Questões de Concurso Comentadas para fundepes

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Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1227726 Segurança da Informação
Analise as seguintes afirmativas que são procedimentos que permitem uma navegação segura na internet.
I. Manter os navegadores web atualizados. II. Certificar a procedência do site ao realizar operações bancárias. III. Desconfiar de arquivos anexados à mensagem, mesmo que tenham sido enviados por pessoas ou instituições conhecidas.
Estão corretos os procedimentos:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1220561 Fisioterapia
O flutter é um aparelho pequeno, portátil e simples, usado na prática da fisioterapia hospitalar e ambulatorial.
Em relação a esse recurso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1220558 Fisioterapia
Sobre as patologias pulmonares, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1219941 Enfermagem
A monitoração da PIC (pressão intracraniana) proporciona a coleta de informações que facilitam a aplicação de medidas de prevenção à isquemia cerebral secundária à distorção do tronco cerebral.
Assinale a alternativa que apresenta os cuidados de enfermagem que devem ser prestados a pacientes com monitoração da PIC.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1213632 Português
Dona Ana Até a última batida do coração do marido, dona Ana esteve ao lado. Não foi fácil. Seu Antônio era educado e agradável no trato social, mas intempestivo, intolerante e voluntarioso com a esposa e os dois filhos. Dava a impressão de que as interações com pessoas pouco íntimas esgotavam na rua seu estoque de tolerância. Aos sete anos, vendia de casa em casa os pastéis que a mãe viúva fritava, enquanto os cinco filhos ainda dormiam. Aos quinze, veio sozinho para São Paulo com a obrigação de ganhar o sustento da família. Dormiu três dias na rua, antes de conseguir emprego num depósito de ferro velho. Quando ficou doente, aos sessenta e oito anos, tinha mais de duzentos empregados, duas fazendas e uma imobiliária para administrar os imóveis de sua propriedade. Dona Ana tinha três irmãs e um pai militar que proibia as filhas de chegar depois de escurecer e que só permitia que ela saísse com o noivo aos domingos, desde que acompanhada pela irmã caçula, rotina mantida até a semana anterior ao casamento. Casada, aceitou sem rebeldia o autoritarismo do consorte. Deu à luz dois filhos criados com o rigor do pai e a dedicação abnegada da mãe, num ambiente doméstico que beirava a esquizofrenia: alegre e descontraído na presença dela, sisudo e silencioso à chegada do pai. Quando nasceu o casal de netos, a avó os cobriu de carinho. Passava os dias de semana com eles para que as noras pudessem trabalhar; nos fins de semana em que ficava sem vê-los, morria de saudades. A doença do patriarca mudou a rotina. Com o marido em casa e os filhos ocupados na condução dos negócios do pai, coube a ela cuidar e atender às solicitações do doente, que exigia sua presença dia e noite e não aceitava um copo d´água das mãos de outra pessoa. Nas fases finais, oito quilos mais magra, abatida e sonolenta, parecia mais debilitada do que o marido. Viúva, fez questão de permanecer no mesmo apartamento, apesar da insistência dos filhos e das noras para que fosse morar com eles. Os familiares estranharam quando pediu que não deixassem mais os netos com ela. Acharam que a perda do marido havia causado um trauma que lhe roubara a felicidade e a disposição para a lida com os pequenos, suspeita que se agravou quando constataram que a mãe não os procurava. Nos fins de semana, era inútil convidála para as refeições, ir ao cinema ou viajar com eles. Quando as crianças queriam vê-la, os pais precisavam levá-las até ela. Numa dessas ocasiões, filhos e noras tentaram convencê-la a procurar um psiquiatra, um medicamento antidepressivo a livraria daquela tristeza solitária. A resposta foi surpreendente: – Vocês acham que mulher deprimida sai de casa para comprar este vestido lindo que estou usando? Além do que, explicou, não se sentia nem estava solitária: descobrira no Facebook várias amigas dos tempos de solteira, viúvas como ela. Reuniam-se a cada dois ou três dias para cozinhar, tomar vinho e dar risada. Às terças e quintas, iam ao cinema; aos sábados, lotavam uma van que as levava ao teatro. No carro, a caminho de casa, os filhos estavam desolados: – Como pode? Essa alegria toda, três meses depois da morte do papai? – Deve estar em processo de negação, acrescentou a nora mais nova. Nos meses seguintes, voltaram a insistir tantas vezes no tratamento psiquiátrico, que ela os proibiu de tocar no assunto, sob pena de não recebê-los mais. A harmonia familiar desandou de vez num domingo de verão. Sem conseguir falar com a mãe por dois dias, os filhos decidiram procurá-la. O zelador do prédio avisou que não adiantava subir, dona Ana saíra com a mala na quinta-feira, sem revelar quando voltaria. Segunda-feira depois do jantar, os filhos foram vê-la. Com ar consternado, revelaram estar preocupadíssimos com o comportamento materno, achavam que a perda do marido com quem havia convivido quase meio século, comprometera sua sanidade mental. Num tom mais calmo do que o dos rapazes, a mãe contou que, na volta do enterro, abriu uma garrafa de vinho pela primeira vez na vida, sentou naquele sofá em que se achavam e pensou em voz alta: – Vou fazer setenta anos. De hoje em diante não dou satisfação para mais ninguém. VARELLA, Dráuzio. Dona Ana. Drauzio Varella. 4 abr. 2016. Disponível em <http://drauziovarella.com.br/drauzio/donaana/>. Acesso em: 20 abr. 2016 (Adaptação).
