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Q3775138 Matemática

Em certo período de volatilidade na bolsa de valores, o valor de venda inicial de uma ação caiu 60% em um determinado dia, e repetiu o mesmo percentual de queda no dia seguinte. No terceiro dia, o valor de venda dessa ação subiu 400%.

Após essa subida, o valor de venda dessa ação, comparado ao valor de venda inicial, ficou

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Q3775137 Matemática

Uma metalúrgica produziu X peças de um determinado produto, que pode ser embalado em caixas com capacidade de 10 ou 12 ou 15 dessas peças.

Todas essas X peças foram embaladas em caixas de mesma capacidade e totalmente preenchidas. Se tivessem sido utilizadas caixas com capacidade de 10 peças, teriam sobrado 8; se tivessem sido utilizadas caixas com 15 peças, teriam sobrado 3. Decidiu-se, portanto, utilizar as caixas com capacidade de 12 peças, e não sobrou peça alguma fora das caixas.

Sabendo que X é um número maior do que 300 e menor do que 400, é correto afirmar que o número de caixas que foram utilizadas é

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Q3775136 Matemática
Três funcionários de uma empresa foram destacados para realizar parte de um trabalho. Eles realizaram,  respectivamente, 2/15, 3/10 e 1/6 do total do trabalho, e a parte restante foi dividida igualmente entre dois funcionários. Dessa forma, coube a cada um dos dois últimos funcionários realizar uma fração total do trabalho igual a:
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Q3775135 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Considere as frases:


•  Há uma ideia predominante de que as desigualdades existem basicamente devido ____sistema educacional de baixa qualidade.

•  Educação de qualidade é essencial para proporcionar melhores condições de vida _____ pessoas e para o avanço de uma sociedade.

•  Tão habituados nos tornamos______histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou

. •  Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional deixam um aviso ______população: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo.


De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q3775134 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

A concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3775133 Português

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A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o emprego do termo destacado no singular preservaria a conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q3775132 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3775131 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Considere as passagens:


•  Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas... (3o parágrafo)

•  ... talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra. (4o parágrafo)

•  E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa. (5o parágrafo)

•  ... com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. (6o parágrafo)


No contexto em que estão empregados, os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:

Alternativas
Q3775130 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Sem que haja prejuízo ao sentido original, na passagem “Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper.” (3o parágrafo), o termo destacado pode ser substituído por: 
Alternativas
Q3775129 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Sem prejuízo de sentido ao texto, os termos destacados em “De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.” (1o parágrafo) podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Q3775128 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Ao discutir a tributação de renda no Brasil, o texto deixa claro que
Alternativas
Q3775127 Português

Leia o texto para responder à questão.


A reprodução da desigualdade

De tão persistentes, nossos dilemas sociais, econômicos e políticos não mais enternecem parte dos brasileiros, conformada com situações que, embora anormais, passou a considerar naturais. Mas certas questões deveriam nos comover.

Coautor, com Fillipi Nascimento, do livro A Loteria do Nascimento, o economista e pesquisador do Insper Michael França concluiu que, ao contrário da ideia predominante de que as desigualdades resultam basicamente de um sistema educacional de baixa qualidade, as condições de nascimento afetam mais a vida das pessoas.

Educação de qualidade é essencial para melhorar a vida das pessoas e para o avanço de uma sociedade. E sua carência estimula a perpetuação de graves problemas. Mas a desigualdade social (e sua reprodução ao longo do tempo) decorre também de fatores como o apontado no estudo do pesquisador do Insper. Estrutura familiar, herança, rede de contatos e formação em instituições renomadas favorecem a carreira profissional de uma parte das pessoas. Já os filhos de famílias mais pobres enfrentam desvantagens na carreira, como falta de condições financeiras para recusar emprego ruim, escassez de contatos e referências no mercado de trabalho ou impossibilidade de investir em educação e treinamento adicionais.

Tão acostumados nos tornamos com a histórica concentração de renda que nem percebemos como esse processo se estendeu e se consolidou. Quanto mais rico, mais cresce a riqueza. Num país que detém alguns dos piores índices mundiais de distribuição de renda, talvez soe como irônica perversidade o fato de que também na exclusiva faixa do 1% mais rico a riqueza se concentra.

Há uma característica da renda dos mais ricos que a torna menos sujeita à tributação que incide sobre o rendimento dos demais brasileiros, o que remete à injustiça tributária. A renda da maioria dos contribuintes é fruto do trabalho e tributada no momento do pagamento. Nas faixas de rendimento mais altas, há muitos profissionais liberais que recorrem à criação de empresas sobre as quais a tributação é menor. E boa parte dos rendimentos é decorrente de lucros e dividendos, igualmente sujeitos à tributação menos onerosa.

Estatísticas recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) deixam uma advertência para os brasileiros: com a lenta evolução de sua renda per capita, o País está se aproximando da metade mais pobre do mundo. Estamos empobrecendo em relação ao resto do mundo e tendo a renda mais concentrada. É uma combinação inquietante.



(Jorge J. Okubaro. Em: https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.08.2025. Adaptado)

Tomando como referência a obra de Fillipi Nascimento e Michael França, o autor argumenta que 
Alternativas
Q3775126 Português

 Leia a tira.

Bob Thaves, “Frank & Ernest”. Em: https://www.estadao.com.br/ cultura/quadrinhos. 15.09.2025.)

Na fala do consultor financeiro, a expressão “ir mais longe” está empregada em sentido
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Q3774925 Legislação Estadual
O Decreto Estadual no 69.118/2024 e Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo, no Capítulo II – Das definições, em seu artigo 3o, dá algumas definições e, dentre elas, está a seguinte:
Alternativas
Q3774924 Segurança e Saúde no Trabalho
Segundo a NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos, ítem 12.4.13.1, os componentes de partida, parada, acionamento e controles que compõem a interface de operação das máquinas e equipamentos fabricados até 24 de março de 2012, entre outros, devem, quando a apreciação de risco indicar a necessidade de proteções contra choques elétricos, operar em tensão de segurança de até:
Alternativas
Q3774923 Segurança e Saúde no Trabalho
A NHO-06 sobre avaliação da exposição ocupacional ao calor, em 2017, teve a segunda edição com alguns parâmetros inseridos. Dentre eles, no que se refere ao homem-padrão, está:
Alternativas
Q3774922 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma de Higiene Ocupacional no 1 (NHO-01), da Fundacentro, sobre a avaliação da exposição ocupacional ao ruído, objetiva estabelecer critérios e procedimentos para a avaliação da exposição ocupacional ao ruído, que implique risco potencial de surdez ocupacional. Alguns parâmetros tais como: limiar de integração; nível de ação; limite de tolerância; incremento de duplicação de dose; valor teto de exposição, são respectivamente:
Alternativas
Q3774921 Segurança e Saúde no Trabalho

A NR-1 objetiva estabelecer as disposições gerais, o campo de aplicação, os termos e as definições comuns às NRs, as diretrizes e os requisitos para o gerenciamento de riscos ocupacionais e as medidas de prevenção em SST. 


Em face do exposto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3774920 Segurança e Saúde no Trabalho
A SIPAT é uma atividade anual dentro da empresa, na qual são desenvolvidos temas importantes sobre Segurança e Saúde no Trabalho, em que os trabalhadores participam durante seu período normal de trabalho e a Cipa e o SESMT têm responsabilidades tais como:
Alternativas
Q3774919 Engenharia de Produção
O arranjo físico é muito importante nos processos industriais e, de acordo com suas características, existem quatro tipos de arranjos físicos. Dentre eles, aquele em que os agentes transformadores se movimentam ao redor daquele que será transformado, por exemplo, na montagem de um navio, denomina-se arranjo físico
Alternativas
Respostas
12201: C
12202: D
12203: C
12204: E
12205: A
12206: B
12207: C
12208: B
12209: E
12210: D
12211: A
12212: D
12213: C
12214: A
12215: E
12216: E
12217: C
12218: D
12219: B
12220: A