Questões de Concurso Para comperve - ufrn

Foram encontradas 11.161 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3218174 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido.
No excerto, o primeiro uso das aspas objetiva
Alternativas
Q3218173 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais[1] estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignora-se a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja[2] eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.
A compreensão proficiente do excerto requer do leitor, preponderantemente,
Alternativas
Q3218172 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais[1] estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignora-se a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja[2] eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.
No contexto em que são empregados, os elementos linguísticos [1] e [2] pertencem
Alternativas
Q3218171 Português

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.



Capacitismo: raro em nosso vocabulário, comum em nossa atitude

Rodrigo Hübner Mendes *


Lucas é um menino de dez anos que nasceu cego. Ao crescer, teve a oportunidade de estudar em uma escola comum e aprendeu a ler, a escrever, a brincar, a andar pelo mundo com autonomia e a se relacionar com outras pessoas, como qualquer criança de sua idade. Ele adora tocar piano, nadar e andar de skate. Um dia, Lucas realiza uma cirurgia que lhe proporciona a chance de passar a enxergar. Na primeira vez em que abre os olhos após essa operação, sua emoção é filmada e viraliza nas redes sociais.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignorase a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.

Lembro-me de uma matéria da revista Trip, de setembro de 2020, em que a atriz e cadeirante Tabata Contri dizia como achava estranho ouvir frases como "Tão novinha, tão bonita e na cadeira de rodas". Ou mesmo "Por que você trabalha, por que não se aposenta?". O texto tratava de uma forma de preconceito e discriminação extremamente arraigada em nossa sociedade: o capacitismo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido. Normalmente, essa abordagem vem acompanhada de colocações que indicam uma visão angelical da pessoa e de infantilização.

A diversidade humana, seja racial, de gênero, sexualidade ou de características corporais, psicológicas etc., deve ser celebrada. É por meio dessas diferenças que somos capazes de construir trajetórias únicas e aprender uns com os outros. A convivência com a pluralidade contribui fortemente para o desenvolvimento de criatividade, inovação, diálogo e empatia – competências notoriamente imprescindíveis para que saibamos navegar pela profunda complexidade inerente à vida contemporânea. Ignorar esse fato representa perder o bonde da jornada rumo a uma sociedade mais civilizada.

*Mestre em gestão da diversidade humana pela Fundação Getúlio Vargas

Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-mendes/2021/06/11/capacitismo-raro-em-nos so-vocabulario-comum-em-nossa-atitude.htm. Acesso em: 26 set. 2022. [Adaptado]
O primeiro parágrafo do texto entrecruza os tipos textuais
Alternativas
Q3218170 Português

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.



Capacitismo: raro em nosso vocabulário, comum em nossa atitude

Rodrigo Hübner Mendes *


Lucas é um menino de dez anos que nasceu cego. Ao crescer, teve a oportunidade de estudar em uma escola comum e aprendeu a ler, a escrever, a brincar, a andar pelo mundo com autonomia e a se relacionar com outras pessoas, como qualquer criança de sua idade. Ele adora tocar piano, nadar e andar de skate. Um dia, Lucas realiza uma cirurgia que lhe proporciona a chance de passar a enxergar. Na primeira vez em que abre os olhos após essa operação, sua emoção é filmada e viraliza nas redes sociais.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignorase a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.

Lembro-me de uma matéria da revista Trip, de setembro de 2020, em que a atriz e cadeirante Tabata Contri dizia como achava estranho ouvir frases como "Tão novinha, tão bonita e na cadeira de rodas". Ou mesmo "Por que você trabalha, por que não se aposenta?". O texto tratava de uma forma de preconceito e discriminação extremamente arraigada em nossa sociedade: o capacitismo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido. Normalmente, essa abordagem vem acompanhada de colocações que indicam uma visão angelical da pessoa e de infantilização.

A diversidade humana, seja racial, de gênero, sexualidade ou de características corporais, psicológicas etc., deve ser celebrada. É por meio dessas diferenças que somos capazes de construir trajetórias únicas e aprender uns com os outros. A convivência com a pluralidade contribui fortemente para o desenvolvimento de criatividade, inovação, diálogo e empatia – competências notoriamente imprescindíveis para que saibamos navegar pela profunda complexidade inerente à vida contemporânea. Ignorar esse fato representa perder o bonde da jornada rumo a uma sociedade mais civilizada.

