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Q3670562 Matemática
Em uma padaria, um cliente leva 400 gramas de pão doce e 300 gramas de pão de mel, ele paga um total de R$ 13,80. Em outro dia, o mesmo cliente leva 200 g de pão doce e 500 g de pão de mel, pagando um total de R$ 14,60. Nesta situação, qual o preço por kg do pão de mel?
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Q3670559 Português
Verifica-se verbo irregular apenas em: 
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Q3670558 Português
Assinale a alternativa em que o elemento em destaque é um advérbio de possibilidade ou dúvida.
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Q3670557 Português
A sentença em que se verifica um substantivo próprio como complemento verbal é: 
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Q3670556 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O advérbio que melhor substitui “deliberadamente”, em “— Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso?”, é: 
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Q3670555 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O excerto a seguir cuja colocação pronominal está incorreta, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, é: 
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Q3670553 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o seguinte excerto: “Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.” O pronome relativo empregado neste excerto retoma no texto o termo antecedente:
Alternativas
Q3670552 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Meu coração



    No fim, desculpe a literatura, é tudo entre nós e o nosso coração. Depois do dito e do feito, depois da paixão e da razão, depois da vida das células e da vida social e da vida cívica e das idas e das voltas, e da História e da biografia, e do que os outros fizeram conosco e nós fizemos com os outros, é tudo entre nós e ele. Segundos fora. Nós e ele. A única conversa que vale, a única intimidade que conta. O coração não tem nada a ver com nada, fora a sístole e a diástole e a sua fisiologia medíocre. Ele nem nos daria conversa, se não dependesse de nós, se não precisasse da embalagem, dos terminais e de alguém que cuide dele. Tudo que lhe atribuem, do mais romântico ao mais calhorda, é falso. Trata-se de um mero músculo, e de um músculo egoísta, que só quer saber da sua própria sobrevivência. Da qual, por uma cruel coincidência, depende a nossa.

    Fala-se do “time do coração”. Mentira. O coração não tem time. O coração não se interessa por futebol. Só hoje, por exemplo, o meu se deu conta de onde estava. Paris, Nantes, Marselha ou qualquer outra cidade, é tudo o mesmo para ele, desde que ele tenha um lugar seguro onde possa bater e cuidar da sua vidinha. Mas de repente ele se deu conta e pediu satisfações. Para onde eu o tinha trazido? Expliquei. A França, a Copa, o Brasil, os jogos, a beleza dos jogos...

    Meu coração não quis ouvir falar da beleza dos jogos. Ele não tem nenhum senso estético. Quis saber que história era aquela de morte súbita.

    — É uma maneira nova de decidir as partidas que acabam empatadas. Há uma prorrogação e quem marcar o primeiro gol ganha.

    Meu coração não quis acreditar.

    — Quer dizer que, se esse time pelo qual você torce, como é mesmo o nome?

    — Brasil.

    — Quer dizer que, se o Brasil empatar com algum outro time, tem prorrogação com morte súbita?

    — É... 

    — Você sabia disso quando me trouxe para cá?

    — Sabia.

    — Você deliberadamente me trouxe a um evento em que eu posso parar de repente, mesmo não tendo nada a ver com isso? Não era para ser um campeonato de futebol, um esporte, um divertimento, enfim, nada que me dissesse respeito?

    — Desculpe. Eu tentei substituí-lo pelo distanciamento crítico, mas...

    — Só me diz uma coisa. Se a prorrogação terminar sem que ninguém marque gol, o que acontece?

    — Aí decidem nos pênaltis.

    — Me leva pra casa. Me leva pra casa imediatamente. E pare de me envolver nos seus divertimentos. Você parece que não tem coração.

    — Mas nada disso vai acontecer com o Brasil. Prorrogação, pênaltis, nada disso.

    — Quase aconteceu contra a Dinamarca!

    — É, mas...

    — Me tira daqui!



VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

O texto é marcado pela figura de linguagem: 
Alternativas
Q3669461 Pedagogia
A Orientação Curricular da Educação Infantil do Município de Rio Claro (2016) apresenta objetivos da educação infantil para berçário, maternal e infantil. Especificamente em relação ao Infantil I, relacione os aspectos aos seus objetivos, nas colunas a seguir:

COLUNA I – ASPECTOS

1. Aspecto social
2. Aspecto afetivo
3. Aspecto físico
4. Aspecto intelectual

COLUNA II – OBJETIVOS 

(__) Participar de situações que oportunizem o desenvolvimento da representação simbólica.
(__) Conviver com crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos.
(__) Desenvolver a consciência corporal.
(__) Identificar e expressar as emoções, sentimentos, desejos, necessidades, utilizando diferentes linguagens.

Assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3669460 Pedagogia
Em Educação e Construção do Conhecimento, Fernando Becker afirma que:

“Não podemos mais permanecer na velha ‘pedagogia da exposição e da repetição do exposto’, por mais que a exposição constitua um instrumento da comunicação escolar e científica.”

Para o autor, um processo de aprendizagem ativo precisa contar com a capacidade do professor, que se constitui em três dimensões relacionadas entre si. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma dessas dimensões:
Alternativas
Q3669459 Pedagogia
Com referência aos conteúdos mínimos para o ensino fundamental, conforme a Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta:
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Q3669458 Pedagogia
Leia o trecho da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva abaixo e marque a alternativa que preenche a lacuna a seguir corretamente:

“Identificar as barreiras que prejudicam a escolarização e construir um plano de enfrentamento são funções de toda a equipe escolar, contando sempre com ____________. Isso pode ocorrer por meio de Salas de Recursos Multifuncionais (SRM), atividades colaborativas e outras iniciativas inclusivas, a fim de que o acesso ao currículo seja plenamente garantido.” 
Alternativas
Q3669457 Pedagogia
A respeito dos níveis de planejamento na gestão escolar, com base em Celso Vasconcellos, assinale a alternativa correta:
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Q3669456 Pedagogia
Tanto para adultos como para crianças, compreensão significa conseguir desenvolver uma teoria interpretativa, uma narrativa que dá significado ao mundo ao seu redor. Nesse sentido, qual a importância da escuta em Pedagogia, de acordo com a obra As cem linguagens da criança?
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Q3669455 Pedagogia
Analise as assertivas abaixo a respeito dos aspectos que devem ser levados em conta para um ensino correto de estratégias de compreensão leitora, de acordo com Isabel Solé em Estratégias de Leitura. Classifique as afirmativas em verdadeiro (V) ou falso (F).

(___) O professor pode pedir aos alunos que leiam em silêncio, só para ler, sem ninguém lhes perguntar nada sobre o texto; e não deve ler ao mesmo tempo que eles.
(___) A leitura não deve ser considerada uma atividade competitiva, através da qual se ganham prêmios ou se sofrem sanções.
(___) É preciso conseguir que a atividade de leitura seja significativa para as crianças
(___) Antes da leitura, o professor deveria pensar na complexidade que a caracteriza e, simultaneamente, na capacidade que as crianças têm para enfrentar – de seu modo – essa complexidade.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3669454 Pedagogia
O Plano Nacional de Educação (PNE) dispõe que os entes federados estabelecerão nos respectivos planos de educação estratégias que levem em consideração os itens a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q3669453 Pedagogia
Em A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos, Mário Sérgio Cortella explicita a respeito do papel do erro na construção do conhecimento. Analise os itens a seguir sobre o tema e assinale a alternativa correta:

I. O erro ocupa um lugar externo ao processo de conhecer; investigar é receber uma revelação límpida, transparente e perfeita. O erro não é parte integrante do conhecer.
II. Errar é, sem dúvida, decorrência da busca e, pelo óbvio, só quem não busca não erra. Nossa escola desqualifica o erro, atribuindo-lhe uma dimensão catastrófica; isso não significa que, ao revés, devase incentivá-lo, mas, isso sim, incorporá-lo como uma possibilidade de se chegar a novos conhecimentos. 
Alternativas
Q3669452 Pedagogia
O livro Documentação pedagógica e avaliação na educação infantil: um caminho para a transformação faz uma distinção entre pedagogias transmissivas e pedagogias participativas. Assinale a alternativa que apresenta uma característica da pedagogia participativa:
Alternativas
Q3669451 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Marque a alternativa que preenche a lacuna a seguir corretamente a respeito do direito à liberdade, ao respeito e à dignidade assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente:

“O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da_____________, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.”
Alternativas
Q3669450 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Assinale a alternativa. correta com fundamento no Estatuto da Pessoa com Deficiência:
Alternativas
Respostas
9741: D
9742: E
9743: C
9744: B
9745: E
9746: A
9747: C
9748: B
9749: E
9750: E
9751: A
9752: D
9753: B
9754: B
9755: C
9756: B
9757: A
9758: C
9759: C
9760: D