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I. Antígenos tumorais exclusivos: só estão presentes nas células tumorais, mas não nas células normais do hospedeiro. Abordagens moleculares são mais gratificantes para identificar esses antígenos do que o uso de anticorpos monoclonais.
II. Antígenos associados a tumores: podem ocorrer em algumas células normais, porém, a expressão quantitativa ou associada a outros marcadores, serve para identificar as células tumorais. Os anticorpos monoclonais são ideais para a identificação desses antígenos.
III. Antígenos associados a tumores: podem ocorrer em algumas células normais, porém, a expressão quantitativa ou associada a outros marcadores, serve para identificar as células tumorais. Os anticorpos monoclonais são mais gratificantes para a identificação desses antígenos do que abordagens moleculares.
IV. Antígenos tumorais exclusivos: estão presentes nas células tumorais, e apenas em algumas células normais do hospedeiro. Abordagens moleculares são mais gratificantes para identificar esses antígenos do que o uso de anticorpos monoclonais.
Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):
No primeiro caso, argumenta ele, a Arte, ao abandonar a beleza, perdeu seu principal objetivo, o de fazer com que atribuamos sentido à vida, nos consolando das tristezas, como para Platão, ou ainda, como defendiam os filósofos iluministas, ajudando a galgar alguns degraus da escadaria que nos conduz para longe das banalidades do cotidiano.
A partir de um momento decisivo da história da Arte, a beleza teve sua importância diminuída. O propósito da Arte deixa de ser atribuir sentido à vida e é substituído pelo desejo de causar impacto a todo custo. O caminho mais curto para isso, de acordo com Scruton, foi romper com a moral tradicional e estabelecer o escárnio moral. A quebra de tabus passou a ser a bandeira da Arte dita moderna: profanar e dessacralizar o sacro, cultuar o feio – levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão. Isso se deve a uma concepção de Arte equivocada, presente no discurso de parte da crítica: “O repúdio à Beleza ganha forma com base em uma visão particular da Arte moderna e de sua história. De acordo com muitos críticos atuais, um trabalho [de Arte] se justifica a si próprio ao anunciar-se como um visitante do futuro. O valor da Arte está em chocar: a Arte existe para nos despertar de nossa situação histórica e nos lembrar da interminável mudança, que é a única coisa permanente na natureza humana”.
Já o culto ao valor prático das coisas levou ao estado atual, que, por sua vez, faz com que o valor das coisas resida na sua utilidade prática – o chamado pragmatismo. Scruton menciona em seu documentário que Oscar Wilde já afirmava que “toda Arte é inútil”, mesma posição de Hannah Arendt. A beleza (e a Arte) não têm utilidade, mas é justamente por isso, enfatiza Scruton, que podemos ressaltar sua importância como valor universal; valor que, no entender do filósofo inglês, está enraizado na própria natureza humana. Com isso ele remete sua apologia da beleza a Shaftesbury e a Kant.
A fruição estética é uma atividade desinteressada e, portanto, inútil. Mas isso desmerece em algum sentido a contemplação? Não, no mesmo sentido em que a amizade, o amor, o ato de ouvir uma música ou ainda o sorriso de um bebê, embora não tenham “utilidade prática”, não perdem seu valor nem passam a ser coisas que dispensamos sem sofrer algum tipo de consequência. Mesmo sem ter uma utilidade prática definida, você já se imaginou sem amor, sem amizade, sem apreciar boa música, bom cinema? Ou, lembrando [...] a Arquitetura – inútil, na perspectiva pragmatista –, não nos sentimos melhor em um prédio belo? A busca das pessoas, na Grã-Bretanha, de prédios construídos no período vitoriano não corroboraria essa hipótese?
(BARRETO, André Asso. Rev. : agosto de 2012, p. 27-29.)
Preserva-se o acento grave no “a” – em “[...] levando todos, dos especialistas ao apreciador comum, à total confusão.” (§ 3) – caso se reescreva “à total confusão” como se propõe em:
Mesmo estranhei, quando fui notando que o tiroteio da rua tinha pousado termo; achei que fazia um certo minuto que o fogo tinha sopitado. Cessaram, sim. Mas gritavam, vuvú vavavá de conversa ruim, uns para os outros, de ronda-ronda. Haviam de ter desautorizado toda munição? Olhando, desentendi. [...] E vi, chefiando os dele, o Hermógenes! [...]
Conheci o que estava para ser: que os dele e os meus tinham cruzado grande e doido desafio, conforme para cumprir se arrumavam, uns e outros, nas duas pontas da rua, debaixo de forma; e a frio desembainhavam. O que vendo, vi Diadorim – movimentos dele. Querer mil gritar, e não pude, desmim de mim-mesmo, me tonteava, numas ânsias. E tinha o inferno daquela rua, para encurralar comprido... tiraram minha voz. [...]
Diadorim a vir, – do topo da rua, punhal em mão, avançar – correndo amouco...
Aí, eles se vinham, cometer. Os trezentos passos. [...] Eles todos, na fúria, tão animosamente. Menos eu!Arrepele que não prestava para tramandar uma ordem, gritar um conselho. Nem cochichar comigo pude. Boca se encheu de cuspes. [...] Mas eles vinham, se avinham, num pé-de-vento, no desadoro, bramavam, se investiram... [...] Diadorim – eu queria ver – segurar com os olhos... Escutei o medo claro nos meus dentes... O Hermógenes: desumano [...] Diadorim foi nele... Negaceou, com uma quebra de corpo, gambetou... E eles sanharam e baralharam, terçaram. De supetão... e só...
E eu estava vendo! [...] Assim, ah – mirei e vi – o claro claramente: aí Diadorim cravar e sangrar o Hermógenes...Ah, cravou – no vão – e ressurtiu o alto esguicho de sangue: porfiou para bem matar! [...] Como, de repente, não vi mais Diadorim! No céu, um ano de nuvens... Diadorim! [...] Subi os abismos... De mais longe, agora davam uns tiros, esses tiros vinham de profundas profundezas. Trespassei.
Conforme conto. Como retornei, tarde depois, mal sabendo de mim, e querendo emendar nó no tempo, tateando com meus olhos, que ainda restavam fechados. [...] Eu despertei de todo – como no instante em que o trovão não acabou de rolar até ao fundo, e se sabe que caiu o raio...
Diadorim tinha morrido – mil-vezes-mente – para sempre de mim; e eu sabia, e não queria saber, meus olhos marejavam.
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 19. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P. 609-612. (Fragmento)
Riobaldo vê, do alto de uma construção, o embate que vai ser travado. O fragmento que traduz os sentimentos dele ao ver o início da luta é:
(Ignácio de Loyola Brandão, Os melhores contos de Ignácio de Loyola Brandão. Seleção de Deonísio da Silva. São Paulo: Global, 1993. p. 135.)
No fragmento “Deitou-se, louco PARA dormir e esquecer. [...] Incapaz de pensar, dormiu DE desespero.”, transcrito do texto, as preposições destacadas têm, respectivamente, valores semânticos de:
A alternativa em que falta a devida correspondência temporal entre a forma verbal simples empregada no texto e a forma composta proposta para substituí-la é: