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Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316557 Português
Assinale a alternativa que contém informação verdadeira de acordo com o texto:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316556 Português
Sobre as ideias presentes no texto, assinale a proposição INCORRETA:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316555 Português
Releia: Como disse mais acima, "fadigar" foi relegado a certo ostracismo.

Neste trecho, as palavras destacadas significam, respectivamente:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IESES Órgão: CRA-SC Prova: IESES - 2013 - CRA-SC - Advogado |
Q316554 Português
Após a leitura do texto, analise as proposições a seguir.

I. A palavra “esse”, destacada no primeiro parágrafo, faz referência ao termo fatigar.

II. No verbo “tendo-se”, destacado no primeiro parágrafo, o pronome está corretamente empregado na forma enclítica, pois o verbo ao qual ele está ligado está no gerúndio e vem precedido de vírgula.

III. No segundo parágrafo, a primeira ocorrência de parênteses intercala uma informação de caráter elucidativo; enquanto que a segunda ocorrência isola um comentário do autor.

IV. O termo destacado no penúltimo parágrafo é uma sigla e significa: e outras coisas.

A alternativa com a análise correta das proposições é:

Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1236576 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   “(...) foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa”.   A partir da leitura deste trecho, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1225630 Farmácia
A dispensação de medicamentos é privativa de, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1224673 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   Releia: “Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.”  Pode-se inferir corretamente que a palavra destacada refere-se: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1212244 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   O texto é marcado por expressões coloquiais. Isso NÃO acontece em: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1211697 Gestão de Pessoas
Um ambiente de trabalho que tem como foco elevar o nível de desempenho de seus funcionários NÃO deve ser caracterizado por:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1211413 Ética na Administração Pública
“Termo que procura definir o certo ou errado, no que diz respeito aos princípios de conduta de um indivíduo ou um grupo de indivíduos recompondo assim os valores referenciais básicos de orientação e comportamento.” Este conceito se refere a: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1210886 Atendimento ao Público
Ela é alcançada sempre que um cliente fica satisfeito com o produto ou serviço: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1210206 Português
PROFUNDA BASE HISTÓRICA   No princípio, vocês se lembram dos estudos de História do Brasil, era aquele negócio das especiarias. Ainda não existíamos, mas os navios lusitanos já cortavam os mares no caminho do Oriente, em direção às Índias, em busca de noz-de-cola, noz-vômica, noz-moscada. Numa dessas idas e vindas teve aquela das calmarias – é o que eles contam – e fomos descobertos. Por acaso. Tropeçaram em nós.Descobertos por povo marítimo e povo marítimo nós mesmos (sempre tivemos as costas largas), era natural que a medida marítima, o nó náutico, nos fosse tão importante. Como, daí em diante, foram importantíssimos para nós os nós da madeira do pau-brasil que exportávamos com um nó na garganta (sabendo já que exportávamos ecologia), ameaçados pelo nó da forca portuguesa.E fomos nos civilizando: nossos índios aprenderam a dar nó no sapato e na gravata e quando sentiam nó nas tripas já não se tratavam com os nós das cobras. Ficaram supersticiosos, batendo com os nós dos dedos (toc! toc!), e, catequizados pelos padres, acabaram aderindo ao nó matrimonial católico.Tinha que dar nisso – somos hoje um povo cheio de nós pelas costas. Desafiados pelo nó do enredo, o nó da questão, nossos líderes acabaram transformando o nó corredio num nó cego que ninguém desata.E agora esperamos em vão nosso Alexandre, aquele que terá coragem bastante de meter a espada nesse nó górdio.O resultado? Uma incrível corrupção, um tremendo “Venha a nós”. Quem paga por tudo isso? Nós outros.Tem razão o slogan: é um país feito por nós. FERNANDES, Millôr Profunda base histórica. In: Circo de palavras: histórias, poemas e pensamentos. São Paulo: Ática, 2007, p. 58-59. (grifos do original)   O texto é marcado por expressões coloquiais. Isso NÃO acontece em:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1208600 Matemática
