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- _______, por favor!
- Preciso que vocês _______.
- Jamais _______ algo tão insano.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando não havia internet
Quando não havia internet, eu precisava ir de casa em casa na minha vizinhança comentando sobre os livros que havia acabado de ler. Batia à porta e assim que atendiam – não havia nenhum tipo de cumprimento – eu já começava a falar sobre o que havia mais me chamado a atenção na história.
Às vezes, a pessoa levantava o polegar, em sinal de que havia gostado do que eu havia dito, e então voltava para dentro de casa, sem dizer nada. Em outras, mais raras, a pessoa comentava sobre o que eu havia acabado de falar e então a gente dava início ao que os antigos chamavam de “conversa”. Outras pessoas também podiam participar, inclusive gente que nenhum de nós havia visto na vida.
Devo confessar que bem mais comum era a pessoa ouvir apenas o início do meu comentário e imediatamente me deixar de lado, demonstrando que não estava interessada no que eu tinha a dizer. Isso acontecia principalmente porque logo atrás de mim havia outra pessoa que também queria mostrar ou dizer algo ao meu vizinho. Geralmente, traziam uma foto, e as fotos faziam muito mais sucesso do que os comentários que eu tinha a fazer sobre livros.
Naquele tempo, as pessoas precisavam tirar cópias das suas fotos – depois de revelar os filmes – e sair mostrando a todo vizinho, a todo amigo, a todo amigo de amigo com quem travasse relações. Muitos iam até a rua principal da cidade e lá expunham as suas fotos, geralmente do seu almoço ou seu rosto. Alguns gostavam tanto que compartilhavam a cópia.
Bem mais complicado era compartilhar aquilo que uma pessoa dizia. Ainda me lembro bem, mais de uma vez os meus amigos gostaram tanto de uma coisa que eu havia acabado de falar que queriam que também os amigos deles ficassem sabendo daquilo. Para isso, levavamme com eles e a gente percorria as casas de todos os conhecidos deles a fim de que eu repetisse o que lhes havia dito. Era bem cansativo. (...)
FENDRICH, Henrique. Quando não havia
internet. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henrique-fendrich/quando-nao-havia-internet/>
A forma verbal composta destacada no trecho acima indica uma ação:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando não havia internet
Quando não havia internet, eu precisava ir de casa em casa na minha vizinhança comentando sobre os livros que havia acabado de ler. Batia à porta e assim que atendiam – não havia nenhum tipo de cumprimento – eu já começava a falar sobre o que havia mais me chamado a atenção na história.
Às vezes, a pessoa levantava o polegar, em sinal de que havia gostado do que eu havia dito, e então voltava para dentro de casa, sem dizer nada. Em outras, mais raras, a pessoa comentava sobre o que eu havia acabado de falar e então a gente dava início ao que os antigos chamavam de “conversa”. Outras pessoas também podiam participar, inclusive gente que nenhum de nós havia visto na vida.
Devo confessar que bem mais comum era a pessoa ouvir apenas o início do meu comentário e imediatamente me deixar de lado, demonstrando que não estava interessada no que eu tinha a dizer. Isso acontecia principalmente porque logo atrás de mim havia outra pessoa que também queria mostrar ou dizer algo ao meu vizinho. Geralmente, traziam uma foto, e as fotos faziam muito mais sucesso do que os comentários que eu tinha a fazer sobre livros.
Naquele tempo, as pessoas precisavam tirar cópias das suas fotos – depois de revelar os filmes – e sair mostrando a todo vizinho, a todo amigo, a todo amigo de amigo com quem travasse relações. Muitos iam até a rua principal da cidade e lá expunham as suas fotos, geralmente do seu almoço ou seu rosto. Alguns gostavam tanto que compartilhavam a cópia.
Bem mais complicado era compartilhar aquilo que uma pessoa dizia. Ainda me lembro bem, mais de uma vez os meus amigos gostaram tanto de uma coisa que eu havia acabado de falar que queriam que também os amigos deles ficassem sabendo daquilo. Para isso, levavamme com eles e a gente percorria as casas de todos os conhecidos deles a fim de que eu repetisse o que lhes havia dito. Era bem cansativo. (...)
FENDRICH, Henrique. Quando não havia
internet. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henrique-fendrich/quando-nao-havia-internet/>
Empregando o verbo destacado no trecho acima em outras situações, fica correto o seguinte enunciado:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Quando não havia internet
Quando não havia internet, eu precisava ir de casa em casa na minha vizinhança comentando sobre os livros que havia acabado de ler. Batia à porta e assim que atendiam – não havia nenhum tipo de cumprimento – eu já começava a falar sobre o que havia mais me chamado a atenção na história.
