Questões de Concurso Para idesg

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Q3119345 Educação Física
Durante a prática de exercícios em ambientes quentes, a termorregulação desempenha papel crucial na prevenção de condições como a hipertermia. Sobre os mecanismos termorregulatórios marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q3119344 Educação Física
Sobre os princípios da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, marque a alternativa que apresenta um princípio incorreto. 
Alternativas
Q3119343 Educação Física
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define competências específicas para a Educação Física no Ensino Fundamental. Sobre essas competências, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3119342 Educação Física
Em relação à regulação hormonal durante o exercício físico, marque a alternativa que descreve corretamente a ação do hormônio adrenalina. 
Alternativas
Q3119341 Educação Física
Sobre os efeitos fisiológicos dos exercícios físicos no controle cardiovascular, analise as afirmativas:

I. Durante o exercício, ocorre aumento do débito cardíaco para atender às demandas metabólicas.
II. A pressão arterial sistólica tende a aumentar proporcionalmente à intensidade do exercício aeróbico.
III. O exercício de força reduz a resistência vascular periférica, resultando em diminuição da pressão arterial diastólica.
IV. O retorno venoso é otimizado durante a atividade física por meio da ação da bomba muscular e respiratória.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q3119338 Pedagogia
Com base na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que institui as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, analise as afirmativas a seguir, considerando as incumbências atribuídas aos estabelecimentos de ensino no Art. 12, em conformidade com as normas gerais e as específicas de seu sistema de ensino:

I. Articular-se apenas com as famílias, criando processos de integração da sociedade com a escola.
II. Elaborar e executar sua proposta pedagógica.
III. Assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas.

Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q3119332 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
De acordo com o Estatuto do Magistério de Cariacica, o servidor público estatutário efetivo do Magistério Municipal terá direito a um mês de licença-prêmio a cada 10 anos de efetivo exercício, contados a partir de janeiro de 2006. No entanto, o servidor perderá o direito à licença-prêmio caso acumule, durante o período de 10 anos, faltas não justificadas superiores a: 
Alternativas
Q3119331 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
O Plano de Carreira dos Profissionais do Magistério Público do Município de Cariacica estabelece princípios básicos para a estruturação da carreira. De acordo com o art. 3º do Plano de Carreira dos Profissionais do Magistério Público do Município de Cariacica, a Carreira do Magistério tem como princípios básicos todas as opções abaixo, EXCETO: 
Alternativas
Q3119329 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
Com base no art. 74 da Lei Complementar nº 137, de 3 de maio de 2023, que trata da remoção de servidores, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3119325 Noções de Informática
Sobre a pesquisa utilizando o buscador Google, são feitas as seguintes afirmações:

I. Ao colocar aspas em torno de uma palavra ou frase, os resultados da busca só conterão resultados que correspondam exatamente à palavra ou frase entre aspas.
II. O buscador normalmente considera letras maiúsculas e a maioria dos sinais pontuações, como ?!,.%^*()[]\, sendo os resultados de suas pesquisas influenciados por estes caracteres.
III. Utilizando o operador "- [palavra-chave]", o sinal de menos usado antes do termo de busca serve para remover uma determinada palavra-chave dos resultados da busca.

Sobre as afirmações acima: 
Alternativas
Q3119319 Noções de Informática
As funções básicas no Microsoft Excel ajudam na análise e manipulação de dados. Qual das funções abaixo retorna o menor valor em um intervalo de células? 
Alternativas
Q3119317 Noções de Informática
Na criação e formatação de documentos no Microsoft Word 2019, em português e nas configurações padrão, o que torna estas práticas eficientes é a utilização de atalhos de teclado. Nesse sentido, analise as assertivas sobre atalhos de teclado e suas ações:

I. O atalho Ctrl + N serve para a aplicação de negrito ao texto.
II. O atalho Ctrl + E centraliza o conteúdo na página.
III. O atalho Alt + Ctrl + F permite inserir nota de rodapé.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3119316 Noções de Informática
O Microsoft Word 2019 permite criar documentos personalizados por meio de diversas ferramentas de formatação. Qual das opções abaixo NÃO é uma funcionalidade disponível na aba "Layout" da referida versão do Word, em suas configurações padrão?
Alternativas
Q3119312 Raciocínio Lógico
Uma sequência de números é formada da seguinte maneira: o primeiro número é 2, o segundo é 5, e cada número subsequente obtido é somando o triplo do número anterior ao número que o precede. Qual será o décimo número da sequência?
Alternativas
Q3119310 Raciocínio Lógico
Uma barra de chocolate é composta de 10 quadrados, os quais podem ser divididos, formando partes de barra iguais. Uma pessoa come 1/10 dos quadrados, entregando para outra pessoa, que come 1/3 do restante. Do restante, um amigo dessas pessoas come 2/4 do que ainda há na barra. Quantas pessoas ainda poderiam comer ao menos um quadrado de chocolate depois que esse amigo comesse a sua parte? 
Alternativas
Q3119309 Raciocínio Lógico
Uma empresa organiza os turnos de trabalho de seus funcionários com base em uma escala rotativa e rigorosa. Um funcionário inicia seu turno às 8h15 min e segue a seguinte sequência de atividades:

- 1ª tarefa: duração de 2 horas e 30 minutos.
- 2ª tarefa: duração de 1 hora e 40 minutos.
- Pausa para almoço: 1 hora e 15 minutos.
- 3ª tarefa: duração de 3 horas e 10 minutos.
- 4ª tarefa: duração de 2 horas e 25 minutos.

Com base na programação, a que horas o funcionário concluirá todas as suas atividades, sabendo que entre cada tarefa tem um intervalo de 20 minutos? 
Alternativas
Q3119305 Português
Tendo em vista o contexto da tirinha, em qual dos quadrinhos a palavra "muito" tem sentido quantitativo, sendo, portanto, um pronome indefinido? 
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/quadrinhos/2024/11/20/niquel-nausea-fernando-gonsales.shtml. Acesso em: 20 nov. 2024.
Alternativas
Q3119304 Português
Qual das alternativas apresentadas justifica a concordância do verbo em destaque no trecho abaixo?

"Muito se discute sobre a relação da nossa galera com o trabalho, o comportamento nas redes sociais e a visão de futuro."

Disponível em: https://capricho.abril.com.br/identidade/alguem-ja-te-perguntou-como-e-ser-jovem-em-um-mundo-em-colapso/. Acesso em: 20 nov. 2024.
Alternativas
Q3119301 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

IDEIAS DO CANÁRIO

   Um homem dado a estudos de ornitologia, por nome Macedo, referiu a alguns amigos um caso tão extraordinário que ninguém lhe deu crédito. Alguns chegam a supor que Macedo virou o juízo. Eis aqui o resumo da narração.

   No princípio do mês passado, — disse ele, — indo por uma rua, sucedeu que uma carroça, à disparada, quase me atirou ao chão. Escapei saltando para dentro de um brechó. Nem o ruído do cavalo e do veículo, nem a minha entrada fez levantar o dono do negócio, que cochilava ao fundo, sentado numa cadeira de abrir. Era um frangalho de homem, barba cor de palha suja, a cabeça enfiada em um gorro esfarrapado, que provavelmente não achara comprador. Não se adivinhava nele nenhuma história, como podiam ter alguns dos objetos que vendia, nem se lhe sentia a tristeza austera e desenganada das vidas que foram vidas.

