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I.Em pacientes com CLTI e veia safena magna adequada disponível, a cirurgia de bypass infrainguinal com veia autóloga demonstrou superioridade significativa sobre a terapia endovascular em termos de sobrevida livre de amputação maior e reintervenção.
II.Para pacientes sem veia safena adequada, a terapia endovascular e o bypass cirúrgico com prótese apresentaram resultados clínicos semelhantes, sugerindo que a escolha deve ser individualizada baseada na anatomia e risco cirúrgico.
III.O tratamento medicamentoso isolado com rivaroxaban e aspirina (esquema COMPASS) é não inferior à revascularização (cirúrgica ou endovascular) em pacientes com CLTI, devendo ser a primeira linha antes de considerar procedimentos invasivos.
Está correto o que se afirma em:
I.O Idarucizumabe é um fragmento de anticorpo monoclonal humanizado que se liga especificamente à Dabigatrana com afinidade 350 vezes maior que a trombina, revertendo sua ação anticoagulante em minutos, sem atividade pró-coagulante intrínseca.
II.O Andexanet Alfa é uma proteína recombinante inativa do Fator Xa que atua como um "chamariz" (decoy), ligando-se aos inibidores do Fator Xa (Rivaroxabana, Apixabana) e neutralizando seu efeito; seu uso está associado a um risco potencial de fenômenos trombóticos rebote devido à inibição do inibidor da via do fator tecidual (TFPI).
III.O uso de complexo protrombínico (CCP) de 4 fatores é contraindicado na reversão de DOACs, pois não contém os fatores inibidos por essas drogas, sendo útil apenas para reversão de antagonistas da vitamina K.
Está correto o que se afirma em:
I.O diagnóstico de IAM tipo 2 exige a presença de evidência clínica de aumento de demanda (ex: taquiarritmia, crise hipertensiva) ou redução de oferta (ex: anemia grave, hipoxemia) associada à elevação e queda de troponina, com ou sem doença arterial coronariana obstrutiva concomitante.
II.A presença de doença arterial coronariana obstrutiva estável é um critério de exclusão para IAM tipo 2; se houver placa, o evento deve ser classificado como tipo 1, independentemente do gatilho hemodinâmico.
III.O prognóstico a longo prazo dos pacientes com IAM tipo 2 é frequentemente pior do que o dos pacientes com IAM tipo 1, devido à maior carga de comorbidades graves e menor utilização de terapias cardioprotetoras baseadas em evidências.
Está correto o que se afirma em:
I.No idoso, a VOP elevada faz com que a onda refletida retorne precocemente à aorta ascendente durante a sístole, somando-se à onda incidente, o que aumenta a pressão sistólica central, a pós-carga ventricular e reduz a pressão de perfusão coronariana diastólica.
II.No jovem com hipertensão sistólica isolada espúria, a VOP é geralmente normal, e a elevação da pressão sistólica periférica deve-se à amplificação exagerada da onda de pulso na periferia, mantendo a pressão central normal.
III.A medida da pressão arterial braquial superestima sistematicamente a pressão sistólica aórtica central em idosos com artérias rígidas, devendo-se guiar o tratamento exclusivamente pela pressão central para evitar hipotensão e hipoperfusão de órgãos vitais.
Está correto o que se afirma em: