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Q3928569 Ciência Política

Leia o texto a seguir.


Após o golpe militar de 1964, a oposição ao grupo de Mauro Borges atuou intensamente para que uma punição às causas defendidas no passado fosse efetivada. O principal líder era Emival Caiado, deputado da União Democrática Nacional (U.D.N.) e jornalista. Ele era filho do senador Antônio Ramos Caiado, inimigo político afastado pelo interventor da revolução de 30, Pedro Ludovico Teixeira, que nos anos sessenta estava na função de senador, além de ser pai do governador.


QUADROS, E. O tempo do golpe e o golpe do tempo: um estudo de caso sobre Goiás. Revista Eletrônica Trilhas da História, v. 11, n. 22, p. 97. [Adaptado].



O texto apresentado demonstra qual característica da política goiana?

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Q3928568 Português

Leia o texto a seguir.


Q12.png (429×310)

Cazo. Fakenews. Disponível em: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/955/2025/03/2495-1536x1152-2.jpg. Acesso em: 15 jan. 2026. [Adaptada].


A charge ironiza um desafio para qual direito humano? 

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Q3928567 Português

Leia o texto a seguir.


Um tesouro geológico foi descoberto em uma área particular no nordeste goiano. Conhecidas como chaminés de fadas, as formações geológicas raras foram encontradas, pela primeira vez no Brasil, na propriedade do Domingos Ferreira da Silva, no município de Campos Belos, aos pés da Serra Geral de Goiás. As formações são de torres de sedimentos que impressionam pelo tamanho e pelo cenário que criam, lembrando filmes de ficção científica. A região, formada há mais de 400 milhões de anos, faz parte de um extenso paredão que atravessa o centro do Brasil, ligando Maranhão, Tocantins e Bahia. Pesquisadores visitaram o local com apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da comunidade, que o batizaram de “Vale de Marte”. O espaço está em estudo e é alvo de processo de criação de unidade de conservação, reforçando a urgência da preservação diante de incêndios, ventos fortes e impactos de grandes fazendas nas bacias hídricas da região.


METRÓPOLES. Chaminé de fada: formação geológica é encontrada pela 1ª vez no Brasil. Disponível em: https://www.metropoles.com/brasil/chaminede-fada-formacao-geologica-e-encontrada-pela-1a-vez-no-brasil. Acesso em: 13 jan. 2026. [Adaptado].



O local apresentado no texto pode gerar lucro e preservar-se por meio de qual atividade? 

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Q3928566 Português

Leia o texto a seguir.


É verdade que o Brasil é o único país onde vereador ganha salário?


Uma corrente de e-mail fez barulho nos últimos meses dizendo que somos o único lugar em que os vereadores são pagos pelo cargo que exercem. O problema é que isso é mentira. Em algumas cidades do mundo, vereadores não ganham nada. Em outras, têm apenas um pequeno auxílio. Mas o e-mail que correu a internet nos últimos meses, depois de uma onda de reajustes salariais dos vereadores brasileiros previstos para 2013, é falso. Vereador com salário não é uma realidade apenas no Brasil.

A corrente também propõe uma emenda na Constituição que limita alguns benefícios aos membros da Câmara. E afirma que o serviço do vereador é encarado como dever público em outros países, como se fosse trabalho voluntário. Só no Brasil ele seria um serviço remunerado. “O e-mail tem um fundo de exagero”, diz Yi-Shin Tang, do Instituto de Relações Internacionais da USP. “Em alguns países, a atividade de vereador pode exigir dedicação exclusiva e remunerada”. Por exemplo: um vereador de Los Angeles, Estados Unidos, ganha em média R$ 24 mil por mês. Isso representa 116% a mais do que o salário de um vereador de São Paulo, que recebe R$ 9 mil mensais.


IKEDA, Patrícia. É verdade que o Brasil é o único país onde vereador ganha salário? Revista Superinteressante, [s. l.], 16 abr. 2012. Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/e-verdade-que-o-brasil-e-o-unicopais-onde-vereador-ganha-salario/ Acesso em: 10 jan. 2026. [Adaptado].



Considerando a forma como o texto se organiza e o objetivo comunicativo que orienta seu entendimento, sua finalidade principal é

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Q3928565 Português

Leia o texto a seguir.


