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Q3558714 Pedagogia
Para o senso comum, a matemática é responsável por desenvolver no cidadão o seu raciocínio lógico mesmo sem que se saiba muito bem o que isso significa. Machado (1990) ressalta que, muitas vezes, o professor não compreende o que significa esse raciocínio lógico. Por sua vez, o autor reforça que o desenvolvimento da lógica é um processo da inter-relação entre a matemática com a língua materna. Assinale a alternativa que corrobora a ideia defendida por Machado (1990). 
Alternativas
Q3558703 Pedagogia

“O problemático na disciplinaridade é que ela se exerce desde um espaço-tempo privilegiado – a modernidade europeia – que, assim, se institui como norma, como referência e fonte de esclarecimento destinada a ordenar tanto o mundo natural como o social. Tudo o mais que possa existir entre o céu e a Terra são “outros”, em geral, tidos com exóticos, incompletos, anormais, deficitários e necessitando de coordenação, controle, correção e suprimento. A contribuição desse tipo de análise para a escolarização, o currículo e a pedagogia é inestimável, uma vez que nos alerta para a necessidade de conceber os campos como territórios de disputa, como arenas sociais em que estão em jogo as próprias identidades. É nesse espaço que se afirmam e se fortalecem as diferenças utilizadas como argumentos lógicos, naturais, que têm funcionado como justificativa para a desigualdade e a exclusão.”


COSTA, Marisa Vorraber. Poder, discurso e política cultural: contribuições dos Estudos Culturais ao campo do currículo. In: LOPES, A. C.; MACEDO, E. (org.). Currículo: debates contemporâneos. São Paulo: Cortez, 2002, p. 142 143 

A definição de uma pedagogia cultural no âmbito dos Estudos Culturais compreende que
Alternativas
Q3558698 Pedagogia

“Os cursos de formação para o magistério são globalmente idealizados segundo um modelo aplicacionista do conhecimento: os alunos passam um certo número de anos a assistir a aulas baseadas em disciplinas e constituídas de conhecimentos proposicionais. Em seguida, ou durante essas aulas, eles vão estagiar para ‘aplicarem’ esses conhecimentos. Enfim, quando a formação termina, eles começam a trabalhar sozinhos, aprendendo seu ofício na prática e constatando, na maioria das vezes, que esses conhecimentos proposicionais não se aplicam bem na ação cotidiana. [...] Esse modelo aplicacionista comporta um certo número de problemas fundamentais bastante conhecidos e documentados hoje — lembremos somente dois dentre os mais importantes. Primeiro problema: ele é idealizado segundo uma lógica disciplinar e não segundo uma lógica profissional centrada no estudo das tarefas e realidades do trabalho dos professores. [...] Segundo problema: esse modelo trata os alunos como espíritos virgens e não leva em consideração suas crenças e representações anteriores a respeito do ensino.”


TARDIF, Maurice. Saberes profissionais dos professores e conhecimentos universitários: elementos para uma epistemologia da prática profissional dos professores e suas consequências com relação à formação do magistério. Revista Brasileira de Educação, jan-mar/2000, nº 13, p. 18-19



Qual alternativa expressa adequadamente a tensão entre teoria e prática? 

Alternativas
Q3558671 Inglês
    Among my fellow punctuation nerds, I have a reputation as someone who does not see any use for semicolons. Cecelia Watson, who teaches at Bard College, has written a whole book about them: “Semicolon: The Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark.”
    
    Watson, a historian and philosopher of science and a teacher of writing and the humanities—in other words, a Renaissance woman—gives us a deceptively playful-looking book that turns out to be a scholarly treatise on a sophisticated device that has contributed eloquence and mystery to Western civilization.
    
    The semicolon itself was a Renaissance invention. It first appeared in 1494, in a book published in Venice by Aldus Manutius. “De Aetna,” Watson explains, was “an essay, written in dialogue form,” about climbing Mt. Etna. The mark was a hybrid between a comma and a colon, and its purpose was to prolong a pause or create a more distinct separation between parts of a sentence.
    
    The problem with the semicolon is not how it looks but what it does and how that has changed over time. In the old days, punctuation simply indicated a pause. Comma, colon: semicolon; period. Eventually, grammarians and copy editors came along and made themselves indispensable by punctuating (“pointing”) a writer’s prose “to delineate clauses properly, such that punctuation served syntax.” That is, commas, semicolons, and colons were included in a sentence in order to highlight, subordinate, or otherwise conduct its elements, connecting them syntactically. One of the rules is that, unless you are composing a list, a semicolon is supposed to be followed by a complete clause, capable of standing on its own. The semicolon can take the place of a conjunction, like “and” or “but,” but it should not be used in addition to it.


https://www.newyorker.com/culture/comma-queen/sympathy-for-thesemicolon. July 15, 2019. Adaptado. 
Na opinião do narrador do texto, o sinal de ponto e vírgula 
Alternativas
Q3558664 Português
    Cultura refere-se ao significado que um grupo social dá à sua experiência, incluindo aqui ideias, crenças, costumes, artes, linguagem, moral, direito, culinária etc. A cultura é dinâmica, se recicla incessantemente incorporando novos elementos, abandonando antigos, mesclando os dois, transformando-os num terceiro com novo sentido. Tratamos, portanto, do mundo das representações, incorporadas simbolicamente na complexidade das manifestações culturais. Cultura não é acessório da condição humana, é sim seu substrato. O ser humano é humano porque produz cultura, dando sentido à experiência objetiva, sensorial. Daí a importância da interação social do “outro”, na construção dos espaços simbólicos, onde expressamos nossa existência humana, em termos de múltiplas identidades.
    