Releia o trecho a seguir.
“Segunda-feira depois do jantar, os filhos foram vê-la. Com ar consternado, revelaram estar preocupadíssimos com o comportamento materno [...].”
A palavra destacada não pode ser substituída, nesse contexto, por:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1207790 Português
Dona Ana Até a última batida do coração do marido, dona Ana esteve ao lado. Não foi fácil. Seu Antônio era educado e agradável no trato social, mas intempestivo, intolerante e voluntarioso com a esposa e os dois filhos. Dava a impressão de que as interações com pessoas pouco íntimas esgotavam na rua seu estoque de tolerância. Aos sete anos, vendia de casa em casa os pastéis que a mãe viúva fritava, enquanto os cinco filhos ainda dormiam. Aos quinze, veio sozinho para São Paulo com a obrigação de ganhar o sustento da família. Dormiu três dias na rua, antes de conseguir emprego num depósito de ferro velho. Quando ficou doente, aos sessenta e oito anos, tinha mais de duzentos empregados, duas fazendas e uma imobiliária para administrar os imóveis de sua propriedade. Dona Ana tinha três irmãs e um pai militar que proibia as filhas de chegar depois de escurecer e que só permitia que ela saísse com o noivo aos domingos, desde que acompanhada pela irmã caçula, rotina mantida até a semana anterior ao casamento. Casada, aceitou sem rebeldia o autoritarismo do consorte. Deu à luz dois filhos criados com o rigor do pai e a dedicação abnegada da mãe, num ambiente doméstico que beirava a esquizofrenia: alegre e descontraído na presença dela, sisudo e silencioso à chegada do pai. Quando nasceu o casal de netos, a avó os cobriu de carinho. Passava os dias de semana com eles para que as noras pudessem trabalhar; nos fins de semana em que ficava sem vê-los, morria de saudades. A doença do patriarca mudou a rotina. Com o marido em casa e os filhos ocupados na condução dos negócios do pai, coube a ela cuidar e atender às solicitações do doente, que exigia sua presença dia e noite e não aceitava um copo d´água das mãos de outra pessoa. Nas fases finais, oito quilos mais magra, abatida e sonolenta, parecia mais debilitada do que o marido. Viúva, fez questão de permanecer no mesmo apartamento, apesar da insistência dos filhos e das noras para que fosse morar com eles. Os familiares estranharam quando pediu que não deixassem mais os netos com ela. Acharam que a perda do marido havia causado um trauma que lhe roubara a felicidade e a disposição para a lida com os pequenos, suspeita que se agravou quando constataram que a mãe não os procurava. Nos fins de semana, era inútil convidála para as refeições, ir ao cinema ou viajar com eles. Quando as crianças queriam vê-la, os pais precisavam levá-las até ela. Numa dessas ocasiões, filhos e noras tentaram convencê-la a procurar um psiquiatra, um medicamento antidepressivo a livraria daquela tristeza solitária. A resposta foi surpreendente: – Vocês acham que mulher deprimida sai de casa para comprar este vestido lindo que estou usando? Além do que, explicou, não se sentia nem estava solitária: descobrira no Facebook várias amigas dos tempos de solteira, viúvas como ela. Reuniam-se a cada dois ou três dias para cozinhar, tomar vinho e dar risada. Às terças e quintas, iam ao cinema; aos sábados, lotavam uma van que as levava ao teatro. No carro, a caminho de casa, os filhos estavam desolados: – Como pode? Essa alegria toda, três meses depois da morte do papai? – Deve estar em processo de negação, acrescentou a nora mais nova. Nos meses seguintes, voltaram a insistir tantas vezes no tratamento psiquiátrico, que ela os proibiu de tocar no assunto, sob pena de não recebê-los mais. A harmonia familiar desandou de vez num domingo de verão. Sem conseguir falar com a mãe por dois dias, os filhos decidiram procurá-la. O zelador do prédio avisou que não adiantava subir, dona Ana saíra com a mala na quinta-feira, sem revelar quando voltaria. Segunda-feira depois do jantar, os filhos foram vê-la. Com ar consternado, revelaram estar preocupadíssimos com o comportamento materno, achavam que a perda do marido com quem havia convivido quase meio século, comprometera sua sanidade mental. Num tom mais calmo do que o dos rapazes, a mãe contou que, na volta do enterro, abriu uma garrafa de vinho pela primeira vez na vida, sentou naquele sofá em que se achavam e pensou em voz alta: – Vou fazer setenta anos. De hoje em diante não dou satisfação para mais ninguém. VARELLA, Dráuzio. Dona Ana. Drauzio Varella. 4 abr. 2016. Disponível em <http://drauziovarella.com.br/drauzio/donaana/>. Acesso em: 20 abr. 2016 (Adaptação).