O Brasil (descrição física e política)


O Brasil é um país maior do que os menores e menor do que os maiores. É um país grande, porque, medida sua extensão, verifica-se que não é pequeno. Divide-se em três zonas climatéricas absolutamente distintas: a primeira, a segunda e a terceira. Sendo que a segunda fica entre a primeira e a terceira. Há muitas diferenças entre as várias regiões geográficas do país, mas a mais importante é a principal. Na agricultura faz-se exclusivamente o cultivo de produtos vegetais, enquanto a pecuária especializa-se na criação de gado. A população é toda baseada no elemento humano, sendo que as pessoas não nascidas no país são, sem exceção, estrangeiras. Tão privilegiada é hoje, enfim, a situação do país que os cientistas procuram apenas descobrir o que não está descoberto, deixando para a indústria tudo o que já foi aprovado como industrializável e para o comércio tudo o que é vendável. É, enfim, o país do futuro, e este se aproxima a cada dia que passa. 


FERNANDES, Millôr. O Brasil (descrição física e política). In: ANTUNES, Irandé. Língua, texto e ensino: outra escola possível. São Paulo: Parábola, 2009. [Adaptado].



O texto constrói seus sentidos por meio de determinados recursos expressivos. O modo como os recursos são arranjados afetam a interpretação global do discurso apresentado no texto. Considerando esse aspecto, o recurso expressivo que predomina no texto decorre do uso do(a)

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Q3928564 Português

Leia o texto a seguir.


A galinha reivindicativa


Em certo dia de data incerta, um galo velho e uma galinha nova encontraram-se no fundo de um quintal e, entre bicada e outra, trocaram impressões sobre como o mundo estava mudado. O galo, porém, fez questão de frisar que sempre vivera bem, tivera muitas galinhas em sua vida sentimental e agora, velho e cansado, esperava calmamente o fim de seus dias.


FERNANDES, Millôr. A Galinha reivindicativa. In: FERNANDES, Millôr. Fábulas Fabulosas. 9. ed. Rio de Janeiro: Nórdica, 1985.



No texto, a articulação entre as informações é estabelecida por diversos recursos. Com destaque para o emprego do conectivo “porém”, no contexto em que está inserido, esse elemento cumpre a função de

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Q3928563 Português

Leia o texto a seguir.


Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos. Meu pai, logo que teve aragem dos onze contos, sobressaltou-se deveras; achou que o caso excedia as raias de um capricho juvenil.

— Desta vez, disse ele, vais para a Europa; vais cursar uma Universidade, provavelmente Coimbra; quero-te para homem sério e não para arruador e gatuno. E como eu fizesse um gesto de espanto: — Gatuno, sim senhor; não é outra coisa um filho que me faz isto...

Sacou da algibeira os meus títulos de dívida, já resgatados por ele, e sacudiu-mos na cara. — Vês, peralta? é assim que um moço deve zelar o nome dos seus? Pensas que eu e meus avós ganhamos o dinheiro em casas de jogo ou a vadiar pelas ruas? Pelintra! Desta vez ou tomas juízo, ou ficas sem coisa nenhuma.


ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.



No trecho “Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis; nada menos”, o sentido produzido pelo enunciado resulta, sobretudo, de um mecanismo discursivo que permite ao leitor compreender que o amor está sendo tratado sob um efeito de sentido caracterizado pela 

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Q3928562 Português

Leia o texto a seguir.


No terceiro dia de julgamento, seguiram-se novos depoimentos e finalmente fizeram-se as acareações. E o que facilitou grandemente a tarefa da acusação foi que, na esperança de melhorarem sua posição pessoal, os réus se puseram a acusar uns aos outros. Fez-se publicamente o exame dos prontuários tirados da parte dos arquivos da Polícia Central que Zabala não tivera tempo de destruir. Por meio desses documentos, ficou provado que mais de duzentas pessoas, entre as quais algumas dúzias de estudantes, haviam morrido de doenças e maus tratos nas diversas prisões de Cerro Hermoso e arredores, e seus corpos enterrados numa vala comum, sem que seus parentes tivessem sido sequer notificados da “ocorrência”. Quando o promotor público terminou a acusação, o Presidente do Tribunal deu a palavra ao advogado profissional que o Comitê Central Revolucionário designara para defender os réus. O homem ergueu-se e declarou que, diante de todas aquelas provas, ele não só recusava fazer a defesa de seus constituintes como também não pedia sequer para eles a clemência dos jurados. E sentou-se. Sua “defesa” – que provocou aplausos – durou menos de um minuto.


VERISSIMO, Erico. O Senhor Embaixador. Porto Alegre: Globo, 1981. [Adaptado].



O texto é parte de um romance cujo enredo se passa na América Latina. Quanto à organização das ideias, o trecho lido caracteriza-se, considerando seu propósito comunicativo central, por

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Q3928561 Português

Leia a charge a seguir.


Q05.png (406×239)

Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?fbid=657317256438267&set=pcb.657317 283104931. Acesso em: 8 jan. 2026.



Ao se expressar, o indivíduo é orientado pelo contexto em que está inserido quanto às regras e normas da gramática da língua, tanto na elaboração de textos escritos quanto no uso da oralidade. Assim, ocorre a adequação linguística conforme a necessidade do momento. Frente ao exposto, a fala do estudante na charge é um fenômeno linguístico relacionado à variação

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Q3928560 Português

Humanoide perde a vez entre robôs


Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.

“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomoverse no meio de obstáculos inesperados.

Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.

Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável. Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.

O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil. O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.


METZ, Cade. Humanoide perde a vez entre robôs. O Estado de São Paulo, [s. l.], 14 abr. 2019. Tradução de Roberto Muniz. Disponível em: https://www.estadao.com.br/link/humanidade-perde-a-vez-entre-robos-dogoogle/?srsltid=AfmBOorbyyGe2GSSC38O5PLt0Pa40gmIn2BcSjgM0qUAlF MDi8qTdM_G. Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].

O Texto 2 apresenta a mudança de estratégia no desenvolvimento de robôs, defendendo a ideia de que o aprendizado de máquina é mais relevante do que a criação de robôs humanoides sofisticados. Para sustentar essa ideia central, há a mobilização do 
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Q3928559 Português

Humanoide perde a vez entre robôs


Discretamente, o Google está reformulando seu ambicioso programa de robótica. Lançado em 2013, o projeto incluía duas equipes especializadas em máquinas que pareciam e se moviam como seres humanos. No entanto, pouco sobrou desse projeto. A proposta agora é de usar robôs mais simples, que possam aprender por si mesmos certas habilidades.

“O New York Times” foi o primeiro jornal a conhecer parte da tecnologia na qual a companhia vem trabalhando. Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real. Os robôs aprendem sozinhos habilidades como organizar um conjunto de objetos não familiares ou locomoverse no meio de obstáculos inesperados.

Muitos acreditam que o aprendizado de máquinas – e não a criação de novos equipamentos extravagantes – será a chave para o desenvolvimento da robótica voltada para manufatura, automação de depósitos de materiais, transporte e outras atividades.

Numa tarde no novo laboratório, um braço robótico pairava sobre uma lata cheia de bolas de pingue-pongue, cubos de madeira, bananas de plástico e outros objetos escolhidos ao acaso. Em meio a essa confusão, o braço robótico pegou com dois dedos uma banana de plástico e, com um suave movimento de punho, jogou-a numa lata menor que estava a vários centímetros de distância. Foi um feito admirável. Na primeira vez que viu os objetos, o braço não sabia como pegar uma única peça. Porém, equipado com uma câmera que “olhava” dentro da lata, o sistema aprendeu depois de 14 horas de tentativa e erro.

O braço mais tarde aprendeu a jogar itens nas latas certas, com 85% de acerto. Quando os pesquisadores tentaram executar a mesma tarefa, a média foi de 80%. Parece uma tarefa muito simples, todavia criar um código de computador para dizer a uma máquina como fazer isso é algo extremamente difícil. O braço que joga objetos numa lata não é uma máquina desenhada pelos pesquisadores. Fabricado pela Universal Robots, ele é comumente usado em manufatura e outras atividades. O que o Google está fazendo é treiná-lo para que faça coisas que, de outro modo, ele não faria. “O aprendizado está nos ajudando a superar o desafio de construir robôs de baixo custo”, diz Vikash Kumar, supervisor do projeto.


METZ, Cade. Humanoide perde a vez entre robôs. O Estado de São Paulo, [s. l.], 14 abr. 2019. Tradução de Roberto Muniz. Disponível em: https://www.estadao.com.br/link/humanidade-perde-a-vez-entre-robos-dogoogle/?srsltid=AfmBOorbyyGe2GSSC38O5PLt0Pa40gmIn2BcSjgM0qUAlF MDi8qTdM_G. Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].

