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I O feller-buncher, por concentrar árvores em feixes, permite que o tráfego de extração posterior seja restrito a trilhas específicas, minimizando a área total de solo compactado.
II O skidder equipado com guincho é a alternativa mais indicada para operar em conjunto com o feller-buncher, independentemente das condições de relevo e espaçamento.
III Máquinas de corte com cabeçote processador acoplado ao chassi, como o harvester, são mais indicadas para desbaste seletivo, pois permitem maior precisão no corte individual de cada árvore.
IV O forwarder, de maneira geral, promove menor dispersão da madeira ao longo do carreador quando comparado ao skidder, que tende a formar pilhas menores e mais concentradas.
Assinale a opção correta.
I Na fase de consolidação, uma floresta implantada depende do equilíbrio do estrato superior para garantir o sombreamento permanente do banco de sementes.
II O restabelecimento da dinâmica de clareiras é um requisito funcional para permitir que a luz atinja o sub-bosque, promovendo o recrutamento de novos indivíduos.
III De acordo com a ecologia de comunidades, a floresta é um mosaico dinâmico, de modo que, sem a abertura de clareiras (morte de árvores), não há entrada de luz para que o banco de plântulas e sementes se desenvolva, impedindo a renovação da floresta.
IV A perpetuação da floresta implantada depende da senescência dos indivíduos pioneiros, criando-se oportunidades para a substituição por espécies de estágios sucessionais tardios.
Estão certos apenas os itens
Aílton Krenak. O futuro é ancestral. 2022, p.117-118.
Considerando-se o texto acima como referência inicial, é correto afirmar que o pensamento indígena possibilita ao ensino de filosofia
Hannah Arendt. A condição humana. 2007, p. 15.
Partindo do excerto acima e das ideias de Hannah Arendt, uma aula de filosofia na qual se problematizem os meios de produção e consumo, vinculando-os aos modos de vida, possibilita
Friedrisch Nietzsche. Crepúsculo dos ídolos. 2000, p. 9.
É correto afirmar que, para investigar a complexidade das relações entre a humanidade e a natureza, a interpretação do aforismo do texto precedente suscita questionamentos sobre modos de vida, consumo e produção, porque ela permite
Aristóteles. Meteorologia B 1, 354 a 28. In: Os filósofos pré-socráticos. Fundação Calouste Gulbenkian, p. 157.
A abordagem do excerto precedente, em uma aula de filosofia, possibilita
Quanto a essa habilidade, é correto afirmar que aulas de filosofia permitem o trabalho acerca de distinções entre opinião (doxa) e conhecimento verificado (episteme) por meio de
Com relação a essa habilidade, assinale a opção correta.
Texto 5A2-VI
Abandonamos a expressão “cultura de massas” para substituí-la por “indústria cultural”, a fim de excluir de antemão a interpretação que agrada aos advogados da coisa; estes pretendem, com efeito, que se trata de algo como uma cultura surgindo espontaneamente das próprias massas, em suma, da forma contemporânea da arte popular. Ora, dessa parte a indústria cultural se distingue radicalmente. Ao juntar elementos de há muito correntes, ela atribui-lhes uma nova qualidade. Em todos os seus ramos fazem-se, mais ou menos segundo um plano, produtos adaptados ao consumo das massas e que em grande medida determinam esse consumo.
Theodor Adorno. A indústria cultural. In: Gabriel Cohn (org.).
Comunicação e indústria cultural. São Paulo: Nacional, 1978, p. 92 (com adaptações)
Texto 5A2-VII
Sob o poder do monopólio, toda cultura de massas é idêntica, e seu esqueleto, a ossatura conceitual fabricada por aquele, começa a se delinear. Os dirigentes não estão mais sequer muito interessados em encobri-lo, seu poder se fortalece quanto mais brutalmente ele se confessa de público. O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passam de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legitimar o lixo que propositalmente produzem. Eles se definem a si mesmos como indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores gerais suprimem toda dúvida quanto à necessidade social de seus produtos.
Theodor Adorno e Max Horkheimer. Dialética do esclarecimento.
Tradução de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 114.
Texto 5A2-VI
Abandonamos a expressão “cultura de massas” para substituí-la por “indústria cultural”, a fim de excluir de antemão a interpretação que agrada aos advogados da coisa; estes pretendem, com efeito, que se trata de algo como uma cultura surgindo espontaneamente das próprias massas, em suma, da forma contemporânea da arte popular. Ora, dessa parte a indústria cultural se distingue radicalmente. Ao juntar elementos de há muito correntes, ela atribui-lhes uma nova qualidade. Em todos os seus ramos fazem-se, mais ou menos segundo um plano, produtos adaptados ao consumo das massas e que em grande medida determinam esse consumo.
Theodor Adorno. A indústria cultural. In: Gabriel Cohn (org.).
Comunicação e indústria cultural. São Paulo: Nacional, 1978, p. 92 (com adaptações)
Texto 5A2-VII
Sob o poder do monopólio, toda cultura de massas é idêntica, e seu esqueleto, a ossatura conceitual fabricada por aquele, começa a se delinear. Os dirigentes não estão mais sequer muito interessados em encobri-lo, seu poder se fortalece quanto mais brutalmente ele se confessa de público. O cinema e o rádio não precisam mais se apresentar como arte. A verdade de que não passam de um negócio, eles a utilizam como uma ideologia destinada a legitimar o lixo que propositalmente produzem. Eles se definem a si mesmos como indústrias, e as cifras publicadas dos rendimentos de seus diretores gerais suprimem toda dúvida quanto à necessidade social de seus produtos.
Theodor Adorno e Max Horkheimer. Dialética do esclarecimento.
Tradução de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Zahar, 1985, p. 114.