Analise os trechos a seguir em relação ao uso do acento indicativo de crase, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, e assinale com F para facultativo ou com O para obrigatório.
( ) “Deu à luz dois filhos criados com o rigor do pai e a dedicação abnegada da mãe [...].” ( ) “[...] alegre e descontraído na presença dela, sisudo e silencioso à chegada do pai.” ( ) “[...] coube a ela cuidar e atender às solicitações do doente [...].” ( ) “Às terças e quintas, iam ao cinema [...].”
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1207476 Medicina
Com relação ao quadro de insuficiência hepática aguda, é incorreto afirmar:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1207463 Medicina
As lesões ocorridas nos quadros de queimadura podem se apresentar de diversas formas, necessitando dos mais variados tipos de procedimentos e tratamentos.
Com relação ao quadro clínico laboratorial e ao tratamento dos pacientes com quadro de queimadura grave, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1201987 Medicina
Analise as afirmativas a seguir, que se referem à taxa de mortalidade materna.
I. A taxa de mortalidade materna refere-se ao risco de morte materna em decorrência de causas associadas a complicações durante a gestação, parto e puerpério. II. A taxa de mortalidade materna reflete uma importante estatística frequentemente negligenciada devido à dificuldade para calculá-la de forma precisa. III. A taxa de mortalidade materna é calculada dividindo-se o número de óbitos maternos relacionados a gestação, parto e puerpério em um ano pelo total de nascidos vivos durante o mesmo ano X 100 000.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1198102 Fisioterapia
Desigualdade social e gravidez na adolescência O número de meninas adolescentes com filhos diminuiu na última década. Mesmo assim, continua alto. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais 2015, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no último dia 4/12. Em 2004, de cada mil mulheres de 15 a 19 anos, 78,8 tinham ao menos um filho, o que significava 18,4% da taxa de fecundidade total. Em 2014, esse número caiu para 60,5, representando 17,4% da taxa de fecundidade total. Portanto, de cada cinco partos, quase um é realizado em uma mãe adolescente. Apesar da queda, o número de adolescentes com filhos no Brasil ainda é bem maior do que na Europa (16,2 por mil meninas) e nos EUA (28,3 por mil), mas próximo do nível observado na América Latina e Caribe (66,5 por mil) e mais baixo que o da África (98,5 por mil). Entre as jovens dessa faixa etária que não tinham filhos em 2014, 40,4% residiam na região Sudeste e 56,3% se declaravam pretas ou pardas. A média de anos de estudo era de 8,9 anos; 73,7% ainda estudavam; e 14,7% não estudavam nem trabalhavam. Das meninas que tinham ao menos um filho, 35,8% moravam no Nordeste e 69% se declaravam pretas ou pardas. A média de escolaridade era de 7,7 anos (85% não completaram o ensino médio); somente 20,1 ainda estudavam; 59,7% não estudavam nem trabalhavam; e 92,5% cuidavam dos afazeres domésticos por uma média de 27,1 horas semanais. A taxa de adolescentes com filhos mostra uma faceta conhecida dos brasileiros: a desigualdade social. Os dados revelam que a maioria das mães adolescentes tem poucos anos de escolaridade, é negra e vive nas regiões menos economicamente desenvolvidas do país. São vários os fatores que levam as meninas a engravidar em uma fase da vida em que deveriam se preocupar com os estudos e em aproveitar a juventude. Muitas têm conhecimento acerca dos métodos contraceptivos, mas ignoram como utilizá-los corretamente. Assim, acabam usando o anticoncepcional de forma errada, o que torna sua eficácia reduzida. Há regiões em que o acesso a esses métodos é precário. Nem todo posto de saúde oferece contraceptivos, entre eles a pílula do dia seguinte. Com acesso limitado, menos informações e a dificuldade comum às meninas muito novas em aderir a métodos que exigem regularidade de uso, a contracepção, muitas vezes, falha. Essas adolescentes também têm baixa perspectiva em relação à escolaridade e à futura inserção no mercado de trabalho. Com isso, o papel social que lhes sobra é o de mãe. Como fazer para essas adolescentes não terem filhos tão cedo e, com isso, traçarem um caminho que as afaste completamente da escola e de uma vida profissional com expectativas melhores? Nossa sociedade conhece a resposta, embora não nos empenhemos em aplicá-la da mesma forma que fazemos com as meninas das classes mais favorecidas. Em primeiro lugar, oferecemos às meninas mais ricas uma educação de melhor qualidade, que lhes permite criar expectativas em relação ao futuro. Assim, sonhos e planos como viajar, entrar em uma faculdade, conhecer outras culturas e pessoas, aprender novas habilidades e montar a própria casa antecedem o desejo da maternidade. Quando essas meninas entram em idade fértil, conversamos com elas sobre sexo e as levamos ao ginecologista, que passa a acompanhá-las e orientá-las na escolha do melhor método anticoncepcional, a que certamente terão acesso. Se os métodos por acaso falharem, pagamos-lhes o aborto em clínicas onde elas podem contar com médicos que lhes garantam segurança. Para as mulheres de classe social mais alta, a criminalização do aborto pode ser resolvida com dinheiro. Elas não se sentem socialmente pressionadas a engravidar; suas amigas não têm filhos e a elas estão destinados vários papéis sociais que não os de mãe. Com um ou mais filhos nos braços, as meninas de classes sociais mais baixas que mal saíram da infância não conseguem dar seguimento aos estudos, tampouco melhorar as condições de vida da família. Acabam destinadas ao serviço doméstico, sem que essa tenha sido necessariamente sua escolha. Para as mulheres mais ricas, a maternidade é, na maioria das vezes, uma escolha e não um destino do qual não se pode fugir. Por que aceitamos condenar as mais pobres a uma realidade que evitamos para nossas filhas? Todos deveriam ter direito de exercer sua sexualidade e decidir quando e quantos filhos desejam ter, e contar com o acesso a métodos que lhe assegurassem esse direito. Uma sociedade que nega a garantia dos direitos reprodutivos a todas as mulheres em idade fértil, sem exceção, deveria no mínimo envergonhar-se. VARELLA, Mariana Fusco. Desigualdade social e gravidez na adolescência. Drauzio Varella. 22 dez. 2015. Disponível em: <http://zip.net/bqtcgw>. Acesso em: 22 abr. 2016 (Adaptação).
São ideias que estão presentes no texto, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1197011 Medicina
Analise o caso clínico a seguir.
Escolar de seis anos e seis meses de idade, sexo masculino, foi internado devido a quadro de inapetência, cansaço e chieira. Feito uso do tratamento de suporte e medicamentos e, mesmo assim, o paciente apresentou piora clínica com certa sonolência e dificuldade de aceite pela via oral. Exame físico: sibilos e crepitações difusas bilaterais. Exames laboratoriais: radiografia de tórax demonstrando retificação de cúpulas diafragmáticas e ar retroesternal, sem condensações relevantes. Apresenta saturação de 91%. Na gasometria, apresenta PaCO2 de 55 mmHg.
Sobre o caso clínico anterior, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1196918 Medicina
Sobre a coqueluche na infância, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1196871 Enfermagem
Sobre a dengue, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1187787 Medicina
Assinale a alternativa correta em relação ao pneumoperitônio em cirurgias de videolaparoscopia.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1187754 Medicina
Assinale a alternativa que apresenta o anestésico inalatório com o menor metabolismo hepático.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1187660 Enfermagem
Qual é o escore de Aldrete-Kroulik para um paciente que está na sala de recuperação pós-anestésica e que apresenta respiração superficial sem conseguir tossir, necessidade de oxigênio suplementar para manter saturação > 90%, desperta ao ser chamado, pressão arterial 30 mmHg maior em relação ao préoperatório e é capaz de movimentar os quatro membros voluntariamente?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1187001 Saúde Pública
A participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde é um instrumento de:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: FHEMIG
Q1186975 Enfermagem
O atendimento a crianças em um setor de urgência e emergência de um serviço público deve ser:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1185862 Medicina
Com relação ao tratamento do infarto agudo do miocárdio, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1185766 Medicina
Com relação à ventilação mecânica, são considerados avanços baseados em trabalhos clínicos controlados e randomizados, EXCETO:
Alternativas
Respostas
1021: D
1022: B
1023: B
1024: D
1025: C
1026: B
1027: B
1028: C
1029: D
1030: D
1031: D
1032: B
1033: A
1034: B
1035: A
1036: B
1037: A
1038: B
1039: D
1040: D