   A loja era escura, atulhada das coisas velhas, tortas, rotas, enxovalhadas, enferrujadas que de ordinário se acham em tais casas, tudo naquela meia desordem própria do negócio. Essa mistura, posto que banal, era interessante. Panelas sem tampa, tampas sem panela, botões, sapatos, fechaduras, uma saia preta, chapéus de palha e de pelo, caixonetes, binóculos, meias casacas, uma espada, um cão empalhado, um par de chinelos, luvas, vasos sem nome, acessórios militares, uma bolsa de veludo, dois cabides, um estilingue, um termômetro, cadeiras, um retrato litografado pelo finado Sisson, um gamão, duas máscaras de arame para o carnaval que há de vir, tudo isso e o mais que não vi ou não me ficou de memória, enchia a loja nas imediações da porta, encostado, pendurado ou exposto em caixas de vidro, igualmente velhas. Lá para dentro, havia outras coisas mais e muitas, e do mesmo aspecto, dominando os objetos grandes, cômodas, cadeiras, camas, uns por cima dos outros, perdidos na escuridão.

   Ia a sair, quando vi uma gaiola pendurada da porta. Tão velha como o resto, para ter o mesmo aspecto da desolação geral, faltava-lhe estar vazia. Não estava vazia. Dentro pulava um canário.

    A cor, a animação e a graça do passarinho davam àquele amontoado de destroços uma nota de vida e de mocidade. Era o último passageiro de algum naufrágio, que ali foi parar íntegro e alegre como dantes. Logo que olhei para ele, entrou a saltar mais abaixo e acima, de poleiro em poleiro, como se quisesse dizer que no meio daquele cemitério brincava um raio de sol. Não atribuo essa imagem ao canário, senão porque falo a gente retórica; em verdade, ele não pensou em cemitério nem sol, segundo me disse depois. Eu, de envolta com o prazer que me trouxe aquela vista, senti-me indignado do destino do pássaro, e murmurei baixinho palavras de azedume.

    — Quem seria o dono execrável deste bichinho, que teve ânimo de se desfazer dele por alguns pares de moedas? Ou que mão indiferente, não querendo guardar esse companheiro de dono defunto, o deu de graça a algum pequeno, que o vendeu para ir ao jogo do bicho?

    E o canário, de cima do poleiro, trilou isto:

    — Quem quer que sejas tu, certamente não estás em teu juízo. Não tive dono horrível, nem fui dado a nenhum menino que me vendesse. São imaginações de pessoa doente; vai-te curar, amigo…

    — Como? — interrompi eu, sem ter tempo de ficar espantado. Então o teu dono não te vendeu a esta casa? Não foi a miséria ou a ociosidade que te trouxe a este cemitério, como um raio de sol?

    — Não sei que seja sol nem cemitério. Se os canários que tens visto usam do primeiro desses nomes, tanto melhor, porque é bonito, mas estou crendo que confundes. 

   — Perdão, mas tu não vieste para aqui à toa, sem ninguém, salvo se o teu dono foi sempre aquele homem que ali está sentado.

    — Que dono? Esse homem que aí está é meu criado, dá-me água e comida todos os dias, com tal regularidade que eu, se devesse pagar-lhe os serviços, não seria com pouco; mas os canários não pagam criados. Em verdade, se o mundo é propriedade dos canários, seria extravagante que eles pagassem o que está no mundo (…).


ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, volume II. pp. 427-432. Com adaptações.


É possível identificar uma clara metáfora no seguinte trecho do texto: 
Alternativas
Q3119297 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.

IDEIAS DO CANÁRIO

   Um homem dado a estudos de ornitologia, por nome Macedo, referiu a alguns amigos um caso tão extraordinário que ninguém lhe deu crédito. Alguns chegam a supor que Macedo virou o juízo. Eis aqui o resumo da narração.

   No princípio do mês passado, — disse ele, — indo por uma rua, sucedeu que uma carroça, à disparada, quase me atirou ao chão. Escapei saltando para dentro de um brechó. Nem o ruído do cavalo e do veículo, nem a minha entrada fez levantar o dono do negócio, que cochilava ao fundo, sentado numa cadeira de abrir. Era um frangalho de homem, barba cor de palha suja, a cabeça enfiada em um gorro esfarrapado, que provavelmente não achara comprador. Não se adivinhava nele nenhuma história, como podiam ter alguns dos objetos que vendia, nem se lhe sentia a tristeza austera e desenganada das vidas que foram vidas.

   A loja era escura, atulhada das coisas velhas, tortas, rotas, enxovalhadas, enferrujadas que de ordinário se acham em tais casas, tudo naquela meia desordem própria do negócio. Essa mistura, posto que banal, era interessante. Panelas sem tampa, tampas sem panela, botões, sapatos, fechaduras, uma saia preta, chapéus de palha e de pelo, caixonetes, binóculos, meias casacas, uma espada, um cão empalhado, um par de chinelos, luvas, vasos sem nome, acessórios militares, uma bolsa de veludo, dois cabides, um estilingue, um termômetro, cadeiras, um retrato litografado pelo finado Sisson, um gamão, duas máscaras de arame para o carnaval que há de vir, tudo isso e o mais que não vi ou não me ficou de memória, enchia a loja nas imediações da porta, encostado, pendurado ou exposto em caixas de vidro, igualmente velhas. Lá para dentro, havia outras coisas mais e muitas, e do mesmo aspecto, dominando os objetos grandes, cômodas, cadeiras, camas, uns por cima dos outros, perdidos na escuridão.

   Ia a sair, quando vi uma gaiola pendurada da porta. Tão velha como o resto, para ter o mesmo aspecto da desolação geral, faltava-lhe estar vazia. Não estava vazia. Dentro pulava um canário.

    A cor, a animação e a graça do passarinho davam àquele amontoado de destroços uma nota de vida e de mocidade. Era o último passageiro de algum naufrágio, que ali foi parar íntegro e alegre como dantes. Logo que olhei para ele, entrou a saltar mais abaixo e acima, de poleiro em poleiro, como se quisesse dizer que no meio daquele cemitério brincava um raio de sol. Não atribuo essa imagem ao canário, senão porque falo a gente retórica; em verdade, ele não pensou em cemitério nem sol, segundo me disse depois. Eu, de envolta com o prazer que me trouxe aquela vista, senti-me indignado do destino do pássaro, e murmurei baixinho palavras de azedume.

    — Quem seria o dono execrável deste bichinho, que teve ânimo de se desfazer dele por alguns pares de moedas? Ou que mão indiferente, não querendo guardar esse companheiro de dono defunto, o deu de graça a algum pequeno, que o vendeu para ir ao jogo do bicho?

    E o canário, de cima do poleiro, trilou isto:

    — Quem quer que sejas tu, certamente não estás em teu juízo. Não tive dono horrível, nem fui dado a nenhum menino que me vendesse. São imaginações de pessoa doente; vai-te curar, amigo…

    — Como? — interrompi eu, sem ter tempo de ficar espantado. Então o teu dono não te vendeu a esta casa? Não foi a miséria ou a ociosidade que te trouxe a este cemitério, como um raio de sol?

    — Não sei que seja sol nem cemitério. Se os canários que tens visto usam do primeiro desses nomes, tanto melhor, porque é bonito, mas estou crendo que confundes. 

   — Perdão, mas tu não vieste para aqui à toa, sem ninguém, salvo se o teu dono foi sempre aquele homem que ali está sentado.

    — Que dono? Esse homem que aí está é meu criado, dá-me água e comida todos os dias, com tal regularidade que eu, se devesse pagar-lhe os serviços, não seria com pouco; mas os canários não pagam criados. Em verdade, se o mundo é propriedade dos canários, seria extravagante que eles pagassem o que está no mundo (…).


ASSIS, Machado de. Contos: uma antologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, 2ª edição, volume II. pp. 427-432. Com adaptações.


Considerada a estrutura e o conteúdo do trecho de texto apresentado, podemos compreendê-lo como: 
Alternativas
Respostas
4881: D
4882: A
4883: D
4884: C
4885: D
4886: D
4887: D
4888: B
4889: C
4890: B
4891: A
4892: C
4893: A
4894: A
4895: B
4896: A
4897: B
4898: B
4899: A
4900: A