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Q3324074 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ele teve um mau desempenho na prova de matemática.
II.O cachorro estava com um mau cheiro depois de brincar na lama.
III.Acordei me sentindo mau e decidi não ir ao trabalho. IV.O filme foi tão mau dirigido que ninguém gostou.
V.Eles chegaram muito mau preparados para a apresentação.

Em quais afirmativas lidas o uso do termo "mau" está incorreto? 
Alternativas
Q3324073 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?

Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.

Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.

Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.

Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.

Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?

Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.

Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.

A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.

O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?

Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.

Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
De acordo com o texto, qual é a percepção das pessoas em relação à sua capacidade de atenção e quais são os fatores que a influenciam?
Alternativas
Q3324072 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?

Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.

Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.

Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.

Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.

Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?

Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.

Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.

A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.

O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?

Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.

Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
Qual dos seguintes dados foi revelado pela pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, em relação ao uso de smartphones no Reino Unido? 
Alternativas
Q3324071 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Estamos na era do déficit de atenção?

Posso apostar que uma parcela daqueles que estão lendo este texto agora anda tendo dificuldade para manter o foco. Ler, por exemplo, tem se tornado mais difícil, porque qualquer ruído, qualquer notificação que chega no celular já é suficiente para nos deixar dispersos.

Já se fala, inclusive, numa cultura do déficit de atenção. Não estou falando do TDAH (o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade), cujas taxas de diagnóstico são cada vez maiores no mundo todo, mas do fato que parece que estamos cada vez mais distraídos.

Somos bombardeados o tempo todo, o dia todo, com todo tipo de informação, com todo tipo de estímulo. Dos vídeos ultracurtos do TikTok à imensa variedade de conteúdos a que estamos expostos − áudios no WhatsApp, memes, emojis, stories no Instagram, só para citar alguns com os quais interagimos o dia inteiro − tudo incita permanentemente a nossa cognição. O resultado é que a capacidade para sustentar o foco vai ficando prejudicada.

Eis um dado que pode ajudar a dimensionar o que eu estou falando. Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre a Atenção do King's College, de Londres, mostrou que, no Reino Unido, os adultos subestimam a frequência com que verificam seus smartphones. Enquanto a maioria acha que dá uma checadinha no celular só 25 vezes ao dia (eu diria que isso já é muito), o que dados sugerem é que, lá, os números chegam a 80 vezes ao dia.

Como manter-se concentrado se, em apenas uma hora, considerando o exemplo acima, desviamos o foco do que fazemos para dar uma espiada no celular ao menos três vezes?

Embora não possamos afirmar que realmente a nossa capacidade de atenção diminuiu, por falta de estudos de longo prazo, o que se pode dizer, baseando-se em várias pesquisas, é que as pessoas têm tido, sim, a percepção de uma redução na capacidade de manterem-se concentradas.

Pesquisas também têm mostrado que a tecnologia é uma das responsáveis por isso. Desviar a atenção entre redes sociais, smartphones, tablets, internet, televisão, rádio ou outros meios de comunicação prejudica a capacidade de realizar tarefas simples.

A questão é que muitas pessoas − entre 3% e 6% da população mundial − têm apelado para remédios para tratar o TDAH, os chamados psicoestimulantes, como solução para uma condição que parece fazer parte desse mundo em que vivemos. Acontece que o uso abusivo desses medicamentos, e sem orientação médica, traz grande prejuízo à saúde mental.

O que fazer, então, dado que todos nós precisamos fazer uso dessas tecnologias para trabalhar, para nos locomover, para pagar as contas e até para nos relacionarmos?

Dado que o cardápio de coisas que temos à nossa disposição e que são capazes de nos distrair é gigante e dado que temos tarefas a cumprir no dia a dia, a sugestão é fazer algo bem simples: uma listinha das suas prioridades em ordem decrescente. Isso irá ajudá-lo a concentrar a energia naquilo que é mais importante, ao invés de querer dividir a atenção entre todos os itens da lista.

Enquanto está trabalhando, procure desligar as notificações do seu celular e do seu computador ou deixe o seu celular no mudo. Tal atitude, com o tempo, vai auxiliá-lo a habituar-se a manter a atenção concentrada ao menos durante um período do dia.

https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-estamos-na-er a-do-deficit-de-atencao/ 
Qual é a recomendação dada para ajudar a manter a atenção concentrada durante o trabalho? 
Alternativas
Q3324070 Pedagogia

Em uma universidade, um grupo de alunos surdos solicita que os slides das apresentações dos professores contenham mais imagens e menos texto. O coordenador do curso de LIBRAS questiona a eficácia dessa mudança. Assim, avalie as proposições:



I. Slides com mais imagens e menos texto podem confundir os alunos surdos.


II. A redução de texto nos slides e o aumento de recursos visuais podem facilitar o entendimento dos alunos surdos.


III. É recomendável que os slides tenham frases curtas associadas às imagens.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3324069 Legislação Federal
Uma escola pública está revisando suas políticas para garantir a inclusão de alunos surdos. De acordo com a Lei nº 10.436, qual ação é obrigatória por parte do poder público?
Alternativas
Q3324068 Pedagogia

Imagine que você está desenvolvendo um módulo de treinamento sobre a história da educação de surdos. Você quer enfatizar a evolução das perspectivas educacionais desde o período medieval até os dias atuais. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):



(__) No período medieval, as primeiras tentativas de ensino para surdos eram baseadas em métodos orais e religiosos.


(__) A educação de surdos sempre foi inclusiva e acessível ao longo da história.


(__) O reconhecimento da LIBRAS como língua oficial no Brasil ocorreu no século XVIII.



Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta: 

Alternativas
Q3324067 Libras
Um instrutor de LIBRAS está planejando uma aula sobre aspectos morfológicos da língua. Ele quer demonstrar como os sinais podem ser modificados para expressar diferentes significados. Qual exemplo ele deveria usar para mostrar a morfologia na LIBRAS? 
Alternativas
Q3324066 Legislação Federal
Em uma reunião de professores, discute-se a independência da Libras em relação à Língua Portuguesa. Segundo a Lei nº 10.436, como a Libras é classificada?
Alternativas
Q3324065 Libras

Suponha que você está organizando um seminário sobre os desafios enfrentados na educação de surdos antes do reconhecimento da língua de sinais. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):



(__) Antes do reconhecimento da língua de sinais, os surdos eram amplamente aceitos e incluídos na sociedade.


(__) A língua de sinais foi imediatamente aceita como forma de comunicação e ensino após sua introdução no Brasil, pois veio para facilitar a inclusão dos surdos na sociedade.


(__) Diferentes abordagens pedagógicas, como o oralismo e o bilinguismo, surgiram no século XIX para ensinar os surdos.



Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta

Alternativas
Q3324064 Libras
João é um novo aluno de LIBRAS e tem dificuldade em compreender a estrutura gramatical da língua. Qual estratégia o instrutor deve utilizar para facilitar o aprendizado de João?
Alternativas
Q3324063 Libras
Um instrutor está ensinando como representar movimentos no SignWriting. Ele usa o sinal para "avião" como exemplo. Que tipo de movimento de deslocamento deve ser usado? 
Alternativas
Q3324062 Libras
Um instrutor de LIBRAS está ensinando sobre categorias gramaticais. Ele quer explicar a diferença entre verbos e adjetivos na LIBRAS. Qual dos seguintes exemplos ele deveria usar para ilustrar um verbo em LIBRAS?
Alternativas
Q3324061 Libras

Durante um seminário sobre a educação de surdos, um especialista ressalta a luta histórica da comunidade surda pelo direito de usar a própria língua. Nesse contexto, analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta:



I. No Brasil, a luta pelo reconhecimento da Libras começou na década de 1970.


II. A língua de sinais foi sempre amplamente aceita e ensinada no Brasil.


III. Grupos surdos organizaram-se politicamente para reivindicar seus direitos linguísticos.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3324058 Legislação dos Municípios do Estado da Bahia

No que concerne à posse e ao exercício de cargo público, de acordo com as disposições da Lei Municipal nº 967/2011, Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Município, das Autarquias e Fundações Públicas Municipais, analise as afirmativas abaixo e as classifique em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):



(__) Exercício é a aceitação formal, pelo servidor, das atribuições, dos deveres, das responsabilidades e dos direitos inerentes ao cargo público, que não poderão ser alterados unilateralmente, por qualquer das partes, ressalvados os atos de ofício previstos em Lei.


(__) A posse ocorrerá no prazo de 30 (trinta) dias, contados da publicação do ato de provimento.


(__) Só haverá posse nos casos de provimento de cargo por nomeação.


(__) É de 15 (quinze) dias corridos o prazo para o servidor empossado em cargo público, entrar em exercício, contados da data da posse.


(__) O servidor será demitido do cargo se não entrar em exercício no prazo previsto no Estatuto.


(__) A promoção interrompe o tempo de exercício, que iniciará sua contagem no novo posicionamento na carreira a partir da data de publicação do ato que promover o servidor.



Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de julgamento:

Alternativas
Q3324036 Matemática
O gerente de uma fazenda tomava conta de 12 cabeças de boi e utilizava 360 quilos de ração em 10 dias, mas o proprietário comprou mais 6 animais e agora ele precisa saber qual será o consumo de ração para alimentar todos os bois em 15 dias. De quanto será este consumo?
Alternativas
Q3324035 Matemática
A escola "Aprender", organizou um torneio de xadrez entre os 180 alunos das 3ª séries do ensino médio e todos tiveram que participar. Durante o evento, a diretora escolheu um estudante aleatoriamente para falar sobre o campeonato aos presentes. Se 120 alunos gostam de xadrez e 60 não gostam mais foram obrigados a participar, qual é a probabilidade de o escolhido não gostar do jogo? 
Alternativas
Q3324032 Matemática

Felipe encomendou uma cantoneira a um serralheiro e mandou apenas o desenho dado abaixo. 



Imagem associada para resolução da questão



Qual será a medida do lado x?

Alternativas
Q3324027 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O argumento contra aumentar número de dias de trabalho presencial no escritório


Um motivo frequentemente mencionado para justificar o trabalho presencial é que ele ajuda a incentivar a conexão da equipe.


O número de empregadores que vêm convocando seus funcionários para trabalhar de quatro a cinco dias por semana no escritório está aumentando. O argumento se concentra na importância da colaboração e na sensação de pertencimento − e alguns líderes acreditam que estes atributos só podem ser promovidos em um ambiente físico compartilhado.


Há dados, no entanto, que mostram que a quantidade de dias de comparecimento ao escritório não apresentam correlação direta com esse sentido de conexão.


Existe apenas 1% de diferença entre o número de funcionários que se sentem conectados à sua organização trabalhando presencialmente quatro ou cinco dias por semana e os que trabalham dois ou três dias no escritório, segundo uma pesquisa global analisada pela BBC.


E esta leve diferença foi verificada em favor do último grupo, em que 60% dos entrevistados se sentem conectados à sua organização. A pesquisa envolveu 1.115 empregados e foi realizada pela Leesman − uma empresa com sede em Londres que oferece informações sobre o mercado de trabalho.


"Simplesmente não parece haver muitos ganhos com o número de dias que as pessoas passam no escritório", segundo Allison English, vice-diretora-executiva da Leesman.


"O que importa é a qualidade, não a quantidade do tempo", explica ela. "Na verdade, observamos que, quanto maior o número de dias presenciais, menor a satisfação geral do funcionário com o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Isso prejudica seu engajamento e sua conexão com a organização.


Existem evidências de que uma combinação de autonomia e dois a três dias presenciais por semana incentiva o engajamento dos funcionários e sua conexão com seu empregador.


Dados do instituto Gallup indicam que um em cada cinco trabalhadores norte-americanos pesquisados declarou ter um "melhor amigo" no trabalho. E, em uma meta-análise de mais de 100 mil locais de trabalho em todo o mundo, o Gallup concluiu que estes relacionamentos próximos entre funcionários contribuem para o aumento do desempenho e reduzem a rotatividade.


No entanto, à medida que os índices de ocupação dos escritórios começam a aumentar e mais empresas de alto perfil põem fim ao trabalho à distância, English afirma que os líderes podem passar a exigir cronogramas fixos, por sua relativa simplicidade.


"Os patrões têm milhares de outras preocupações, além de saber se alguém está trabalhando em casa com produtividade", explica ela. "Eles acham mais fácil gerenciar de cima para baixo e liderar presencialmente."


"Em uma economia mais lenta, os líderes não querem perder tempo procurando uma forma de trabalho diferente e mais complexa, até porque muitos deles preferem padrões de tempo integral no escritório, fazendo uso total dos seus imóveis corporativos." . Em muitos casos, os dias presenciais obrigatórios não levam em conta o ritmo natural das semanas de trabalho dos profissionais, segundo English. Por isso, eles criam desconexão entre os líderes e os trabalhadores.


