Em 2013, o The American College of Obstetricians and Gynecol...
I- PAS≥160mmHg e/ou PAD≥110mmHg. II- Enzimas hepáticas com concentração duas vezes maior que o basal. III- Plaquetas <100.000/mm³. IV- Creatinina sérica≥1,1mg/dLou o dobro da basal na ausência de nefropatia de base. V- Sintomas como cefaleia, epigastralgia e transtornos visuais. VI- Proteinúria ≥300mg em 24 horas. VII- Edema agudo pulmonar.
Marque a alternativa que contém critérios de gravidade de pré-eclâmpsia.
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Tema central: A questão aborda critérios de gravidade da pré-eclâmpsia, condição hipertensiva grave da gestação com riscos maternos e perinatais elevados. É fundamental reconhecer esses critérios, segundo as diretrizes do ACOG 2013 e protocolos como o Manual de Gestação de Alto Risco do Ministério da Saúde, para indicar o tratamento e o momento do parto.
Explicação da alternativa correta (B):
Vamos analisar cada item:
- I. PAS ≥ 160 mmHg e/ou PAD ≥ 110 mmHg: Correto. Hipertensão grave segundo todas as diretrizes internacionais e nacionais.
- II. Enzimas hepáticas duas vezes o basal: Correto. Sinal de disfunção hepática, indicando quadro grave.
- III. Plaquetas < 100.000/mm³: Correto. Trombocitopenia representa risco aumentado de HELLP e sangramento.
- IV. Creatinina sérica ≥ 1,1 mg/dL ou o dobro da basal: Correto. Critério de insuficiência renal.
- V. Cefaleia, epigastralgia, transtornos visuais: Correto. Sinais de gravidade neurológica ou envolvimento hepático.
- VII. Edema agudo pulmonar: Correto. Complicação potencialmente fatal da pré-eclâmpsia grave.
Assim, a alternativa B reúne todos os critérios clássicos de gravidade, segundo ACOG 2013 e Ministério da Saúde (Manual de Gestação de Alto Risco, 5ª ed, p. 239).
Análise crítica das alternativas incorretas:
- A: Inclui o item VI (Proteinúria ≥ 300mg/24h), que NÃO é critério de gravidade segundo ACOG 2013. Proteinúria é critério diagnóstico de pré-eclâmpsia, mas não indica gravidade.
- C, D e E: Excluem um ou mais dos critérios comprovados de gravidade, desconsiderando parte do quadro clínico grave ou complicações importantes, o que pode levar a manejo inadequado.
Estratégia para provas: Sempre confira se os critérios listados são clássicos de gravidade, evitando confundir diagnóstico de pré-eclâmpsia com seus critérios de gravidade. Alternativas com proteinúria isolada costumam ser pegadinha.
Citações normativas:
Livro Ministério da Saúde, Gestação de Alto Risco (2017), p. 239: “São critérios de gravidade… PAS ≥ 160 mmHg, PAD ≥ 110 mmHg, plaquetas < 100.000/mm³, enzimas hepáticas > 2x o basal, creatinina ≥ 1,1mg/dL, sintomas neurológicos, edema pulmonar.”
Resumo final: Para caracterizar pré-eclâmpsia grave, atente-se aos critérios de gravidade clínicos e laboratoriais mais atuais das principais diretrizes. Dominar o assunto ajuda não só em provas, mas na tomada de decisão clínica, evitando condutas perigosas.
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