Às vezes, a pessoa levantava o polegar, em sinal de que havia gostado do que eu havia dito, e então voltava para dentro de casa, sem dizer nada. Em outras, mais raras, a pessoa comentava sobre o que eu havia acabado de falar e então a gente dava início ao que os antigos chamavam de “conversa”. Outras pessoas também podiam participar, inclusive gente que nenhum de nós havia visto na vida.
Devo confessar que bem mais comum era a pessoa ouvir apenas o início do meu comentário e imediatamente me deixar de lado, demonstrando que não estava interessada no que eu tinha a dizer. Isso acontecia principalmente porque logo atrás de mim havia outra pessoa que também queria mostrar ou dizer algo ao meu vizinho. Geralmente, traziam uma foto, e as fotos faziam muito mais sucesso do que os comentários que eu tinha a fazer sobre livros.
Naquele tempo, as pessoas precisavam tirar cópias das suas fotos – depois de revelar os filmes – e sair mostrando a todo vizinho, a todo amigo, a todo amigo de amigo com quem travasse relações. Muitos iam até a rua principal da cidade e lá expunham as suas fotos, geralmente do seu almoço ou seu rosto. Alguns gostavam tanto que compartilhavam a cópia.
Bem mais complicado era compartilhar aquilo que uma pessoa dizia. Ainda me lembro bem, mais de uma vez os meus amigos gostaram tanto de uma coisa que eu havia acabado de falar que queriam que também os amigos deles ficassem sabendo daquilo. Para isso, levavamme com eles e a gente percorria as casas de todos os conhecidos deles a fim de que eu repetisse o que lhes havia dito. Era bem cansativo. (...)
FENDRICH, Henrique. Quando não havia
internet. Escotilha. Disponível em <https://escotilha.com.br/cronicas/henrique-fendrich/quando-nao-havia-internet/>
Analise as assertivas abaixo segundo a Constituição da República Federativa do Brasil vigente:
I. Todo brasileiro em situação de vulnerabilidade social terá direito a uma renda básica familiar, garantida pelo poder público em programa permanente de transferência de renda, cujas normas e requisitos de acesso serão determinados em lei, observada a legislação fiscal e orçamentária.
II. Ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato.
Assinale a alternativa correta:
O __________ será mantido por contribuições, taxas e emolumentos arrecadados pelos _______________, em percentual a ser definido pelo fórum máximo dos
Conselhos Federal e Regionais de Serviço Social. Completam, respectivamente, as lacunas do trecho acima:
A gestão territorial da proteção básica responde ao princípio de descentralização do SUAS e tem por objetivo promover a atuação preventiva, disponibilizar serviços próximo do local de moradia das famílias, racionalizar as ofertas e traduzir o referenciamento dos serviços ao CRAS em ação concreta, tornando a principal unidade pública de proteção básica uma referência para a população local e para os serviços setoriais.
Dentre as ações de gestão territorial da proteção social básica, destacam-se:
De acordo com a Lei Federal nº 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), numere a segunda coluna com:
( 1 ) Para Medidas de Proteção.
( 2 ) Para Medidas Socioeducativas.
(__) Inclusão em serviços e programas oficiais ou comunitários de proteção, apoio e promoção da família, da criança e do adolescente.
(__) Inclusão em programa oficial ou comunitário de auxílio, orientação e tratamento a alcoólatras e toxicômanos.
(__) Internação em estabelecimento educacional.
(__) Inclusão em programa de acolhimento familiar.
(__) Inserção em regime de semi-liberdade.
A sequência correta é:
Na _______________, considerada como berço do nascimento e do pertencimento a uma rede, o processo de socialização é fundamentado em valores e princípios que, mais tarde, passam a reger a participação na comunidade e na reprodução destes mesmos valores e princípios.
Assinale a alternativa que traz o termo que completa corretamente a lacuna da assertiva acima:
Em relação aos Benefícios Eventuais no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), coloque V (para as afirmativas verdadeiras) e F (para as afirmativas falsas) e, na sequência, marque a alternativa correta.
( ) Os Benefícios Eventuais são um tipo de proteção social que se caracteriza por sua oferta de natureza temporária para prevenir e enfrentar situações provisórias de vulnerabilidade decorrentes ou agravadas por nascimentos, mortes, vulnerabilidades temporárias e calamidades.
( ) Os Benefícios Eventuais integram as demais provisões da política de Assistência Social, portanto, são garantidos no âmbito do SUAS.
( ) As seguranças sociais conformam o campo próprio dos benefícios eventuais já que sua oferta busca desenvolver ou restabelecer as seguranças de acolhida, sobrevivência e convivência familiar, social e comunitária.
A sequência correta é: