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Q3855914 Direito Digital
Nos termos da Lei nº 13.709/2018, a disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamentos, EXCETO: 
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Q3855913 Atualidades
O novo papa eleito em 8 de maio de 2025 adotou o nome pontifício de: 
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Q3855912 Atualidades
As investigações conduzidas pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União revelaram um esquema de fraudes no INSS caracterizado principalmente por:
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Q3855911 Atualidades
O número de países que aprovaram os documentos finais da COP 30 (Pacote) foi de:
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Q3855910 Atualidades
A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), realizada em 2025, ocorreu na cidade brasileira de: 
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Q3855909 Geografia
De acordo com dados do IBGE, a densidade demográfica do município de Cerro Negro (SC), no ano de 2022, correspondia a: 
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Q3855908 Direito Administrativo
Na Administração Pública, os princípios da Moralidade e da Publicidade orientam a conduta dos agentes públicos e a transparência dos atos administrativos. Considerando esses princípios, assinale a alternativa INCORRETA. 
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Q3855907 Direito Administrativo
A Lei nº 14.133/2021 estabelece definições fundamentais para a compreensão dos sujeitos e das estruturas envolvidos nas contratações públicas. Considerando essas definições legais, estabeleça a correlação correta entre os conceitos (Coluna I) e as definições correspondentes (Coluna II).

Coluna I
1. Órgão.
2. Entidade.
3. Licitante.  


Coluna II
(    ) Unidade de atuação integrante da estrutura da Administração Pública.
(    ) Unidade de atuação dotada de personalidade jurídica.
(    ) Pessoa física ou jurídica, ou consórcio de pessoas jurídicas, que participa ou manifesta a intenção de participar de processo licitatório 


A sequência correta da correlação, de cima para baixo, é:
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Q3855906 Direito Constitucional
A Constituição Federal estabelece princípios e regras aplicáveis à Administração Pública direta e indireta, bem como normas relativas ao ingresso, à permanência e à remuneração dos servidores públicos. Considerando essas disposições, assinale a alternativa correta. 
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Q3855905 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica do Município disciplina o local de realização, a publicidade e as condições de abertura das sessões da Câmara Municipal. Considerando essas disposições, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q3855904 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

De acordo com a Lei Orgânica do Município, a composição, a eleição, o mandato e a destituição da Mesa Diretora da Câmara Municipal obedecem a regras específicas. Considerando essas disposições, analise as assertivas a seguir.



I. A eleição da Mesa da Câmara Municipal ocorre sob a presidência do Vereador mais idoso dentre os presentes, desde que esteja presente a maioria absoluta da edilidade.



II. O mandato da Mesa Diretora é de dois anos, sendo admitida a recondução para o mesmo cargo dentro da mesma legislatura.



III. A eleição da Mesa é realizada por escrutínio secreto, sendo eleita, a chapa que obtiver a maioria absoluta dos votos dos membros da Câmara.



Das assertivas, pode-se afirmar que:

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Q3855903 Matemática
Para a construção de uma estrutura cilíndrica oca que deverá ter 25 metros de altura (considerando somente as paredes), foram encomendadas peças para formar as paredes dessa estrutura. Cada uma dessas partes, que têm 5 metros de altura, são, com relação à sua base e ao seu topo, parte de circunferência, ou seja, a união dessas partes formará o círculo que define a estrutura cilíndrica. Ao se medir o comprimento da linha que define o topo de uma dessas partes, por exemplo, chega-se a 7,5 metros. Nesse sentido, se o diâmetro da estrutura deve ser de 20 metros, qual das alternativas apresenta a quantidade das partes de paredes que serão necessárias? (Considere π = 3).
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Q3855902 Matemática Financeira
A partir de uma aplicação financeira que tem como sistema de juros, o composto, analise as assertivas que seguem:

I. A principal diferença com relação ao sistema de juros simples é a variação temporal de uma aplicação para outra, que muda, pois no simples a taxa sempre segue uma mesma variação: mensal, por exemplo.

II. Se a taxa de aplicação bimestral é de 1%, tem-se que sua equivalente semestral, se fosse em sistema de juros simples, seria de 3,0301%.

III. Os juros obtidos são maiores do que no sistema de juros simples, considerando mesma taxa e mesma periodicidade de aplicação, mas o montante é sempre o mesmo.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que: 
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Q3855901 Matemática
Quando um objeto é colocado sobre uma balança específica, ela registra seu peso e envia essa informação para o Sistema P; registra a área da sua base e envia essa informação para o Sistema Q; e enquanto abre um compartimento para que o objeto caia em uma caixa interna, registra sua altura e envia essa informação para o Sistema Q. Para cada informação recepcionada no Sistema P, é feito um registro no Sistema Q, e um no Sistema R; assim como em cada uma que chega em R, é feita no Q. A partir disso, se em uma semana chegaram 31.436 registros em Q, apenas com relação à pesagem de objetos na balança específica, quantos foram esses objetos? 
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Q3855900 Matemática
Foi desenhada uma linha com comprimento total igual a 20 centímetros. Metade dessa linha deve ser utilizada para que seja um lado de um quadrado, e a outra metade deve ser utilizada para que seja um lado de um retângulo não-quadrado. Para além disso, sabe-se que qualquer dos lados do quadrado ou do retângulo devem ter o menor comprimento possível, considerando que os lados dessas figuras geométricas precisam ter como medida, um múltiplo de dez, em centímetros. Nesse sentido, considerando que as figuras não compartilham lado qualquer, qual é o resultado da soma dos perímetros do quadrado do retângulo? 
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Q3855899 Raciocínio Lógico

