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Q2394685 Pedagogia
A Lei Federal nº 5.692, de 11 de agosto de 1971, que instituiu as Diretrizes e Bases para o ensino de 1º e 2º graus, determinava, no capítulo V, Art. 33, que “a formação de administradores, planejadores, orientadores, inspetores, supervisores e demais especialistas de educação será feita em curso superior de graduação, com duração plena ou curta ou de pós-graduação”. Para Medina (2002, p.39), essa lei:

I. institucionalizava a supervisão, ao referir-se à formação de administradores, planejadores, orientadores, inspetores, supervisores e demais especialistas em educação. A supervisão passa a introduzir modelos e técnicas pedagógicas atualizadas (para a época); o supervisor, contudo, não perde o vínculo com o poder administrativo das escolas. Agora o seu papel é o de assegurar o sucesso no exercício das atividades docentes por parte de seus colegas, professores, regentes de classe.
II. A referida lei fortaleceu, à época, o papel do supervisor escolar como profissional da educação, concedendo-lhe poder de ação frente aos docentes e à proposta pedagógica da escola. Portanto, mesmo com a ampliação de funções, a atuação do supervisor permaneceu direcionada ao controle das práticas docentes, sem pôr em ação um trabalho integrado junto aos educadores. Sua atuação consistia em atender as exigências das secretarias de educação e das escolas na construção de materiais didáticos, relatórios, dentre outros.

Marque a única alternativa correta:
Alternativas
Q2394684 Pedagogia
Para ser um bom coordenador e supervisor pedagógico não basta apenas realizar suas funções básicas. Algumas habilidades extras são essenciais para que o profissional tenha uma visão mais ampla e humanizada das problemáticas que podem surgir dentro do ambiente escolar. Confira quais são algumas aptidões que podem ser necessárias para garantir um bom desempenho dentro das Instituições Educacionais:

I. Liderança, um coordenador, um pedagógico precisam ter o espírito de liderança bem aprimorado para conseguir comandar os projetos escolares, orientar os professores e, ainda, lidar com as mais variadas questões relacionadas com os problemas do bairro, da representação política da comunidade, dentre outros.
II. Boa comunicação, quando se fala em uma boa comunicação, não se trata apenas da capacidade de informar e passar as mensagens necessárias de maneira que todos entendam, mas também de saber escutar. É provável que, em diversos momentos, outros agentes escolares deem sugestões ou façam críticas, de modo que o coordenador, o supervisor pedagógico necessita manter identidade própria, sua individualidade, sua própria maneira de pensar, estas sugestões são ouvidas apenas como uma forma de ser educado.
III. Visão geral, são diversos os projetos que podem ser introduzidos dentro das instituições de ensino, de modo que um bom coordenador, um bom supervisor conseguem ter uma visão de quando, por que e como devem ser aplicá-los. A interdisciplinaridade, por exemplo, é extremamente importante, de modo que a visão geral irá ajudar o profissional a entender como trabalhar esta questão.
IV. Senso de coletividade uma escola é uma espécie de comunidade que precisa aprender a sempre trabalhar em conjunto. Articular todos os seus setores é importante para que os que integram essa instituição de ensino possam desenvolver suas habilidades de trabalhar de modo coletivo.

Marque a única sequência correta:
Alternativas
Q2394683 Pedagogia
Leia sobre o perfil, atuação e importância do apoio e supervisão escolar e tire suas conclusões:


I. O Serviço de Orientação Escolar é muito importante para as escolas, pois trata-se, de um profissional que tem o papel de mediar a relação entre professor, aluno, a família e a escola. A orientação é um processo dinâmico, contínuo, sistemático e integrado em todo o círculo escolar encarando o aluno como um ser global que deve desenvolver harmoniosamente e equilibradamente todos os aspectos: intelectual, físico, social, moral, estético político educacional e vocacional. Assim sendo, a orientação envolve um trabalho realizado de forma integrada com o supervisor educacional, pois considera o educando e todos os aspectos relacionados a sua cognição, principalmente os aspectos psicológicos, físicos e muitas outras condições.
II.A formação integral dos educandos (este processo é apreciado em todos os seus aspectos, tido como capaz de aperfeiçoamento e realização), através de conhecimentos científicos e métodos técnicos. A Orientação Educacional é um sistema em que se dá através da relação de ajuda entre Orientador, aluno e demais segmentos da escola.