No Texto 2, a progressão das ideias e a articulação entre as informações dependem do uso de diferentes mecanismos. No trecho “Embora as máquinas não sejam tão atraentes visualmente quanto os robôs humanoides, os pesquisadores acreditam que a tecnologia sutilmente mais avançada no interior delas tem mais potencial no mundo real”, o conectivo que se encontra presente no início do fragmento contribui para estabelecer uma relação de
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Q3928558 Português

Texto 1


O avanço da inteligência artificial (IA), nos últimos anos, tem tirado o sono de profissionais de boa parte dos setores da economia e pode haver ainda mais motivos para se preocupar, segundo uma pesquisa. A principal revelação do estudo é que oito em cada dez profissionais mulheres nos Estados Unidos (cerca de 59 milhões delas) estão em cargos altamente expostos às mudanças geradas pela IA – contra seis a cada dez homens. Isso não significa, é claro, que todas essas profissionais serão demitidas, mas parte de suas funções deve passar por automatização nos próximos anos.

“Isso acontece porque homens tendem a assumir mais trabalhos manuais, menos relacionados à tecnologia. Então, não se trata de a IA estar propositalmente desfavorecendo mulheres; se trata de elas ocuparem atualmente mais posições que no futuro serão automatizadas”, explica Mark McNeilly, professor de Marketing e coordenador da pesquisa, referindose a áreas como administração, vendas e ciências sociais, que podem sofrer transformações profundas. Embora ainda não haja muitas pesquisas desse tipo, um outro estudo realizado por uma empresa britânica aponta uma diferença de gênero no próprio uso da tecnologia. Enquanto 54% dos homens britânicos estão abraçando a IA no seu cotidiano pessoal e profissional, apenas 35% das mulheres têm feito o mesmo. Na opinião de McNeilly, essa diferença tem a ver com a disparidade de objetivos de mulheres e homens no mercado de trabalho. Mas ninguém precisa entrar em desespero. Em algumas áreas, por exemplo, recursos tecnológicos devem facilitar a vida dos trabalhadores, segundo McNeilly. Em outras, porém, a transformação pode sim ser radical. Para ele, o mais importante é começar a usar desde já tecnologias envolvendo IA, incorporando-as ao dia a dia. Por outro lado, num mundo ainda mais automatizado, McNeilly prevê que o contato humano deve se tornar cada vez mais importante: “Então dê asas às suas habilidades interpessoais, de criar contatos e de influenciar outras pessoas”. 


NEIVA, Leonardo. A inteligência artificial vai roubar os empregos das mulheres? Gama Revista, UOL, [s. l.], 3 mar. 2024. Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/por-que-as-mulheres-trabalhamtanto/a-inteligencia-artificial-vai-roubar-os-empregos-das-mulheres/ Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].

Atualmente, discute-se bastante, nos mais diversos meios, acerca do impacto da inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho. Referente ao assunto da IA, o Texto 1 defende a ideia central de que
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Q3928557 Português

Texto 1


O avanço da inteligência artificial (IA), nos últimos anos, tem tirado o sono de profissionais de boa parte dos setores da economia e pode haver ainda mais motivos para se preocupar, segundo uma pesquisa. A principal revelação do estudo é que oito em cada dez profissionais mulheres nos Estados Unidos (cerca de 59 milhões delas) estão em cargos altamente expostos às mudanças geradas pela IA – contra seis a cada dez homens. Isso não significa, é claro, que todas essas profissionais serão demitidas, mas parte de suas funções deve passar por automatização nos próximos anos.

