Questões de Concurso
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(Fonte: Harris, 2022).
Assinale a alternativa CORRETA de preenche a lacuna acima.
Fonte: GOLDMAN & SCHAFER, 2022.
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
(__)A LRA intrínseca é classificada de acordo com o local histológico primário da lesão: túbulos, interstício, vasculatura ou glomérulo.
(__)A lesão das células epiteliais tubulares renais, comumente denominada necrose tubular aguda (NTA), ocorre mais comumente no quadro de isquemia, embora os túbulos renais também possam ser danificados por toxinas renais não específicas.
(__)A isquemia pode surgir a partir de inúmeros quadros clínicos diferentes, mas a patogênese subjacente comum é o fluxo sanguíneo renal geral reduzido com progressão de azotemia pré-renal para LRA isquêmica em três fases clínicas e celulares distintas: iniciação, manutenção e recuperação.
(__)A lesão das células epiteliais tubulares renais, especialmente das células tubulares proximais, é uma característica proeminente durante essa fase, mas a lesão das células endoteliais e do músculo liso vascular também foi documentada.
Assinale a alternativa CORRETA de cima para baixo.
(__)Refere à presença de bactérias na corrente sanguínea, exemplifica a patogenicidade do S. aureus.
(__)Os pacientes com bacteriemia oculta por S. aureus apresentam taxas elevadas de falência de órgãos, choque séptico e alta mortalidade.
(__)Quando as hemoculturas são positivas, mesmo se a fonte primária for conhecida, existe sempre a possibilidade de endocardite ou de outros focos secundários de infecção.
(__)A bacteriemia persistente é sugestiva de infecção endovascular, e a ausência de hemoculturas negativas depois de 10 a 20 dias de terapia apropriada constitui um forte preditor de bacteriemia complicada, exigindo um ciclo mais longo de terapia.
Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
Observando este gráfico é correto afirmar que a estimativa de crescimento populacional, em milhões, foi de:
Os achados de inspeção post mortem de cada lote de animais devem ser marcados nos ábacos de cada linha e registrados nas respectivas papeleta, a linha de inspeção A1 e A, visam respectivamente a inspeção de:
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde.
I.No cão, a abertura pélvica cranial é bastante oblíqua, sendo que o pécten do púbis se posiciona na altura do sacro ou atrás dele. Os corpos ilíacos não são paralelos; a abertura pélvica cranial é mais larga na sua parte média e mais estreita dorsalmente.
II.No suíno, o sacro é ligeiramente plano e o assoalho pélvico é encurvado e apresenta uma inclinação ventral caudalmente. A abertura pélvica cranial é bastante oblíqua e quase no plano dorsal, o que resulta em um diâmetro conjugado verdadeiro.
III.No bovino, o teto pélvico se estreita no sentido cranial a caudal. O sacro, que forma a maior parte do teto pélvico, é côncavo em toda a sua extensão. A parede lateral é formada pelas asas ilíacas cranialmente e pela espinha isquiática pronunciada mais adiante caudalmente.
IV.No equino, o teto pélvico é formado pelo sacro e pelas duas primeiras vértebras caudais e se inclina ligeiramente para baixo caudalmente.
Assim, é verdadeiro o que se apresenta em:
O termo soro designa qualquer imunobiológico produzido em animais e utilizado no tratamento de enfermidades provocadas pela ação do veneno de animais peçonhentos, por toxinas de agentes infecciosos, como os causadores da difteria, botulismo e tétano, ou ainda, na profilaxia pós-exposição ao vírus da raiva. Para que um soro seja eficiente na neutralização dos efeitos tóxicos de um veneno animal ou agente infeccioso é necessário:
O SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO, é constituído por nervos cranianos e espinhais com seus gânglios associados e suas terminações nervosas. Os nervos espinhais são aqueles que fazem conexão com a medula espinhal e são responsáveis pela inervação do tronco, membros e parte da cabeça. Saem aos pares da medula, a cada espaço intervertebral dos bovinos: