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Q4034593 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos."
Com base na fonologia e na fonética dos vocábulos extraídos do trecho, marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas:

(__)O vocábulo 'exige' apresenta o mesmo número de fonemas dos vocábulos 'leite', 'língua' e 'queixa'.
(__)O vocábulo 'preconceito' apresenta encontro consonantal, dígrafo vocálico e encontro vocálico.
(__)Os vocábulos 'questionar' e 'que' apresentam dígrafos consonantais, diferentemente dos vocábulos 'equino' e 'aguar', que não apresentam esse tipo de dígrafo.
(__)O vocábulo 'ambiente' apresenta 8 letras e 6 fonemas, diferentemente do vocábulo 'coordenação' que apresenta 11 letras e 11 fonemas.


A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4034592 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado."
Analise morfologicamente os vocábulos empregados no trecho e julgue as afirmativas a seguir:

I.A expressão 'todo', em 'todo mundo', é um pronome indefinido que exprime totalidade e modifica o substantivo 'mundo'.

II.O vocábulo 'algum' em 'algum tipo de preconceito', é um pronome indefinido, empregado em sentido partitivo, indicando quantidade imprecisa.

III.O vocábulo 'preconceito' é um substantivo formado por prefixação e o prefixo 'pre-' acrescenta ideia de atitude posterior ao radical 'conceito'.

IV.A forma verbal 'carrega' está no presente do indicativo, assim como o verbo 'vir' em 'Nós vimos de longe para participar da reunião', empregado e grafado corretamente.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034591 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'."
Com base nos significados que as palavras adquirem no contexto, julgue as afirmativas a seguir, marcando (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas:

(__)A expressão 'morte por mil cortes' é usada em sentido conotativo, para representar o sofrimento emocional acumulado por pequenas ofensas repetidas.

(__)Há uma metáfora que intensifica o impacto psicológico das microagressões, sugerindo que o dano é lento, mas profundo.

(__)O uso da expressão 'erro' tem valor irônico, pois o texto defende que não há possibilidade de aprendizado a partir de falas preconceituosas.

(__)O emprego de 'ferir' indica o impacto emocional ou psicológico, configurando um uso figurativo e semântico profundo. 



A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4034590 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida."
No contexto empregado, o adjetivo 'crônica' tem sentido que se aproxima mais de: 
Alternativas
Q4034589 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental."
Ao elaborar um texto é essencial captar a atenção do leitor ou ouvinte, contextualizar o tema e apresentar sua relevância. Sobre essas estratégias empregadas no trecho acima, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4034588 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



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"Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva... Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental."
Considerando o trecho extraído do texto-base, identifique a alternativa que caracteriza o gênero discursivo presente nele.
Alternativas
Q4034587 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



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"Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem se dar conta disso."
O vocábulo 'microagressões' não possui hífen. Analise o uso ou a ausência do hífen nas alternativas a seguir e identifique aquela que apresenta alguma palavra com erro de emprego desse sinal. 
Alternativas
Q4034586 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos nos racismos e nos machismos estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de, por vezes, falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher."
Considere o uso dos vocábulos 'inconscientes', 'estruturais' e 'desvalorizando' e assinale a alternativa correta quanto à formação morfológica e ao valor semântico dessas palavras:
Alternativas
Q4034585 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



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"Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado."
Considerando o texto-base, pode-se concluir que a intenção discursiva predominante nesse trecho é:
Alternativas
Q4034584 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros têm grande influência em nossa saúde física e mental."
Analise a função sintática da expressão 'grande influência' no trecho, bem como das demais expressões destacadas a seguir:

I.Desfazer isso é um trabalho necessário.
II.Então voltou contra ele todo o ódio acumulado.
III.Elas pertencem a variados estilos de época, além de apresentar elementos autorais.
IV.E aqui vai uma lição importante para todos nós.


Os termos destacados nos enunciados que exercem a mesma função sintática de 'grande influência' estão nos itens:
Alternativas
Q4034583 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



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Considerando os elementos morfossintáticos presentes nos trechos extraídos do texto, julgue as afirmativas a seguir:

I.Em "que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva", o 'se' indica que o sujeito é indeterminado.
II.Em "Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes", os vocábulos 'conscientes' e 'inconscientes' exercem a mesma função morfossintática no período.
III.Em "e o que ela faz, como mostraram alguns estudos", o verbo 'mostrar' está com sujeito indeterminado, enquanto o verbo 'fazer' tem sujeito representado por um pronome pessoal do caso reto.
IV.Em "sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher', a oração 'de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher' é oração subordinada objetiva indireta.
V.Em "qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado", os verbos 'dar' e 'falar' apresentam a mesma transitividade, com complementos verbais diretos.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034582 Português
O Peso das Palavras: Como as Microagressões Abalam a Saúde Mental


Você já deve ter presenciado alguma dessas cenas: um dos seus amigos ou colegas de trabalho começa a fazer piadinhas com pessoas obesas, pretas ou mais baixas que a média da população. É possível que muitos deem risada, mas é provável que muitos sintam-se desconfortáveis ou com raiva, especialmente se forem ou tiverem um ente querido que é alvo de gozações.

