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Conhecer para cuidar
Falar sobre a depressão é a melhor forma de esclarecer dúvidas, instruir famílias e criar redes de apoio
Lidar com algum distúrbio da mente pode parecer uma jornada solitária, _____ (1) a falta de conhecimento é fonte de preconceito e exclusão. ______ (2), existem caminhos que podem oferecer amparo a quem enfrenta essa situação. Contar como os familiares também é uma maneira de ganhar apoio emocional para seguir em frente, mas é preciso que as pessoas próximas estejam instruídas de como proceder no socorro. [...] Contar com um ambiente acolhedor é essencial, _______ (3) “parentes e amigos têm um papel fundamental no tratamento e no processo de cura, ______ (4) trata-se de um transtorno incapacitante que afeta todas as áreas da vida da pessoa”, como explica a psicóloga Mary Scabora. Outro aspecto fundamental é o diálogo. Em alguns quadros, a pessoa que tem o distúrbio pode não expor seus sentimentos. _______ (5) é preciso conversar abertamente nesses casos, sem julgamentos nem ideias pré-concebidas. [...] A psicóloga Mary Scabora comenta que “a saúde mental ainda é muito negligenciada no Brasil, o que tem como consequência o preconceito em relação às questões ligadas a saúde mental e emocional. _______ (6) haja terapia na rede pública de saúde, é raro ver campanhas que esclareçam a população sobre o assunto. [...] (Revista Segredos da Mente, o poder do cérebro - Ano 3, No. 4, 2019).
A sequência CORRETA de preenchimento das lacunas é:
“Como exemplo da irresponsabilidade, cito as caixas-d'água. O fiscal chega na casa, vasculha o terreno minuciosamente, explica os riscos, deixa um panfleto sobre o tema, notifica quando necessário e, para finalizar, pergunta sobre a caixa-d'água. O morador, já sem muita paciência com aquela “invasão domiciliar”, diz que a caixa está ok, que se encontra fechada. O fiscal sai, e entra o drone, que, do alto, mostra que aquela caixa-d'água, além de não ter tampa, é um criadouro de mosquitos”.
1. Oração subordinada substantiva objetiva direta. 2. Oração subordinada adjetiva explicativa. 3. Orações coordenadas aditivas (assindéticas). 4. Orações coordenadas aditivas (sindéticas).
( ) O fiscal chega na casa, vasculha o terreno, explica os riscos, deixa um panfleto sobre o tema, .... e pergunta sobre a caixa-d’água. ( ) O morador diz que a caixa está ok, que se encontra fechada. ( ) O fiscal sai, e entra o drone,... ( ) entra o drone, que mostra que aquela caixa é um criadouro de mosquitos.
A correlação está representada CORRETAMENTE na alternativa:
Leia atentamente o texto abaixo, extraído do jornal O TEMPO - 16/02/20, de modo a responder à questão:
O PESO DO MOSQUITO (LAURA MEDIOLE)
"Convidei meu vizinho para fazer um mutirão da limpeza em seu quintal, e ele só me enrola. Já denunciei, e nada. Ele só aparece a cada 15 dias. Mato e entulho tomaram conta de tudo.”
“Por que o jornal não vem filmar o criadouro dos mosquitos aqui, no vizinho? As calhas da sua casa estão todas entupidas, e a água da chuva desce em cima do muro, que vai cair a qualquer momento. Já denunciei aí no jornal a proliferação do mosquito da dengue, e ninguém faz nada...”
Pois é; as internautas têm razão, é o fim da picada!!! Ou melhor, o início, quando os vizinhos ignoram um dos maiores problemas enfrentados pela população nos últimos anos. Impressionante a falta de consciência (ou de vergonha na cara mesmo) dessas pessoas (felizmente, uma minoria), que põem em risco a saúde e até a vida dos moradores.
Custa dar uma olhada nos seus quintais? Não entendem que uma simples tampinha de Coca-Cola com água pode vir a ser um criadouro de larvas do Aedes aegypti? Que, ao crescerem, viram mosquitos capazes de causar danos enormes às pessoas? Quem já teve dengue sabe disso. [...] Como se não bastasse a incapacidade de reação, correm o risco de sofrer a dengue hemorrágica, que pode ser fatal.
Explico isso em pormenores acreditando que algum leitor menos esclarecido, que ainda não se deu conta da situação, se atente ao problema. E, antes de fazer pouco-caso das campanhas, mutirões ou pedidos dos vizinhos, pense nisso, pense num filho seu acometido pela doença. Se para um adulto já é pesado, imagina para uma criança?
