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Q3376396 Português
Leia com atenção as alternativas abaixo e assinale aquela que contenha um par de palavras homônimas:
Alternativas
Q3376395 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
O que a designer de moda Beatriz Amaral ressalta sobre o período de escravidão, conforme mencionado no texto?
Alternativas
Q3376394 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Qual é o fator de importância da Pedra do Sal, de acordo com o cantor e compositor Dudu Nobre, mencionado no texto? 
Alternativas
Q3376393 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Qual é a principal característica do Cais do Valongo, mencionada no texto?
Alternativas
Q3376392 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
O que o professor Azevedo destaca como uma característica positiva do povo negro, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q3376391 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Qual é o principal argumento do professor Azevedo, mencionado no texto?
Alternativas
Q3376389 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
Leia com atenção os trechos retirados do texto:

I.O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto.
II.O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais.
III.O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.
IV.Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas.
V.A região conta com o Cais do Valongo, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo próprio?
Alternativas
Q3376388 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Zona Portuária do Rio guarda marcas da luta dos negros por liberdade


Por Alexandre Henderson


A região da Zona Portuária do Rio guarda importantes memórias da luta dos negros pelo respeito aos seus direitos no Brasil. A região conta com o Cais do Valongo, que possui como característica mais marcante o reconhecimento pela Unesco como Patrimônio Mundial por ser considerado o maior marco da escravidão no Brasil.


"Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas", afirmou Albino Pereira Neto, no Instituto dos Pretos Novos. O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.


"Olhar esta escadaria e saber que tantas almas negras, que tantos sonhos interrompidos percorreram estes degraus aqui nos coloca em uma reflexão acerca do que o dia 20 representa", disse Roberto Azevedo, professor de história e geografia. 


"O Cais do Valongo é equiparado a até a Auschwitz, Hiroshima, Nagasaki, ou seja, aqui foi derramado muito sangue", afirmou Pereira Neto.


Cento e trinta e três anos após a Abolição da Escravatura, a população negra ainda tem desafios a superar.


"Temos uma dívida histórica sim. O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais, não deve ser esquecido", destaca Beatriz Amaral, designer de moda.


Os bairros da Gamboa e Saúde são um baú de memórias sobre os horrores da escravidão.


"No mês da Consciência Negra, se a gente perceber que a questão toda não é cronológica, ou apenas histórica ou geográfica, mas uma angústia coletiva ancestral que nos compromete o futuro se não dermos a atenção necessária, deixar isso passar é uma perda de oportunidade histórica", afirmou o professor Azevedo.


Em um casarão do Largo de São Francisco da Prainha, funcionou outro local histórico: uma espécie de restaurante popular, onde mulheres negras criaram uma casa de angu após pedirem autorização ao Senado. No local, negros recém-libertos se alimentavam. 


A Pedra do Sal recebeu este nome pois era o local onde eram despejados os carregamentos de sal eram despejados dos navios. A área é um dos redutos tradicionais do samba.


"Tem uma importância muito grande para nós, do samba, até pela representatividade e ancestralidade que aquele lugar tem. É um espaço de resistência, onde podemos cantar samba e estar propagando a nossa cultura e fazendo este encontro e gerações", contou o cantor e compositor Dudu Nobre.


Nomes como Donga, Pixinguinha, João da Baiana e tantos outros sambistas circularam pela região. O compositor Heitor dos Prazeres, na segunda metade do século passado, chamou a região de Pequena África.


"O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto, que era o do João Alabá, cuja mãe pequena era a Tia Ciata. Dentro do terreiro se cantava o sagrado. Aqui na Pedra do Sal se cantava o profano", disse Pereira Neto.


Foram tempos de intolerância religiosa que muitos enfrentam até hoje.


"Pessoas que frequentam religiões afro-brasileiras estão sofrendo retrocessos, ataques físicos e nas redes sociais", afirmou Júlio Barroso, produtor cultural do Largo de São Francisco da Prainha.


Há 25 anos, uma obra em uma casa na Gamboa revelou um sítio arqueológico com os corpos de milhares de corpos de negros escravizados.


"Eles morriam durante a viagem ou, aqueles muito debilitados que acabavam morrendo assim que chegavam aqui, seus corpos eram descartados", afirmou Pereira Neto.


Atualmente, no local do Cemitério dos Pretos Novos funciona o instituto de pesquisa e memória que leva o mesmo nome. 


"O que há de melhor no povo negro é a capacidade de se reinventar e recriar o espaço e a si mesmo", destacou o professor Azevedo.


Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/ 2021/11/21/zona-portuaria-do-rio-guarda-marcas-da-lutados-negros-por-liberdade.ghtml. Acesso em: 21 nov. 2023 (adaptado)
 acordo com Pereira Neto, qual é a diferença entre as atividades realizadas no maior terreiro de Candomblé e na Pedra do Sal?
Alternativas
Q3361501 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com as definições estabelecidas na Lei n° 13.146, de 6 de julho de 2015 que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência, as barreiras consistem em qualquer entrave, obstáculo, atitude ou comportamento que limite ou impeça a participação social da pessoa, bem como o gozo, a fruição e o exercício de seus direitos à acessibilidade, à liberdade de movimento e de expressão, à comunicação, ao acesso à informação, à compreensão, à circulação com segurança, entre outros, podem ser classificadas em:
I.Barreiras nas comunicações e na informação.
II.Barreiras atitudinais.
III.Barreiras tecnológicas.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3361500 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
De acordo com o Art. n° 96 da Lei n° 10.741 que dispõe sobre o Estatuto da Pessoa Idosa e dá outras providências, discriminar pessoa idosa, impedindo ou dificultando seu acesso a operações bancárias, aos meios de transporte, ao direito de contratar ou por qualquer outro meio, ou instrumento necessário ao exercício da cidadania, por motivo de idade. Tal conduta deve ser punida com a seguinte pena:
Alternativas
Q3361499 Serviço Social
Conforme estabelecido na Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, consideram-se entidades e organizações de assistência social aquelas:
Alternativas
Q3361498 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme previsto no capítulo V do Estatuto da Criança e do Adolescente, que se refere ao direito à profissionalização e à proteção no trabalho, é vedado ao adolescente trabalho:
I.Perigoso, insalubre ou penoso.
II.Realizado em horários e locais que não permitam a frequência à escola.
III.Realizado em locais prejudiciais à sua formação e ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3361497 Legislação Federal
De acordo com o Art. 6° da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) é integrado:
Alternativas
Q3361496 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
A Lei n° 13.146, de 6 de julho de 2015 institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Conforme estabelecido em sua disposição, o processo de habilitação e de reabilitação é um direito da pessoa com deficiência. Esse processo baseia-se em avaliação multidisciplinar das necessidades, habilidades e potencialidades de cada pessoa, observadas as seguintes diretrizes:
I.Diagnóstico e intervenção precoces.
II.Adoção de medidas para compensar perda ou limitação funcional, buscando o desenvolvimento de aptidões.
III.Atuação permanente, integrada e articulada de políticas públicas que possibilitem a plena participação social da pessoa com deficiência.
IV.Oferta de rede de serviços articulados, com atuação intersetorial, nos diferentes níveis de complexidade, para atender às necessidades específicas da pessoa com deficiência.
V.Prestação de serviços próximo ao domicílio da pessoa com deficiência, inclusive na zona rural, respeitadas a organização das Redes de Atenção à Saúde (RAS) nos territórios locais e as normas do Sistema Único de Saúde (SUS).
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3361495 Direitos Humanos
A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Conforme estabelecido em sua disposição, a política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, tem como algumas de suas diretrizes:
I.A implementação de atendimento policial especializado para as mulheres, em particular nas Delegacias de Atendimento à Mulher.
II.A promoção de programas educacionais que disseminem valores éticos de irrestrito respeito à dignidade da pessoa humana com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia.
III.O destaque, nos currículos escolares de todos os níveis de ensino, para os conteúdos relativos aos direitos humanos, à equidade de gênero e de raça ou etnia e ao problema da violência doméstica e familiar contra a mulher.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3361494 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
A Lei n° 10.741 dispõe sobre o Estatuto da Pessoa Idosa e dá outras providências. Conforme estabelecido em sua disposição, é assegurada prioridade na tramitação dos processos e procedimentos e na execução dos atos e diligências judiciais em que figure como parte ou interveniente pessoa com idade igual, ou superior a 60 anos, em qualquer instância. Nesse contexto, registre V para verdadeiro, e F, para falso as afirmativas abaixo.
(__)O interessado na obtenção da prioridade a que alude este artigo, fazendo prova de sua idade, requererá o benefício à autoridade judiciária competente para decidir o feito, que determinará as providências a serem cumpridas, anotando-se essa circunstância em local visível nos autos do processo.
(__)A prioridade cessará com a morte do beneficiado, estendendo-se em favor do cônjuge supérstite, companheiro ou companheira, com união estável, maior de 60 anos.
(__)A prioridade se estende aos processos e procedimentos na Administração Pública, empresas prestadoras de serviços públicos e instituições financeiras, ao atendimento preferencial junto à Defensoria Pública da União, dos Estados e do Distrito Federal em relação aos Serviços de Assistência Judiciária.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3361493 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme estabelecido no capítulo III do Estatuto da Criança e do Adolescente, que se refere ao Direito e a Convivência Familiar e Comunitária, registre V para verdadeiro, e F, para falso as afirmativas abaixo.
(__)Serão cadastrados para adoção recém-nascidos e crianças acolhidas não procuradas por suas famílias no prazo de 30 (trinta) dias, contado a partir do dia do acolhimento.
(__) A mãe e o pai, ou os responsáveis, têm direitos iguais e deveres e responsabilidades compartilhados no cuidado e na educação da criança, devendo ser resguardado o direito de transmissão familiar de suas crenças e culturas, assegurados os direitos da criança estabelecidos nesta Lei.
(__)A gestante ou mãe que manifeste interesse em entregar seu filho para adoção, antes ou logo após o nascimento, será encaminhada à Justiça da Infância e da Juventude.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3361492 Serviço Social
De acordo com o Art. 6° da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993, a gestão das ações na área de assistência social será organizada pelo Sistema Único de Assistência Social (SUAS), sob a forma de sistema:
Alternativas
Q3361491 Legislação Federal
Conforme estabelecido no Art. n° 24. Da Lei Maria da Penha, para a proteção patrimonial dos bens da sociedade conjugal ou daqueles de propriedade particular da mulher, o juiz poderá determinar, liminarmente, as algumas medidas, dentre elas incluem-se:
I.A proibição temporária para a celebração de atos e contratos de compra, venda e locação de propriedade em comum, salvo expressa autorização judicial.
II.A suspensão das procurações conferidas pela ofendida ao agressor.
III.A prestação de caução provisória, mediante depósito judicial, por perdas e danos materiais decorrentes da prática de violência doméstica e familiar contra a ofendida.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3361490 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Conforme estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente, a criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde em condições dignas de existência. Nesse contexto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
7701: A
7702: B
7703: C
7704: A
7705: A
7706: D
7707: A
7708: E
7709: A
7710: A
7711: A
7712: B
7713: A
7714: A
7715: B
7716: B
7717: C
7718: B
7719: A
7720: D