parágrafo, essa competência pode ser definida como a capacidade do professor de:
Alternativas
Q3874397 Pedagogia

Texto para a questão.

 

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

 

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Considere o seguinte trecho: "A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades."
A partir da leitura do texto, infere-se que a prática antirracista mencionada pelo autor: 
Alternativas
Q3874396 Pedagogia

Texto para a questão.

 

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

 

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

Ao discutir a restrição do uso de celulares nas escolas, o texto sugere que a eficácia dessa medida está condicionada a:
Alternativas
Q3874395 Português

Texto para a questão.

 

A Escola como Território de Resiliência e Ética na Era da Complexidade

 

A função social da escola contemporânea tem sido tensionada por fenômenos que transcendem os muros da sala de aula, exigindo do fazer docente uma postura que vai além da mera transposição didática. No cenário atual, a instituição escolar não é apenas um espaço de instrução, mas um território estratégico de resiliência e mediação de conflitos globais e locais. Diante da emergência climática, por exemplo, a escola assume um papel ambivalente: ao mesmo tempo em que deve educar para a sustentabilidade e para a "continuidade da vida", ela se vê desafiada a estruturar-se como um porto seguro físico e emocional para comunidades impactadas por eventos extremos. Essa "pedagogia da resiliência" não se limita ao conteúdo programático de Ciências ou Geografia, mas permeia a gestão do cuidado e a formação de uma consciência coletiva sobre a interdependência entre os sistemas humanos e naturais.

Paralelamente, a aceleração tecnológica, materializada na onipresença da Inteligência Artificial e na ubiquidade dos dispositivos móveis, impõe novos dilemas éticos e pedagógicos. O debate sobre a restrição do uso de celulares no ambiente escolar, que culminou em normativas recentes no cenário brasileiro, reflete uma tentativa de resgatar a atenção e a interação humana como fundamentos do processo de aprendizagem. Contudo, a proibição isolada, desacompanhada de uma reflexão crítica sobre a literacia digital, corre o risco de ser um paliativo diante de uma realidade onde a tecnologia já reconfigurou as formas de pensar e se relacionar. O desafio do professor, portanto, reside em equilibrar a necessária desconexão para o foco com a indispensável inclusão digital ética, transformando a ferramenta técnica em instrumento de emancipação intelectual e não de mera passividade consumista.

Nesse contexto de múltiplas transições, a educação para a equidade — sustentada por marcos legais como as leis que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afrobrasileira e indígena — deixa de ser uma efeméride para se tornar o cerne de uma prática antirracista e inclusiva. A escola que se pretende democrática deve enfrentar as desigualdades estruturais que se manifestam no cotidiano escolar, desde a escolha dos materiais didáticos até a sensibilidade no acolhimento das diversidades. Assim, o magistério hoje exige uma competência polifônica: a capacidade de articular o rigor do conhecimento científico com a sensibilidade das habilidades socioemocionais, compreendendo que o sucesso da aprendizagem está intrinsecamente ligado à capacidade da escola de se manter relevante, humana e ética em um mundo em constante e imprevisível transformação.

No primeiro parágrafo, o autor utiliza o termo "papel ambivalente" para descrever a atuação da escola diante da emergência climática. De acordo com a articulação de ideias do texto, essa ambivalência reside no fato de a escola: 
Alternativas
Q3813458 Pedagogia
No contexto do tratamento psicopedagógico, o jogo é considerado uma ferramenta fundamental porque: 
Alternativas
Q3813457 Pedagogia
Após o diagnóstico psicopedagógico, o informe e a sessão de devolução devem: 
Alternativas
Q3813456 Psicologia
O diagnóstico psicopedagógico é um processo investigativo que visa compreender a dinâmica do aprender e do não aprender. Nesse sentido, seu principal objetivo é:
Alternativas
Q3813455 Pedagogia
Em uma avaliação psicopedagógica, é fundamental distinguir distúrbios de aprendizagem de dificuldades escolares, pois: 
Alternativas
Q3813454 Pedagogia
A Psicopedagogia entende o aprender como ato que transcende o espaço formal da escola. Nessa perspectiva, o processo de aprendizagem:
Alternativas
Q3813453 Pedagogia
No campo psicopedagógico, o trabalho preventivo diferencia-se do remediativo quanto aos seus objetivos e estratégias. Uma característica essencial do enfoque preventivo é: 
Alternativas
Respostas
701: C
702: B
703: B
704: A
705: C
706: A
707: C
708: B
709: C
710: B
711: B
712: A
713: C
714: B
715: D
716: C
717: A
718: A
719: D
720: C