Questões de Concurso Para fauel

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Q4201643 Matemática
Em dois dias de trabalho, Clovis gasta 7,5 litros de combustível em seu carro. Supondo que ele gaste sempre o mesmo valor diário de combustível, quanto tempo levará para Clovis gastar 45 litros de combustível?
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Q4201642 Matemática
Um quadrado tem 99 cm² de área. Se um novo quadrado for formado tal que seus lados medem o dobro dos lados do primeiro quadrado, qual será a área desse novo quadrado formado?
Alternativas
Q4201641 Matemática
Em uma turma de Ensino Médio, 25 alunos são escolhidos para o sorteio de um livro de Matemática. Desses 25, 13 são homens e 12 são mulheres. Qual a probabilidade de uma mulher ganhar esse sorteio? 
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Q4201640 Matemática
Assinale uma Progressão Geométrica de razão -2.
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Q4201639 Matemática
O quadrado de um número negativo acrescido de seu dobro é igual a 3. Que número é esse?
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Q4201638 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
No trecho “Não me peças recompensa”, pode-se afirmar que o verbo “peças” está conjugado:
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Q4201637 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
No trecho “Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça”, o termo “lhe” diz respeito:
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Q4201636 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
Na história, o lobo “pediu à garça que lhe valesse”. Em relação à expressão “lhe valesse”, poderia ser substituída, sem prejudicar o sentido, por:
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Q4201635 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
No trecho “que o sufocava”, que aparece logo no início da história, o termo “o” retoma no texto a expressão:
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Q4201634 Português
Considere a fábula a seguir para responder a próxima questão.

“Estava um lobo a comer carne quando se lhe atravessou um osso na garganta, que o sufocava. Estando nesta aflição, pediu à garça que lhe valesse e que, com o seu pescoço comprido, lhe tirasse o osso da garganta, e que seria recompensada. A garça assim fez, e tirou-lhe o osso. Estando livre o lobo, pediu-lhe então a garça uma parte do muito que antes lhe oferecera. Porém o lobo respondeu-lhe: – Ó ingrata! Não te agradeci já o bastante por te ter deixado meter a cabeça dentro da minha boca, onde facilmente poderia apertar os dentes e matar-te? Não me peças recompensa, pois tu é que me deves favor, e bem ingrata és em não reconheceres tão grande benefício! Calou-se a garça, e ficou muito arrependida do que fizera, dizendo: – Nunca mais por gente ruim meterei a cabeça e a vida em semelhante perigo”. (Fábulas de Esopo, com adaptações)
Marque a alternativa que traz uma moral adequada para a fábula. 
Alternativas
Q4201633 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Segundo o autor, a “pobreza de pensamento” que caracterizaria o carnaval produz alguns sentimentos. Marque a alternativa que NÃO indica um deles.
Alternativas
Q4201632 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Após a oração “Vou dizer o motivo”, o autor emprega a pontuação denominada dois-pontos. Nesse caso, essa pontuação é usada para:
Alternativas
Q4201631 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Em relação à “embriaguez que a multidão traz”, o autor pontua algumas de suas qualidades. Marque a alternativa que NÃO indica uma delas.
Alternativas
Q4201630 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Ao tratar do fenômeno do carnaval, o autor do texto também trata de si mesmo. Quanto a isso, nesse trecho, Lima Barreto se classifica como:
Alternativas
Q4201629 Português
Leia o seguinte texto, que expressa a opinião do escritor brasileiro Lima Barreto sobre o carnaval, para responder a questão a seguir.

“Nunca fui carnavalesco, mas, como todo melancólico e contemplativo, gosto do ruído e da multidão. O isolamento faz-me mal à alma e ao pensamento. Mergulho no barulho dos outros, deixo de pensar em mim e nas fantasmagorias que eu mesmo criei para o meu padecer. A embriaguez que a multidão traz é a melhor e a mais inofensiva de todas que se tem até agora inventado. Nem o ópio, nem o álcool, produzem a embriaguez que com a dela se assemelhe. Temos visões extranormais, sem estragar a saúde... mas, atualmente, fugiria do carnaval do Rio de Janeiro, que não se pode agora assistir em são e perfeito juízo. Vou dizer o motivo: o que me aborrece mais no atual carnaval é a conclusão a que fatalmente chego ao ouvir as suas cantigas, sambas, fados, etc., ao ouvir toda essa poética popular e espontânea, de não possuir o nosso povo, a nossa massa anônima, nenhuma inteligência e de faltar-lhe por completo o senso comum. Mete horror semelhante pensamento. O ponto de vista de imoralidade e chulice pouco me preocupa; o que me preocupa é o intelectual e artístico. Uma tal pobreza de pensamento no nosso povo causa a quem medita piedade, tristeza e aborrecimento. Por isso fugi ao carnaval e ele agora me é indiferente”. (Sobre o carnaval, com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que o autor passou a aborrecer o carnaval por sua:
Alternativas
Q4201628 Direito Constitucional
De acordo com o Art. 41º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público são estáveis após três anos de efetivo exercício, contudo poderá perder seu cargo em algumas situações. Assinale a alternativa que representa uma destas condições.
Alternativas
Q4201627 Direito Constitucional
Marque a alternativa que NÃO representa um dos direitos e deveres individuais e coletivos de acordo com Art.5º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Alternativas
Q4201626 Direito Constitucional
São princípios fundamentais conforme o Art.1º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, EXCETO.
Alternativas
Q4201625 Direito Financeiro
Assinale a alternativa que representa o limite das despesas totais com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação conforme o Art. 19 da LRF 101/2000 e para fins do disposto no caput do Art.169 da Constituição.
Alternativas
Q4201624 Direito Financeiro
De acordo com Art.4º, a Lei de Diretrizes Orçamentárias atenderá o disposto no § 2º do Art.165 da Constituição e disporá em seu inciso I sobre os aspectos a seguir, EXCETO:
Alternativas
Respostas
5141: C
5142: C
5143: C
5144: B
5145: D
5146: B
5147: B
5148: A
5149: B
5150: B
5151: B
5152: C
5153: B
5154: B
5155: C
5156: A
5157: C
5158: D
5159: A
5160: B