“Isso acontece porque homens tendem a assumir mais trabalhos manuais, menos relacionados à tecnologia. Então, não se trata de a IA estar propositalmente desfavorecendo mulheres; se trata de elas ocuparem atualmente mais posições que no futuro serão automatizadas”, explica Mark McNeilly, professor de Marketing e coordenador da pesquisa, referindose a áreas como administração, vendas e ciências sociais, que podem sofrer transformações profundas. Embora ainda não haja muitas pesquisas desse tipo, um outro estudo realizado por uma empresa britânica aponta uma diferença de gênero no próprio uso da tecnologia. Enquanto 54% dos homens britânicos estão abraçando a IA no seu cotidiano pessoal e profissional, apenas 35% das mulheres têm feito o mesmo. Na opinião de McNeilly, essa diferença tem a ver com a disparidade de objetivos de mulheres e homens no mercado de trabalho. Mas ninguém precisa entrar em desespero. Em algumas áreas, por exemplo, recursos tecnológicos devem facilitar a vida dos trabalhadores, segundo McNeilly. Em outras, porém, a transformação pode sim ser radical. Para ele, o mais importante é começar a usar desde já tecnologias envolvendo IA, incorporando-as ao dia a dia. Por outro lado, num mundo ainda mais automatizado, McNeilly prevê que o contato humano deve se tornar cada vez mais importante: “Então dê asas às suas habilidades interpessoais, de criar contatos e de influenciar outras pessoas”. 


NEIVA, Leonardo. A inteligência artificial vai roubar os empregos das mulheres? Gama Revista, UOL, [s. l.], 3 mar. 2024. Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/por-que-as-mulheres-trabalhamtanto/a-inteligencia-artificial-vai-roubar-os-empregos-das-mulheres/ Acesso em: 8 jan. 2026. [Adaptado].

Todo texto de natureza escrita possui uma estrutura, um tema e um estilo composicional. O tratamento dado à informação que se materializa nos textos escritos atende sempre ao que é requerido pela sua esfera de circulação. Tendo como referência essas questões e levando em consideração o conteúdo informacional do Texto 1 em conjunto com sua esfera de circulação, que é do campo jornalístico, a finalidade da mensagem é 
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Q3881425 Psicologia
De acordo com Papalia e Feldman (2013), o pensamento ou comportamento adaptativo que visa reduzir ou aliviar o estresse resultante de condições prejudiciais, ameaçadoras ou difíceis é denominado de 
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Q3881424 Psicologia
Freud afirmava que a estrutura da personalidade é constituída por três sistemas psíquicos e que sua dinâmica consiste na maneira pela qual a energia psíquica é distribuída por esses sistemas. Sobre isso, podemos afirmar que 
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Q3881423 Psicologia
A Nota Técnica CRP-09 001-2019 orienta os psicólogos sobre os preceitos éticos e técnicos para atuar em situações de violência, encaminhamentos e legislação profissional. O procedimento em que um profissional de unidade de saúde realiza uma entrevista com criança ou adolescente em situação de violência, limitando o relato espontâneo ao estritamente necessário para que se sigam as etapas do cuidado e proteção é denominado de 
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Q3881422 Psicologia
No âmbito da Psicologia da Saúde, Straub (2014) destaca que, diante do estresse associado ao tratamento do câncer, existem fatores específicos que favorecem o enfrentamento do processo de adoecimento. De acordo com o autor, os elementos fundamentais para esse manejo incluem 
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Q3881421 Psicologia

Leia o caso a seguir.



Durante a avaliação psicológica em um setor de quimioterapia, a psicóloga residente realiza atendimento a S.B.O., 20 anos. Em meio a discussão de caso junto à preceptora, relata que, embora a paciente apresente irritabilidade e queixas sobre sua rede de apoio, demonstra plena consciência de sua identidade, informando com clareza seu nome, idade, profissão e composição familiar.



De acordo com a semiologia psicopatológica, a capacidade do indivíduo de orientar-se em relação a si mesmo, mantendo a consciência de sua própria história e dados pessoais, denomina-se orientação

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Q3881420 Psicologia
No suporte aos pacientes oncológicos, a Psicologia Hospitalar utiliza modalidades de atendimento individuais e em grupo, cada uma com funções e exigências técnicas específicas. Nessa perspectiva, o
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Q3881419 Psicologia
A avaliação de risco de suicídio pode trazer ao profissional a conscientização acerca dos problemas, das características individuais e das circunstâncias de vida que envolvem a pessoa. Isso possibilita uma elaboração de diferentes estratégias de manejo necessárias. Em situações de alto risco de suicídio, a partir das considerações de Botega (2015), o CRP-09 orienta que uma ação a ser realizada imediatamente é
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Respostas
1941: A
1942: B
1943: A
1944: A
1945: C
1946: B
1947: A
1948: D
1949: D
1950: B
1951: B
1952: C
1953: A
1954: B
1955: A
1956: C
1957: B
1958: B
1959: C
1960: A