Questões de Concurso
Para iv - ufg
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• A atividade B deve ocorrer em momento posterior ao da atividade A;
• A atividade C deve ocorrer em momento posterior ao da atividade B;
• A atividade D deve ocorrer em momento posterior ao da atividade A.
Respeitando todas as condições estabelecidas, o número de ordens distintas possíveis para a execução das atividades é:
2, 6, 7, 21, 22, 66, ___
Mantendo-se o mesmo padrão de formação, o próximo termo da sequência é
•Etapa I, peso 2; •Etapa II, peso 3; •Etapa III, peso 1.
Um candidato obteve, respectivamente, as notas 8,0; 7,0; e 5,0. A nota final desse candidato, arredondando para uma casa decimal, é
Texto 1

SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.
Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.
O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.
Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.
[...]
O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.
às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.
Laura Redfern Navarro
Poeta, jornalista e pesquisadora.
Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].
Texto 1

SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.
Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.
O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.
Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.
[...]
O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.
às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.
Laura Redfern Navarro
Poeta, jornalista e pesquisadora.
Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].
Texto 1

SANSIL, Madu. Às vezes esqueço como respirar. Goiânia: Mondru, 2024. p. 88.
Lançamento da Mondru Editora, às vezes esqueço como respirar é a estreia na poesia da professora, pesquisadora e multiartista pernambucana Madu Sansil, que nos convida a um mergulho intenso na complexidade do sentir humano.
O título já é explicativo: o corpo do eu lírico deixa de respirar pela pletora de emoções que o atingem de uma vez só. Na poesia de Sansil, isso é mais do que evidente, já que os textos perpassam temas como ansiedade, síndrome da impostora, perdas e relações abusivas. Entretanto, o leitor vai percebendo que, conforme a obra vai se concebendo, a voz poética passa a comportar o ar e os mecanismos respiratórios perdidos pelo corpo.
Isso se vê, por exemplo, no poema “parestesia” (p. 23), que diz: “na loucura / vou me abraçar a todos os demônios que me invadem. / faremos nossas juras e morreremos assim: / fantasiando sonho de realidade”.
[...]
O tom bem-humorado está presente ao longo de todo o livro, refletindo uma poética ferida, marcada, mas em busca de se reconstruir. Não se trata de uma mera tentativa de equilibrar a obra, mas de testar outros pontos de vista para nossas falhas, como exercício de elaboração.
às vezes esqueço como respirar revela as muitas camadas entre o trágico e o cômico, sendo um livro que dialoga, certamente, com as questões de nossos tempos. Madu Sansil busca, na formulação poética, meios de se “lembrar de respirar” – ou talvez, mais do que isso, de se lembrar do próprio corpo.
Laura Redfern Navarro
Poeta, jornalista e pesquisadora.
Disponível em: https://diplomatique.org.br/miscelanea-64/. Acesso em: 18 fev. 26. [Adaptado].