O orientador escolar é o profissional que faz toda a diferença na superação das dificuldades de aprendizagem, contribuindo para que os alunos sejam bem-aceitos na escola, na família e na sociedade, circunscrevendo o problema à própria dificuldade de aprendizagem.

Marque a única alternativa correta:
Alternativas
Q2394682 Pedagogia
O supervisor escolar é o profissional com habilitação em Pedagogia e/ou a nível de especialização, que executa serviços de supervisão e parceria pedagógica na escola, por isso é importante fomentar a importância desse profissional e seu papel na escola. Ferreira (2017, p. 01), afirma que o papel do supervisor na escola é “agir, movimentar e envolver-se interagindo na comunidade dos relacionamentos na escola, em sala de aula nas quais os alunos estão inseridos”. A partir deste contexto marque as alternativas que representam o papel do supervisor na escola:

I. oferecer assistência ao professor, no que se refere a aprendizagem do aluno, onde ambos trabalham como parceiros político pedagógicos, em uma relação de dependência entre si.
II. atuar como o harmonizador do espaço escolar, uma vez que este profissional não atua de forma isolada, tampouco como fiscal do professor, mas sim como um facilitador do trabalho pedagógico.
III. acompanhar a atualização pedagógica e normativa, com especial atenção, em ambos os casos, aos fundamentos determinados na LDB 9.394/96.
IV. seu papel, também, está relacionado a coordenação das atividades didático-pedagógicas, ao planejamento escolar e ao incentivo coletivo de melhorias contínua no espaço escolar.


Marque a única sequência correta:
Alternativas
Q2394681 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os dados geográficos mais recentes fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sobre o município de Rubiataba/GO, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2394680 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando os aspectos históricos da criação e formação do Município de Rubiataba/GO, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q2394679 História e Geografia de Estados e Municípios
Segundo os dados mais recentes fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a maior parte do PIB (Produto Interno Bruto) do Município de Rubiataba/GO, é oriunda de qual tipo de atividade econômica:
Alternativas
Q2394678 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
João praticou infração disciplinar e em razão disso passou por sindicância que resultou na aplicação da pena de demissão. Inconformado com a medida e diante de elementos de prova que comprovam sua demissão injusta, João decide ingressar na justiça, e obtém decisão judicial que determina a sua reintegração. Diante dessa situação, de acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Rubiataba/GO, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2394677 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Segundo o que dispõe a Lei Orgânica do Município de Rubiataba/GO, a alienação de bens Municipais, subordinada a existência de interesse público devidamente justificado, será sempre precedida de avaliação e obedecerá a seguinte norma: 
Alternativas
Q2394676 Matemática
Um capital C está aplicado de acordo com a fórmula: M = C (1,2)N. Outra aplicação está de acordo com a fórmula N = (1,2) . N . C, ou seja, com o mesmo capital inicial que a aplicação anterior, N representa o tempo de aplicação em meses. Depois de dois meses, as duas aplicações somam juntas 3840 reais, qual o valor deste capital? 
Alternativas
Q2394675 Matemática
Qual a probabilidade de num lançamento simultâneo de três dados não viciados sair três números primos?
Alternativas
Q2394674 Matemática
A soma dos cubos de dois números inteiros positivos é igual a 539, sabendo que a razão dos dois números é 8/3, qual é o valor da quarta parte do maior dos números?
Alternativas
Q2394673 Matemática
O índice pluviométrico é calculado do seguinte modo. Toma-se recipiente de base quadrada de 1 metro de lado, em seguida mede-se a altura da água em milímetros. Por exemplo, quando se diz que o índice pluviométrico foi de 10 mm, significa que a altura da chuva foi de 10 mm, num recipiente de base quadrada de lado 1 metro. Se uma piscina ocupa uma área de 100 metros quadrados e em certo dia de chuva, a piscina que estava vazia, ficou com um volume de 20 000 litros de água. Qual foi o índice pluviométrico da chuva neste dia?
Alternativas
Q2394671 Português
TEXTO III


O GRITO


         Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.

        Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para o outro. Ele sabe.

        Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.   
           
     Sabemos, sim. Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.

       Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

         A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

       [...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver! 

       Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto. Sabe.
         
       Eu não sei por que sou assim. Sabe.



MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
No vocábulo “elocubrações” temos:
Alternativas
Q2394670 Português
TEXTO III


O GRITO


         Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.

        Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para o outro. Ele sabe.

        Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.   
           
     Sabemos, sim. Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.

       Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

         A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

       [...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver! 

       Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto. Sabe.
         
       Eu não sei por que sou assim. Sabe.



MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
Observe os vocábulos abaixo e marque a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica:
Alternativas
Q2394669 Português
TEXTO III


O GRITO


         Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.

        Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para o outro. Ele sabe.

        Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.   
           
     Sabemos, sim. Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.

       Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

         A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

       [...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver! 

       Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto. Sabe.
         
       Eu não sei por que sou assim. Sabe.



MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
Considere os vocábulos “infrutífero” e “todinho”. Marque a alternativa que apresenta o processo de formação desses vocábulos, respectivamente:
Alternativas
Q2394668 Português
TEXTO III


O GRITO


         Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.

        Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para o outro. Ele sabe.

        Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.   
           
     Sabemos, sim. Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.

       Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

         A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

       [...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver! 

       Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto. Sabe.
         
       Eu não sei por que sou assim. Sabe.



MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
A fim de desenvolver a temática do texto, Martha Medeiros utiliza uma estrutura sintática recorrente na construção inicial dos períodos. Marque a alternativa que apresenta essa estrutura sintática:
Alternativas
Q2394667 Português
TEXTO III


O GRITO


         Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra. Ela sabe.

        Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para o outro. Ele sabe.

        Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.   
           
     Sabemos, sim. Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elocubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está lá dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.

       Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas do mundo ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.

         A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.

       [...] Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver! 

       Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto. Sabe.
         
       Eu não sei por que sou assim. Sabe.



MEDEIROS, Martha. Montanha-russa.
Porto Alegre: L&PM, 2001. p. 15-16.
Analise o texto “O grito”, de Martha Medeiros, e marque a alternativa que apresenta sua principal temática:
Alternativas
Q2394666 Português
TEXTO II


MOTIVO


Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.


Se desmorono ou se edifico,
Se permaneço ou me desfaço,
___ não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
___ mais nada.



MEIRELLES, Cecília. Viagem. In: Obra Poética.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1991. P. 228.

Considere as afirmações a seguir sobre o texto “Motivo”:


I - O gênero textual é um poema.

II - O tipo textual de base é dissertativo.

III - O domínio discursivo é ficcional.


Marque a alternativa que apresenta as afirmações corretas:


Alternativas
Q2394665 Português
TEXTO II


MOTIVO


Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.


Se desmorono ou se edifico,
Se permaneço ou me desfaço,
___ não sei, não sei. Não sei se fico
Ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
___ mais nada.



MEIRELLES, Cecília. Viagem. In: Obra Poética.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1991. P. 228.

Analise os versos: “Se desmorono ou se edifico,/ Se permaneço ou me desfaço,/ Não sinto gozo nem tormento,”. Marque a alternativa que apresenta a figura de linguagem presente nesses versos:
Alternativas
Respostas
3221: B
3222: D
3223: B
3224: C
3225: B
3226: D
3227: B
3228: B
3229: D
3230: D
3231: B
3232: A
3233: C
3234: D
3235: C
3236: B
3237: B
3238: A
3239: D
3240: B