    Quando se diz que alguém “não tem cultura”, a referência é à sofisticação, sabedoria, de educação no sentido restrito do termo. Ou seja, pressupõe-se que o volume de leituras, controle de informações e títulos universitários equivalham à “inteligência”. A cultura em seu sentido antropológico, por outro lado, transcende a noção de refinamento intelectual (cujo adjetivo é “culto”, e não “cultural”). A cultura permite traduzir melhor a diferença entre nós e os outros e, assim fazendo, resgatar a nossa humanidade no outro e a do outro em nós mesmos.
    

    Dar sentido à experiência, ao estar-no-mundo, representá-la através de símbolos e orientar os indivíduos, uns em relação aos outros, dotando-os de identidades, também é característica daquilo que entendemos por arte. É uma área de conhecimento que opera com a organização imaginativa do sujeito a partir da experiência universal da humanidade e das experiências particulares de cada um, resguardados os princípios da unidade na diversidade, da harmonia na heterogeneidade e do equilíbrio nas diferenças, consolidando-se como fator de humanização, de socialização e de fortalecimento da identidade cultural.
    

    A arte é um meio de representação da realidade, uma construção social, percepção de nós mesmos no mundo possibilitando-nos assumir modelos de identidade e comportamento. Tais representações do mundo podem nos inspirar para a compreensão do presente e criação de alternativas para o futuro.


Gruman, M. Caminhos da cidadania cultural: o ensino de artes no Brasil. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, n. 45, p. 199-211, jul/set. 2012. Editora UFPR. Adaptado. 
No texto, as expressões “unidade na diversidade”, “harmonia na heterogeneidade” e “equilíbrio nas diferenças”, em relação à arte e à cultura, 
Alternativas
Q3548988 Libras
O trabalho do tradutor intérprete de Libras tem se inserido em um contexto tenso, marcado pela lógica logofonocentrista. Tendo em vista esse aspecto, é correto afirmar que os tradutores intérpretes de Libras 
Alternativas
Q3548987 Libras
Alguns autores, como Pagura (2003 apud Lacerda, 2009), fazem clara distinção entre os termos tradução e interpretação. Tomando esses termos como diferentes, qual alternativa apresenta a principal distinção entre eles? 
Alternativas
Q3548986 Pedagogia
No livro “Intérprete de Libras em atuação na Educação Infantil e no Ensino Fundamental” (Lacerda, 2009), há o relato de um estudo sobre a presença de dois educadores em sala de aula em escola inclusiva bilíngue para surdos. Considerando o contexto em que uma criança surda se encontra em sala de escola inclusiva bilíngue para surdos, com a presença de um professor regente de classe e o intérprete de Libras, é correto afirmar que a presença desses dois profissionais em sala de aula
Alternativas
Q3548985 Libras
Em seu estudo pragmático sobre os pedidos em Libras, Ferreira-Brito (1995) observou especificidades na língua. Assinale a alternativa que apresenta uma das especificidades relatadas pela autora. 
Alternativas
Q3548984 Libras
De acordo com Quadros e Karnopp (2004), é correto afirmar sobre a ordem das frases na Libras: 
Alternativas
Q3548983 Libras
A incorporação de numeral é um processo morfológico produtivo na Libras. Ao realizar esse processo, o indivíduo que está sinalizando faz alterações em qual parâmetro fonológico? 
Alternativas
Q3548982 Libras
São mecanismos espaciais usados no estabelecimento nominal e na utilização do sistema pronominal da Libras: 
Alternativas
Q3548981 Libras
A Libras como primeira língua na educação de surdos possui representação que não se restringe às justificativas linguísticas e educacionais para seu uso. Giordani (2006) levanta aspectos das relações de poder entre as línguas envolvidas nos processos de ensinar e aprender de pessoas surdas. Nesse sentido, a presença da Libras na educação de pessoas surdas pode ser vista como uma 
Alternativas
Q3548980 Libras
São Expressões Não-Manuais (ENM) da Libras: 
Alternativas
Q3548979 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O capítulo IV (DIREITO À EDUCAÇÃO), da Lei nº 13.146, de 2015, faz menção à Libras. Das alternativas a seguir, assinale aquela que contém duas das incumbências do poder público relatadas no referido capítulo dessa lei. 
Alternativas
Q3548978 Pedagogia
O Decreto nº 5.626, de 2005, mostra desdobramentos da legitimação da Libras como língua do surdo, além de mencionar como a língua portuguesa deve ser observada. Assinale a alternativa que contém uma asserção correta de acordo com o decreto referido. 
Alternativas
Q3548977 Libras
É/são desafio(s) relevante(s) no ensino de leitura e escrita da língua portuguesa para surdos:
Alternativas
Q3548976 Libras
Tendo como base o conceito de interlíngua e o ensino de língua portuguesa como segunda língua para surdos, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3548975 Libras
O currículo de Libras na educação de crianças surdas deve ser 
Alternativas
Q3548974 Libras
Segundo Silveira (2007), uma das funções do currículo de Libras é 
Alternativas
Respostas
2321: B
2322: E
2323: C
2324: B
2325: E
2326: C
2327: B
2328: E
2329: A
2330: D
2331: A
2332: D
2333: B
2334: C
2335: D
2336: A
2337: B
2338: D
2339: D
2340: E