Pesquisas confirmam que 80% dos focos são residenciais. Ou seja, estão no lixo acumulado nos quintais, na latinha com água de chuva, na calha entupida, e por aí vai. Como exemplo da irresponsabilidade, cito as caixas-d’água. O fiscal chega na casa, vasculha o terreno minuciosamente, explica os riscos, deixa um panfleto sobre o tema, notifica quando necessário e, para finalizar, pergunta sobre a caixa-d’água. O morador, já sem muita paciência com aquela “invasão domiciliar”, diz que a caixa está ok, que se encontra fechada. O fiscal sai, e entra o drone, que, do alto, mostra que aquela caixa-d’água, além de não ter tampa, é um criadouro de mosquitos.
Há vários meses a Prefeitura de Betim (cito ela porque é a que estou mais próxima) vem fazendo campanhas e mutirões de casa em casa, envolvendo escolas, pais de alunos, moradores de modo geral, além de um trabalho intensivo de capina e retirada de lixo e entulhos, espalhados pela população. [...]
Vejo que, além do lixo, temos aí um problema educacional. Talvez o país ainda demore décadas para que a população se conscientize disso. [...] Em cada regional há um local destinado aos entulhos, o que muitos caminhões clandestinos, vindos até de cidades vizinhas, ignoram. Mesmo com o risco de serem multados, na calada da noite, continuam descarregando materiais nas calçadas ou em locais indevidos, apesar de a prefeitura disponibilizar caçambas próprias para isso, distribuídas em pontos estratégicos da cidade. Nas escolas, as crianças desde cedo são conscientizadas sobre a importância da reciclagem. E, numa espécie de gincana ecológica, envolvendo também os pais, elas cumprem o que lhes é ensinado.
Um trabalho de formiguinha, até chegar o dia em que não serão mais necessários fiscais e tantos outros
custos para o município, que poderiam ser evitados. Até chegar o dia em que não morrerão mais pessoas
de dengue.
( ) A menção aos depoimentos no início do texto, culminando na pergunta destinada ao leitor, constitui a chamada introdução para chamar a atenção, recurso que reforça o apelo da autora para a necessidade de evitar o lixo, que contribui para a proliferação do mosquito da dengue. ( ) O gênero a que pertence o texto é a notícia, o que se comprova pelos depoimentos citados e pelas pesquisas, relativos a uma cidade específica (Betim), que denunciam a dificuldade para controlar os focos do mosquito da dengue. ( ) O gênero a que pertence o texto é o artigo de opinião, e do ponto de vista tipológico, classifica-se como dissertativo-argumentativo, apresentando sequências linguísticas expositivas, opinativas e conversacionais. ( ) A estratégia usada pela autora, de inserir depoimentos bem como comentários avaliativos entre parênteses, tem o propósito de sensibilizar diretamente os gestores (prefeitos, em especial) para o problema de saúde pública que afeta as cidades brasileiras.
A sequência que responde CORRETAMENTE é:
I- O texto trata de um documento elaborado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que, com base em um estudo sobre a corrupção sob a ótica dos direitos humanos, revela as consequências desse fenômeno e alerta para a relevância da garantia de liberdade de expressão aos jornalistas. II- O texto, de natureza expositivo-argumentativa, faz uma análise do documento elaborado pela CIDH, e serve como uma espécie de “chamada” aos interessados em conhecer mais detalhadamente o trabalho dos jornalistas que investigaram casos de corrupção. III- Para destacar o importante papel dos jornalistas na busca de transparência dos gestores do setor público bem como comprovar a situação de vulnerabilidade dos jornalistas que investigam casos de corrupção, o texto cita o relatório divulgado em 2019, o que dá mais credibilidade à matéria.