Leia as frases abaixo sobre sistemas de medidas:  I. Jardas e polegadas são medidas de distância.  II. Megapascal e Newtons são unidades de força.  III. Hectare e acres são medidas de área.  IV. Milibar e quilograma-força são medidas de pressão.  A sequência correta é:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1208545 Direito Administrativo
Assinale a alternativa que apresenta a Lei que estabelece as normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1198461 Biblioteconomia
Relativo à Classificação Decimal de Dewey (CDD) e suas características, assinale com V a(s) afirmativa(s) verdadeiras e com F a(s) falsa(s):  (  ) A CDD é um sistema de classificação, isto é, um mapa completo das áreas do conhecimento, mostrando todos os seus conceitos e suas relações. É considerada por todos como a primeira classificação verdadeiramente bibliográfica no sentido moderno.  (  ) A CDD é um sistema hierárquico, em que as ideias, os conceitos, são representados em suas múltiplas relações de coordenação, de subordinação e de superordenação. Originam-se da concepção do universo como um sistema orgânico de partes intimamente relacionadas umas com as outras e com o todo, desempenhando funções dentro de uma escala de importância relativa.  (  ) A CDD é um sistema de classificação decimal, isto é, adota com princípio fundamental a divisibilidade do todo, que é o conhecimento, em dez partes, baseando-se numa divisão inicial desse mesmo conhecimento em disciplinas e subdisciplinas.  (  ) A CDD é um sistema de classificação primordialmente Bibliográfica (não filosófica, nem científica, essencialmente), destinado a servir de base à organização de documentos e de seus sucedâneos (fichas, listas bibliográficas, catálogos).  A sequência correta é:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: CRF-SC
Q1197247 Relações Públicas
O fecho das comunicações oficiais possui além da finalidade de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Existem somente dois tipos de fechos para todas as modalidades de comunicação oficial, sendo elas: 
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: TJ-RN
Q1193682 Direito Empresarial (Comercial)
Sobre o protesto, indique a resposta correta.
I. O protesto por falta de aceite somente poderá ser efetuado antes do vencimento da obrigação e após o decurso do prazo legal para o aceite ou a devolução.
II. O protesto de título vencido sempre será efetuado por falta de pagamento, sendo excepcionalmente possível a recusa justificada da lavratura e registro do protesto por motivo não previsto na lei cambial.
III. Quando o sacado retiver a letra de câmbio ou a duplicata enviada para aceite e não proceder à devolução dentro do prazo legal, o protesto poderá ser baseado na segunda via da letra de câmbio ou nas indicações da duplicata, que se limitarão a conter os mesmos requisitos lançados pelo sacador ao tempo da emissão da duplicata, vedada a exigência de qualquer formalidade não prevista na Lei que regula a emissão e circulação das duplicatas.
IV. Os devedores, assim compreendidos os emitentes de notas promissórias e cheques, os sacados nas letras de câmbio e duplicatas, bem como os indicados pelo apresentante ou credor como responsáveis pelo cumprimento da obrigação, poderão deixar de figurar no termo de lavratura e registro de protesto.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: IESES Órgão: TJ-RN
Q1182627 Direito Processual Penal
É certo afirmar:
I. Modernamente tem-se que a autoridade policial possui a faculdade de determinar a instauração de inquérito policial, podendo assim, desconsiderar aqueles casos de pouca significância penal ou remetê-los para o juizado especial criminal.
II. Quando o intérprete se serve das regras gerais do raciocínio para compreender o espírito da lei e a intenção do legislador, fala-se de interpretação lógica ou teleológica, porquanto visa precisar a genuína finalidade da lei, a vontade nela manifestada.
III. Inquérito policial é um conjunto de diligências realizadas pela Polícia Judiciária, visando a elucidar as infrações penais e sua autoria.
IV. Nos crimes de falência fraudulenta ou culposa, a ação penal poderá ser intentada por denúncia do Ministério Público ou por queixa do liquidatário ou de qualquer credor habilitado por sentença passada em julgado.
Analisando as proposições, pode-se afirmar:
Alternativas
Q813421 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinale a alternativa que NÃO corresponde às características de um bom socorrista:
Alternativas
Q813420 Segurança e Saúde no Trabalho
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
15501: A
15502: A
15503: D
15504: A
15505: D
15506: D
15507: D
15508: B
15509: D
15510: B
15511: D
15512: C
15513: C
15514: A
15515: C
15516: A
15517: C
15518: A
15519: A
15520: B