Mas e se a chacota for dirigida a você, só por causa da sua etnia, padrão corporal, cor da pele, idade, identidade de gênero ou condição social? Esse tipo de ataque disfarçado, que muitas vezes vem camuflado em um comentário engraçado ou debochado, tem um nome: microagressão. E ela tem enorme impacto na saúde mental.

Não costumamos pensar muito sobre isso, mas a atitude dos outros tem grande influência em nossa saúde física e mental. E aqui vai uma lição importante para todos nós: todo mundo carrega em si algum tipo de preconceito; por isso, qualquer um de nós um dia pode dar uma escorregada e falar algo inapropriado.

Microagressões podem ser resultado de preconceitos conscientes, mas, em boa parte das vezes, eles são inconscientes. Basta pensarmos no racismo e no machismo estruturais que acabaram por moldar nossa visão de mundo ao ponto de por vezes falarmos algo sem sequer nos darmos conta de que estamos desvalorizando a experiência de uma pessoa preta ou de uma mulher. Desfazer isso é um trabalho necessário e que envolve um novo letramento, uma reeducação.

Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa.

A exposição crônica a microagressões é fonte de estresse e pode levar à ansiedade, depressão, baixa autoestima, raiva, problemas para dormir e até ao uso de álcool e ideação suicida. A longo prazo, esse estresse gera grande impacto na saúde física: altos níveis de hormônio do estresse levam a um desgaste mais acelerado do corpo, aumentando os riscos de doenças do coração e enfraquecendo a saúde geral de quem é vítima de agressões.

Além disso, estar em um ambiente hostil exige vigilância permanente para se proteger da discriminação e do preconceito, ao ponto de muitas vezes a pessoa questionar a si mesma e o que ela faz, como mostraram alguns estudos.

Eis algumas dicas para quem costuma ser alvo de microagressões e para quem as comete, mesmo sem de dar conta disso:

1. Entenda: nem sempre quem comete uma microagressão é uma pessoa má

O erro pode ser uma oportunidade importante para repensar nossos preconceitos e, mais importante, para entender o poder que as palavras têm de ferir. Não por acaso as microagressões são comparadas à 'morte por mil cortes'.

2. Explique por que a fala do seu colega, amigo ou conhecido impactou você

Quase sempre, a pessoa que profere uma frase ou brincadeira discriminatória e preconceituosa não se dá conta de que ela pode ferir alguém. Trazer para a conversa como você recebeu isso pode ajudar aquela pessoa a reorientar a sua fala. Agora, se o agressor tinha realmente intenção de machucá-lo dificilmente mudará de opinião.

3. Quando você se sente perseguido e atacado no seu ambiente de trabalho

Procure o RH. Discriminação é crime.



Leia mais em: https://forbes.com.br/colunas/2025/10/arthur-guerra-o-peso-das-palavra s-como-as-microagressoes-abalam-a-saude-mental/
"Dirigir para alguém algo preconceituoso ou discriminatório pode não trazer para essa pessoa um grande impacto, se a fala tiver sido casual e não se repetir. Mas se essas falas são constantes e repetitivas vão cobrar um preço na saúde física e mental daquela pessoa."
Considerando as regras de acentuação dos vocábulos presentes no texto, marque com (V) as afirmativas verdadeiras ou com (F) as falsas:

(__)O vocábulo 'discriminatório' é acentuado por ser uma palavra proparoxítona, regra que se aplica a todas as palavras dessa classificação.

(__)O vocábulo 'alguém' recebe acento pela mesma regra que 'vintém'. Ao ser flexionado para o plural, 'vinténs', mantém o acento, diferentemente do vocábulo 'hífen', que ao ser flexionado para o plural, perde o acento, tornando-se 'hifens'.

(__)O vocábulo 'saúde' é acentuado pela mesma regra que se aplica aos vocábulos 'veículo' e 'baú', em que o 'i' e 'u' tônicos formam hiato com a vogal anterior e estão sozinhos na sílaba.

(__)O vocábulo 'física' é uma palavra proparoxítona. Estão acentuados corretamente pela mesma regra os vocábulos: bávaro, íbero e protótipo.


