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Questões de Concurso Comentadas para instituto fênix

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Q4177793 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
 No texto, algumas expressões são empregadas com sentido figurado para reforçar a ideia de esgotamento diante da sucessão de crises. Considerando o sentido contextual dessas expressões, analise as assertivas a seguir.
I. Em “um corredor sem janelas”, a expressão sugere uma experiência de confinamento, falta de perspectiva e dificuldade de vislumbrar saídas para os problemas contemporâneos.
II. Em “o mundo tivesse desaprendido a respirar”, a expressão indica a ausência de intervalos entre as crises, como se a realidade estivesse continuamente sufocada por novas urgências.
III. Em “anestesiados pela repetição do absurdo”, o termo destacado indica que as pessoas se tornaram mais sensíveis e reativas diante das crises sucessivas.
IV. Em “entre o medo e a esperança”, a expressão evidencia uma oscilação subjetiva diante da realidade, marcada simultaneamente por inquietação e expectativa de algum sentido possível.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4177792 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
Ao afirmar que “talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele”, o autor desloca o foco da reflexão. Nesse trecho, o perigo maior estaria: 
Alternativas
Q4177791 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
 No trecho “De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais”, a oposição entre a visão da Terra à distância e a experiência “aqui embaixo” contribui para: 
Alternativas
Q4177790 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O caos da eterna crise

    Há algo de profundamente cansativo em viver num tempo que nunca se resolve. Como se a humanidade tivesse entrado num corredor sem janelas, onde cada porta aberta leva apenas a outro problema mais complexo, mais barulhento, mais urgente. E a palavra “crise”, que antes indicava um ponto fora da curva, hoje parece ser o próprio traçado da linha. 

    De longe, lá do espaço, a Terra ainda é bonita. Azul, silenciosa, quase serena. Mas essa imagem não nos pertence mais. Aqui embaixo, o planeta é outro: fragmentado, tenso, inquieto. A sensação cotidiana é de estar sempre à beira de um colapso econômico, de uma ruptura institucional, de um novo conflito armado, de uma tragédia anunciada que se confirma antes mesmo de ser compreendida. 

    Não é só o volume de problemas. É a frequência. Não há intervalo. Quando uma crise começa a perder força, outra já tomou o seu lugar, como se o mundo tivesse desaprendido a respirar. Vivemos em estado de alerta permanente, anestesiados pela repetição do absurdo. E talvez esse seja o maior perigo: não o caos em si, mas a adaptação a ele.

    Há uma exaustão silenciosa que atravessa as pessoas. O cidadão comum acorda, trabalha, paga contas, tenta manter alguma sanidade enquanto assiste, quase como espectador, ao desenrolar de decisões que afetam tudo, mas que parecem sempre distantes do seu alcance. 

   E então surge a pergunta incômoda, quase inevitável: onde foi que erramos? Em que momento aceitamos que viver assim era normal? Talvez não haja uma resposta única. Talvez o erro seja coletivo, diluído em pequenas escolhas, omissões, indiferenças acumuladas ao longo do tempo.

   O fato é que seguimos. Entre uma manchete e outra, entre o medo e a esperança, tentando encontrar algum sentido no meio do ruído.  

    Eu acreditei durante a pandemia que sairíamos diferente daquela experiência global de medo. Achei, na minha inocência, que passaríamos a compreender mais uns aos outros. 

    Até quando vamos tratar o caos como rotina? Porque uma crise sem fim deixa de ser exceção. E passa a ser, perigosamente, o nosso jeito de existir. 

Autor: Marco Matos – GZH (adaptado). 
No texto, a palavra “crise” é apresentada como um elemento que deixou de representar um acontecimento excepcional. Considerando a construção argumentativa, essa mudança de sentido indica que: 
Alternativas
Q4177634 Segurança e Saúde no Trabalho
Um atendente percebe que há resíduos contaminados em um ambiente vinculado a serviço de saúde. A conduta correta é: 
Alternativas
Q4177633 Segurança e Saúde no Trabalho
Em locais internos, a remoção de pó deve ser feita de modo a evitar que partículas se espalhem pelo ambiente. Para isso, é adequado utilizar: 
Alternativas
Q4177632 Meio Ambiente
 Na conservação de áreas externas, como calçadas, pátios e imediações de prédios públicos, uma prática adequada é: 
Alternativas
Q4177631 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação à classificação dos resíduos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4177630 Saúde Pública

Em ambientes de uso coletivo, o sabão e o detergente são usados principalmente para remover sujeiras e gorduras, enquanto o desinfetante deve ser aplicado para auxiliar na redução de __________ em superfícies já limpas.


Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?

Alternativas
Q4177629 Conhecimentos de Serviços Gerais
Na limpeza de um ambiente com móveis, janelas, paredes e piso, a sequência de trabalho tende a ser mais segura e eficiente quando se inicia: 
Alternativas
Q4177628 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Para preencher cargos públicos, a Administração Municipal organiza concurso e realiza o provimento conforme o Regime Jurídico dos servidores públicos municipais, Lei nº 625/2011. Em uma situação regular, esse procedimento deve observar que: 
Alternativas
Q4177627 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Ao organizar suas ações administrativas, o Município precisa cuidar de seu patrimônio, avaliar a instalação de empresas e colaborar com melhorias nas vias públicas urbanas e em localidades povoadas. Considerando as disposições da Lei Orgânica Municipal sobre essas matérias, marque a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4177626 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
A Lei nº 625/2011, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos servidores públicos municipais, assegura regras específicas às pessoas portadoras de deficiência que participam de concurso público. Sobre essas regras, analise as afirmativas a seguir.
I. A inscrição em concurso público é assegurada quando as atribuições do cargo forem compatíveis com a deficiência apresentada.
II. Quando houver candidatos inscritos nessa condição, fica assegurado o percentual de vinte por cento das vagas existentes e das futuras, até a extinção da validade do concurso.
III. As vagas reservadas que não forem ocupadas por candidatos portadores de deficiência aprovados em número suficiente permanecerão sem preenchimento até a realização de novo concurso.
Está(ão) correta(s): 
Alternativas
Q4177625 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Durante a organização dos serviços e atividades de interesse local, a Lei Orgânica Municipal atribui ao Município diferentes competências. Entre elas, está a de: 
Alternativas
Q4177624 Atualidades
Em maio de 2026, a Câmara dos Deputados aprovou a PEC 221/2019, que propõe alterar a jornada de trabalho no Brasil. Pelo texto aprovado, a principal mudança seria: 
Alternativas
Q4177623 Geografia
O fechamento do Estreito de Ormuz provocou impacto econômico porque essa rota é importante para o transporte de: 
Alternativas
Q4177622 História e Geografia de Estados e Municípios
Entre os biomas presentes no Rio Grande do Sul, destacamse: 
Alternativas
Q4177621 Geografia
O clima predominante no Rio Grande do Sul é: 
Alternativas
Q4177620 História e Geografia de Estados e Municípios
O Rio Grande do Sul é formado por: 
Alternativas
Q4177619 Atualidades
No Festival de Cannes de 2024, a Palma de Ouro foi concedida ao filme: 
Alternativas
Respostas
181: C
182: C
183: A
184: B
185: D
186: B
187: A
188: D
189: C
190: B
191: C
192: D
193: C
194: B
195: D
196: A
197: B
198: C
199: D
200: A