É CORRETO o que se afirma em:
“Medicalização é o processo pelo qual o modo de vida dos homens é apropriado pela medicina e que interfere na construção de conceitos, regras de higiene, normas de moral e costumes prescritos – sexuais, alimentares, de habitação – e de comportamentos sociais. Este processo está intimamente articulado à ideia de que não se pode separar o saber - produzido cientificamente em uma estrutura social - de suas propostas de intervenção na sociedade, de suas proposições políticas implícitas. Amedicalização tem, como objetivo, a intervenção política no corpo social. Outro uso frequente do termo é “medicalização do social”, expressão que possui um campo semântico amplo, podendo se referir a uma série diferenciada de fenômenos, o que impõe especificarmos alguns aspectos que podem ser a ele associados. Essa expressão pode ser entendida como a forma pela qual a evolução tecnológica vem modificando a prática da medicina, por meio de inovações dos métodos de diagnóstico e terapêutico, da indústria farmacêutica e de equipamentos médicos; por outro lado, pode ser usado numa referência às consequências que acarreta para o jogo de interesses envolvidos na produção do ato médico. Embora estes e outros sejam fatores reais que propiciam a reprodução do processo de medicalização, não é diretamente deste conjunto de fenômenos que iremos tratar. O fenômeno da medicalização social surge e se desenvolve, historicamente, no contexto das sociedades disciplinares, tal como foi analisado por Foucault, em vários de seus estudos. Esse fenômeno promoveu a ampliação do campo de função da medicina, estendendo-o ao plano político. Razão médica e ciência moderna são focos dos estudos de Madel Luz, que continuam se ampliando no Instituto de Medicina Social da UERJ, no grupo de pesquisa sobre Racionalidades Médicas, produzindo matriz teórica para muitos trabalhos já publicados e outros em andamento, dentre eles teses e dissertações.” Cf. LUZ, Madel Therezinha. Natural, racional, social: razão médica e racionalidade científica moderna. Rio de Janeiro, Campus, 1988; LUZ, Madel Terezinha. Racionalidades médicas: diagnose e terapêutica: médicos e pacientes no dia-a-dia institucional. (Relatório técnico final da segunda fase do projeto Racionalidades Médicas). Rio de Janeiro, Departamento de Planejamento e Administração em Saúde, Instituto de Medicina Social, UERJ, 1997. Cf. também, a série de relatórios, seminários e trabalhos produzidos para o Projeto Racionalidades Médicas, arquivados na biblioteca do IMS/UERJ. Fonte: http://www.histedbr.fe.unicamp.br/navegando/glossario/verb_c_medicalizacao.htm
( ) A diarreia aguda pode ocorrer através dos mecanismos osmótico, secretor e invasivo. ( ) O mecanismo secretor ocorre quando a criança ingere muito hidrato de carbono estimulando a liberação do AMPc e GMPc com aumento da secreção de água. ( ) No mecanismo invasivo o principal agente etiológico é o viral, podendo apresentar tenesmo e sangue nas fezes. ( ) Nos casos de diarreia infecciosa bacteriana o principal agente etiológico é a shigella. ( ) No mecanismo secretor ocorre a liberação de toxinas pelas bactérias toxigênicas, estimulando a liberação do AMPc e GMPc com aumento da secreção de água.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa.
Uma paciente de 6 anos chega ao Ambulatório de Ginecologia com os seguintes exames:
* LH=3,8 mUI/ml
(Valor de referência em mUI/mL: Fase folicular: 2-12 / Pico ovulatório: 15-50 / Fase lútea: 5-15 / Menopausa: > 15 / Sexo masculino: até 14 / Crianças pré-púberes: até 1,5).
* FSH=4,5 mUI/ml
(Valor de referência em mUI/mL : Fase folicular: até 12 / Pico ovulatório:12 - 25 / Fase lútea:até 12 / Menopausa: > 30 / Sexo masculino:até 10 / Crianças pré-púberes:até 4,0).
* Estradiol=28ng/dL
(Valor de referência em ng/dL: Fase folicular: 1,0 - 30 / Pico ovulatório: 15,0 - 60,0 / Fase lútea: 5,0 - 30,0 / Menopausa: até 3,0 / Sexo masculino: 1,0 - 6,0 / Crianças pré-púberes: até 3,0). * S-DHEA=76ng/dL
* S-DHEA=76ng/dL
(Valor de referência em ng/dL: Basal: 190 - 800 / Crianças pré-púberes (ambos os sexos): até 250).
* Idade óssea=3 desvios-padrão a mais do que o esperado para a idade cronológica.
A mãe refere que os exames foram solicitados para investigação "dos seios crescidos” da filha. Exame das mamas: projeção de papila e areóla acima do contorno da mama; fluxo papilar ausente. Ausência de pelos pubianos e axilares.
Em relação ao caso clínico acima, marque a hipótese diagnóstica.
I- PAS≥160mmHg e/ou PAD≥110mmHg. II- Enzimas hepáticas com concentração duas vezes maior que o basal. III- Plaquetas <100.000/mm³. IV- Creatinina sérica≥1,1mg/dLou o dobro da basal na ausência de nefropatia de base. V- Sintomas como cefaleia, epigastralgia e transtornos visuais. VI- Proteinúria ≥300mg em 24 horas. VII- Edema agudo pulmonar.
Marque a alternativa que contém critérios de gravidade de pré-eclâmpsia.
O caso clínico abaixo refere-se à questão.
Uma paciente com atraso menstrual colheu ß-HCG quantitativo sanguíneo, cujo valor foi de 1100 mUI/ml. No mesmo dia, foi realizada uma USG transvaginal, que identificou eco endometrial espessado (18mm), sem imagem de saco gestacional na cavidade uterina e presença de cisto anexial à direita (20mm).
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável no caso anterior, qual a conduta recomendada?
O caso clínico abaixo refere-se à questão.
Uma paciente com atraso menstrual colheu ß-HCG quantitativo sanguíneo, cujo valor foi de 1100 mUI/ml. No mesmo dia, foi realizada uma USG transvaginal, que identificou eco endometrial espessado (18mm), sem imagem de saco gestacional na cavidade uterina e presença de cisto anexial à direita (20mm).
Qual a hipótese diagnóstica mais provável neste caso?