"Às vezes, os funcionários precisam apenas de um tempo de concentração trabalhando em casa e mantêm o escritório como um local para se conectar ocasionalmente com as equipes, sem que o empregador estipule em quais dias deve ser feito o quê", explica ela.


Com cada vez mais patrões exigindo mais dias de trabalho no escritório, os profissionais agora passam boa parte dos seus dias de trabalho presencial na frente das telas de computador, em ambientes de trabalho mal preparados para a era do trabalho híbrido, em vez de realmente se conectarem com os colegas, segundo English.


"Muitos funcionários têm funções que, normalmente, podem ser desempenhadas de forma remota na maior parte do tempo. O aumento dos dias presenciais faz com que o tempo de concentração precise ser cumprido em escritórios movimentados, que não têm cabines de reunião. Os dias de trabalho são ocupados por ligações virtuais, em ambientes muitas vezes piores do que a privacidade das suas casas."


A qualidade do tempo presencial também é prejudicada pela necessidade de "ficar ocupado", diz Tomas Chamorro-Premuzic, professor de Psicologia Corporativa do University College de Londres.


Os funcionários passam dias no escritório parecendo ocupados frente a gerentes desconfiados, que não estão preparados para liderar suas equipes em trabalho híbrido. Eles imaginam que os profissionais são mais produtivos quando estão dentro do seu ângulo de visão.


"O problema é a falta de confiança e a incapacidade de avaliar resultados por parte do gerente", explica Chamorro-Premuzic. "Isso causa falta de engajamento e produtividade do lado do funcionário."


Por outro lado, o funcionário pode se sentir conectado à sua organização comparecendo ao escritório ocasionalmente. Isso porque é mais provável que ele sinta que é de confiança e capaz de passar seus dias presenciais colaborando com a empresa.


"As pessoas tendem a gostar de mais liberdade e flexibilidade", segundo Chamorro-Premuzic. "E, de qualquer forma, a maior parte do trabalho dos profissionais do conhecimento [aqueles que usam principalmente seus conhecimentos, informações e inteligência para desenvolver seus trabalhos] é realizada em frente a uma tela de computador, com a 'cultura' da organização frequentemente transmitida pelos meios digitais, como [as plataformas] Zoom, Slack e por e-mail."


"Por isso, ir ao escritório uma ou duas vezes por semana complementa essa cultura digital com as interações analógicas."


Ao longo do tempo, a menos que os patrões planejem os dias presenciais com mais cuidado, pensamento e coordenação, segundo English, os profissionais podem encontrar outros empregadores mais abertos.


"Se os funcionários forem microgerenciados e tratados como crianças, eles irão enfrentar uma sensação de frustração permanente", afirma ela. "Os melhores irão encontrar novos cargos que sejam mais flexíveis e haverá mais funcionários de nível médio infelizes, cumprindo as rigorosas exigências."


O resultado é que, quanto mais os empregadores exigem a volta dos funcionários ao escritório para criar conexões, mais eles podem acabar criando desconexões.


"O escritório oferece a oportunidade de ser um fator de conexão incrivelmente forte como a manifestação física de uma empresa, uma ferramenta para que todos remem com a mesma cadencia, voltados ao mesmo destino", explica English.


"Mas, sem um pouco de flexibilidade, o risco é que as organizações fiquem com mais pessoas nas margens, satisfeitas em simplesmente ficarem sentadas no barco, acompanhando as ondas."



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz55dm56vmjo

Em "Existe apenas 1% de diferença entre o número de funcionários que se sentem conectados à sua organização trabalhando presencialmente quatro ou cinco dias por semana e os que trabalham dois ou três dias no escritório, segundo uma pesquisa global analisada pela BBC."


O verbo "existir" está concordando com a expressão "1% por cento". Nas alternativas abaixo identifique a alternativa que NÃO apresenta a concordância com a expressão de porcentagem corretamente.

Alternativas
Q3323950 Direito Sanitário
De acordo com a Lei Orgânica da Saúde e a distribuição de competências entre a União, Estados e Municípios no âmbito da Vigilância Sanitária, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
16941: C
16942: B
16943: A
16944: C
16945: A
16946: A
16947: D
16948: A
16949: C
16950: C
16951: A
16952: A
16953: A
16954: D
16955: D
16956: C
16957: D
16958: C
16959: D
16960: B