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I. Segurança e efeitos em grupos previamente não testados. II. Efeitos adversos frequentes e imediatos. III. Efeitos grupo de pessoas saudáveis IV. Efeitos retardados do uso.
I. Os medicamentos isentos de prescrição podem ser fracionados de acordo com a necessidade. II. É permitido o fracionamento de qualquer medicamento desde que seja para uso no serviço público. III. É permitido o fracionamento concomitante de mais de um medicamento. IV. O medicamento pode ser fracionado desde que a partir de uma embalagem originalmente fracionável
I. sugerir o uso do medicamento x na apresentação de 200mg por comprimido revestido sugerindo a divisão do mesmo na metade para obtenção da mesma dose II. oferecer o medicamento x como mesma dose 100mg, na forma de supositório III. ofertar o medicamento genérico do medicamento x.
Qual (ais) procedimentos são corretos?
Considerando a portaria 344/98:
I. a notificação de receita amarela é para entorpecentes
II. A notificação de receita azul é para psicotrópicos
III. a notificação de receita branca é apenas para retinoides.
Os item corretos são
I. A Relação de Ações e Serviços de Saúde (RENASES) é uma das diretrizes da PNM II. A assistência farmacêutica não se restringe a aquisição e distribuição dos medicamentos III. as repercussões sociais e econômicas do receituário dever receber atenção especial.
I. O ácido acetil salicílico deve ser evitado por pessoas com dores epigástricas por ser um ácido forte. II. o uso destes medicamentos não interfere na produção de prostaglandinas o que permite uma margem de segurança maior para uso em pacientes com problemas renais. III. A nimesulida é um inibidor seletivo de COX2, por isso apresenta um efeito anti-inflamatório acentuapdo.
I. deve ser cópia fiel do medicamento de referência. II. pode ter o mesmo princípio ativo do medicamento de referência. III. deve possuir o mesmo princípio ativo e mesma biodisponibildade e bioequivalência do medicamento de referência. IV. pode ter variação na composição dos adjuvantes.
As estratégias de manejo e controle desta espécie devem ser realizadas de forma criteriosa e coordenada, por meio da remoção mecânica (controle direto) ou pelo manejo ambiental (controle indireto). A busca ativa consiste em vasculhar o ambiente à sua procura, removendo e afastando objetos e utensílios no peri e intra domicílio e em pontos estratégicos. Quando encontrados, os indivíduos devem ser coletados usando pinças de 20 cm a 30 cm, colocados em recipiente com tampa de rosca com pequenos furos, que deve ser mantido ao abrigo do sol. Até o momento, não há estudos que comprovem a efetividade do uso de produtos químicos para o controle desta espécie, não sendo, portanto, esta ação indicada pelo Ministério da Saúde. A espécie é o principal causador de acidentes no Nordeste do Brasil. É partenogenética e é identificada pela coloração amarelo-clara com o escurecimento do abdômen apenas em uma faixa longitudinal, na parte dorsal do mesossoma, seguido de uma mancha triangular no prossoma.
A espécie a qual se refere o texto acima é:
A (X) é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Há registros de transmissão vertical (gestante-bebê) e por transfusão de sangue. A infecção pode ser assintomática, leve ou causar doença grave, levando à morte. Normalmente, a primeira manifestação é a febre alta (39º a 40º C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias. A (Y) é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No Brasil, a circulação do vírus foi identificada pela primeira vez em 2014. Os principais sintomas são febre alta de início rápido, dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer ainda dor de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele. Não é possível ter mais de uma vez. (Z) é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti e identificado pela primeira vez no Brasil em abril de 2015. O vírus recebeu a mesma denominação do local de origem de sua identificação em 1947, após detecção em macacos sentinelas para monitoramento da febre amarela, em Uganda. Cerca de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articulações, manchas vermelhas na pele, coceira e vermelhidão nos olhos.
X, Y e Z mencionados no texto acima podem ser substituídos, respectivamente, por:
Julgue os itens abaixo e assinale a alternativa CORRETA quanto à biologia dos insetos vetores:
I. Flebotomíneos são mosquitos hemimetábolos, com fases larvais que se alimentam de matéria orgânica depositada no solo. Os machos adultos do mosquito-palha (gênero Lutzomyia) se alimentam da seiva elaborada de plantas, enquanto as fêmeas adultas são hematófagas e podem transmitir, ao homem, um protozoário do gênero Leishmania.
II. Percevejos da família Reduviidae e subfamília Triatominae podem ser hematófagos e entomófagos e são geralmente reconhecidos pelo formato e tamanho da probóscide. A probóscide reta e curta caracteriza um triatomíneo predador e se for curta e recurvada, caracteriza um hematófago.
III. No modo de transmissão do Aedes aegypti, a fêmea pica a pessoa infectada, mantém o vírus na saliva e o retransmite. Após o período de "incubação" do vírus, que ocorre após a ingestão do sangue infectado pela fêmea, o mosquito está apto a transmitir novamente, permanecendo, assim, apto durante toda a vida.
IV. Insetos transmissores da malária são do gênero Anopheles (família Culicidae). Seus ovos possuem flutuadores se transformam em larva já em dois a quatro dias depois da ovipostura, sendo postos separadamente uns dos outros.