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Q2578051 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 10:


Vieses de gênero são amplificados em imagens online, diz estudo.


As imagens utilizadas na internet têm amplificado os vieses de gênero em profissões, é o que aponta um estudo da revista Nature. De acordo com a publicação, os vieses, frequentes em textos, são ainda mais fortes quando em imagens. Exemplo disto é quando profissões como dentista, modelo e nutricionista são fortemente representadas por mulheres. Enquanto detetive, por exemplo, é uma profissão que aparece com equilíbrio entre gêneros nos textos, mas é altamente representada por homens nas imagens (como mostra a figura abaixo, com as profissões descritas em inglês).

Os textos do Google Notícias exibem, de modo geral, um viés relativamente fraco em relação à representação masculina, enquanto isto é quatro vezes mais forte no Google Imagens. De acordo com o Google News, 56% das categorias são masculinas, enquanto 62% são masculinas no Google Images.

Que consequências têm estes preconceitos nas imagens online para os utilizadores da Internet?

Primeiramente, o estudo lembra o chamado “efeito de superioridade da imagem”, que classifica as imagens como mais memoráveis e emocionalmente evocativas do que os textos. Assim, a normalização de estereótipos de gênero em imagens é reforçada nas opiniões das pessoas. Exemplo disto, é quando um grupo de participantes da pesquisa classificou a categoria 'modelo', em texto, como mais comum para mulheres, num índice de 0,32, e a inclinação quase dobrou (0,62) quando em imagem.

Além disto, mesmo quando o gênero abordado era predominante tanto no texto como nas imagens, a exposição às imagens levou à um preconceito mais forte nas crenças relatadas das pessoas sobre o gênero das profissões. Os participantes apontaram, por exemplo, um viés significativo em associar homens à ciência e mulheres às artes.

“As nossas descobertas são especialmente alarmantes dado que as plataformas de redes sociais baseadas em imagens, como Instagram, Snapchat e TikTok, estão crescendo em popularidade, acelerando a produção em massa e a circulação de imagens. Paralelamente, motores de pesquisa, como o Google, incorporam cada vez mais imagens nas suas funcionalidades, incluindo imagens como parte predefinida de pesquisas baseadas em texto”, dizem os autores.

Para eles, o ápice desses desenvolvimentos é a adoção generalizada de modelos de inteligência artificial (IA) de conversão de texto em imagem, que permitem aos usuários gerar imagens automaticamente por meio de prompts textuais, acelerando ainda mais a produção e a circulação de imagens com vieses.


Fonte: https://exame.com/esg/vieses-de-genero-sao-amplificados-em-imagens-online-diz-estudo/ (adaptado).

A palavra "alarmantes" no contexto do texto sugere que as descobertas são:

Alternativas
Q2578000 Administração de Recursos Materiais

No controle de materiais de limpeza, um Auxiliar de Serviços Gerais deve:

Alternativas
Q2577999 Administração de Recursos Materiais

Para conservar as instalações prediais da escola, especialmente as áreas externas, um Auxiliar de Serviços Gerais deve:

Alternativas
Q2577998 Nutrição

Um Auxiliar de Serviços Gerais responsável por receber alimentos na escola deve recusar vegetais e frutas que:

Alternativas
Q2577997 Segurança e Saúde no Trabalho

Ao preparar lanches na cantina, qual prática NÃO é recomendada para um Auxiliar de Serviços Gerais?

Alternativas
Q2577996 Segurança e Saúde no Trabalho

Quando um Auxiliar de Serviços Gerais está realizando a limpeza de áreas com potencial contaminação biológica, como banheiros, são EPIs essenciais:


I. Luvas de tecido.

II. Máscara.

III. Proteção ocular.

IV. Chinelo aberto.


Quantos dos itens está(ão) CORRETO(S)?

Alternativas
Q2577995 Segurança e Saúde no Trabalho

Ao utilizar ferramentas de limpeza, como mop e vassoura, para prevenir acidentes, o Auxiliar de Serviços Gerais deve:


I. Deixar as ferramentas espalhadas pelo local de trabalho para fácil acesso.

II. Usar calçados fechados e antiderrapantes para evitar escorregões.

III. Limpar imediatamente após o uso, deixando-as molhadas até o próximo uso.


Das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2577994 Segurança e Saúde no Trabalho

Um Auxiliar de Serviços Gerais em uma escola é responsável pela higienização das mãos antes e após o manuseio de alimentos na cantina. Qual das seguintes práticas NÃO está de acordo com os protocolos de higienização pessoal recomendados?

Alternativas
Q2577993 Administração de Recursos Materiais

Um Auxiliar de Serviços Gerais que trabalha na despensa de um restaurante precisa organizar o estoque de alimentos perecíveis. Qual das seguintes ações é crucial para garantir a conservação adequada desses alimentos?

Alternativas
Q2577992 Segurança e Saúde no Trabalho

Durante a limpeza de vidraças e persianas em um escritório, um Auxiliar de Serviços Gerais deve priorizar qual dos seguintes métodos para garantir eficácia e segurança?

Alternativas
Q2577991 Nutrição

Ao trabalhar na cozinha de uma escola, para prevenir a contaminação dos alimentos, um Auxiliar de Serviços Gerais deve:


I. Separar utensílios usados para carnes cruas dos utilizados para alimentos prontos para consumo.

II. Usar o mesmo pano de limpeza para secar as mãos e limpar as bancadas.

III. Lavar frutas e verduras em uma solução de água com bicarbonato de sódio.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2577974 Português

Qual das seguintes opções indica corretamente o verbo na forma do futuro do subjuntivo?

Alternativas
Q2577973 Português

Na frase: “O diagnóstico deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogo, fonoaudiólogo e psicopedagogo clínico.” As palavras destacadas se classificam quanto a sílaba tônica como:

Alternativas
Q2577971 Português

Qual das frases abaixo apresenta erro na escrita das palavras?

Alternativas
Q2577970 Português

Qual das palavras abaixo está escrita INCORRETAMENTE?

Alternativas
Q2577969 Português

Na frase "O plenário da Câmara Municipal foi reformado recentemente", qual é o predicado?

Alternativas
Q2577968 Português

Qual alternativa apresenta uma palavra do texto classificada como paroxítona?

Alternativas
Q2577967 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 08:


O homem cuja orelha cresceu – Conto de Ignácio de Loyola Brandão


Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam a cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.

Quando chegou na pensão, a orelha saia pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco. Incapaz de pensar, dormiu de desespero.

Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.

Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.

Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.

E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.

E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: “Por que o senhor não mata o dono da orelha?”


Fonte <https://contobrasileiro.com.br/o-homem-cuja-orelha-cresceu-conto-de-ignacio-de-loyola-brandao/>. Acesso em 16/02/2024. Com adaptações.

Das seguintes opções, que são frases extraídas do texto, a única em que o verbo sublinhado representa uma ação acabada no passado é:

Alternativas
Q2577966 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 08:


O homem cuja orelha cresceu – Conto de Ignácio de Loyola Brandão


Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam a cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.

Quando chegou na pensão, a orelha saia pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco. Incapaz de pensar, dormiu de desespero.

Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.

Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.

Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.

E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.

E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: “Por que o senhor não mata o dono da orelha?”


Fonte <https://contobrasileiro.com.br/o-homem-cuja-orelha-cresceu-conto-de-ignacio-de-loyola-brandao/>. Acesso em 16/02/2024. Com adaptações.

Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes.


O sujeito dessa oração é:

Alternativas
Q2577965 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 08:


O homem cuja orelha cresceu – Conto de Ignácio de Loyola Brandão


Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam a cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.

Quando chegou na pensão, a orelha saia pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco. Incapaz de pensar, dormiu de desespero.

Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.

Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.

Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.

E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.

E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: “Por que o senhor não mata o dono da orelha?”


Fonte <https://contobrasileiro.com.br/o-homem-cuja-orelha-cresceu-conto-de-ignacio-de-loyola-brandao/>. Acesso em 16/02/2024. Com adaptações.

“Correu ao banheiro” (1º parágrafo). A palavra destacada possui:

Alternativas
Respostas
4361: C
4362: D
4363: C
4364: C
4365: B
4366: C
4367: D
4368: D
4369: B
4370: A
4371: B
4372: A
4373: C
4374: C
4375: A
4376: D
4377: C
4378: C
4379: B
4380: A