A sequência que preenche corretamente os itens, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4034556 Direito Sanitário
A auditoria em saúde no Brasil passou por transformações significativas desde suas origens ligadas às instituições previdenciárias até a sua consolidação com a criação do Sistema Único de Saúde. A evolução histórica da auditoria médica reflete as mudanças nas políticas públicas e nos modelos de gestão, sendo essencial compreender os marcos que definiram sua estrutura atual. Considerando essa trajetória, qual marco legal consolidou a auditoria como instrumento de gestão no sistema de saúde brasileiro?
Alternativas
Q4034555 Direito Sanitário
Diversas normas compõem o arcabouço legal que regula a auditoria no Sistema Único de Saúde. Entre elas, uma norma específica regulamenta o Sistema Nacional de Auditoria e define suas competências. Qual é essa norma? 
Alternativas
Q4034554 Medicina
A atuação do médico auditor envolve responsabilidades técnicas e éticas que asseguram a pertinência dos procedimentos e a correta aplicação dos recursos públicos e privados. Registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A análise de prontuários e laudos, verificando a compatibilidade dos procedimentos com o quadro clínico, é atribuição essencial do médico auditor.
(__)A participação na definição de critérios técnicos de qualidade nos contratos de prestadores é função exclusiva dos gestores administrativos.
(__)A auditoria presencial no leito, para confronto de dados clínicos, é vedada pelo Código de Ética Médica.
(__)A emissão de pareceres com glosa, independentemente de justificativas, integra as atribuições do auditor.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4034552 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/1990, conhecida como Lei Orgânica da Saúde, define as bases organizacionais do Sistema Único de Saúde, incluindo as atividades de controle, avaliação e auditoria. Analise as afirmativas a seguir:
I.A Lei institui o Sistema Nacional de Auditoria (SNA) e determina sua atuação em todas as esferas de governo, abrangendo avaliação técnico-científica, contábil, financeira e patrimonial.
II.O processo de auditoria tem caráter exclusivamente punitivo, destinado à aplicação de sanções.
III.As atividades de auditoria são restritas à esfera federal, cabendo aos estados e municípios apenas o controle financeiro.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4034551 Direito Administrativo
O médico auditor responde por seus atos em diferentes esferas, conforme a natureza da conduta e o vínculo profissional. Registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)A responsabilidade ética é apurada pelos Conselhos Regionais de Medicina, podendo resultar em sanções como advertência, suspensão ou cassação do exercício profissional.
(__)A responsabilidade civil decorre do dano causado por ação ou omissão, gerando o dever de indenizar independentemente de processo ético.
(__)O médico auditor está isento de responsabilidade penal, por seus pareceres serem considerados atos meramente administrativos.
(__)Quando servidor público, o médico auditor também responde administrativamente, por meio de sindicância ou processo disciplinar.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo:
Alternativas
Q4034549 Medicina
O Código de Ética Médica estabelece princípios e vedações aplicáveis a todos os médicos, inclusive àqueles que atuam na função de auditor. Registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)É vedado ao médico auditor utilizar o ato de auditoria para obter vantagens pessoais ou para pleitear cargos.
(__)O médico auditor deve manter sigilo profissional sobre informações obtidas em prontuários e documentos.
(__)É permitido ao auditor inserir críticas depreciativas ao médico assistente no relatório, baseadas em opinião pessoal. 
(__)O médico auditor pode alterar prescrições quando discordar da conduta assistencial.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4034548 Medicina
A auditoria médica fundamenta-se em princípios e diretrizes que asseguram legitimidade, ética e eficácia no exercício profissional. Registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O princípio da autonomia do médico assistente deve ser respeitado pelo auditor, que avalia a pertinência técnica sem interferir em prescrições.
(__)A imparcialidade exige que o auditor se abstenha de atuar em situações de conflito de interesses.
(__)O sigilo profissional pode ser flexibilizado para setores administrativos não médicos.
(__)A atuação punitiva é o principal objetivo da auditoria, sobrepondo-se à função educativa.
Assinale a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4034547 Direito Administrativo
A responsabilidade do médico auditor pode ocorrer em diferentes esferas, dependendo do vínculo funcional e da natureza da infração. Analise as afirmativas a seguir:
I.A responsabilidade administrativa aplica-se ao médico auditor servidor público que comete infração funcional, apurada por processo disciplinar.
II.A responsabilidade penal exige a comprovação de dolo, não se aplicando aos atos culposos praticados sem intenção.
III.A responsabilidade civil pode ser subjetiva (mediante culpa comprovada) ou objetiva (independente de culpa), a depender da relação jurídica.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
1961: C
1962: D
1963: A
1964: D
1965: B
1966: D
1967: A
1968: D
1969: D
1970: A
1971: C
1972: B
1973: C
1974: A
1975: C
1976: D
1977: A
1978: A
1979: D
1980: A