*Mestre em gestão da diversidade humana pela Fundação Getúlio Vargas

Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-mendes/2021/06/11/capacitismo-raro-em-nos so-vocabulario-comum-em-nossa-atitude.htm. Acesso em: 26 set. 2022. [Adaptado]
A linguagem empregada no texto
Alternativas
Q3218169 Português

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.



Capacitismo: raro em nosso vocabulário, comum em nossa atitude

Rodrigo Hübner Mendes *


Lucas é um menino de dez anos que nasceu cego. Ao crescer, teve a oportunidade de estudar em uma escola comum e aprendeu a ler, a escrever, a brincar, a andar pelo mundo com autonomia e a se relacionar com outras pessoas, como qualquer criança de sua idade. Ele adora tocar piano, nadar e andar de skate. Um dia, Lucas realiza uma cirurgia que lhe proporciona a chance de passar a enxergar. Na primeira vez em que abre os olhos após essa operação, sua emoção é filmada e viraliza nas redes sociais.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignorase a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.

Lembro-me de uma matéria da revista Trip, de setembro de 2020, em que a atriz e cadeirante Tabata Contri dizia como achava estranho ouvir frases como "Tão novinha, tão bonita e na cadeira de rodas". Ou mesmo "Por que você trabalha, por que não se aposenta?". O texto tratava de uma forma de preconceito e discriminação extremamente arraigada em nossa sociedade: o capacitismo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido. Normalmente, essa abordagem vem acompanhada de colocações que indicam uma visão angelical da pessoa e de infantilização.

A diversidade humana, seja racial, de gênero, sexualidade ou de características corporais, psicológicas etc., deve ser celebrada. É por meio dessas diferenças que somos capazes de construir trajetórias únicas e aprender uns com os outros. A convivência com a pluralidade contribui fortemente para o desenvolvimento de criatividade, inovação, diálogo e empatia – competências notoriamente imprescindíveis para que saibamos navegar pela profunda complexidade inerente à vida contemporânea. Ignorar esse fato representa perder o bonde da jornada rumo a uma sociedade mais civilizada.

*Mestre em gestão da diversidade humana pela Fundação Getúlio Vargas

Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-mendes/2021/06/11/capacitismo-raro-em-nos so-vocabulario-comum-em-nossa-atitude.htm. Acesso em: 26 set. 2022. [Adaptado]
Em sua centralidade, o texto objetiva
Alternativas
Q3218083 Pedagogia
A Educação a Distância (EAD) é a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com o auxílio de tecnologias de informação e comunicação. Nessa modalidade, estudantes e professores desenvolvem atividades educativas em lugares ou tempos diversos. Um Assistente de Alunos, ao revisar novamente um texto escrito por ele sobre a EAD, deu destaque a quatro aspectos explicitados abaixo.
I. Na EAD, as discussões periódicas dos professores com os estudantes são a chave para o sucesso do curso.
II. A organização de um curso EAD deve ter o aspecto econômico como o principal critério para sua implementação.
III. A dificuldade de concentração dos estudantes, no geral, é uma desvantagem dos cursos de EAD.
IV. A EAD é flexível, porque o aluno tem a liberdade de assistir às aulas quando, onde e por qual plataforma achar melhor.
Os aspectos coerentes com essa modalidade de ensino estão presentes nos itens
Alternativas
Q3218082 Pedagogia
No século XXI, as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação fornecem recursos que podem auxiliar nas atividades profissionais do Assistente de Alunos na UFRN. Quando essas tecnologias são integradas corretamente ao contexto pedagógico, os estudantes se tornam mais motivados e engajados. Uma ferramenta que facilita a comunicação entre as pessoas envolvidas no processo educativo e outra que auxilia na realização de tarefas e na organização de arquivos são, respectivamente, 
Alternativas
Q3218081 Pedagogia
A formação de atitudes e valores é um componente importante da formação profissional na universidade. Em relação à formação desses componentes nos cursos de graduação, analise as afirmações abaixo.
I. A aprendizagem de novos conhecimentos, nas aulas expositivas, é a via mais importante para o desenvolvimento de valores.
II. Os valores profissionais são componentes da identidade de um profissional.
III. As atitudes estão fortemente vinculadas ao componente afetivo do estudante.
IV. A formação de atitudes para a atividade profissional é uma responsabilidade da família dos estudantes.
Das afirmações, estão corretas
Alternativas
Q3218080 Pedagogia
A atividade profissional do Assistente de Alunos na UFRN demanda dele um dado conhecimento e o domínio de técnicas para favorecer a comunicação pedagógica com os estudantes. Ao conversar com um colega, um Assistente de Alunos expressa quatro ideias sobre essa atividade, apresentadas abaixo.
I. A comunicação pedagógica pode ser considerada um processo de interação educacional intencional mediante o uso de signos e mensagens que se produz na atividade pedagógica.
II. A comunicação pedagógica é, essencialmente, um processo racional, devendo-se, consequentemente, trabalhar para evitar qualquer influência afetiva nesse processo.
III. A linguagem utilizada pelo estudante durante a comunicação com o Assistente de Alunos pode ajudar a valorar os níveis de sua implicação pessoal e social nesse processo.
IV. A linguagem a ser usada na comunicação pedagógica pelo Assistente de Alunos deve priorizar um estilo neutro a fim de garantir o respeito ao estudante.
As ideias coerentes com a atividade desse profissional quanto à comunicação pedagógica estão nos itens 
Alternativas
Q3218079 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Um estudante de um curso da UFRN consulta um Assistente de Alunos da instituição com a finalidade de se informar sobre questões da orientação acadêmica que os cursos oferecem aos estudantes. Nesse sentido, formula quatro perguntas a esse profissional, explicitadas abaixo.
I. A orientação acadêmica inclui as atividades esportivas e culturais na UFRN?
II. O orientador acadêmico deve ser necessariamente um professor?
III. O orientador acadêmico é o responsável por aprovar o planejamento de atividades após da elaboração individual efetuada pelo estudante?
IV. A orientação acadêmica inclui a aprovação pelo orientador das solicitudes de matrículas feitas pelo estudante?
As perguntas que devem ser respondidas de forma positiva pelo Assistente de Alunos são:
Alternativas
Q3218078 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Um estudante de um curso de graduação da UFRN consulta um Assistente de Alunos da instituição para saber sobre a possibilidade de trancamento de matrícula. Nesse sentido, ele formula quatro perguntas ao referido profissional, explicitadas abaixo.
P1. O trancamento de matrícula em um componente curricular significa a desvinculação voluntária do estudante da turma referente ao componente curricular em que se encontra matriculado?
P2. O trancamento de matrícula em módulo deve ser solicitado até, no máximo, a data de cumprimento de 2/3 (dois terço) da carga horária prevista?
P3. O trancamento de matrícula em disciplina não será concedido se solicitado depois de decorridas 6 (seis) semanas do período letivo, de acordo com data estabelecida no Calendário Universitário?
P4. As atividades coletivas que não preveem aulas, atividades de orientação individual e atividades autônomas podem ser trancadas?
De acordo com o atual Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN, as perguntas que devem ser respondidas afirmativamente são 
Alternativas
Q3218077 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Um estudante do Campus Central da UFRN aspira mudar de sede e foi informado de que, no Regimento da UFRN, está estabelecido que a permuta de sede 
Alternativas
Q3218076 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Na resolução citada, estabelecem-se regras sobre o aproveitamento de estudos pelos estudantes, nos cursos de graduação. Em relação a esse aproveitamento, considere as afirmativas abaixo.
I. Podem ser aproveitados estudos realizados antes do período letivo de ingresso do estudante em programa atual na UFRN.
II. O aproveitamento é efetuado quando o programa do componente curricular cursado na instituição de origem corresponde a 80% (oitenta por cento) do conteúdo e da carga horária do componente curricular da UFRN.
III. É permitida a combinação de mais de um componente curricular cursado na instituição de origem, ou de partes deles, para atender às condições de aproveitamento.
IV. Os estudos realizados por estudantes em instituições de ensino superior, nacionais ou estrangeiras, em cursos de graduação legalmente reconhecidos podem ser objeto de aproveitamento.
Sobre o aproveitamento de estudos na UFRN, estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q3218075 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Uma estudante da UFRN pretende adotar uma criança e precisa de informações sobre a possibilidade de realizar estudos em regime domiciliar. Conversando com uma colega de turma, esta fez algumas afirmações reproduzidas nos itens abaixo.
I. O regime de exercícios domiciliares como compensação da ausência às aulas aplica-se à aluna adotante, durante 180 dias, a partir da data da guarda, desde que comprovada por decisão judicial.
II. O regime de exercícios domiciliares é requerido pelo interessado à coordenação do curso, sendo autorizado pela Pró-Reitoria de Graduação.
III. Para atender às especificidades do regime de exercícios domiciliares, os professores elaboram um programa especial de estudos a ser cumprido pelo estudante, compatível com sua situação.
IV. Encerrado o regime de exercícios domiciliares, o estudante fica obrigado a realizar as avaliações para verificação do rendimento acadêmico que não tenham sido realizadas.
Das afirmações feitas pela colega, estão corretas
Alternativas
Q3218074 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Em um encontro entre um Assistente de Alunos com estudantes de um curso de graduação, foram formuladas algumas perguntas sobre procedimentos acadêmicos, explicitadas abaixo.
P1. O cadastramento é o ato pelo qual o candidato se vincula provisoriamente à UFRN, mediante acesso por uma forma de ingresso legalmente reconhecida?
P2. O cadastramento é de competência da coordenação do curso e é disciplinado por edital ou norma específica, de acordo com a forma de ingresso?
P3. Para as formas de ingresso que admitem suplentes, a ocorrência do não cadastramento permite a convocação dos suplentes até o preenchimento das vagas disponíveis?
P4. Uma vez cadastrado, o estudante deve submeter-se às exigências resultantes das especificidades do projeto pedagógico do curso que o receber, na proposta curricular relativa à criação do curso?
As perguntas que devem ser respondidas de forma afirmativa são
Alternativas
Q3218073 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Um Assistente de Alunos se interessou por conhecer questões sobre alunos especiais regulamentadas na UFRN. Conversando com o colega de profissão, foram feitas as afirmações abaixo.
I. O aluno especial é um estudante de graduação admitido por meio de qualquer uma das formas especiais de ingresso, as quais não estabelecem vínculo com curso.
II. O aluno especial, quando se cadastra como aluno regular de graduação, deixa de ter a condição de aluno especial.
III. A aceitação como aluno especial garante futura matrícula ou existência de vaga nas turmas dos componentes curriculares pretendidos.
IV. Os alunos especiais podem, como os outros, receber bolsas, auxílios financeiros ou outras formas de assistência estudantil com recursos da UFRN.
As afirmações coerentes com a resolução estão nos itens
Alternativas
Q3218072 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
No Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN, constam as normativas sobre as atividades acadêmicas nesses cursos. Assim, as atividades acadêmicas 
Alternativas
Q3218071 Legislação Federal
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
Em relação às disciplinas, o atual Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN estabelece:
Alternativas
Q3218070 Pedagogia
A questão deve ser respondida com base na Resolução nº 171/2013 – CONSEPE, de 5 de novembro de 2013, que aprova o Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN.
O projeto pedagógico (PP) é o planejamento estrutural e funcional de um curso. Nesse projeto, são tratados vários aspectos imprescindíveis à sua própria realização. Em relação ao PP de um curso de graduação, considere as afirmações abaixo.
I. O projeto pedagógico deve focar a atenção nas atividades de ensino, sendo opcionais as atividades de extensão e pesquisa.
II. O projeto pedagógico é um documento a ser seguido sem alterações, durante o período de aprovação estabelecido pelo Colegiado do curso.
III. Na elaboração do projeto pedagógico, devem ser considerados as Diretrizes Curriculares Nacionais e os parâmetros definidos por esse regulamento e pela PROGRAD.
IV. No PP, devem se explicitar o perfil do egresso, as competências e as habilidades a serem desenvolvidas durante a formação inicial.
De acordo com o atual Regulamento dos Cursos Regulares de Graduação da UFRN, estão corretas as afirmações
Alternativas
Respostas
1901: A
1902: A
1903: A
1904: A
1905: A
1906: A
1907: A
1908: A
1909: A
1910: A
1911: A
1912: A
1913: A
1914: A
1915: A
1916: A
1917: A
1918: A
1919: A
1920: A