Questões de Concurso Comentadas para idecan

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Q3962972 Português
Assinale a única alternativa em que a explicação para a presença do acento está correta. 
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Q3962971 Português
Uma das dificuldades impostas pela norma culta da língua portuguesa é a representação gráfica do som /S/, que varia bastante. Sabendo disso, assinale abaixo a única opção em que a palavra em destaque está corretamente grafada.
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Q3962970 Português
O uso das letras "x", "s" e "z", bem como o uso do dígrafo "ch", causa dúvidas na escrita da língua portuguesa. Entre os itens abaixo, assinale a alternativa em que uma das palavras destacadas está corretamente grafada.
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Q3962966 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
O texto nos diz, em seu primeiro parágrafo, que a energia é um "insumo essencial para a produção em geral." Sabendo disso, podemos afirmar que a palavra "insumo" se refere a algo que 
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Q3962965 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
Assinale a opção que completa, com uso adequado da conjunção e mantendo o sentido da relação entre as ideias fornecidas no texto, o trecho fornecido abaixo.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes pela energia elétrica...
Alternativas
Q3962964 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
A tonicidade silábica diz respeito à sílaba que apresenta maior proeminência em uma palavra. Essa sílaba é chamada de tônica ou acentuada. Sabendo disso, assinale o único dos pares de palavras retirados do texto que compartilham a mesma classificação quanto à tonicidade.
Alternativas
Q3962962 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
O texto comenta sobre as empresas brasileiras que pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais de energia e elenca algumas causas para tal. Sabendo disso, assinale a única alternativa que constitui um dos motivos para tal.
Alternativas
Q3962960 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Energia cara é um gargalo da economia brasileira

Estudo calcula custos de R$ 100 bi anuais com regras mal desenhadas, como subsídios em excesso, e desperdício; é preciso resgatar o foco na eficiência do modelo que modernizou o setor nos anos 1990.

Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais e erodindo sua posição como potencial destino de investimentos.

Empresas brasileiras pagam muito mais que seus concorrentes nas modalidades principais, da energia elétrica ao gás natural. 

As famílias arcam com uma conta de luz que é uma das maiores do mundo - ainda mais quando se considera o nível médio de renda da população brasileira. 

A causa é o acúmulo de políticas mal desenhadas e a submissão a interesses particulares que encontram guarida no governo e no Congresso Nacional.

Pesquisa da Abrace, associação que representa mais de 40% do consumo industrial de energia do país, mostra que há cerca de R$ 100 bilhões anuais em ineficiências subsídios, 20% acima do que se e verificaria na projeção de uma regulação mais eficiente.

Desse total, mais de R$ 30 bilhões decorrem de ações mal desenhadas, que vão do excesso de subsídios às fontes renováveis até valores para favorecer fontes poluentes, como o carvão.

A meritória privatização da Eletrobras não veio sem encargos, caso da obrigatoriedade de contratação de usinas termelétricas a gás em locais de viabilidade duvidosa.

No caso do gás, o quase monopólio da Petrobras e interesses estaduais na distribuição levam os custos a patamares muito superiores aos de outros países.

Outros R$ 63 bilhões anuais se referem a custos como a aquisição de energia mais cara contratada no mercado regulado das distribuidoras e taxas para a iluminação pública, entre outros.

A má gestão estatal também se dá na usina de Itaipu − que deveria gerar energia barata, já que os investimentos foram totalmente amortizados. Mas o governo usa a empresa para outras ações, como aportes em infraestrutura para servir a interesses paroquiais. 

A agência regulatória Aneel sofre com indicações políticas e carência de recursos para que possa cumprir seu papel.

E preciso resgatar a visão que norteou o processo de modernização do setor nos anos 1990. Gestão profissional, foco na eficiência do sistema e barateamento do insumo essencial. O que se vê até agora, porém, é a continuidade de práticas perniciosas.

Folha de São Paulo − 10/09/2024
No primeiro parágrafo do texto, seu autor afirma que "Quando se trata do custo da energia, insumo essencial para a produção em geral e a competitividade da indústria em particular, o Brasil está longe das melhores práticas globais". A partir da leitura do texto, podemos inferir que, para se aproximar destas melhores práticas globais, o país deve 
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Q3737935 Direito Previdenciário
No que tange ao equacionamento de déficit atuarial, assinale a alternativa correta, conforme previsão da Portaria MPF nº 1.467/22.
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Q3737933 Direito Previdenciário
Assinale a alternativa correta no que tange à composição do Conselho Fiscal prevista na Lei nº 10.684/05. 
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Q3737929 Legislação Municipal
Em se tratando da execução orçamentária, com base na Lei Orgânica do Município de João Pessoa, assinale a alternativa correta.
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Q3737927 Direito Constitucional
Os direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal do Brasil são pilares essenciais do Estado Democrático de Direito, assegurando a proteção das liberdades e dignidade dos indivíduos. Baseado no que estabelece a Constituição Federal de 1988, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3737926 Direito Constitucional
Considerando as disposições constitucionais sobre o regime jurídico único, planos de carreira e a fixação dos padrões de vencimento para servidores públicos da administração pública, analise as afirmativas abaixo e identifique a correta. 
Alternativas
Q3737925 Direito Previdenciário
A legislação brasileira estabelece normas específicas para o cálculo dos proventos de aposentadoria dos servidores públicos titulares de cargo efetivo e para a concessão do benefício de pensão por morte aos seus dependentes. De acordo com o texto legal que regulamenta o cálculo dos proventos de aposentadoria dos servidores públicos e o benefício de pensão por morte, assinale a alternativa correta.
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Q3737924 Direito Administrativo
A Constituição Federal do Brasil estabelece diversos princípios e normas que a administração pública deve seguir para garantir a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Dentre esses princípios e normas, há especificações sobre o acesso aos cargos públicos, a validade dos concursos, os direitos dos servidores públicos e a contratação temporária. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta quanto a esses princípios e normas.
Alternativas
Q3737923 Direito Constitucional
Os Municípios desempenham papel fundamental na administração pública, possuindo competências específicas conforme estabelecido pela Constituição Federal. Essas competências abrangem desde a legislação sobre assuntos de interesse local até a prestação de serviços públicos essenciais. Considerando as competências dos Municípios, aponte a opção correta.
Alternativas
Q3737922 Direito Constitucional
A Constituição Federal estabelece a estrutura e o funcionamento do Poder Legislativo no Brasil, que é exercido pelo Congresso Nacional, composto pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Sobre a organização dos poderes, com base no que determina a Constituição Federal de 1988, analise as alternativas a seguir e escolha a correta. 
Alternativas
Q3737921 Direito Constitucional
A Câmara dos Deputados possui diversas competências privativas estabelecidas pela Constituição Federal de 1988. Em relação às suas funções específicas, assinale a alternativa que descreve corretamente uma dessas competências.
Alternativas
Q3737920 Direito Constitucional
Considerando os princípios fundamentais estabelecidos pela Constituição da República Federativa do Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3737919 Direito Previdenciário
O conceito de seguridade social no Brasil, conforme disposto na legislação vigente, abrange um conjunto integrado de ações promovidas pelos Poderes Públicos e pela sociedade, com o objetivo de assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social. A organização da seguridade social deve ser feita pelo Poder Público, com base em objetivos específicos que orientam sua estrutura e funcionamento. Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta sobre os objetivos da seguridade social. 
Alternativas
Respostas
2341: B
2342: B
2343: B
2344: D
2345: B
2346: A
2347: C
2348: B
2349: A
2350: E
2351: E
2352: E
2353: C
2354: A
2355: E
2356: B
2357: A
2358: D
2359: B
2360: D