Considere as seguintes afirmações:



R é a média aritmética entre os números inteiros maiores do que -15 e menores do que -5.



• S é a mediana entre os números naturais maiores do que -5 e menores do que 5.



• T é a média aritmética entre R e S.



• U é a mediana entre R, S e T.



• V é igual ao produto entre o menor valor do conjunto {R, T} e o maior valor do conjunto {S, U}.



A partir das afirmações acima, assinale a alternativa que traz o resultado da expressão 2T + R – ( V + U x S ).  

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Q3855898 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

Na língua portuguesa, os dígrafos podem ser classificados como consonantais ou vocálicos. Nesse sentido, qual das alternativas a seguir apresenta um vocábulo composto apenas por dígrafo consonantal?
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Q3855897 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “A carrocinha levou três cachorros”, a estrutura sintática evidencia a relação entre o verbo e o termo que pratica a ação verbal. Considerando essa organização, o sujeito da oração classifica-se como:  
Alternativas
Q3855896 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “A cidade retoma seu ritmo habitual”, as palavras “a” e “seu” exercem funções gramaticais distintas na estrutura do período. Nesse contexto, “a” classifica-se como __________, enquanto “seu” classifica-se como _________. 

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
Alternativas
Q3855895 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Política do abandono


    No Brasil dos anos 1970, falava-se com convicção na necessidade de capturar os cachorros que viviam nas ruas. Sob uma forte ideologia de controle, o discurso era o da higiene, da ordem, da prevenção, palavras que tentavam dar um contorno racional a uma pratica dura e cruel, então consolidada como política pública legitimada, quase sem questionamento ético. Para os cachorros, no entanto, tudo isso tinha um nome só: a carrocinha. A carrocinha levou três cachorros de uma vez, repetiam as crianças, como quem canta, sem saber o peso do que diziam. Apesar de antiga e repetida nas brincadeiras de roda desde os anos 1950, a cantiga nunca foi só brincadeira para mim. Vinha sempre acompanhada de uma lembrança dura, que eu ainda não sabia nomear.


    O tempo passou, as leis mudaram, os termos ficaram mais cuidadosos. Já não se fala da mesma forma, é verdade. Mas o erro humano atravessou as décadas quase intacto. Os animais continuam desprotegidos. Principalmente os cães, que seguem circulando como se ocupassem um espaço provisório, tolerado apenas enquanto não incomoda demais. 


    Costuma-se dizer que o abandono é um problema típico dos grandes centros urbanos. Cidades inchadas, trânsito caótico, gente demais. Mas basta caminhar com atenção pelo litoral para perceber que o problema também mora perto do mar. Ele se revela com mais nitidez depois do veraneio, quando o movimento diminui, as ruas esvaziam e as casas fecham suas janelas até a próxima temporada. 


    O verão vai embora levando cadeiras de praia, guarda-sóis e promessas de descanso. Ficam os rastros menos visíveis. Cães deixados para trás, como se fossem parte de uma bagagem esquecida ou descartável. Eles passam a vagar pelas ruas, pelas praças, pelas portas fechadas, carregando uma espera que não tem data.


    Esperam um portão se abrir, um chamado conhecido, um gesto mínimo de carinho. Esperam sem saber que já não há retorno. A cidade retoma seu ritmo habitual, o comércio desacelera, os dias seguem. Só eles permanecem, testemunhas silenciosas de uma estação que passou rápido demais e de uma responsabilidade que nunca chegou a ser plenamente assumida. 


    No fim, talvez o abandono nunca tenha sido apenas uma falha de política pública. Ele se repete como um hábito humano antigo: o de ir embora deixando para trás aquilo que depende de nós. O verão acaba. A consciência, nem sempre.


Autora: Helô Bachicette - GZH (adaptado). 

No trecho “O tempo passou”, o verbo empregado situa a ação em relação ao momento da enunciação e contribui para a progressão temporal do texto. Considerando o tempo e o modo verbal utilizados, a forma “passou” está corretamente classificada como:
Alternativas
Respostas
1921: C
1922: E
1923: C
1924: D
1925: A
1926: C
1927: E
1928: A
1929: B
1930: E
1931: C
1932: C
1933: A
1934: E
1935: A
1936: D
1937: A
1938: A
1939: B
1940: B